Bilheteria EUA: Aquaman, O Retorno de Mary Poppins, Bumblebee, Homem-Aranha no Aranhaverso, A Mula

Aquaman lidera bilheteria americana na segunda semana

Aquaman teve pouca queda e pode encerrar o ano batendo recordes para a Warner

Aquaman continuou na liderança da bilheteria americana em sua segunda semana em cartaz. O filme da DC arrecadou US$ 51,5 milhões, com queda de apenas 23% em comparação com a semana de estreia.

No país, o filme já soma US$ 188 milhões e, segundo projeções da Variety, pode ultrapassar os US$ 200 milhões até o Ano Novo. Se isso se confirmar, o filme será o maior da Warner no país em 2018, posto ocupado atualmente por Nasce uma Estrela.

O Retorno de Mary Poppins também manteve bons números e ficou com o segundo lugar, com US$ 28 milhões arrecadados. A produção teve aumento de 19% na bilheteria em comparação com o fim de semana anterior e já soma US$ 98 milhões nos EUA.

Também na segunda semana em cartaz, Bumblebee ficou em terceiro lugar com US$ 20 milhões, seguido da animação Homem-Aranha no Aranhaverso, com US$ 18 milhões.

Fechando o top 5 da semana está o drama A Mula, estrelado por Clint Eastwood. O longa já está na terceira semana e arrecadou US$ 11 milhões

10 fashionistas entregam o que querem vestir em 2019

Cetim, street western, motocross… Confira os desejos fashion da turma da moda
Por ALICE COY

Tem momento melhor do que o ano novo para repensar os últimos 365 dias? Vogue convidou dez fashionistas para fazerem um balanço fashion e eleger quais peças querem adicionar ao guarda roupa no próximo ano.

Marina Larroudé (Foto: Pedro Arieta/Arquivo Vogue)

Marina Larroudé, diretora de moda da Barneys
“Adoraria adicionar no meu guarda-roupa qualquer peça da coleção re-edição de 1984 do Azzedine Alaia. Em especial, algum vestido de algodão estampado. Vou deixar em stand-by a bota branca que foi minha companheira nos últimos anos.”


Stephanie Wenk (Foto: Daniel Mattar/Arquivo Vogue)

Stephanie Wenk, diretora criativa da Sauer
“Em 2019, quero usar mais marcas preocupadas com o meio ambiente e que tenham uma produção responsável.”


Isabeli Fontana (Foto: Daniel Mattar/Arquivo Vogue)

Isabeli Fontana, modelo
“Meu desejo fashion para 2019 é que o mundo olhe com mais afeto para as diversidades e respeito às escolhas individuais. Que o amor e a tolerância estejam na moda no próximo ano!”


Lily Sarti (Foto: Marlon Serafim/Arquivo Glamour)

Lily Sarti, estilista
“Meu desejo para 2019 é o street western ultrafeminino. Vou deixar pra trás o monocromático cheio de tecido.”


Ana Isabel Carvalho Pinto (Foto: Lu Prezia/Arquivo GQ)

Ana Isabel Carvalho Pinto, cofundadora e diretora de marketing do Shop2gether
“Quero apostar no mix de todas as nuances do verde hortelã com o azulão já em voga em 2018 e no phyton – a textura de cobra é o print-precioso do inverno 2019, tanto nas roupas quanto nos acessórios.”


Amanda Cassou (Foto: Divulgação)

Amanda Cassou, sócia do Gallerist
“Vou apostar no blazer oversized e no cetim e tentarei abandonar os saltos altos e finos mas não prometo.”


Renata Kuerten (Foto: Divulgação)

Renata Kuerten, modelo
“Em 2019 desejo que entre na moda o bem-estar, o conforto e a aceitação de ser quem somos. Que as pessoas cuidem da saúde, do corpo, da alimentação, sem exageros. Que possamos desfrutar das belezas que a vida nos proporciona. Que o próximo ano seja leve!”


