Artemis Fowl | Judi Dench aparece em imagem inédita do longa

Produção tem estreia marcada para agosto de 2019

 Judi Dench aparece como a comandante policial das fadas

Artemis Fowl: O Mundo Secreto, adaptação da Disney do primeiro livro de Eoin Colfer, teve uma nova imagem revelada pela EW. Na imagem, Judi Dench aparece como a comandante policial das fadas.

Kenneth Branagh dirige o longa, que conta as aventuras de um garoto de 12 anos, o último descendente de uma lendária família do crime prestes a desaparecer. Com a ajuda de seu guarda-costas, ele planeja uma maneira de retomar a antiga glória dos Fowls: Sequestrar uma fada e exigir resgate. Entretanto, o jovem não desconfia que as fadas também têm seus recursos incluindo uma perigosa polícia do mundo fantástico. A franquia literária foi uma das primeiras a se beneficiar da onda de popularidade do gênero de fantasia infanto-juvenil iniciada por Harry Potter.

Artemis Fowl: O Mundo Secreto estreia em 9 de agosto de 2019. 

MIB Internacional | Tessa Thompson e Chris Hemsworth se unem no primeiro trailer

Longa ainda não tem data de estreia

Pôster promocional divulgado

MIB Internacional, novo filme da franquia Homens de Preto, teve seu primeiro trailer divulgado. Veja a versão legendada e a versão dublada abaixo:

Além de Tessa Thompson e Chris Hemsworth, também estão no elenco Rebecca Ferguson, Emma Thompson, Liam Neeson, Kumail Nanjiani, entre outros. A produção é dirigida por F. Gary Gray, de Velozes e Furiosos 8 e Straight Outta Compton: A História do N.W.A. [Arthur Eloi]

Carolina Burgin – Vogue China December 2018 By Yelena Yemchuk

Metamorphosis   —   Vogue China December 2018   —   www.vogue.com.cn
Photography: Yelena Yemchuk Model: Carolina Burgin Styling: Michael Philouze Hair: Didier Malige Make-Up: Maud Laceppe

Daniel Radcliffe, o Harry Potter, vira checador na revista New Yorker

Bobby Cannavale e Daniel Radcliffe na peça da Broadway ‘The Lifespan of a Fact’

Depois de ganhar fama mundial ao interpretar Harry Potter nos filmes da conhecida série, Daniel Radcliffe, 29, fará agora o papel de um fact-checker em uma nova peça que será exibida na Broadway. Baseada em livro homônimo, o espetáculo “The Lifespan of a Fact” (“A Vida Útil de um Fato”), mistura ficção e realidade e aborda esse novo ramo do jornalismo que tem ganhado cada vez mais importância.

O checador ou revisor (fact-checker) tem como função checar a veracidade de informações em textos jornalísticos (antes ou depois de publicados), discursos políticos e outras fontes disponíveis ao público. Para isso, usa dados, pesquisas e registros.

Para saber mais sobre a profissão do seu personagem, o ator foi à sede da revista The New Yorker e se propôs a realizar a checagem de uma notícia. Lá, participou do podcast da revista –The New Yorker Radio Hour— e conversou com os fact-checkers sobre as dificuldades e sutilezas desse trabalho.

Segundo Peter Canby, que comanda o prestigiado departamento de fact-checking da New Yorker, Radcliffe até tinha um ar de fact-checker quando chegou. O jornalista afirma que as pessoas acham que há apenas opiniões e fatos e que os fact-checkers trabalham apenas com os últimos, mas diz que seu trabalho se dá, na maioria das vezes, abordando opiniões baseadas em fatos.

