Conheça os melhores projetos de arquitetura contemporânea de 2019

Instituto Americano de Arquitetos (AIA) revela os nove ganhadores do ano
POR NATÁLIA ANDRÉ | FOTOS DIVULGAÇÃO

Um conjunto de casas curioso – Starter Home* No. 4-15, Saint Thomas/Ninth, de OJT

Nove projetos foram selecionados pelo Instituto Americano de Arquitetos, o AIA (American Institute of Architects), para receberem o maior reconhecimento do meio dos Estados Unidos. Independentemente do preço da obra, do tamanho e do estilo, as construções de 2019 foram escolhidas pela capacidade de melhoria nas vidas dos que passam por elas.

A banca julgadora é formada por nove arquitetos da América Latina: Jeanne Chen, Rania Alomar, Alicia Berg, Raymond M. Bowman, Katherine K. Chia, Shannon R. Christensen, Eugene C. Dunwody Jr., Henry Moss e David Rosa-Rivera.

Veja os ganhadores:

Uma escola diferente – Arlington Elementary School, de Mahlum Architects

Essa escola de Tacoma, Washington, inovou depois de aparecer com índices muito baixos de aprendizagem. Com a ideia de melhorar o ensino e aumentar o interesse dos alunos pelo local, o lugar foi projetado para que as crianças do jardim da infância ao quinto ano se sentissem acolhidas e se esquecessem das ideias antigas e conservadoras de escola. Por causa das paredes de vidro, os jovens conversam com o verde de fora e a luz natural.

Uma clínica de saúde com conforto de casa – Casey House, de Hariri Pontarini Architects

O prédio especializado para o atendimento de pessoas com AIDS em Toronto, no Canadá, foi projetado para lembrar um abraço com vidros coloridos, paredes de pedra e um grande pátio de convivência. Outra curiosidade é o novo e o velho se misturando, logo na fachada, já que o prédio quase passa por cima das antigas construções da rua.

Um parque que ajuda o meio ambiente – Confluence Park, de Lake | Flato Architects + Matsys

Pensado para valorizar as belezas naturais do Texas, o Confluence é um parque localizado às margens do Rio San Antonio, com obras grandes e muito espaço para as crianças correrem e os adultos contemplarem. O prédio escolhido é formado por pétalas de concreto que alimentam uma cisterna subterrânea. Além de ser bonito, ajuda o meio ambiente.

Espaço multifuncional – Crosstown Concourse, de Looney Ricks Kiss

Esse prédio em Memphis, Tenesse, é o exemplo da renovação. O que nos anos 80 era um galpão abandonado, tornou-se uma grande vila vertical. De uso misto, possui apartamentos residenciais, academia, mercado e até dentista.  

Uma universidade histórica – Restoration of the Rotunda at the University of Virginia, de John G. Waite Associates, Architects, PLLC

Esse prédio no centro simbólico da Universidade de Virgínia, em Charlottesville, considerado a mais importante conquista arquitetônica de Thomas Jefferson, destaca-se com os altos níveis de preservação histórica e conservação. O lugar tem várias salas para estudo, além de um grande pátio de convivência.

Uma fábrica ousada nas formas – Smart Factory, de Barkow Leibinger

A conhecida fábrica inteligente, localizada em Hoffman Estates, Illinois, foi feita para mudar o estereótipo de que o ambiente industrial precisa ser feio, robusto e cinza. Para isso, além do aço e do concreto, a madeira é utilizada para quebrar o antigo conceito.

Um museu no parque – Smithsonian National Museum of African American History and Culture, de Freelon Group (agora parte do escritório Perkins+Will), Adjaye Associates, Davis Brody Bond, e SmithGroup

Mais um empreendimento do National Mall, que exibe no mesmo terreno o West Potomac Park, o Constitution Gardens, o Lincoln Memorial e o Capitólio dos Estados Unidos, o museu afro-americano chama a atenção com seu tamanho e pompa. Com três andares e paredes de bronze, é impossível passar por ali e não querer entrar – clique aqui para saber mais sobre o museu.

Um conjunto de casas curioso – Starter Home* No. 4-15, Saint Thomas/Ninth, de OJT

Essas casas misturadas com design industrial em Nova Orleans, Los Angeles, mostram um jeito mais estiloso de morar no conjunto. A parte externa gera curiosidade e diversão para quem acha que as casas estão tombando e a interna lembra contêineres brancos.