Reinaldo Lourenço (Foto: Cleiby Trevisan/Arquivo GQ)

Reinaldo Lourenço, estilista
“Acho que está na hora de investir no motocross – jaquetas e calças em couro para garotas que encaram a Road of Life diariamente.”


Mariana Weickert (Foto: Henrique Martins/Arquivo Vogue)

Mariana Weickert, modelo
“Quero usar menos roupa, menos sapato, ficar mais livre, mais descalça. Estou em uma fase da vida que opto muito mais pelo conforto do que por uma tendência específica. Mas que uma joia da Silvia Furmanovich enche meus olhos…há enche.”
 


Celina Locks (Foto: Iude Ricjele)

Celina Locks, modelo
“Meu desejo fashion para 2019 é ver uma maior valorização do trabalho artesanal. Perceber que a moda está com um olhar mais generoso para os pequenos produtores e o consumo consciente. Espero que seja um ano para avaliarmos a nossa relação com as matérias-primas e buscarmos formas inteligentes de utilizá-las.”

Star Wars IX | Cenas de Carrie Fisher ficarão naturais, diz irmão da atriz

Episódio IX usará filmagens não utilizadas em O Despertar da Força

Carrie Fisher

O irmão de Carrie FisherTodd Fisher, afirmou ao Good Morning Americaque as filmagens não utilizadas da atriz em O Despertar da Força ficarão naturais dentro da história de Star Wars: Episódio IX.

“Existem muitos minutos de gravações. Não apenas momentos que não entraram para a versão final do filme. Conteúdo novo que poderia fazer parte do enredo. Isso é o que vai surpreender todo mundo. Vai parecer que era para ser assim mesmo. Como se tivesse sido gravado ontem.”

Carrie Fisher, conhecida pelo papel de Leia na franquia Star Wars, morreu em 27 de dezembro de 2016 após ter um infarto em 23 de dezembro. Ela ficou internada por vários dias, mas não resistiu após um segundo colapso cardíaco. Um dia depois, em 28 de dezembro de 2016, sua mãe Debbie Reynolds também morreu vítima de um acidente vascular cerebral.

Mark Hamill foi confirmado no novo longa, enquanto Carrie Fisher estará na produção com cenas feitas originalmente para o Episódio VIIDaisy RidleyAdam DriverJohn BoyegaOscar IsaacLupita Nyong’oDomhnall GleesonKelly Marie TranJoonas Suotamo e Billie Lourd reprisarão seus papéis no novo filme. Além de dirigir, J.J. Abrams assina o roteiro junto com Chris Terrio.

Sem título revelado até o momento, o Episódio IX de Star Wars chega aos cinemas em 20 de dezembro de 2019[Mariana Canhisares]

Décor do dia: banheiro geométrico em tons dramáticos

Parede de azulejos terracota serve de base para projeto contemporâneo

As formas geométricas e os tons dramáticos injetam energia neste banheiro contemporâneo e cheio de frescor. A parede de azulejos terracota é o pano de fundo para a chegada de peças marcantes, como o espelho redondo e a luminária pendente – ambos com um acabamento acobreado que traz um toque de glamour ao ambiente.

Mais abaixo, o gabinete de ferro recebe gavetas azuis, base preta e cuba rosa. Na área da banheira, a cortina apresenta estampa também geométrica, com as mesmas cores presentes no restante do espaço. Certamente um jeito de começar bem o dia.

Slack e Pinterest também abrirão capital em 2019

Fundadas após a crise de 2008, startups cresceram com investimento de risco e marcam novo ciclo de maturidade do Vale
Por Mariana Lima e Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Rentável. Silbermann, do Pinterest, aposta na publicidade

Se fosse só pelas empresas da economia compartilhada, 2019 já poderia ser um grande ano para abertura de capital de companhias de tecnologia nos Estados Unidos. Mas há mais: nomes quentes do Vale do Silício, como Slack e Pinterest, também se preparam para serem listadas no mercado aberto no próximo ano. 

