Startup de patinetes elétricos, Lime recebe aporte de US$ 310 milhões

Investimento deve ser usado para expansão da companhia em novos mercados e criação de novos produtos

Patinetes da Lime estão disponíveis atualmente em 15 países

A Lime, empresa americana de patinetes e bicicletas elétricas, divulgou nesta quarta-feira, 6, que levantou US$ 310 milhões em uma rodada de investimento série D. O montante foi garantido por empresas como Alphabet, Andreessen Horowitz, Bain Capital Ventures, Fidelity Investments, GV e IVP e dobrou valor de mercado da empresa para US$ 2,4 bilhões, contra os US$ 1,1 bilhão estimados anteriormente.

O valor aportado ajudará a startup a expandir o serviço para novos mercados, aumentar a equipe, aprimorar a tecnologia e criar novos produtos.

“Esse novo investimento demonstra a força fundamental de nossos negócios e a adoção cada vez mais rápida do Lime”, escreveu Toby Sun, presidente da startup em uma publicação oficial no blog da Lime. “Também continuaremos investindo em duas áreas críticas: segurança do piloto e colaboração da cidade”.

A Lime se posiciona no mercado como uma alternativa de transporte acessível aos meios tradicionais de última milha. A empresa garante, por exemplo, que 34% de seus usuários tem renda anual menor que US$ 50 mil.

Hoje, a empresa atua em 15 países, como Estados Unidos, Nova Zelândia, República Tcheca, Áustria, Polônia, França, Portugal, Grécia e Espanha. Não há previsão para a chegada da companhia no Brasil.

A startup também tem apostado em parcerias para crescer. Em junho, a Uber anunciou que começaria a oferecer em alguns mercados patinetes elétricos da Lime por meio de seu aplicativo, além de investir na startup. Em dezembro, a companhia também fechou acordo com o Google Maps  para mostrar a localização de seus patinetes em mais de 20 cidades.

Assinaturas digitais do jornal ‘The New York Times’ sobem 27%

Os bons números levaram o NYT a ter receita de US$ 709 milhões em seus negócios digitais

Sede do jornal New York Times

O jornal americano The New York Times anunciou ontem que teve alta de 27,1% no número de assinaturas digitais ao longo de 2018. A publicação tinha, no final de dezembro, 3,4 milhões de assinantes em sua versão online. Os bons números levaram o NYT a ter receita de US$ 709 milhões em seus negócios digitais. 

A expectativa, revelou a empresa em seus resultados financeiros para o período, é de bater a marca de US$ 800 milhões em faturamento digital até 2020. Outra meta para o futuro é a de chegar a 10 milhões de assinantes até 2025 – hoje, o New York Times tem ao todo 4,3 milhões de assinantes, incluindo sua versão impressa. Só no quatro trimestre de 2018, a empresa ganhou 265 mil novos assinantes – foi o melhor período para a publicação desde a eleição de Donald Trump à presidência americana, no final de 2016. O governo Trump, aliás, tem incentivado novas assinaturas do NYT. 

“Como vamos fazer para cumprir estes objetivos? Em primeiro lugar, com jornalismo”, disse Mark Thompson, presidente executivo do New York Times, na nota divulgada aos investidores. Em 2018, o jornal contratou 120 jornalistas, chegando a uma equipe total de 1600 pessoas em sua redação. É um recorde histórico para o veículo – que vai na contramão de outras publicações, como Vice Media e Buzzfeed, que anunciaram cortes recentes em suas equipes nos EUA. 

“Com as contratações e os números que o NYT revelou hoje, sua meta de bater US$ 800 milhões em receita digital em 2020 é algo realista”, destacou o professor Rosental Calmon Alves, professor do Knight Center for Journalism, da Universidade de Austin, no Texas, em sua conta no Twitter. 

Resultados totais

Ao longo do ano passado, o jornal teve receita de US$ 1,75 bilhões, em alta de 4,4% com relação a 2017 – os resultados online compensaram a queda de 10,2% no faturamento com publicidade no jornal impresso. 

Já o lucro caiu de US$ 90,5 milhões para 74,7 milhões – a empresa disse ter sido afetada por ter uma semana a menos em seu ano fiscal em 2018, na comparação com o ano anterior, bem como por ter tido maior fluxo de contratações. 

A empresa destacou ainda que tem US$ 826 milhões em caixa – parte desses recursos será utilizada para aumentar os dividendos aos acionistas, bem como exercer o direito à recompra do Edifício do New York Times até o final do ano, por US$ 250 milhões. 

Outro ponto interessante dos resultados da empresa é o fato de que 16% dos assinantes do New York Times estão fora dos Estados Unidos. “Há uma oportunidade para sermos produtores de notícia globais”, disse Meredith Levien, diretora de operações da empresa. 

