Ativista Sabrina Bittencourt que reuniu mulheres para denunciar João de Deus comete suicídio, diz ONG

Sabrina Bittencourt era mãe de três filhos e deixou carta com as razões para tirar sua vida, segundo informou ONG da qual ela fazia parte

Sabrina Bittencourt Foto: Reprodução/Facebook

BARCELONA – A ONG Vítimas Unidas informou que a ativista Sabrina Bittencourt, que ajudou a reunir mulheres para denunciar os abusos sexuais cometidos pelo médium João de Deus, cometeu suicídio neste sábado. Sabrina ajudou a reunir mulheres para denunciar os abusos sexuais cometidos contra elas pelo médium João de Deus. Ela tinha 38 anos e três filhos.

“O grupo Vítimas Unidas comunica com pesar o falecimento de Sabrina de Campos Bittencourt ocorrido por volta das 21h deste sábado, 02 de fevereiro, na cidade de Barcelona, na Espanha, onde vivia atualmente. A ativista cometeu suicídio e deixou uma carta de despedida relatando os porquês de tirar sua própria vida”, diz o texto, assinado por Maria do Carmo Santos, presidente do grupo Vítimas Unidas, e por Vana Lopes, fundadora.

O GLOBO entrou em contato com Vana que, por mensagem, afirmou que estava muito abalada e havia sido medicada depois que recebeu a informação da morte através do ex-marido de Sabrina Bittencourt, Rafael Velasco

Astro do trap, 21 Savage é preso nos EUA e pode ser deportado

Segundo o órgão, o rapper que concorre ao Grammy é britânico e está ilegal no país desde 2006
‘The New York Times’

O rapper 21 Savage Foto: Divulgação/Chris Phelps/AT&T AUDIENCE Network

NOVA YORK — Oficiais do Controle de Imigração e Alfândega dos Estados Unidos (conhecido pela sigla I.C.E.) prenderam neste domingo o rapper 21 Savage por estar ilegalmente no país, segundo comunicado do órgão.

21 Savage, cujo nome real é Sha Yaa Bin Abraham-Joseph, foi levado durante uma operação conduzida por policiais federais e locais em Atlanta, onde mora.

O comunicado diz que o rapper um “cidadão do Reino Unido ilegalmente presente”. Ele entrou nos Estados Unidos em 2005 e seu visto de não-imigrante permitia a permanência por um ano. Curiosamente, o rapper, que lançou seu primeiro single em 2014 e é um dos principais nomes da forte cena trap de Atlanta, sempre foi tratado pela imprensa e pelos fãs como americano, até sua prisão neste domingo.

Além de ser oficialmente um imigrante ilegal desde 2006, 21 Savage foi condenado em 2014 por porte ilegal de drogas no condado de Fulton, na Georgia.

Ele agora enfrenta o risco de deportação e terá que responder as acusações diante de um juiz federal de imigração. O “New York Times” procurou a advogada do rapper, Dina LaPolt, e porta-vozes do I.C.E., mas ainda não conseguiu contato.

Na última quinta-feira, 21 Savage foi uma das atrações principais do Super Bowl Music Fest, em Atlanta. Ele está indicado ao Grammy, que será realizado no próximo domingo, por sua parceria com o também rapper Post Malone na faixa “Rockstar” (ouça acima).

O último álbum do rapper, “I am > I was”, lançado em dezembro, estreou no primeiro lugar da lista de mais vendidos da Billboard.

Kendall Jenner – Vogue Itália Fevereiro 2019 By Mert Alas & Marcus Piggott

Vogue Itália Fevereiro 2019
Model: Kendall Jenner
Photographer: Mert Alas e Marcus Piggott

 

Sim, em um dos cliques a top posou usando nada além de luvas, brincos e salto! Poder, não é?
Fotos na banheira? Também temos!
Que tal o cabelo curto e volumoso? Detalhe para a cartinha de amor amassada na pia!
Aqui o cabelão vem bem volumoso – amamos! E você?