Há um aspecto curioso que une essas companhias: terem nascido na época da crise de 2008. Para especialistas, elas souberam crescer junto com a economia americana nos últimos dez anos. Muitas alcançaram avaliações de mercado bilionárias, amparadas pelo capital de risco. Agora, vão em busca de investimento na Bolsa, em um movimento considerado como sinal de amadurecimento de uma nova geração de startups. 

“Essas empresas receberam grandes aportes. É um sinal de que seu negócio está consolidado. Já não há mais grandes opções para levantarem dinheiro, além de abrir capital”, avalia Paulo Furquim, professor do Insper. 

É o caso do Pinterest, que já levantou US$ 1,5 bilhão em 14 rodadas de investimentos. Concebida como uma rede social de interesses, que ajuda 200 milhões de usuários a organizarem arquivos e ideias de forma visual, a startup é avaliada hoje em US$ 15 bilhões. Agora, a expectativa é atrair investidores interessados no crescimento exponencial de seu faturamento com publicidade – a empresa lucra com anúncios de empresas de moda, varejo, beleza e itens de decoração que buscam o público do app. 

Empresarial. O Slack, plataforma de mensagens instantânea para corporações, é outra startup que deve debutar no mercado financeiro no ano que vem. Avaliada em US$ 7 bilhões, a empresa tem atraído clientes no mundo inteiro e compete de frente com gigantes como a Microsoft, que integrou serviços similares à da startup ao pacote de produtividade Office. 

Por enquanto, o Slack evita comentar as estratégias do IPO. Em cinco anos de existência, a empresa captou US$ 841 milhões em rodadas de financiamento – entre seus investidores está o grupo japonês SoftBank, que também controla fatias significativas do Uber e da chinesa Didi Chuxing, dona da brasileira 99.

Quem também pode chegar à Bolsa é o Palantir, empresa de análise de dados que presta serviços ao governo americano e ao mercado financeiro.

Avaliada em cerca de US$ 40 bilhões, a companhia foi fundada por Peter Thiel – nome bastante tarimbado no Vale do Silício por ter criado o PayPal e ser um dos primeiros investidores do Facebook. 

Para Azevedo, as estreantes não terão trabalho para convencer investidores. “Empresas de perfis semelhantes deram certo na Bolsa.” / M.L., B.R. e G.W. 

Estreia de Uber e Airbnb na Bolsa em 2019 põe economia compartilhada à prova

Entre as startups mais valiosas do momento, as empresas que revolucionaram o transporte e a hotelaria terão de garantir que podem lucrar e inovar, mesmo diante da cobrança por resultados; rival do Uber nos EUA, Lyft também vai abrir capital
Por Mariana Lima e Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

Dara Khosrowshahi, presidente executivo do Uber, tirou empresa do caos e quer levá-la à Bolsa

Uma década após chegarem ao mercado e se tornarem queridinhas do Vale do Silício, Uber, Airbnb e Lyft se preparam para fazer suas estreias na Bolsa de Valores em 2019. Mais do que uma operação para captação de recursos e retorno para os investidores iniciais, o movimento é visto por analistas como uma prova de fogo para a economia compartilhada, paradigma que fez essas empresas revolucionarem os mercados de transporte e de hotelaria. 

Ao propor negócios que prescindiam de ativos “pesados” – como uma frota de carros ou inúmeros quartos –, essas empresas transformaram indústrias tradicionais e alcançaram valores de mercado na casa de dezenas de bilhões (veja box ao lado). Porém, ao chegarem à Bolsa, terão de provar que são mais do que uma aposta de longo prazo, demonstrando lucros a cada trimestre e dando retorno aos acionistas. 

Quem deve abrir a temporada de ofertas públicas iniciais de ações (IPO, na sigla em inglês), no primeiro trimestre, é o Lyft, maior competidor do Uber nos EUA. Há uma razão para a pressa: por ser menor que o rival, o Lyft precisa abrir capital primeiro para chamar a atenção de investidores. O Uber deve chegar logo depois, até o fim de março. 