A checagem realizada pelo ator teve como objeto uma crítica gastronômica escrita por Hannah Goldfield, que já desempenhou a função de fact-checker na revista. Eles discutiram sobre o que poderia ser checado na matéria: os ingredientes usados, os pratos servidos, o clima praiano do restaurante. Este último gerou uma polêmica: o texto dizia que o restaurante tinha um clima de Venice Beach (praia californiana), mas é difícil confirmar o que é um julgamento da autora da crítica. Na hora da checagem, Radcliffe perguntou se o estabelecimento tinha um ar californiano e o dono do restaurante respondeu que a decoração do local tem inspiração no clima mexicano.

Em sua passagem pela revista, Radcliffe teve que responder a Canby se teria interesse em uma entrevista de emprego para a função. O ator recusou o convite com humor: “Minha profissão atual é bem mais fácil”.

De regulação à Amazon: as ameaças que pairam sobre o Google

A pressão por regulamentação tem crescido no mundo inteiro. Mas há riscos maiores no horizonte da empresa
Por David Cohen

PICHAI, DO GOOGLE: executivo-chefe foi ao Congresso americano responder perguntas sobre viés das buscas e transparência

Há um espectro rondando as principais gigantes de tecnologia, e ele atende pelo nome de regulamentação. Já virou consenso dizer que Google, Facebook, Twitter, Amazon, Netflix e, em certa medida, Apple, têm poderes monopolistas. No caso das três primeiras dessa lista, o problema é mais grave, porque o material de que se alimentam são as informações pessoais de seus usuários. A pecha de monopólio faz lembrar das grandes corporações do início do século XX, que reinaram absolutas até ser dobradas por uma onda de legislações de proteção aos consumidores e estímulo à concorrência.

De todas, a empresa mais criticada tem sido o Facebook, cuja reputação começou a ruir com a revelação de que a rede foi usada para influenciar as eleições americanas de 2016, via fake news, e desde então não param de surgir novos escândalos (sendo o mais recente a descoberta de que dados privados foram compartilhados com desenvolvedores de software parceiros).

Mas a bola da vez é o Google, que não tinha comparecido às sessões de esclarecimento requeridas pelo Congresso há alguns meses e, ante o aumento das pressões, enviou este mês seu executivo-chefe, Sundar Pichai, para responder perguntas dos congressistas. Do lado republicano, as acusações são de que a rede tem um viés progressista, que nas buscas sobre conservadores mostra com mais destaque as notícias negativas. Do lado democrata, tem crescido o incômodo com o poder e a falta de transparência da empresa no que tange a privacidade dos cidadãos.

O Google já tem sentido o calor da batalha regulatória. O governo japonês divulgou há poucos dias um relatório de especialistas pedindo maior vigilância para proteger a competição e a privacidade dos usuários. Segue a tendência da União Europeia, que multou o Google em 4,34 bilhões de euros por práticas anticoncorrenciais (a empresa recorre da ação, em que é acusada de usar o sistema operacional Android, presente na maioria dos smartphones, para promover seu buscador, fechando a porta a rivais).

Na Austrália, uma Comissão de Competição e Consumidores formada pelo governo lançou no último dia 13 um relatório de 400 páginas que propõe a criação de um órgão regulador com a missão específica de monitorar as plataformas digitais – e teria poderes para exigir informações sobre como funcionam os algoritmos que organizam e ordenam as informações mostradas aos usuários.

Por mais que este seja um temor agudo das empresas de tecnologia em geral, e do Google muito em particular, dado que seu algoritmo é considerado um valioso segredo de negócio, não é esta a maior ameaça no horizonte. Há riscos ainda maiores, provenientes de diversas direções.

A Amazon no meio do caminho

O primeiro desses riscos atende pelo nome de Amazon. À primeira vista, as duas empresas atuam em mercados completamente distintos. Uma fornece informações a partir de buscas pela internet e ganha dinheiro com a publicidade que consegue atrair pelo tráfego em suas listas, a outra vende coisas. Ocorre, porém, que a Amazon não para quieta; ela tende a ocupar mercados adjacentes com irresistível poder de fogo que seu gigantismo lhe confere.

