Sacai S/S 2019

Sacai S/S 2019
Model: Fran Summers
Photographer: Craig McDean

Facebook ganha US$ 47 bi em um dia após bons resultados no 4º tri

Rede social operou em alta durante toda a quinta-feira e fechou o pregão com valorização de 10,82%
Por Bruno Capelas – O Estado de S.Paulo

Facebook encerrou o ano de 2018 superando as estimativas dos investidores (Photo:
Zuckerberg – CEO)

O valor de mercado do Facebook subiu US$ 47 bilhões após o pregão desta quinta-feira, 31, na bolsa de valores Nasdaq – as ações da empresa se valorizaram 10,82% no dia, depois que a rede social divulgou bons resultados no 4º trimestre de 2018, incluindo alta de 61% no lucro, na comparação com o mesmo período do ano anterior.

Agora, a empresa está avaliada em US$ 479 bilhões – é a quinta maior companhia americana listada em bolsa, atrás de Amazon, Microsoft, Apple e Google. A rede social segue, porém, distante de seu pico histórico – US$ 629 bilhões, em 25 de julho do ano passado. No dia seguinte, o Facebook teve a maior perda diária da história de Wall Street: US$ 119 bilhões. 

N a quarta-feira, o Facebook divulgou os resultados do último trimestre de 2018, com números que animaram os investidores. Parte do otimismo do mercado se deve ao fato de que a empresa voltou a apresentar bons números e previsões otimistas para o futuro, após dois trimestres com expectativas de redução no ritmo de crescimento de receitas e margens de lucro. A revisão aconteceu após a empresa divulgar que gastaria mais para proteger a segurança e a privacidade de seus usuários após a revelação do caso Cambridge Analytica.

Correção. A empresa de Zuckerberg anunciou na quinta-feira que recuperou seus certificados de desenvolvimento para aplicativos rodados no sistema operacional iOS, da Apple. A rede social tinha perdido o direito de testar e usar aplicativos internos depois que veio à tona a informação de que a companhia coletava dados pessoais de usuários de iPhone e iPad, incluindo conversas privadas trocadas por aplicativos de mensagens, mediante ao pagamento de US$ 20 por mês.

Décor do dia: azul marinho no hall de entrada

Cor profunda preenche todas as paredes, inclusive a porta, e ressalta a poltrona cítrica e o vaso de planta
POR PAULA JACOB | FOTO DIVULGAÇÃO

Cores profundas tendem a trazer momentos de introspecção e relaxamento. Nada mais convidativo do que aplicá-las na entrada da casa – e até na sala de estar. Neste caso, o azul marinho evidencia a beleza da arquitetura do apartamento no Marais, em Paris. A cor permite combinações tão sofisticadas quanto ela. Para o espaço, o Red Edition optou por poucos elementos decorativos, usando detalhes dourados que ressaltam no fundo escuro, e um toque cítrico com a poltrona. O tapete de pelúcia e o vaso com plantas tiram a sobriedade do ambiente.

Suspiria | Remake do clássico terror italiano ganha data de estreia no Brasil

Filme chega em março

Suspiriaremake do clássico terror italiano de Dario Argento pelo diretor Luca Guadagnino (Me Chame Pelo Seu Nome), ganhou data de estreia e título no Brasil.

O filme será distribuído no país pela PlayArte Pictures com o título Suspiria: A Dança do Medo, e tem estreia marcada para 28 de março nos cinemas brasileiros. Nos Estados Unidos, o filme foi lançado em novembro de 2018, e no começo de janeiro de 2019 em home video.

Ambientada na Alemanha de 1970, a trama acompanha – sob a lógica distorcida e surreal de um pesadelo – uma garota dos EUA que se junta à uma escola de dança de elite em Berlim – mas logo começa a suspeitar que a escola sirva só de fachada para algo sombrio, sobrenatural e perverso. Chloe Grace Moretz, Tilda Swinton, Mia Goth Jessica Harper também estão no novo elenco. O roteiro é de David Kajganich(Renascido das Trevas), com base no texto original de Argento. [Arthur Eloi] 

Fãs elogiam beleza de Ted Bundy, assassino estuprador em série da Netflix

Não é a primeira vez que a Netflix faz alertas sobre o comportamento do público
Por Estadão Conteúdo

 (Netflix/Reprodução)

São Paulo – A Netflix publicou na segunda-feira, 28, um alerta sobre os elogios que seu público tem feito ao assassino da série “Conversando com um serial killer: Ted Bundy”. Segundo o serviço de streaming, alguns fãs da obra têm elogiado a beleza física do norte-americano Ted Bundy, que estuprou, decapitou e fez sexo com os corpos de 30 mulheres, nos Estados Unidos.

“Eu (Netflix) vi pessoas falando sobre Ted Bundy, dizendo que ele é sexy e eu gostaria de lembrar gentilmente que há milhares de homens sexies na plataforma. Quase todos não são assassinos condenados”, escreveu a equipe.