Os bons números revelados ontem fizeram as ações do New York Times subirem 11,5% na bolsa de valores de Nova York, encerrando o dia cotadas em torno de US$ 30. Com isso, a avaliação de mercado da empresa está em torno de US$ 4,95 bilhões. 

Maria Filó lança a collab de tênis que você vai querer usar já

Peças sustentáveis em parceria com a Vert Shoes

A coleção Tchocolath, que faz parte dos novos lançamentos da marca (Foto: Divulgação)

A Maria Filó, marca que faz sucesso no Brasil há 22 anos, acaba de anunciar collab com a Vert Shoes. Com lançamento em março, as peças seguem a filosofia da marca de sapatos, que busca uma cadeia ecológica e sustentável.  A lona e o forro são desenvolvidos a partir de algodão orgânico e tecido PET reciclado. As solas são feitas de borracha nativa da Amazônia e o couro gera baixo impacto sobre o meio ambiente.

Sapato da collab Maria Filó e Vert Shoes (Foto: Divulgação)

O resultado são modelos que misturam a estética romântica da Maria Filócom o ar urbano da Vert. Além de opção tricolor em vinho, rosé e branco, a parceria também introduz modelo rosa com velcro e poás dourados.

Os sapatos com estética minimalista e tecnologia inovadora fazem parte de uma série de lançamentos que marcam uma nova fase para a Maria Filó. Ente eles, logo repaginado e novo layout na loja do Shopping Morumbi, em São Paulo, que reabre dia 14 de fevereiro.

Farfetch anuncia fim do comércio de peles em seu site

Gigante do comércio online vai aderir ao movimento fur-free a partir de dezembro

Casaco fur free Carol Bassi (Foto: Nicole Fialdini)

O movimento fur-free acaba de ganhar mais um integrante de peso: o Farfetch anunciou oficialmente que vai banir peças de pele animal de seu e-commerce.

A medida, que entra em vigor em dezembro, coloca a gigante do comércio online em boa companhia: além de marcas como ChanelGiorgio ArmaniBurberryTom FordCoachGucci e tantas outras que vem alinhando-se com uma moda eco-friendly, o grupo Yoox/Net-a-Porter também baniu o comércio de pele de seus sites. 

“Cada novo anúncio fur-free dá continuidade ao efeito dominó de estilistas e comerciantes que veem a importância de distanciar suas marcas da crueldade da indústria da pele”, aplaudiu Claire Bass, diretora executiva da Humane Society International. A ONG estima que mais de 135 milhões de animais são mortos anualmente para o uso de sua pele.

Spotify chega a 96 milhões de assinantes no mundo todo

Empresa reportou lucro de US$ 107 milhões no 4º trimestre do ano passado, mas espera prejuízo para esta temporada; investidores estão preocupados com redução no ritmo de crescimento

Daniel Ek, fundador e presidente executivo do Spotify

O serviço de streaming de música Spotify chegou à marca de 96 milhões de assinantes no final de 2018. Os números foram divulgados pela empresa sueca nesta quarta-feira, 6, e fazem parte do resultado financeiro da empresa para o quatro trimestre de 2018. 

No período, a empresa teve um lucro inesperado de US$ 107 milhões — analistas esperavam que a companhia teria prejuízo de US$ 18,2 milhões. 

A empresa, no entanto, desapontou os investidores ao prever que terá perdas entre US$ 227 milhões e US$ 410 milhões. Além disso, a empresa também preocupa o mercado por registrar ritmo de crescimento em desaceleração nos últimos anos: a taxa de receitas da empresa subiu 29% no ano passado, contra 39% de alta em 2017 e 52% em 2016. 

Após a divulgação dos números, as ações do Spotify eram negociadas com queda de 7% antes da abertura do mercado na bolsa de valores de Nova York. A empresa tem capital aberto desde abril do ano passado. 

Podcasts. Outro dado interessante do balanço do Spotify é a revelação de que a empresa pretende gastar cerca de US$ 500 milhões em aquisições para reforçar sua área de podcasts. Duas delas já foram feitas: a Gimlet Media, uma rede de podcasts, dona de programas como StartUp, Reply All The Pitch, e a Anchor, uma startup que ajuda pessoas a produzirem e publicarem seus próprios podcasts de forma mais simples. 

As duas aquisições não tiveram seu valor revelado, mas o site americano Recode, especializado em tecnologia, já havia publicado na semana passada que o Spotify pagou US$ 230 milhões pela Gimlet Media. 