E a Amazon está avançando sobre o mercado de publicidade digital. Ela já é a terceira colocada no mercado americano, atrás de Google e Facebook. Sua receita deve quase quintuplicar nos próximos cinco anos, de pouco menos de 6 bilhões de dólares em 2018 para mais de 28 bilhões de dólares em 2023.

Esta receita vem do estabelecimento da Amazon como o lugar onde se pode encontrar qualquer coisa. Se é assim, por que procurar no vasto oceano da web, em vez de ir direto à fonte? Nos Estados Unidos, mais e mais pessoas têm feito suas buscas na Amazon. De acordo com a empresa de serviços financeiros Raymon James, 52% dos internautas começa suas buscas pela Amazon quando tem a intenção de comprar algo. Apenas 26% fazem uso de algum buscador (majoritariamente o Google). Em 2014, a proporção era invertida: 38% iam primeiro à Amazon, 55% utilizavam buscadores.

Esta é uma fatia do mercado valiosa. As empresas têm muita ânsia de capturar a atenção do internauta quando ele está em “modo de compra”. Mas o Google ainda tem um imenso manancial de atenção quando as pessoas estão navegando por outros motivos, certo? É aí que entra o segundo risco para o Google: a Apple.

A Apple como inimiga

A inimizade entre Apple e Google nasceu quando o Google resolveu lançar o sistema operacional Android. Até ali, o então CEO do Google, Eric Schmidt, era um membro do conselho de administração da Apple. A criação de um sistema rival ao iOS, que comanda os aparelhos da Apple, foi considerada uma traição por Steve Jobs.

O sucessor de Jobs no comando da Apple, Tim Cook, não é nem de longe tão mercurial quando o cofundador da empresa, mas a inimizade não se alimenta da raiva. Bem mais do que uma disputa por fatia de mercado no mundo dos smartphones, as duas empresas funcionam com lógicas opostas; o sucesso de uma corrói a viabilidade da outra.

A Apple vende seus produtos, e os vende caro. Para justificar o preço, além de benefícios em parte intangíveis, como design e força da marca, ela os recheia com serviços gratuitos ou muito baratos. Vende hardware e subsidia o software.

O Google faz o contrário. Subsidia o hardware para vender software, e para vender a atenção do dono do aparelho aos anunciantes. A ira de Cook tem origem menos nos sentimentos herdados de Jobs, e mais no combate à ideia de que o hardware seja uma commodity.

E isso ajuda a explicar o alinhamento da Apple ao clamor pela regulação dos serviços digitais (ainda que a Apple também tenha um poder imenso sobre os dados dos usuários de seus aparelhos). Mais do que um mero apoio diplomático, a Apple produz armas para essa guerra. Em 2015, ela lançou um bloqueador de anúncios, que permite driblar as interrupções durante a navegação.

De acordo com a empresa de pesquisas Statista, a adesão aos bloqueadores de anúncios chegou a 27% dos usuários nos Estados Unidos em 2017, com maior prevalência entre o público jovem, justamente o mais valioso para a publicidade. Como contra-ataque, o navegador Chrome, pertencente ao Google, lançou no início deste ano o seu próprio bloqueador de anúncios; um bloqueador atenuado, que bloqueia apenas os anúncios não condizentes com os padrões de qualidade da indústria.

Entubado pela Netflix

O terceiro risco para o Google é que a empresa não tem sido tão bem-sucedida na migração para outras áreas de atuação. O salto do mercado de buscas para a criação do Android foi genial. Mas o mundo da tecnologia está abrindo diversas novas fronteiras, e o Google está com dificuldades para conquistar espaço nelas.

Isso é crucial, como bem mostra o exemplo do Facebook. A rede social tem dado sinais de esgotamento, com queda no engajamento de seus usuários (de novo, especialmente os mais jovens); mas isso tem sido compensado pelas novas iniciativas, empresas compradas como o Instagram e o WhastApp.

