Brasil fica fora da disputa do Oscar de filme estrangeiro em 2019

O brasileiro ‘O Grande Circo Místico’, de Cacá Diegues, indicado pelo Brasil para tentar uma vaga na categoria de melhor filme estrangeiro do Oscar em 2019, não entrou na lista divulgada nesta segunda, 17, pela Academia.

Os atores Bruna Linzmeyer e Vincent Cassel em cena de O Grande Circo Místico

O longa brasileiro O Grande Circo Místico, de Cacá Diegues, indicado pelo Brasil para tentar uma vaga na categoria de melhor filme estrangeiro do Oscar em 2019, não entrou na lista divulgada nesta segunda, 17, pela Academia. 

Os indicados confirmados na categoria são: o mexicano RomaA Culpa, da Dinamarca, que estreia dia 27; o japonês Assunto de Família; o polonês Guerra Fria; o sul-coreano Em Chamas; o libanês CafarnaumBirds of Passage, da Colômbia; o alemão Never Look Away; e Ayka, do Casaquistão. 

Grande favorito ao prêmio, Roma, de Alfonso Cuarón, está disponível na Netflix desde sexta-feira, 14. 

Fabbrica, a nova casa da chef Tássia Magalhães

Ex-chef do Pomodoro abre restaurante com ambiente descolado e sotaque italiano na Faria Lima
A chef Tássia Magal

A chef Tássia Magalhães acaba de abrir um novo restaurante Foto: Werther Santana|Estadão

A chef Tássia Magalhães acaba de abrir um novo restaurante. É o Fabbrica, um lugar descolado, com grafite na parede e que funciona na Avenida Faria Lima, na região da Vila Olímpia. Tássia é uma chef superjovem, ela tem só 29 anos, mas comandou o restaurante Pomodori. Ela era da equipe de Jefferson Rueda e quando ele deixou a casa, ela assumiu a cozinha.

Agora, em parceria com o marido, investidor, ela abriu dois restaurantes. O primeiro é o Riso.e.Ria, um lugar para almoço especializado em risotos no Itaim Bibi.  E acaba de inaugurar o Fabbrica que tem sotaque italiano e uma boa carta de drinques, executados pelo bartender da casa Felipe Rara. 

O menu é enxuto, tem algumas entradas para compartilhar, caso do tartare com chips de batata e picles de cenoura; e do tartare de peixe branco com raiz forte e furikake, aquele tempero japonês moído a base de algas e peixes secos.

Nas “entradas egoístas” a estrela são aspargos com ovo pochê, servidos com cogumelos e zabaglione; também vale provar a polenta servida na tábua com ragu de linguiça e fonduta de queijo grana padano.

O cardápio traz “pratos da nonna”, com pedidas como gnocchi de abóbora, gnocchi de beterraba, risoni com  lula e chorizo..E há ainda uma seção com 4 ou 5 peixes e carnes. Na sobremesa, o destaque é a versão nada clássica da poire belle helene: a pera cozida no vinho vem em fatias finas, montadas como se fosse um dominó, acompanhada por creme inglês e crumble.

A cozinha ainda está se acertando, mas o lugar promete. Em janeiro, o restaurante vai colocar em funcionamento o terraço, na cobertura, que é bem estiloso.

SERVIÇO

Fabbrica Illegale
Av. Faria Lima, 4199, Vila Olímpia
Horário de funcionamento: 12h/15h e 19h/23h (sáb., 12h/16h e 19h/0h; dom., 13h/17h; fecha segunda

Amazon Prime Video ou Netflix: os prós e contras dos dois sites

Catálogos, produções originais e planos de assinatura de cada serviço têm características bem diferentes. Compare cada quesito

Julia Roberts em ‘Homecoming’ (//Divulgação)

Netflix revolucionou o jeito como assistimos à televisão ao oferecer um amplo catálogo de filmes, séries e programas infantis para ver online, de maneira descomplicada. Afinal, as produções, conhecidas ou próprias do serviço de streaming, estão a um clique do espectador, com boa qualidade de vídeo e legendas ou áudio dublado. Presente em 190 países, a plataforma continua líder desse mercado, mas é claro que, com o passar dos anos, precisou aprender a lidar com a chegada de concorrentes. E a Amazon Prime Video, da gigante do comércio eletrônico, entrou no páreo com a autoestima lá em cima. O canal investiu alto em boas produções originais com nomes fortes de Hollywood, além de oferecer um catálogo de filmes atualizado e relevante. Confira abaixo uma comparação entre os dois serviços de streaming:

Quantidade x qualidade

‘Homecoming’: série ótima exclusiva da Amazon Prime Video (Jessica Brooks/.)