Famosos que se dedicam a causas sociais precisam se identificar com o tema, dizem especialistas

Angelina Jolie, uma das artistas mais famosas a se envolverem com temas relacionados a direitos humanos, é um bom exemplo de como uma figura pública pode ampliar uma mensagem
Guilherme Guerra, O Estado de S.Paulo

A atriz Angelina Jolie, enviada especial do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados (Acnur), discursa em Bangladesh  Foto: MUNIR UZ ZAMAN / AFP

Nesta semana, a atriz americana Angelina Jolievisitou o acampamento de refugiados Kutupalong, em Bangladesh, em trabalho de campo como enviada especial da agência para refugiados das Nações Unidas, a Acnur. De 2001 a 2012, Angelina foi embaixadora oficial do órgão e participou de mais de 60 missões, tornando-se uma das vozes mais importantes na defesa dos Direitos Humanos.

Segundo a Acnur, embaixadores são os rostos públicos que ajudam a levar as causas da ONU a todos os cantos do mundo, graças a sua influência, dedicação e trabalho. Para o professor de Marketing do MBA da Fundação Getúlio Vargas em São Paulo (FGV-SP) Roberto Kanter, é vantajoso ter um rosto conhecido para dar visibilidade a causas sociais. “Como artista, ela faz suas ideias serem ouvidas por mais pessoas”, afirma, reiterando que é preciso que o famoso seja verdadeiro em apoiar uma causa, que é mais beneficiada pela exposição do que o artista. “Se o objetivo da celebridade é ganhar diretamente com isso, existe uma perda”, diz.

A professora do curso livre de Personal Branding da Faculdade Armando Alvares Penteado (FAAP) Patricia Loureiro diz que essa autenticidade precisa estar acompanhada de coerência nas causas apoiadas ao longo da vida. Citando a própria Angelina Jolie, a professora afirma que a atriz manteve uma trajetória coesa, “fazendo com que sejamos compelidos a crer e a apoiar os projetos dos quais ela participa.”

Confira abaixo famosos envolvidos com a Acnur e a Unicef (dedicada à primeira infância):

Cate Blanchett

Nomeada embaixadora da Acnur em maio de 2016, a atriz australiana visitou assentamentos na Síria e em Bangladesh, conhecendo pessoas impactadas pelos conflitos nesses países. Em agosto de 2018, ela discursou no Conselho de Segurança da ONU e contou a história de refugiados que conheceu em suas visitas, pedindo que os países ali presentes se mobilizem para achar uma solução para o conflito. 

Sebastião Salgado

O fotógrafo mineiro Sebastião Salgado é um dos embaixadores da Unicef e o único brasileiro a compor a lista atualmente. Ele já atuou junto com diversas organizações da ONU em campanhas e doou os direitos de reprodução de suas fotografias para que o órgão fizesse exibições de seu material.

Millie Bobby Brown

A atriz Millie Bobby Brown, conhecida por interpretar Eleven na série “Stranger Things”, se tornou a embaixadora mais nova da Unicef quando foi nomeada pela organização em 2018, com 14 anos de idade. Ela já participa de eventos da instituição desde 2016 e foi eleita uma das 100 pessoas mais influentes na lista da revista Time no ano passado. 

Neil Gaiman

O escritor Neil Gaiman se tornou embaixador da Acnur em 2017, depois de promover diversos eventos da agência sobre a crise dos refugiados sírios. Além disso, arrecadou fundos para a Acnur e contou a história de sua prima Helen, que fugiu de um gueto em Varsóvia.

Ariana Grande cancela performance no Grammy após discussões com produtores

Cantora não deve comparecer à premiação, que ocorre em 10 de fevereiro

Ariana Grande performs onstage during the 2018 iHeartRadio Wango Tango by AT&T at Banc of California Stadium on June 2, 2018.

A cantora Ariana Grande se desentendeu com os produtores do Grammy, maior premiação da indústria musical, e cancelou sua performance no evento. As informações são do Variety.

Segundo fontes ouvidas pelo site, a cantora sentiu-se insultada após os produtores recusarem que ela cantasse 7 Rings, seu sucesso mais recente. Durante as negociações, os produtores chegaram a sugerir que Ariana fizesse um medley com uma segunda música escolhida por eles, mas a cantora negou. Além disso, fontes disseram que tais imposições não foram feitas a nenhum outro artista que irá se apresentar.

Por conta do desentendimento, Ariana cancelou sua apresentação e não deve comparecer à cerimônia, marcada para o próximo domingo, 10. A cantora concorre nas categorias Melhor Performance Vocal de Pop, com God Is a Woman, e Melhor Álbum Pop Vocal, com Sweetener.

Irmãs Kardashians vencem processo judicial e vão receber R$ 37 milhões

As socialites vão ficar um pouco mais ricas, já que venceram processo judicial contra uma empresa de cosméticos
Por Estadão Conteúdo

Irmãs Kardashian: Elas negam que quebraram um acordo de licenciamento da linha Kardashian Beauty (Calvin Klein/Divulgação)

São Paulo – As irmãs Kardashians vão ficar um pouco mais ricas, já que venceram processo judicial contra uma empresa de cosméticos e vão ganhar US$ 10 milhões, o que equivale atualmente a R$ 37 milhões.

