Ações da Apple continuam caindo e entram na “cruz da morte”

Este fim de ano tem sido terrível para a Apple e para outras várias gigantes do setor de tecnologia quando se trata dos valores de suas ações na NASDAQ.

Falando especificamente na $AAPL, ela fechou hoje em queda de 3,89%, agora cotada a US$150,73. A despencada acumulada na semana foi de 8,9% e o valor de mercado da empresa está agora em US$715,3 bilhões, abaixo apenas do da $MSFT (US$754,2 bilhões).

Hoje, conforme noticiou a CNBC, a Apple entrou no que investidores chamam de “cruz da morte” (“death cross”). Isso acontece quando a média no valor das ações por 50 semanas cai abaixo da sua média de 200 semanas — e foi o que acabou de ocorrer com os papéis da Maçã.

Embora já tenhamos analisado alguns motivos que podem ter levado a essa queda recente da $AAPL, o mercado tecnológico como um todo está em maus lençóis neste final de 2018. De exato um mês para cá:

  • Apple caiu 15,3%;
  • Twitter caiu 13,6%;
  • Amazon caiu 9,2%;
  • Facebook caiu 7,3%;
  • Alphabet caiu 5,6%;
  • IBM caiu 6,4%;
  • Microsoft caiu 4,7%;
  • Intel caiu 4,7%.

A Apple ainda lidera a má performance recente na NASDAQ, mas *nenhuma* delas subiu no período. A coisa está feia. [MacMagazine]

VIA CULT OF MAC

Trabalho escravo põe em xeque veracidade do luxo no Brasil e no mundo

Novos casos mostram que produção pulverizada e falta de fiscalização atingem toda a cadeia de moda

Amissima é grife de destaque entre elite e influenciadoras brasileiras.

Marcas esportivas, grifes de “jeanswear” e redes de lojas populares sempre foram os pivôs dos escândalos de trabalho análogo à escravidão na moda. Não mais. Este ano mostrou que a indústria do luxo, vinculada à produção limitada, de qualidade e de preços altos, não consegue garantir que sua costura não seja alinhavada por trabalhadores explorados.

Uma reportagem publicada pelo jornal “The New York Times”, em setembro, revelou as condições degradantes e os baixos valores recebidos pelos artesãos de Puglia, na Itália, para a confecção de vestidos, casacos e sapatos luxuosos que nas vitrines recebem o selo de excelência Made In Italy.

Outra matéria, do site The Intercept Brasil, destrinchou uma ação do Ministério Público do Trabalho para resgatar trabalhadores ilegais mantidos em confecções paulistanas que produziam roupas da marca Amissima, etiqueta que apesar de ter nascido na região de moda popular do Bom Retiro, desde o ano passado vem se posicionando como uma grife de luxo.

Duas questões vieram à superfície a partir desses casos. Primeiramente, o método de produção pulverizada, essa que faz uma mesma peça ser confeccionada em diferentes lugares como forma de garantir eficiência e agilidade na entrega, exige uma fiscalização contínua que as marcas não estão conseguindo, ou não querem, https://www1.folha.uol.com.br/colunas/pedrodiniz/2017/11/1934527-artimanhas-podem-fazer-da-mofficer-exemplo-de-punicao-a-trabalho-escravo.shtml .

No caso italiano, mulheres chegam a ganhar um euro, ou R$ 4,33, para cortar um metro de casaco. Muitas delas trabalham de casa quase 17 horas por dia para produzir um único vestido e só recebem após a peça ser entregue. Marcas como Tod’s e Max Mara, que compram peças da região, negaram envolvimento com os trabalhadores e disseram não ter conhecimento sobre a situação.

Mesma resposta deu a Amissima, que enquanto fazia eventos chiques na semana de moda de Paris e abria lojas em shoppings de luxo, tinha suas roupas produzidas em prédios detonados por imigrantes e famílias mantidas em cubículos sem segurança alguma. 

As confecções repassavam cerca de R$ 3 por peça produzida nas 12 horas de trabalho diárias. Multada em R$ 533 mil, a grife reconheceu em comunicado a falha da fiscalização frouxa.

É relevante analisar que a demanda por um número cada vez maior de lançamentos (coleções “resort”, “pre-fall”, prêt-à-porter, alta-costura etc.) não condiz com a lógica do luxo de ser exclusivo e denotar esmero na execução.

O cenário de competição acirrada abriu espaço para a descentralização dos processos e, com isso, vieram a reboque contratos com terceirizados que subcontratam empresas e autônomos.

Essa realidade põe em xeque a veracidade do valor agregado ao produto de luxo, porque é comum ouvir de consumidores que, hoje, a escolha por uma marca está ligada também à ideia de que suas peças foram produzidas em condições humanas.

No momento em que a criação de núcleos de sustentabilidade e ações sociais são as grandes notícias propagadas pelo mercado de luxo, a manutenção de uma cadeia de suprimentos deficiente só contribui para validar a tese cética de que tudo é mesmo uma grande mentira. [Pedro Diniz]

Kris Grikaite – Vogue China January 2019 By Solve Sundsbo

Colour Overload   —   Vogue China January 2019   —   www.vogue.com.cn
Photography: Solve Sundsbo Model: Kris Grikaite Styling: Katie Shillingford Hair: Laurent Philippon Make-Up: Nami Yoshida

WhatsApp pode permitir transações financeiras no futuro

Segundo a Bloomberg, o Facebook está desenvolvendo uma criptomoeda para o aplicativo de mensagens

O WhatsApp lançou este ano algumas medidas para combater notícias falsas no aplicativo

O WhatsApp pode permitir transações financeiras pelo aplicativo no futuro, segundo a agência de notícias Bloomberg. Para viabilizar esse recurso, o Facebook, proprietário do app de mensagens, criará a sua própria criptomoeda, algo nos moldes do bitcoin. 