A Netflix se consolidou como queridinha dos fãs de séries ao oferecer ao espectador produções originais de qualidade. House of Cards e Orange Is the New Black, por exemplo, provavelmente foram determinantes para que muitas pessoas ao redor do mundo se decidissem por uma assinatura da plataforma. Com o passar dos anos, o serviço ficou ambicioso e decidiu abraçar o mundo: investiu em séries diversas, para todos os gostos, sobre os mais variados temas. Isso seria ótimo, não fosse o problema de que vários dos seriados se revelaram de qualidade duvidosa. O selo “produção original Netflix”, que antes era um indicativo de algo que valia a pena, passou a significar apenas… que era uma produção original Netflix.

Principalmente em 2018, quando House of Cards chegou ao fim apenas como uma sombra do que um dia já tinha sido, e seriados originais de prestígio como Stranger ThingsThe Crown e Black Mirror não tiveram novas temporadas, a profusão de programas menos interessantes chamou a atenção.

Enquanto isso, a Amazon Prime Video se mostrou mais enxuta e centrada, ao menos até o momento. As séries próprias são voltadas, basicamente, ao público adulto e trazem grandes nomes de Hollywood — caso do drama Homecoming(com Julia Roberts) e da ação Jack Ryan (estrelada por John Krasinski) — em produções bem cuidadas, relevantes e ousadas. 

No quesito catálogo de séries de outras produtoras que possuem um público fiel, os dois serviços têm destaques positivos. FriendsGrey’s Anatomy e Gilmore Girls estão disponíveis na Netflix, enquanto SupernaturalSeinfeld e Um Maluco no Pedaço podem ser vistas na Amazon.


Longe do escurinho do cinema

Cena do filme ‘Projeto Flórida’ (Diamond Filmes/Divulgação)

A priorização dos conteúdos originais da Netflix tem feito com que a plataforma tenha agora menor interesse em levar grandes estreias do cinema para o seu catálogo. As produções até chegam, mas demoram um pouco mais. Já a Amazon Prime tem apresentado boas surpresas nessa área: longas como Projeto Flórida (que estreou em março no Brasil), o drama Tully (lançado em maio) e o terror Hereditário (que foi lançado em junho) estão disponíveis para os assinantes.

Quando o assunto é filme original, porém, a Netflix se sobressai. A empresa vem investindo em títulos de grandes cineastas, caso de Roma (de Alfonso Cuaron), que entrou no catálogo na última sexta-feira (14) e The Ballad of Buster Scruggs(dos irmãos Cohen), lançado em novembro. É claro que há também longas dos quais é melhor passar longe, como o adolescente A Barraca do Beijo e o brasileiro O Matador.

Offline

Piper Chapman (Taylor Schilling) em ‘Orange Is the New Black’ (Divulgação/Netflix)

Um ponto positivo das duas plataformas é a opção de baixar filmes e séries nos dispositivos móveis, possibilitando que o usuário tenha acesso às produções mesmo sem internet. A ferramenta permite que fãs maratonem uma série tanto em um longo voo quanto no caminho para o trabalho, por exemplo.

Navegabilidade

Marcela (Laila Garin) na série brasileira ‘3%’ (Pedro Saad/Netflix)

A plataforma da Amazon ainda apresenta defeitos para os usuários brasileiros: muitas produções não possuem o nome traduzido para o português ou o título aparece com erros na tela principal. Além disso, alguns programas não possuem legenda ou dublagem em português e, em outros, as sinopses são apresentadas em outros idiomas, como inglês e espanhol.

A Netflix se apresenta mais consolidada nesse quesito, com imagens das séries mais bem editadas, títulos corretos e uma ferramenta de busca mais eficiente, que funciona também para navegar entre gêneros de produções e títulos similares.