Um santuário de guerra transformado – TIRPITZ Museum, de BIG-Bjarke Ingels Group

Saindo da América do Norte, o nono projeto escolhido encontra-se em Blåvand, na Dinamarca, e foi um bunker alemão na Segunda Guerra Mundial. Depois de caminhos sinuosos de areia e lama, você chega ao museu que é Patrimônio Mundial da UNESCO.

Polêmica racial atinge Gucci e Adidas com ‘blackface’ e tênis branco para celebrar cultura negra

Após reclamações, italiana se desculpou e retirou suéter do mercado, assim como a marca esportiva
Pedro Diniz

Suéter de gola alta com balaclava da Gucci. A grife tirou a peça de circulação após comparações dos internautas com os “blackfaces” e o personagem Sambo /Reprodução Instagram

SÃO PAULO –Bastou um suéter preto com balaclava da mesma cor emoldurada por grossos lábios vermelhos para uma das maiores grifes do mundo virar alvo de uma polêmica racial que a obrigou a pedir desculpas publicamente nesta quinta-feira (7). 

Internautas viram na peça da italiana Gucci, lançada em versão reduzida no desfile de inverno 2019, em Milão, e só agora posta à venda no site, uma reverência ao personagem Sambo. 

Pouco conhecido no Brasil, ele tem origem no livro “A História do Pequeno Negro Sambo” (1898), da escritora Hellen Bannerman, absorvido pela cultura americana do início do século 20 como símbolo de malandragem, preguiça e escracho.

Um dia após a polêmica se instaurar nas redes sociais, a Gucci foi às suas contas na internet pedir “profundas desculpas pela ofensa” causada pela peça e que a retirou de suas lojas online e física. 

As balaclavas —acessórios que cobrem o rosto— viraram tendência em passarelas internacionais há um ano, quando apareceram nos desfiles da Calvin Klein, Alexander Wang e Dior, sempre dentro de um contexto, inclusive na apresentação da Gucci, de proteção em um mundo pós-apocalíptico.

No pedido de desculpas, a grife ainda afirma que considera a diversidade um valor fundamental a ser defendido, respeitado e prioritário em cada decisão da marca.

Os comentários, no entanto, não cessaram. Uma das questões levantadas pelos internautas é a sensibilidade da marca em colocar uma modelo branca vestida com uma roupa que remete aos “blackfaces” do século 19.

O termo surgiu para definir atores brancos que encenavam papéis de negros no teatro, ambiente proibido para essas pessoas até meados do século 20. Os lábios pintados de vermelho se assemelham aos contornos usados pela grife para a produção da peça.

A situação se agravou a partir do fato de a peça ter sido veiculada na época em que se comemora, nos Estados Unidos, o Mês da História Negra.

“Então @gucci lança um suéter que parece um blackface… no mês da história negra… E depois ensaia uma desculpa porque eles não sabiam que imagens assim são racistas”, ironizou uma internauta.

Este mês de fevereiro da consciência negra nos EUA também trouxe o mesmo problema para a grife alemã Adidas, que lançou uma peça “comemorativa” para a ocasião.

Trata-se de um modelo Ultraboost que faz parte de um pacote de três lançamentos com o logo “CBC” (em tradução livre, celebrando a cultura negra) colado à palmilha.

O problema da peça? Ela é toda branca e faz parte de uma linha “uncaged”, algo como “solto da jaula”. O jargão é usado pela marca para definir um tipo tênis que não leva um forro de plástico na parte externa.

“Adidas, vocês estão realmente ‘celebrando a cultura negra’ com um Ultraboost ‘solto da jaula’ todo BRANCO?!”, escreveu um internauta, também branco.

Modelo branco de Adidas Ultraboost Uncaged, lançado em homenagem ao Mês da História Negra. A peça foi tirada de circulação após ser criticado por internautas – Reprodução Instagram

Após um período que chamou de “cuidadosa consideração”, a marca decidiu tirar o produto da coleção e explicou, em comunicado, que o problema aconteceu nos últimos ajustes para o lançamento.

“Adicionamos um tênis que mais tarde sentimos não refletir o espírito ou a filosofia de como a Adidas acredita que deve reconhecer e honrar o Mês da História Negra”.