No caso do Google, a tentativa de criar uma rede social que destronasse o Facebook deu em água. O serviço Google+ foi inovador, mas o Facebook soube copiar os avanços do rival e bloquear seu crescimento; em agosto, o Google anunciou que sua rede social será encerrada (o estopim foi a revelação de uma falha de segurança, que resultou em grande exposição de dados de seus usuários).

Outra fronteira é a automação de veículos. Sua divisão Waymo foi uma das pioneiras, mas esse mercado superlotou – todas as empresas de tecnologia e todas as empresas de automóveis disputam sua primazia, o que torna o resultado um tanto incerto.

A inteligência artificial é um terceiro mercado que o Google disputa. Mas perdeu a dianteira para a Amazon, cujo sistema (a assistente virtual Alexa e o comunicador para a casa Echo) tem se mostrado mais eficiente.

Um quarto campo de atuação é a criação de conteúdo. Aqui, o principal rival a ser vencido é a Netflix. O Google lançou mão da sua poderosa divisão YouTube para ganhar essa guerra – mas já parece estar batendo em retirada. A divisão lançou em 2015 um serviço pago, assinaturas sem anúncios. O passo seguinte foi partir para o combate com os serviços de música por assinatura e produzir séries próprias, ao estilo da Netflix.

As músicas não decolaram (pelo menos não até agora) e as séries… segundo o site Hollywood Reporter, o Google está tirando o pé do acelerador na produção de conteúdo próprio. Sua série de maior sucesso, Cobra Kai, uma continuação do filme Karatê Kid, deverá ser exibida de graça. Ao que tudo indica, o YouTube, que a despeito de sua extraordinária audiência ainda está por dar lucro, não se sentiu apto a brigar no nível da Netflix, cujos gastos com conteúdo original atingiram 13 bilhões de dólares em 2018, os maiores de toda a indústria.

Nenhum desses riscos, isoladamente, tem o poder de derrubar um império como a Alphabet (holding que controla o Google). E o futuro de todos esses mercados ainda é muito incerto. Mas o conjunto de problemas mostra que a empresa busca, busca, mas não está encontrando respostas convincentes.

Penny Marshall era a domadora das estrelas de Hollywood

Diretora trabalhou com Tom Hanks, Madonna, Robert De Niro e grandes nomes do cinema

Penny Marshall como atriz na série Laverne & Shirley, que se tornou grande sucesso nos EUA – Divulgação

SÃO PAULO –“Quero Ser Grande”, estouro de bilheteria com Tom Hanks, em 1988, irá permanecer como o grande destaque na filmografia da diretora americana Penny Marshall, que morreu na segunda (17), aos 75 anos, de complicações decorrentes do diabetes.

Com esse filme e “Uma Equipe Muito Especial” (1992), ela passou a ser a primeira mulher a dirigir duas produções que ultrapassaram a bilheteria de US$ 100 milhões cada uma.

Mas a trajetória de Penny Marshall é mais significativa pelo conjunto da obra do que por trabalhos pontuais.

Nascida numa família enraizada no cinema e na TV, ela sempre encarou a carreira em Hollywood sem deslumbramento. Atuou em mais de 70 produções e dirigiu sete filmes para o cinema, além de episódios de séries, como se tudo fosse apenas um ganha-pão com alguma diversão.

“Sets de filmagem eram como uma lojinha da minha família, o lugar onde meu pai trabalhava, sem glamour”, disse em 1981. Seu pai, Tony Marshall, foi diretor e produtor. Sua mãe, Marjorie, era bailarina e coreógrafa que fez carreira dando aulas a atores.

Seu irmão, Garry Marshall, morto em 2016, foi o mais bem-sucedido da família, dirigindo campeões de bilheteria como “Uma Linda Mulher”, “Noiva em Fuga”, ambos com Julia Roberts, e “O Diário da Princesa”, que lançou Anne Hathaway. A irmã, Ronny Hallin, não vingou como atriz, fez apenas cinco filmes, mas se transformou em uma das diretoras de elenco mais atuantes em Hollywood.