Preço

Robin Wright interpreta Claire Underwood em ‘House of Cards’ (//Divulgação)

A Netflix oferece três planos de assinatura. No básico, por 19,90 reais por mês, é permitido o acesso em um dispositivo por vez. No segundo, dois usuários podem utilizar o serviço ao mesmo tempo, por 27,90 reais por mês. Já no pacote família, são permitidos até quatro acessos simultâneos, a 37,90 reais mensais. O primeiro mês de assinatura é grátis.

Já a Amazon Prime vídeo tem apenas um pacote, que permite até três acessos simultâneos, a 14,90 reais mensais. Nos seis primeiros meses, promocionalmente, o assinante paga 7,90 reais.

Ao contrário da Netflix, a Amazon não possibilita a criação de mais de uma conta sob a mesma assinatura. Amigos que compartilhem uma assinatura, por exemplo, estarão sempre no mesmo espaço – o que pode tornar a experiência um pouco confusa.

Google investirá US$ 1 bi em nova sede em Nova York

A empresa acredita que a expansão permitirá que ela dobre seu tamanho e tenha 14 mil funcionários nos próximos dez anos
Por Agências – Reuters

O Google deve começar a se mudar para o novo prédio em 2022

O Google anunciou nesta segunda-feira, 17, que vai investindo mais de US$ 1 bilhão para a construção de uma nova sede em Nova York. Localizada na região de Hudson Square, na sul da ilha de Manhattan, a nova sede terá 160 mil metros quadrados e poderá ajudar a gigante de buscas a dobrar seu número de funcionários na cidade nos próximos dez ano. Hoje, o Google já possui uma sede na metrópole americana, onde trabalham 7 mil pessoas. 

A previsão do Google é de que as obras aconteçam nos próximos três anos e o prédio seja inaugurado em 2022. “Nosso investimento em Nova York é uma grande parte do nosso compromisso de crescer e investir em instalações, escritórios e empregos nos Estados Unidos”, disse Ruth Porat, diretora financeira da Alphabet, holding que controla o Google, ao anunciar o investimento. “Hoje, crescemos mais rápido fora da região de São Francisco do que dentro dela”, ressaltou ainda a executiva, fazendo referência à região do Vale do Silício. Porat também reforçou o potencial da área de Nova York como fonte de talentos e de diversidade para a empresa. 

Não é o primeiro investimento recente do Google em Nova York: em março, a empresa anunciou a compra do edifício do Chelsea Market, na zona oeste de Manhattan, por US$ 2,4 bilhões. O prédio, construído como uma fábrica de biscoitos da Nabisco, se tornou nos últimos anos um point de restaurantes, lojas de roupas de luxo e produtos naturais, em parte do processo de revitalização da região. O local já abrigava escritórios do Google anteriormente, mas a compra fez a empresa ganhar 111 mil metros quadrados na cidade. Com a nova sede de Hudson Square, a área total do Google em Nova York chegará a cerca de 300 mil metros quadrados. 

A empresa não está sozinha em seu movimento de expansão: na semana passada, a Apple declarou que vai inve

stir US$ 1 bilhão para abrir uma nova sede em Austin, no Texas, bem como gerar novos postos de trabalho em Seattle e San Diego, no sul da Califórnia. Já a Amazon, após um longo processo que pareceu uma gincana envolvendo mais de 20 cidades americanas, decidiu em novembro abrir escritórios em Nova York e em Washington, onde gerará mais de 25 mil empregos. 

Além da necessidade de crescimento, as empresas também respondem a uma demanda do governo Trump para gerarem mais empregos dentro dos Estados Unidos – nos últimos meses, elas têm sido criticadas pelo presidente americano por não pagarem impostos ou produzirem seus dispositivos fora do país, o que, na visão de Trump, prejudica a economia local. 

Prada é acusada de racismo por boneco estereotipado de “blackface”

Após protestos, grife italiana retirou de circulação o produto e se retratou nas redes sociais
Por AdNews

 (Reprodução/Divulgação)

A Prada foi criticada pela coleção “Pradamalia”, uma coleção de bonequinhos que apresenta um design de personagens que muitos descreveram como racista. Uma onda de críticas no Twitter foi registrada após a ativista Chinyere Ezir denunciar as mercadorias em suas contas nas redes sociais.