Fran Summers – WSJ. Magazine March 2019 By Mikael Jansson

And Then There’s Mod   —   WSJ. Magazine March 2019   —   www.wsj.com
Photography: Mikael Jansson Model: Fran Summers Styling: Alex White Hair: David Harborow Make-Up: Mark Carrasquillo Manicure: Lorraine Griffin
 Set Design: Samuel Overs

Airbnb anuncia nova área de transportes e contrata executivo do setor de aviação

Empresa descarta possibilidade de criar braço de vendas de passagens aéreas; Fred Reid é ex-presidente da Delta Airlines e da Lufthansa Airlines
Por Dayanne Sousa – O Estado de S.Paulo

Airbnb criou uma nova divisão para transportes

O site de hospedagens Airbnb anunciou nesta quinta-feira, 7, a contratação de um executivo do setor de aviação e a criação de uma divisão global de negócios na área de transportes. Sem dar detalhes, a companhia anunciou Fred Reid, fundador da aérea Virgin America e ex-presidente da Delta Airlines e da Lufthansa Airlines, como novo executivo.

“Fred e sua equipe do Airbnb estarão focados em estabelecer parcerias com outras empresas do setor de turismo e transportes para oferecer melhores experiências de viagem a milhões de pessoas ao redor do mundo e criar oportunidades econômicas significativas para esses parceiros”, diz o Airbnb em comunicado à imprensa.

Reid chega ao Airbnb com a função de chefe global de transportes. Na nota, a empresa descarta a ideia de ter sua própria companhia aérea ou de criar um canal de venda de passagens. “Vamos explorar uma ampla gama de ideias e parcerias que possam melhorar o transporte nas viagens, mas ainda não definimos exatamente como faremos isso”, afirmou Brian Chesky, presidente da empresa.

Rumores de que o o Airbnb planejava entrar no mercado de vendas de passagens aéreas têm circulado desde 2016. Na época, agências internacionais informaram que a empresa estaria desenvolvendo uma nova função do serviço para permitir a compra de trechos aéreos.

Lineisy Montero – Vogue Mexico & Latin America February 2019 By Stas Komarovski

Point Of View: Lineisy Montero    —   Vogue Mexico & Latin America February 2019   —   www.vogue.mx
Photography: Stas Komarovski Model: Lineisy Montero Styling: Maya Zepinic

 Hair: Joey George Make-Up: Cyndle Komarovski Manicure: Eri Handa

O que é o aplicativo Anchor, a mais nova compra do Spotify

App para Android e iPhone oferece ferramentas úteis para ajudar o Spotify a aumentar seu número de assinantes
Por Lucas Agrela

São Paulo – Você pode nunca ter ouvido falar nele, mas o Anchor é um aplicativoque chama a atenção de especialistas em redes sociais há algum tempo, como é o caso de Gary Vaynerchuk. O app foi comprado nesta semana pelo Spofity para reforçar a sua área de podcasts. Mas o que ele efetivamente faz? Ele dá aos internautas um caminho muito simples e rápido para gravar, editar e publicar podcasts nas principais plataformas de distribuição – incluindo, é claro, o Spotify.

O Anchor começou como uma plataforma para criação de podcasts curtos, como se fosse uma espécie de Twitter para a sua voz. Seus conteúdos eram disponibilizados dentro de sua própria rede, como acontece no rival Soundcloud e poderiam ser compartilhados em outras redes sociais. Nesse meio tempo, o Anchor aprimorou suas ferramentas de edição, adicionando a possibilidade de adicionar músicas e fazer ajustes no som.

Quem não quiser gravar por ele pode também adicionar um arquivo já previamente editado para ser distribuído. Em poucos toques na tela do seu smartphone, após o preenchimento de dados básicos como nome, categoria e descrição, seu podcast é disparado para Radio Public, Google Podcasts, Spotify, Breaker, Stitcher e e Pocketcasts.

Para ajudar os produtores de conteúdo, o Anchor conta com um recurso que permite um pedido de patrocínio ao público ouvinte. Do valor pago pelo usuário, a empresa fica com uma cota de 30%. A função é útil, ao mesmo tempo, para a companhia ter receita e estimular a publicação de novos episódios, bem como para que os criadores ganhem algum dinheiro com seus programas.

Por que apostar em podcasts?