Outra usuária afirmou sentir nojo dos elogios: “Eu tenho nojo da sexualização sobre Ted Bundy. As mulheres rastejam para me explicar como ele era charmoso. Foi assim que ele matou mulheres”.

Não é a primeira vez que a Netflix faz alertas sobre o comportamento do público. Recentemente, a plataforma pediu aos fãs de “Bird Box” para que não andassem ou dirigissem com olhos vendados. Algumas pessoas se acidentaram tentando imitar os personagens da série.

Miu Miu fala de guerra e islamismo no novo “Women’s Tale”

Miu Miu tá cheia de novidades: Elle Fanning é a estrela do novo perfume que a marca italiana está lançando hoje e, além disso, acaba de sair um novo curta da série Women’s Tales. Em sua 17ª edição, o projeto de Miuccia Prada dá voz a diretoras e atrizes para elas retratarem a marca numa série de curtametragens, investigando o que é a feminilidade e a vaidade no século 21!

O novo curta, “Shako Mako”, conta a história de Laila, uma aspirante a atriz que interpreta uma islâmica em uma simulação de treinamento de guerra – e percebe que as atrizes estão sempre limitadas a papéis mudos e de fundo. Com isso, a atriz e escritora convidada Hailey Gates aborda questões sociais como a guerra, os estereótipos étnicos e a islamofobia. Sempre narrando este cenário machistaatravés da perspectiva das mulheres!

“Miu Miu sempre representou irreverência, força e senso de humor. Essas são coisas que eu tenho muito carinho, sem dizer que muitas das minhas heroínas já dirigiram o Women’s Tale antes de mim”, conta Gates, feliz por participar. [Lilian Pacce]

Ben Affleck não irá interpretar Batman em novo filme do super-herói

Produção tem estreia prevista para junho de 2021

Ben Affleck como Batman

Ben Affleck deu vida ao Batman em Batman v Superman: A Origem da JustiçaEsquadrão Suicida Liga da Justiça, mas está passando o bastão do personagem para outro ator. De acordo com o Deadline, o ator não retorna para o novo filme do super-herói, que tem estreia prevista para junho de 2021.

Até o momento, sabe-se que Matt Reeves será roteirista e diretor do filme. O papel do Batman ainda permanece em aberto, mas fontes relataram que os produtores estão procurando um ator jovem para viver Bruce Wayne.

Mesmo ausente da produção, Ben Affleck comemorou a divulgação da data de estreia do novo filme:

Excited for #TheBatman in Summer 2021 and to see @MattReevesLAvision come to life. https://t.co/GNgyJroMIO— Ben Affleck (@BenAffleck) 31 de janeiro de 2019

Nos EUA, Uber passa a oferecer dados de transporte público em app

A partir desta quinta-feira, usuários do serviço em Denver verão opções de ônibus e trens lado a lado de carros particulares; no futuro, será possível até comprar passagens pelo app

Nova função chegou a Denver, nos EUA, mas ainda não há previsão de quando estará disponível no Brasil

Os usuários do Uber que vivem em Denver, nos Estados Unidos, passaram a ter mais uma opção quando abriram o aplicativo em seus smartphones na manhã desta quinta-feira, 31. No novo serviço, chamado Uber Transit, o Uber oferece aos usuários informações sobre o transporte público na cidade, com horários e estações de ônibus e trens metropolitanos. É um primeiro passo para um objetivo antigo da empresa: se tornar uma central da mobilidade urbana. 

No aplicativo, agora os usuários poderão consultar qual o caminho dos ônibus, a tarifa esperada e até mesmo qual a rota que devem seguir após descer do veículo. Para isso, a empresa integrou seu serviço à base de dados do aplicativo israelense Moovit, popular no Brasil e conhecido como o “Waze do transporte público”. 

Segundo a equipe do Uber, a ideia é desencorajar os usuários a utilizarem veículos pessoais e fornecer mais opções de transporte – seja um carro do Uber, uma bicicleta, um patinete ou, agora, ônibus e trens. Além de consultar dados do transporte público, os usuários do Uber poderão, daqui a cerca de um mês, comprar passagens de trens em Denver, a partir de uma parceria da companhia com a empresa de tíquetes Masabi. 

“Devemos preparar o transporte público para o futuro e fazê-lo o mais competitivo o possível”, disse Andrew Salzberg, chefe de transportes do Uber, ao site americano The Verge. “Temos confiança que trens e ônibus são de fato o melhor jeito de se locomover em muitas cidades e queremos propor isso aos nossos passageiros.” 

Transformar o Uber em uma central de mobilidade urbana tem sido uma meta do comando de Dara Khosrowshahi à frente da empresa – o iraniano está no cargo desde agosto de 2017, quando substituiu Travis Kalanick no Uber. Além de ajudar a limpar a imagem da empresa, desgastada por escândalos, Khosrowshahi também fez o Uber investir em bicicletas e patinetes elétricos – em 2019, a empresa deve trazer esses modais de transporte ao Brasil. 