A advogada de direitos civis compartilhou uma postagem no Facebook que mostra a fachada da loja NYC Soho da Prada, em Nova York, decorada com o estereotipado personagem, que ostenta lábios vermelhos brilhantes e um tom de pele preto.

Ezie expressou seu choque ao ver a figura em exibição, o que a lembrou de uma exposição, também repleta de blackfaces, que ela havia visto no Museu Nacional Smithsoniano de História e Cultura Afro-Americana.

“Entrei na loja com um colega de trabalho, apenas para ser agredida com exemplos cada vez mais desconcertantes”, escreveu Ezie no post. Além disso, diversos usuários do Twitter passaram a criticar a companhia com  pedidos de boicote da marca, reunidos na hashtag #BoycottPrada. Após a agitação, a marca tentou se retratar com o público e retirou os produtos de circulação.

Paul McCartney lança clipe com Emma Stone, “Who Cares”

Faixa faz parte do último álbum, Egypt Station

Paul McCartney‏  @PaulMcCartney 
O novo clipe musical ‘ Who Cares I do ‘ está agora disponível em @
AppleMusic

Paul McCartney lançou o clipe de “Who Cares”, faixa de seu último álbum, Egypt Station, exclusivamente através da Apple Music. O vídeo conta com participação de Emma Stone, e teve uma imagem revelada no Twitter do Beatle. 

Para conferir o vídeo na plataforma, clique aqui. “Who Cares” estará disponível exclusivamente na Apple Music por 24 horas. 

McCartney passará pelo Brasil em março, tocando em 26 e 27 em São Paulo e 30 em Curitiba. Os ingressos estão à venda no site Tickets For Fun.

O último disco do Beatle, Egypt Station, foi lançado em setembro. [Julia Sabbaga] 

Colin Kroll, fundador do Vine e do HQ Trivia, morre aos 35 anos

A polícia suspeita que a causa da morte tenha sido overdose

Colin Kroll foi um dos fundadores do aplicativo de vídeos curtos Vine e do aplicativo de jogos HQ Trivia

Colin Kroll, um dos fundadores do aplicativo de vídeos curtos Vine e do aplicativo de jogos HQ Trivia, foi encontrado morto em seu apartamento neste domingo, 16, na cidade de Nova York. Kroll tinha 35 anos. De acordo com uma reportagem do jornal The New York Times, a polícia encontrou no apartamento substâncias que pareciam cocaína e heroína – suspeita-se que overdose foi a causa da morte. 

O Vine foi adquirido pelo Twitter em 2012 e foi encerrado no ano passado. Kroll chegou a trabalhar por um curto período no Twitter mas teria sido demitido por mau comportamento. 

O aplicativo HQ Trivia foi lançado em 2017 e fez muito sucesso. Entretanto, segundo o site Recode, a empresa enfrentou problemas financeiros no final do ano passado porque investidores estavam com receio de apostar no aplicativo após as acusações de mau comportamento de Kroll no Twitter.

Em nota, a HQ Trivia  afirmou: “Ficamos sabendo hoje do falecimento do nosso amigo e fundador, Colin Kroll, e é com profunda tristeza que dizemos adeus. Nossos pensamentos estão com a sua família e amigos, nesse momento difícil”.

Bermuda ciclista: 4 dicas para usar a peça hit desse verão

Hit da temporada, a bermuda ciclista volta à cena em tecidos sofisticados, compondo looks urbanos que circulam inclusive à noite
VIVIAN SOTOCÓRNO

Camisa Teija no Conceito ê (R$ 1.990), bermuda Adidas (R$ 180), brincos Mariana Giusburg (R$ 240) e luvas Louis Vuitton (R$ 2.930) (Foto: Caroline Curti)

BABADO FORTE
A camisa branca de alfaiataria romântica, com laços e babados, segue em alta por mais uma temporada – para um refresh, troque o jeans que a acompanhou no verão passado pela ciclista.


Nos desfiles internacionais para o verão passado, ao fechar a apresentação da Off-White em Paris, Naomi Campbell surgiu vestindo um blazer de alfaiataria impecável, sandálias desenhadas pelo estilista Virgil Abloh em parceria com a Jimmy Choo e… bermuda ciclista de poliamida. Em uma coleção que homenageava a princesa Diana, o look era a reinterpretação sofisticada para os conjuntos de biker shorts e moletons com os quais Diana costumava ser flagrada pelas ruas em meados dos anos 90.