Charlie Gates for Evening Standard Magazine with Estella Boersma

Photography: Charlie Gates. Styled by: Sophie van der Welle at One Represents. Hair & Makeup: Carolyn Gallyer. Model: Estella Boersma.

The Handmaid’s Tale | June pede que a América acorde no trailer da 3ª temporada

Vídeo foi mostrado durante o Super Bowl 2019

A terceira temporada de The Handmaid’s Tale teve trailer divulgado durante o Super Bowl 2019, que mostra June (Elisabeth Moss) pedindo que as pessoas parem de acreditar nas ilusões.

Ainda não há previsão de estreia para o terceiro ano de The Handmaid’s Tale. No Brasil, o seriado é transmitido pelo Paramount Channel na TV e pelo streaming Globoplay.

Olivier Rousteing e Cara Delevingne – Balmain S/S 2019

Balmain S/S 2019
Model: Olivier Rousteing e Cara Delevingne
Photographer: Dan Beleiu

Como o Facebook mudou os Estados Unidos

Responsável por revoluções na política, na privacidade e no ego das pessoas, rede social de Mark Zuckerberg faz 15 anos amanhã envolta em dúvidas
Por The Economist – O Estado de S. Paulo

Rede social de Mark Zuckerberg faz 15 anos envolta em dúvidas

Em 4 de fevereiro de 2004, nascia um site de cor azul-bebê. Criado em um dormitório de Harvard, TheFacebook.com baseava-se no desejo das pessoas de verem e serem vistas. Poucos imaginaram seu sucesso. Em 2008, o titã da mídia Rupert Murdoch chamou o Facebook de “a sensação do mês”. No ano seguinte, a The Economistadvertia que era “incrivelmente fácil o Facebook tornar-se ‘o próximo grande acontecimento’, até ser superado pelo seguinte”. 

Em vez disso, o Facebook permaneceu no topo, espalhando-se selvagemente pelos EUA e pelo mundo. Mais: comprou competidores como a rede social de fotos Instagram e o aplicativo de mensagens WhatsApp. Hoje, dois terços dos americanos adultos usam a rede social.

A esta altura, o usuário médio passa cerca de uma hora por dia nas plataformas do Facebook. Poucas empresas exerceram tão forte influência na sociedade, mudando os hábitos de as pessoas se comunicarem, reunindo contatos perdidos, moldando a percepção que as pessoas têm dos eventos mundiais e redefinindo o significado da palavra “amigo”. “Raramente mudanças tecnológicas são tão profundas que haja um ‘antes’ e um ‘depois’. O Facebook é uma delas”, diz Roger McNamee, um dos primeiros investidores da empresa e autor de Zucked, livro que está no prelo nos EUA. 

Aniversários são ocasiões para se refletir. Em seus 15 anos, o Facebook mudou os EUA de três formas notáveis. Ela redefiniu a política – Barack Obama e Donald Trump não devem pouco de suas eleições à rede. A empresa também redefiniu as atitudes de bilhões quanto à privacidade – foi lá que muita gente se sentiu à vontade para compartilhar telefones e relacionamentos. Hoje, após escândalos, essa percepção talvez esteja mudando. 

Mas o Facebook também redefiniu o que significa ser e sentir-se jovem. A empresa fez isso duas vezes: uma, com sua rede social, que se tornou passatempo e vício de universitários e alunos de colegial em meados dos anos 2000; e novamente com o Instagram, que é a droga digital da geração seguinte.

A empresa fomentou uma “economia do eu”, na qual as pessoas “supercompartilham” suas sensações e comentários. Alguns acusam o Facebook de incentivar o narcisismo e o responsabilizam por uma diminuição da atenção dos jovens. Outros dizem que ele causa ansiedade e depressão. Pesquisadores mostraram que pessoas que passam muito tempo no Facebook são mais propensas a crer que os outros se saem melhor que elas e que a vida é injusta. 