Para o Uber, não há temores de que as novas formas de transporte possam afetar o desempenho de seu negócio principal. “Temos uma história de canibalizar nossos serviços com versões mais baratas. Se há um jeito mais barato e melhor de levar alguém do ponto A ao ponto B, queremos que seja fácil fazer isso dentro do nosso aplicativo”, explicou Salzberg. 

A intenção da empresa é clara: tentar fazer com que os usuários não precisem de outro aplicativo (como o Moovit, o Google Maps ou até mesmo um rival na área de carros particulares, como Lyft nos EUA e 99 no Brasil) para resolverem seus problemas de transporte. 

Farmacy Kitchen: Camilla Fayed vai levar seu restaurante vegano para os EUA

De jet-setter a vegana convicta, a inglesa Camilla Fayed começa a construir um pequeno império com seu Farmacy Kitchen
Por Vitoria Moura Guimarães

Camilla posa no restaurante londrino (Foto: Divulgação)

Filha de Mohamed Al-Fayed, dono do Ritz Paris e ex-proprietário da Harrods, Camilla Fayed (que agora dispensa o “Al”) cresceu nos corredores da loja de departamentos. Figura conhecida no high society europeu, jet-setter com passaporte carimbado nos quatro cantos do mundo e presença cativa das filas A dos desfiles mais importantes das fashion weeks, ficou próxima da turma da moda brasileira ao se tornar sócia investidora da Issa, extinta marca da niteroiense radicada em Londres Daniella Helayel, em 2011.

Em 2016, pouco antes de anunciar a venda da Issa, a herdeira surpreendeu a família e os amigos (que iam de Paris Hilton a Giovanna Battaglia) ao anunciar a abertura do Farmacy Kitchen no bairro de Notting Hill, pioneiro da cena vegan londrina. “Na época me chamaram de louca, mas sentia que poderia ajudar a mudar a vida das pessoas, assim como fiz com a minha”, conta à Vogue.

A transformação de sua alimentação, entretanto, foi bem anterior à abertura do restaurante, mais precisamente há dez anos, quando descobriu que estava grávida da primeira filha. Ela tinha 23. “Foi um momento de muita reflexão e quando comecei a repensar meu modo de vida e minhas escolhas.” Camilla encontrou no veganismo a resposta para seus questionamentos.“Me senti cheia de energia, comecei a dormir melhor, perdi peso e minha pele ficou mais bonita. Animais têm hormônios que são metabolizados pelo corpo quando os ingerimos. Me livrar deles foi essencial para chegar a um equilíbrio.”

O chá da tarde servido no Farmacy – 100% plant-based, sem lácteos e açúcar refinado (Foto: Divulgação)

Dois anos depois da inauguração do Farmacy, com o veganismo agora incorporado no vocabulário gastronômico da metrópole, o restaurante continua muito (e bem) frequentado – não espere conseguir uma mesa de cara. A receita do sucesso é o menu sugar free com acento multicultural (influência das suas origens – ela tem pai egípcio e mãe finlandesa – e das viagens que faz pelo mundo). Por lá, vale se deliciar com receitas como a salada Farmacy, que leva folhas verdes, avocado, goji berries e sementes e vem acompanhada de um shot poderoso das plantas medicinais ginkgo biloba, cúrcuma, centella asiática, garcínia e pepino; e como hambúrguer vegano à base de feijão-preto e cogumelos, servido com batata-doce frita, outro best-seller. Adicione aí bons coquetéis, vinhos orgânicos, música e um décor caprichado e eco-friendly, feito com materiais reaproveitados.

Tudo o que entra na cozinha vem da fazenda da própria Camilla, em Kent, a 30 minutos de Londres. Ela planta e cultiva legumes e cereais utilizando a técnica de “agricultura biodinâmica”, um tipo de agricultura orgânica que preza o respeito pelas estações e tem uma pitada de esoterismo. De lá, todos os alimentos partem em uma van elétrica rumo à capital. Provando que sua preocupação vai além da alimentação, Camilla também baniu o uso de plástico – tudo é armazenado em contêineres feitos de material reciclado.

O livro com as receitas de lá. (Foto: Divulgação)

Em julho do ano passado, a empresária lançou seu primeiro livro de receitas: Farmacy Kitchen Cookbook: Plant-based Recipes for a Conscious Living, uma contribuição ao movimento que ela endossa.

Sua atuação no universo vegano começa a ganhar corpo: além da inauguração de uma nova unidade do Farmacy em Londres, Camilla quer conquistar os Estados Unidos: uma filial em Los Angeles, meca do lifestyle saudável, está programada para o segundo semestre, seguida por um espaço em Nova York. “Sinto que essa é a minha missão”, decreta, citando a frase de Hipócrates que inspirou o nome do restaurante: “Que seu alimento seja seu remédio e que o seu remédio seja seu alimento”.