Da grande entrada de Naomi para cá, enquanto academias de spinning seguem pipocando Brasil afora, a peça esportiva invadiu passarelas das mais diferentes grifes, da Y/Project à Chanel (que a combinou com jaquetas de tweed no desfile que transformou o Grand Palais em uma praia, em outubro passado), ganhando também as ruas e os looks das fashionistas. A boa-nova é que não é preciso incorporar Kim Kardashian (que andou circulando com bermudas literalmente de academia da grife do marido Kanye West, a Yeezy) para adotar a tendência: a ciclista aparece agora reinterpretada em tecidos sofisticados, imprimindo uma bem-vinda dose de elegância ao típico corte bem justo ao corpo.

Vale escolher uma peça de alfaiataria e combiná-la com um blazer alongado da mesma padronagem, vestir a bermuda com uma camisa branca e até levá-la para passear após o pôr do sol (a dica é usá-la por baixo de um vestido curto de cetim, material que também faz retorno à moda). O segredo é restringir o mood esportivo apenas à ciclista em si e apostar em complementos mais sofisticados – uma desculpa para deixar de lado momentaneamente o dad sneaker e subir novamente no salto!

Blazer Ralph Lauren (R$ 2.990), bermuda Gloria Coelho (R$ 1.086), brincos (a partir de R$ 3.180) e luvas (a partir de R$ 6.470), ambos Chanel e botas Fendi (R$ 4.900) (Foto: Caroline Curti)

TERNO À BRASILEIRA
O conjunto que vem circulando dentro e fora do escritório ganha versão mais fresca, usado com bermuda. Opte por blazers alongados que cubram o quadril.


Camisa (R$ 1.570) e bermuda (R$ 1.170), ambas Le Lis Blanc, brincos Bia Daidone na Pinga (R$ 1.240), colar Jack Vartanian (R$ 4.600), luvas Chanel (a partir de R$ 4.150, o par) e bolsa Prada (R$ 6.700) (Foto: Caroline Curti)

DEU BRANCO!
Como renovar o total white que é a cara do verão? Apostando na ciclista. Acessórios de metal dourado sofisticam o look.


Vestido (R$ 890) e bermuda (R$ 680), ambos Fabiana Milazzo, bolsa Dolce & Gabbana (R$ 14.200), pulseira dourada (R$ 3.100) e pulseira prata (R$ 2.900), ambas Jack Vartanian, sandálias Santa Lolla (R$ 130) e capacete Giro Synthe Mips na Vélo48 (R$ 1.499) (Foto: Caroline Curti)

BRILHO URBANO
O cetim está de volta à moda. Para quebrar o caráter ultrafeminino e festivo de um vestido curto desse material, sobreponha-o a uma bermuda.


Styling: Gio Grassi
Maquiagem: Jo Portalupe (Thinkers)
Cabelo: Wendel Melo
Produção de Moda: Nathalí Isquierdo
Assistentes de Foto: Tamires Prado e Ana Helena Lima

Príncipe Harry teria deixado de caçar animais por causa de Meghan Markle

Pelo segundo ano consecutivo, duque de Sussex não participará de evento anual da família real

Príncipe Harry e Meghan Markle

príncipe Harry não vai participar, pelo segundo ano consecutivo, da tradicional caça de Santo Stefano da família real britânica. O motivo seria Meghan Markle, ativista dos direitos dos animais.

A duquesa de Sussex teria demonstrado descontentamento com a prática ainda no ano passado quando Harry se uniu à família em uma caça de javalis na Alemanha.

Percebendo que sua então namorada não estava feliz, ele se recusou a participar da caça tradicional de fim de ano, na qual esteve por mais de 20 anos. Desde então, o príncipe deixou de integrar eventos desse tipo.

Este ano, a casa de campo Sandringham House, no condado de Norfolk, contará apenas com a presença do príncipe William, do príncipe Charles e do pequeno George.

O evento anual proporcionou a Harry e William a oportunidade de fortalecer o vínculo entre ambos. Agora, observadores da realeza temem que a ausência de Harry sirva para aprofundar as tensões entre os irmãos.