Falar da família de Penny Marshall é pertinente porque foi essa intimidade precoce com os estúdios que, segundo ela, proporcionou tranquilidade ao lidar com estrelas tidas como como difíceis.

O melhor exemplo é “Tempo de Despertar” (1990), adaptação do best-seller de Oliver Sacks. Quando anunciaram Robert De Niro e Robin Williams nos principais papéis, o projeto passou a ser considerado tóxico em Hollywood.

No auge de suas carreiras, os dois colecionavam histórias de conflitos. Três diretores não aceitaram fazer “Tempo de Despertar”, que sobrou para Penny. De Niro e Williams saíram das gravações dizendo que tinha sido a experiência mais empolgante que viveram em um set.

Elogios explícitos à diretora, que domou as feras num longa que tinha tudo para ser complicado, propício para um duelo de egos entre os intérpretes de um médico (Williams) e seu paciente (De Niro).

Essa espécie de “simpatia produtiva” foi arma da diretora em vários projetos com estrelas. Em “Uma Equipe Muito Especial”, sobre um time de beisebol feminino, convenceu Madonna a abrir mão de muitos privilégios previstos em contrato para ser tratada de igual para igual com os outros atores.

Em “Um Anjo em Minha Vida” (1996), precisou de paciência para botar na linha uma histérica Whitney Houston e convencer Denzel Washington a não largar o filme diante do estrelismo da colega.

A fama de pessoa de fácil trato já acompanhava Penny desde os trabalhos de atriz. Com 30 anos, era uma veterana na TV, pulando de série em série como coadjuvante.

A coisa mudou em 1976, quando convenceu o irmão Garry a tentar sua escalação no programa que estava desenvolvendo. Penny e Cindy Williams foram escolhidas para “Laverne & Shirley”, uma série com lugar destacado na história da TV americana.

Exibida de 1976 a 1983, com 178 episódios, mostrava as aventuras de duas amigas solteironas nas décadas de 1950 e 1960. Foi uma feliz combinação de apelo nostálgico com onda feminista na TV, disparada por “Mary Tyler Moore”.

As duas atrizes se tornaram “namoradinhas da América”, as mais bem pagas da TV no início dos anos 1980. O seriado nunca emplacou no Brasil, onde só a primeira temporada foi exibida.

Consagrada como atriz e diretora, Penny Marshall trabalhava em ritmo lento desde seu último filme para o cinema, “Os Garotos da Minha Vida” (2001), com Drew Barrymore. O tratamento do diabetes permitiu apenas dois pequenos projetos na TV.

Aos 20 anos, ela teve uma filha, Tracy, do namoro com um jogador de futebol da universidade. Depois, foi casada com o diretor Rob Reiner, entre 1971 e 1981, e teve também uma relação com o cantor ArtGarfunkel (da dupla com Paul Simon). Penny deixa quatro netos, filhos de Tracy. [Thales de Menezes]

Gisele Bundchen – Joias Vivara — Winter 2018 Ad Campaign

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CINEMA I Estreias da Semana: O Retorno de Mary Poppins, Asako I & II, Bumblebee, Minha Vida em Marte, Conquistar, Amar e Viver Intensamente

Sequência de ‘Mary Poppins’ e novo ‘Transformers’ estão entre as estreias da semana

Asako I & II
Netemo Sametemo. Japão/França, 2018. Direção: Ryûsuke Hamaguchi. Com: Masahiro Higashide, Erika Karata e Sairi Itô. 119 min. 12 anos.
Uma jovem moradora de Osaka, no Japão, se apaixona por um rapaz independente e descompromissado, que subitamente desaparece. Dois anos depois, ela se muda para Tóquio e encontra um homem idêntico a ele, mas com personalidade totalmente distinta. Exibido no Festival 
de Cannes.