Os efeitos duradouros do Facebook na psique dos jovens só serão compreendidos em anos, mas já está claro que o Facebook mudou a interação humana. Sob a proteção de uma tela, o bullying se tornou dolorosamente comum. Cerca de 59% dos adolescentes americanos dizem que já sofreram bullying ou foram assediados online. 

O Facebook permite relacionamentos a distância, mas influi também nos mais próximos: em 2012, metade dos adolescentes dizia que seu modo favorito de falar com os amigos era pessoalmente. Hoje, esse número caiu para 32%, segundo pesquisa da ONG Common Sense Media.

Continuidade. Conseguirá o Facebook ser tão influente nos próximos 15 anos quanto é hoje? Correndo o risco de errar mais uma vez, é improvável. Em parte, porque seu impacto já é tão grande. Como toda nova tecnologia, do livro impresso ao telégrafo, as redes sociais podem ser usada tanto para o bem como para o mal. Críticos do Facebook são cada vez mais enfáticos sobre seus danos, assinalando que o Facebook vicia, é prejudicial para a democracia e poderoso demais. Já há quem o compare ao “big tobacco”, as grandes fabricantes de cigarros, e políticos já falam em regulá-lo. 

Hoje, americanos adultos passam 11,5% de seu tempo online no Facebook – 20% a menos que em 2017, segundo a Pivotal Research. O uso do Instagram está crescendo, mas não o bastante para compensar o declínio da rede social. À medida que mais pessoas se questionam se o Facebook é bom para elas, a empresa pode perder seu controle. O relacionamento continua, mas o fogo da paixão diminui. / TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ 

Palácio montou time para apagar comentários ofensivos nas redes contra Meghan Markle e Kate Middleton

Fontes dizem que o Palácio de Kensington sempre monitorou comentários, mas agora está tendo que gastar muito mais tempo fazendo a moderação

Meghan Markle e Kate Middleton

A equipe do Palácio de Kensington está preocupada com os comentários ofensivos contra Meghan Markle e Kate Middleton. Por isso, montou um time de moderadores para apagar postagens racistas e sexistas contra as Duquesas nas redes sociais.

De acordo com informações publicadas pela revista Hello!, Markle e Middleton estavam sendo ameaçadas e recebendo muitos comentários ofensivos nas redes sociais, apesar de nenhuma delas ter um perfil oficial em qualquer rede. Meghan encerrou suas contas no Instagram, Twitter e Facebook há um ano, antes de seu casamento com o Príncipe Harry.

Uma fonte da publicação disse que a equipe do Palácio sempre monitorou comentários, mas agora está tendo que gastar muito mais tempo fazendo a moderação. “Eles podem bloquear determinadas palavras. Algumas são realmente graves. No último ano, em meio a centenas e milhares de comentários, havia dois ou três que eram violentas ameaças”.

Apesar disso, assessores da realeza dizem que a maioria dos comentários deixados por parte dos 7,1 milhões de seguidores no Instagram do Palácio de Kensington e 1,6 milhão de seguidores no Twitter são positivos.

Mesmo assim, muitas horas estão sendo gastas para revisar postagens antigas e moderar comentários nessas redes. Representantes do Palácio chegaram a procurar o Instagram para aprender todas as ferramentas que podem usar para lidar com esse problema, que pode ter se agravado após boatos de que Meghan e Kate não se dão bem terem sido divulgados. 

Maria Borges – Stella Magazine February 3rd, 2019 By Billie Scheepers

Bright Make-Up The Grown Up Way   —   Stella Magazine February 3rd, 2019   —   www.telegraph.co.uk
Photography: Billie Scheepers Model: Maria Borges Beauty Direction: Sonia Haria Hair: Stephen Beaver Make-Up: Alex Babsky Manicure: Kim Treacy