De acordo com os documentos, segundo o site TMZ, Kourtney, Khloe e Kim Kardashian saíram vitoriosas sobre a empresa Hillair Capital Management, que as processou há cerca de três anos. Na acusação, a companhia alegou que as empresárias quebraram um acordo de licenciamento da linha Kardashian Beauty.

As socialites negaram a acusação, afirmando que nada tinham a ver com a linha de produtos. Nos documentos obtidos pelo TMZ, três juízes rejeitaram as alegações da Hillair e ordenou o pagamento de US$ 7,4 milhões, além dos juros de mais de US$ 3 milhões.

Estúdio de 18m² ganha espaços bem delimitados após reforma

O principal desafio dos arquitetos foi conseguir criar espaço de sobra para armazenamento
Por Bianca Alves

A mesa dobrável alcança perfeitamente o assento do sofá, formando um mini escritório (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)

Com menos de 18 metros quadrados, um antigo estúdio de piano foi transformado em um apartamento cheio de cantinhos bem pensados. O escritório de arquitetura A Little Design foi responsável por reformar o espaço.

Armários se escondem próximos ao teto e no átrio da escada (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)

O pé direito de 3,4 metros foi a principal dádiva para o aproveitamento do espaço. Já uma viga de concreto, que corre por toda amplitude, atrapalhava as áreas disponíveis para uso. 

Localizado em Tapei, capital do Taiwan, o apê foi feito pensando em diferentes funções com design minimalista. “Antes de redesenharmos, o espaço era muito pequeno para encaixar uma cama de casal, espaço para o living e áreas de armazenamento”, afirmou Szumin Wang, arquiteto que liderou o projeto, ao site Dezeen. “Além disso, o banheiro era relativamente grande, comparado à metragem de todo o espaço, e a cozinha era pouco prática – muito pequena para colocar ao menos uma geladeira“.

O cooktop e um forno elétrico transportável permitem que a área abaixo do balcão seja preenchida por prateleiras (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)

reforma precisava de uma melhor redistribuição dos espaços. Para isso, os dois cômodos problemáticos trocaram de lugar. Em forma de corredor, a cozinha agora conta com forno elétrico e máquina de lavar roupa. Já a geladeira fica discreta sob a escada. Um projeto bem pensado de marcenaria disfarça compartimentos amplos e discretos. As paredes foram cobertas por cimento queimado e receberam uma camada de azulejos, que sobem até a metade da supefície. Pratelerias e armários foram adicionados abaixo e acima do balcão.

Um corredor dá lugar à cozinha e as prateleiras de madeira economizam espaço. Armários superiores servem para guardar objetos menos utilizados (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)
A luz estratégica na vertical aproxima a claridade aos pontos de alcance da moradora na cozinha (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)

Escondido por uma porta de correr espelhada, o novo banheiro ganhou cara de spa, boa ventilação e luz natural, apesar de ter o espaço reduzido. Azulejos retangulares cobrem todas as superfícies, enquanto espelhos instalados acima da pia e na porta dão impressão de que o cômodo é maior. O ponto alto é que ainda sobra espaço para uma banheira grande ao lado da janela.

Apesar de ter sido reduzido, o banheiro ainda conta com uma banheira grande (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)

O antigo estúdio apresentava paredes com pontas assimétricas que foram transformadas em nichos. A viga que separa o apartamento ganhou utilidade, ajudando na divisão dos cômodos e servindo de abrigo para armários.”Nesse flat, todas as funções são adjacentes, mas claramente separadas”, afirma o arquiteto. “Por exemplo, as escadas não só dão acesso ao quarto no mezanino, mas também servem de espaço para armários”.

A cama de casal de encaixa perfeitamente no mezanino (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)

Uma cama de casal se encaixa perfeitamente no mezanino e guarda uma pequena mesa e uma gaveta na parte debaixo. O guarda-roupas fica no piso inferior e é integrado à entrada do apartamento, enquanto um sofá bicama possui sapateiras próximas ao chão e está embutido a novos nichos. “O sofá também pode ser utilizado como cama de solteiro para um convidado e compartimentos profundos na parte de baixo completam o espaço de armazenamento. Uma mesa dobrável pode ter tamanho ajustado, servindo como escrivanhinha ou mesa de jantar”.

A marcenaria se estende ao lado do sofá, formando nichos abertos (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)
A viga de concreto era um elefante branco no centro do apartamento. Com a reforma, o local passou a abrigar armários e serve com divisória. A mesinha dobrável também é um armário e pode ter dois tamanhos (Foto: Hey! Cheese/ Dezeen/ Reprodução)