Conteúdo em áudio produzido em formato de programa diário ou semanal ou ainda em série pode parecer algo difícil de ser monetizado. Mas, para o Spotify, é justamente isso que deve aumentar sua base de assinantes. Ao menos, essa é a aposta do CEO Daniel Ek.

Antes de fundar a empresa, 11 anos atrás, ele nunca tinha pensado que os podcasts fariam parte do Spotify, ainda mais que teriam um papel tão importante quanto esse, mas, agora, Ek estima que a reprodução de podcasts será responsável por até 20% do uso do aplicativo, concebido inicialmente para a transmissão online de músicas.

O Spotify ocupa hoje a segunda posição de app para podcasts, perdendo apenas para a Apple, que tem um aplicativo dedicado a esses programas no iPhone.

Para decolar de vez no mundo dos podcasts, o Spotify ainda precisa fazer alguns ajustes no seu aplicativo, como fazer sugestões de novos programas, criar playlists com base nos gostos do usuário e permitir a interação do público com os produtores de conteúdo.

MAC anuncia lançamento de batom em parceria com Iza

Cor escolhida pela cantora ainda não foi revelada

A cantora Iza. Foto: Instagram/@iza

A marca de maquiagem MAC anunciou em seu perfil brasileiro no Instagram que a cantora Iza lançará um batom exclusivo em parceria com a marca.

Iza foi à sede da marca em Nova York para tratar os detalhes do lançamento e ‘invadiu’ os stories do Instagram da MAC Brasil: “Eu tô super feliz em anunciar que eu e a MAC temos uma parceria incrível e daqui a pouquinho vai estar na mão de vocês um batom assinado por mim e desenvolvido em conjunto com essa marca maravilhosa”, vibrou.

A cor escolhida pela cantora para o batom MAC x Iza ainda não foi revelada pela cantora.

As Panteras | Elizabeth Banks mostra a equipe em foto de bastidores

Diretora celebrou o Desafio dos 4%

“#Bastidores @CharliesAngels no set de filmagens. Ella [Balinska], Kristen [Stewart], Naomi [Scott]. #4PercentChallenge”

A diretora Elizabeth Banks divulgou em seu Twitter uma imagem de bastidores ao lado do trio protagonista do novo filme d’As Panteras

Banks faz referência ao Desafio dos 4% (4 Percent Challenge no original), que desafia estúdios de Hollywood a contratar mais mulheres para dirigir os filmes. A campanha foi inspirada por um estudo realizado em 2017 que divulgou que apenas 4% dos diretores de filmes com maior bilheteria na última década são mulheres.

David Auburn (A Casa do Lago) é o roteirista. Além de dirigir e atuar, Elizabeth Banks produz o filme ao lado do marido, Max Handelman. A estreia está marcada para 1º de novembro de 2019.

Sucesso na TV nos anos 70, a série estrelada por Farrah FawcettKate Jackson e Jaclyn Smith ganhou dois filmes nos anos 2000 com Drew BarrymoreCameron Diaz e Lucy Liu e uma nova versão para as telinhas em 2011, que durou apenas quatro episódios.

CINEMA I Estreias da Semana: Uma Aventura Lego 2, Escape Room, Guerra Fria, No Portal da Eternidade, Se a Rua Beale Falasse

Filmes indicados ao Oscar e nova animação da Lego estão entre as estreias da semana

Guerra Fria
Zimna Wojna. Polônia/França/Reino Unido, 2018. Direção: Pawel Pawlikowski. Com: Joanna Kulig, Tomasz Kot e Borys Szyc

Uma Aventura Lego 2
The Lego Movie 2: The Second Part. EUA/Dinamarca/Noruega/Austrália, 2018. Direção: Mike Mitchell. 107 min. Livre.
Nesta sequência, a animação acompanha o protagonista do original após os eventos catastróficos que encerraram a primeira trama. Quando seu mundo de pecinhas de montar é ameaçado por brinquedos infantis, ele precisa salvar seus amigos da destruição.
S

Escape Room
Idem. EUA/África do Sul, 2019. Direção: Adam Robitel. Com: Taylor Russell, Logan Miller e Jay Ellis. 99 min. 14 anos.
Inspirado nos jogos de imersão que se popularizaram nos últimos anos, o terror acompanha seis desconhecidos que, durante uma partida, descobrem que estão sendo monitorados por assassinos e precisam solucionar uma série de desafios para sobreviver.
S