O Retorno de Mary Poppins
Mary Poppins Returns. EUA, 2018. Direção: Rob Marshall. Com: Emily Blunt, Lin-Manuel Miranda e Dick Van Dyke. 124 min. Livre.
A sequência de “Mary Poppins” (1964), inspirada na obra de P.L. Travers, acompanha as crianças do original, agora crescidas, durante a Grande Depressão. No musical, a babá mágica retorna à casa dos Banks após uma tragédia familiar para restaurar a alegria de antes. Do mesmo diretor de “Chicago” (2002), o longa está indicado a quatro Globos de Ouro, incluindo melhor filme (musical ou comédia).

Bumblebee
Idem. EUA, 2018. Direção: Travis Knight. Com: Hailee Steinfeld, John Cena e Megyn Price. 114 min. 10 anos.
Após quatro filmes de grande sucesso comercial, mas não exatamente queridos pela crítica, a saga de robôs alienígenas “Transformers” parecia estagnada com o lançamento de “Transformers: O Último Cavaleiro” (2017), que decepcionou nas bilheterias. Agora, o spin-off “Bumblebee”, que narra  a vinda das máquinas guerreiras ao planeta Terra, parece injetar vida nova na franquia baseada na linha de brinquedos. Sem Michael Bay, diretor de seus antecessores, o longa deixa as batalhas explosivas de lado para priorizar a amizade de seus dois protagonistas, o robô que dá nome ao filme e a adolescente interpretada por Hailee Steinfeld. Quem comanda o longa é Travis Knight, indicado ao Oscar pela animação “Kubo e as Cordas Mágicas” (2016).

Conquistar, Amar e Viver Intensamente
Plaire, Aimer et Courir Vite. França, 2018. Direção: Christophe Honoré. Com: Vincent Lacoste, Pierre Deladonchamps e Denis Podalydès. 72 min. 14 anos.
O longa acompanha um jovem estudante que conhece um escritor parisiense mais velho, portador de HIV, por quem logo se apaixona. Exibido no Festival de Cannes.

Diamantino
Idem. Portugal/Brasil/França, 2018. Direção: Gabriel Abrantes e Daniel Schmidt. Com: Carloto Cotta, Cleo Tavares e Anabela Moreira. 92 min. 16 anos.
Em tom de paródia, o longa é uma sátira política sobre um jogador de futebol ingênuo e vaidoso, que se envolve em lavagem de dinheiro, crise de refugiados e experiências genéticas. O filme venceu o prêmio da Semana da Crítica, do Festival de Cannes, e foi exibido na 42ª Mostra.

Minha Vida em Marte
Brasil, 2018. Direção: Susana Garcia. Com: Mônica Martelli, Paulo Gustavo e Ricardo Pereira. 70 min. 12 anos.
Adaptação da peça homônima e sequência do longa “Os Homens São de Marte e É pra Lá que Eu Vou” (2014), a comédia acompanha uma mulher que, após enfrentar uma crise no casamento, viaja com o melhor amigo para Nova York, onde reaprende a curtir a vida de solteira.

Esqueceram de Mim | Macaulay Culkin volta em continuação promover o Google Assistant

Para promover o Google Assistant, Macaulay Culkin voltou a encarnar Kevin McCallister em uma nova versão de Esqueceram de Mim.

O especial trata de um vídeo promocional da Google, que quis divulgar seu assistente virtual.  Nas imagens, Culkin recria algumas das cenas icônicas do filme na casa dos McCallister. Mas, desta vez, ele usa dispositivos habilitados pelo Google Assistant para ajudar em suas atividades, como definir lembretes para sua lista de compras e pagar ao pizzaiolo. Ele também é capaz de evitar os ladrões com a ajuda dos dispositivos.

Aproveitando que as buscas pelo filme sobem durante as festas de fim de ano, o Google Assistant também permite que os usuários encontrem easter eggs do longa usando frases do filme. Por exemplo, ao dizer “Hey Google, esqueci alguma coisa?”, o aparelho responderá gritando “KEVINNNNN!”.