Para isso, o Facebook vem contratando especialistas em criptomoedas, e hoje há cerca de 40 funcionários trabalhando na área dentro da empresa. Em maio deste ano, a companhia afirmou que criou uma divisão de blockchain, tecnologia por trás das criptomoedas, liderada por David Marcus, diretor do Facebook Messenger, que anteriormente foi presidente da empresa PayPal. Desde que o executivo foi contrato, em 2014, há expectativa de desenvolvimento de serviços financeiros por parte da rede social. 

De acordo com a Bloomberg, a  Índia seria o primeiro mercado da ferramenta e a criptomoeda desenvolvida pelo Facebook terá valor atrelado ao dólar. 

As fontes ouvidas pela reportagem disseram que o lançamento vai demorar porque o Facebook ainda está trabalhando na estratégia do recurso. “Como muitas outras empresas, o Facebook está explorando maneiras de alavancar o poder da tecnologia blockchain”, disse um porta-voz da companhia em comunicado à Bloomberg. “Esta nova equipe está explorando muitos aplicativos diferentes. Não temos mais nada para compartilhar.”

Desde fevereiro há rumores sobre o lançamento de um sistema de transferências financeiras dentro do WhatsApp na Índia. 

Pagamentos. Essa, porém, não é a primeira experiência do Facebook com pagamentos. O Facebook Messenger já permite que usuários transfiram dinheiro pelo aplicativo – entretanto, a ferramenta só está disponível no Estados Unidos, Reino Unido e França. O mensageiro da rede social costuma antecipar tendências e recursos que acabam no WhatsApp. 

Caso consiga realmente lançar implementar transferências financeiras no WhatsApp, o Facebook se colocará mais próximo ao aplicativo de mensagens WeChat, desevolvido pela gigante chinesa Tencent, que permite pagamento entre pessoas físicas e até pagamento de contas – o serviço é usado praticamente como um cartão de débito no país. 

Amber diz que sofreu ameaças de morte por ter denunciado Johnny Depp por agressão

Atriz conta que se sentiu julgada pela opinião pública e que pessoas próximas previam o fim de sua carreira

Amber Heard acusou Johnny Depp de violência doméstica em 2016

Amber Heard revelou ao Washington Post o impacto que suas denúncias de abuso doméstico contra o ex-marido Johnny Depp trouxe para sua carreira de atriz.

Ela alegou que se tornou uma figura pública que representava a violência contra a mulher em 2016, quando acusou o ator de lhe bater. “Amigos e conselheiros falavam que eu nunca mais arranjaria algo no mundo artístico, que eu estaria na lista negra”, disse.

Amber falou, ainda, que precisou mudar de número de celular a cada semana, porque desconhecidos a ameaçavam de morte. “Senti-me como se eu estivesse em julgamento no tribunal da opinião pública”, desabafou.

Johnny Depp sempre negou as acusações e lamenta, até hoje, o fato de ser considerado um homem violentoAmber Heard e ele se divorciaram em maio de 2016.

Atualmente, a atriz faz o papel de Mera em Aquaman, filme que estreou na última quinta-feira, 13, no Brasil.

Julia Stegner – PorterEdit December 21st, 2018 By Benny Horne

Far & Away   —   PorterEdit December 21st, 2018   —   www.net-a-porter.com
Photography: Benny Horne Model: Julia Stegner Styling: Helen Broadfoot Hair: Braydon Nelson Make-Up: Mariel Barrera Art Direction: Gemma Stark

Lembra dele? ‘Tio da Sukita’ está de volta em nova propaganda

Agora, personagem adota hábitos modernos, mas continua sendo o mesmo de sempre

Nova campanha de marketing mostra o ‘tio Sukita’ conversando com uma jovem no elevador. Foto: Reprodução de cena de ‘Tio da Sukita’ (2018) / YouTube / B.blend

A propaganda do ‘Tio da Sukita’ – marca de refrigerante – ganhou uma nova versão nesta semana. A volta faz parte de uma campanha para divulgar uma máquina de bebidas em cápsulas.

O popular comercial, de 19 anos atrás, mostra um homem mais velho e formal ‘xavecando’, sem sucesso e com insistência, mulheres mais novas.

O conceito e o desfecho do novo comercial continuam os mesmos, mas o senhor adotou hábitos modernos: usa tênis descolados, ecobags e prefere a bicicleta ao carro.

Assista ao vídeo da década de 1990.

Veja abaixo a nova versão.

O ‘Tio da Sukita’ é interpretado por Roberto Arduin, ator de 68 anos. No ano passado, ele chegou a brincar com seu ‘sumiço’: “Alguém falou que morri?! Morri não, estou com uma peça no Teatro Cacilda Becker”. Leia mais aqui.

Nicki Minaj – Vogue Japão Fevereiro 2019

Vogue Japão Fevereiro 2019
Model Nicki Minaj
Photographer: Mariano Vivanco

Guardiões da Galáxia | Zoe Saldana mostra transformação em Gamora em foto

Zoe Saldana publicou uma nova foto em seu Instagram que mostra um pouco da sua transformação em Gamora, de Guardiões da Galáxia e Vingadores: Guerra Infinita. Veja abaixo:

zoesaldana
You talkin to me …. #ifgamorawerethetaxidriver

Gamora deve voltar a aparecer em Vingadores: Ultimato, que estreia em 25 de abril de 2019.