O Galã
Brasil, 2019. Direção: Francisco Ramalho Jr. Com: Thiago Fragoso, Luiz Henrique Nogueira e Fiuk. 97 min. 12 anos.
Recluso, um conhecido autor de novelas precisa decidir quem interpretará o galã de sua nova trama: o irmão, sem talento e sem dinheiro, ou um ator em ascensão.
Salas e horários

Guerra Fria
Zimna Wojna. Polônia/França/Reino Unido, 2018. Direção: Pawel Pawlikowski. Com: Joanna Kulig, Tomasz Kot e Borys Szyc. 84 min. 16 anos.
Pouco tempo depois de “Ida” (2013) vencer o Oscar de melhor filme estrangeiro, seu diretor, Pawel Pawlikowski, voltou à sua terra natal para mais uma vez filmar uma trama que passeia pela história da Polônia. E, novamente, foi agraciado com indicações ao Oscar. Concorrendo nas categorias de longa estrangeiro, direção e fotografia, “Guerra Fria” acompanha o romance de dois artistas nos anos 1950. Eles se envolvem enquanto participam de um grupo musical que resgata a cultura popular polonesa. Devido a pressões de autoridades para politizar o repertório, decidem fugir do Leste Europeu, rumo a Paris.

Jovens Infelizes ou um Homem que Grita Não É um Urso que Dança
Brasil, 2016. Direção: Thiago B. Mendonça. Com: Suzana Aragão, Nani de Oliveira e Kiko Dinucci. 125 min. 18 anos.
Um grupo de jovens artistas que moram juntos luta para ganhar dinheiro e conseguir se manter. Decidem então criar um novo tipo de arte revolucionária para enfrentar a opressão que sofrem.

O Médico Indiano
The Doctor from India. EUA, 2018. Direção: Jeremy Frindel. 89 min. Livre.
O documentário mostra a jornada do médico indiano Vasant Lad para levar o antigo método ayurveda, que preza pela harmonia entre corpo, mente e alma, ao Ocidente.

No Portal da Eternidade
At Eternity’s Gate. Suíça/Irlanda/Reino Unido/França/EUA, 2018. Direção: Julian Schnabel. Com: Willem Dafoe, Rupert Friend e Oscar Isaac. 110 min. 12 anos.
Um ano após ser indicado ao Oscar de ator coadjuvante pelo trabalho em “Projeto Flórida” (2017), Willem Dafoe retorna à corrida por uma estatueta dourada, agora como melhor ator, graças à sua personificação do pintor holandês Vincent van Gogh (1853-1890). Em “No Portal da Eternidade”, ele interpreta o artista em seus anos finais, quando morou nas cidades francesas de Arles, Saint-Rémy e Auvers-sur-Oise, onde morreu. O diretor Julian Schnabel acompanha as recaídas psicológicas e a busca pelo reconhecimento de Van Gogh. Completam o elenco Rupert Friend, Emmanuelle Seigner, Mathieu Amalric e Oscar Isaac, que dá vida ao também pintor Paul Gauguin.
Salas e horários

Se a Rua Beale Falasse
If Beale Street Could Talk. EUA, 2018. Direção: Barry Jenkins. Com: KiKi Layne, Stephan James e Regina King. 120 min. 14 anos.
Primeira produção cinematográfica de Barry Jenkins desde que venceu o Oscar de melhor filme por “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016), “Se a Rua Beale Falasse” está indicado a três Oscars: roteiro adaptado (é baseado em livro de James Baldwin), atriz coadjuvante (Regina King) e trilha sonora. O longa trata de racismo a partir da história de amor de dois jovens nova-iorquinos. Quando o rapaz é preso injustamente, sua noiva descobre que está grávida e precisa tentar provar a inocência do amado com a ajuda dos pais e sogros.

Vergel
Brasil/Argentina, 2017. Direção: Kris Niklison. Com: Camila Morgado, Maricel Álvarez e Maria Alice Vergueiro. 86 min. 16 anos.
Quando o marido morre durante as férias na Argentina, uma brasileira precisa aguardar a liberação do corpo e lidar com burocracias, luto e o escaldante calor daquele verão. Aos poucos, começa a perder a noção da realidade até que conhece uma vizinha, com quem compartilha sua dor.
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