Comandado por Dara Khosrowshahi, que assumiu o posto de presidente executivo com a missão de levá-lo à bolsa, o Uber já enviou os primeiros formulários para a Securities and Exchange Commission (SEC), autoridade regulatória americana que fiscaliza companhias de capital aberto. O Airbnb, por sua vez, ainda não tem uma data prevista, mas analistas creem que o IPO deve ocorrer no segundo semestre de 2019. 

Tarefas. Lucrar ainda é uma palavra rara no vocabulário dessas empresas. Fundado em agosto de 2008, o Airbnb, por exemplo, só deu lucro pela primeira vez no segundo semestre de 2016. No ano passado, registrou ganhos de apenas US$ 100 milhões – mesmo já sendo avaliado em US$ 31 bilhões. 

Os números do Uber são ainda mais gritantes: apesar de ser a startup americana mais bem avaliada, em torno de US$ 72,5 bilhões, só passou a ver suas contas no azul no início deste ano, quando se desfez de operações no Sudeste Asiático.

Outra tarefa para essas empresas será provar que são capazes de se manter dentro da lei, obedecendo regulações locais ao redor do mundo. Nem sempre foi assim: tanto Uber como Airbnb se tornaram conhecidos por se expandir primeiro, conquistando os usuários, e depois usarem o sucesso como ferramenta de pressão sobre as autoridades para adequação regulatória. Agora, precisarão ser mais transparentes. 

“Para a sociedade, o IPO das ‘compartilhadas’ será um ganho enorme”, afirma Victor Vicente, coordenador de comunicação do Instituto de Tecnologia e Sociedade (ITS). “Quando governos tiverem acesso aos dados, será possível entender melhor como as empresas da economia compartilhada funcionam. De quebra, poderão fazer projetos de regulação que não afetem a inovação.”

Designer, Brian Chesky fundou o Airbnb em 2008

Novas frentes. Há dúvidas ainda se, diante da pressão por resultados, as três empresas conseguirão seguir inovando e criando novas frentes de negócios. No caso do Uber, há apostas no ramo de carros autônomos e em outros modais de transporte, como bicicletas e patinetes elétricos. Já o Airbnb tem buscado se tornar uma solução completa de turismo, oferecendo não só a hospedagem, mas também passeios. 

“Na hora de investir, o mercado vai levar em consideração como as empresas estão se posicionando para expandir para novos mercados”, diz Paulo Furquim de Azevedo, professor de regulação do Insper. “Ampliar negócios normalmente é visto como um defeito, por conta dos gastos, mas aqui é uma virtude.” 

A chegada das três empresas à Bolsa também se justifica pela necessidade de capital para realizar tais expansões, em um momento em que os primeiros investidores de risco e os funcionários que já receberam ações das startups também buscam realizar seus ganhos. 

No caso de Uber e Airbnb, que juntos já receberam quase US$ 30 bilhões em aportes, é ainda mais necessário diversificar as fontes de obtenção de capital. “A abertura de capital atrai um novo tipo de investidor à empresa, antes restrita aos capitalistas de risco”, diz Alberto Luiz Albertin, professor da FGV. As apostas são altas: em um relatório prospectando o IPO do Uber, o banco Goldman Sachs estimou que a empresa pode valer US$ 120 bilhões em sua estreia na Bolsa. /COLABOROU GIOVANNA WOLF

Modular Schaltzentrale at Berlin Atonal – by SchneidersLaden

Muito obrigado a todos os convidados, ajudantes e organizadores que tornaram a Modular Schaltzentrale em Berlim Atonal tão especial em 2019. E um grande obrigado a todos os artistas:

Jessica Kert 00:25 Wolfgang Seidel 01:15 Daniel Miller 05:02 Mark Verbos 02:26 Lady Starlight 15:34 Dan (Dadub) 11:02 Robert Lippok 06:32 Octachoron 18:13 ZV_K 14:18 2244 & COP 12:13 Mirages 09:52 JakoJako 08:51 Benjamin Flesser & Adam Asnan 13:31 Palais d’Amour 16:53 Tomka Manu Modula 3:44 Feld 19:32 and Merlin Ettore

Together we made this an exceptional event with great music!