Ambar Cristal, Natalia Montero & Imari Karanja – PorterEdit February 15th, 2019 By Leon Mark

The New Guard   —   PorterEdit February 15th, 2019   —   www.net-a-porter.com
Photography: Leon Mark Model: Ambar Cristal, Natalia Montero & Imari Karanja Styling: Morgan Pilcher Hair: James Rowe Make-Up: Naoko Scintu Manicure: Sabrina Gayle

Celeste Barber – InStyle Australia March 2019 By Huge Stewart

Out Of The Blue   —   InStyle Australia March 2019   —   www.instylemag.com.au
Photography: Huge Stewart Model: Celeste Barber Styling: Katherine Green Hair: Filomena Natoli Make-Up: Brad Mullins

Eventos recentes suscitam polêmicas sobre apropriação cultural e religiosa

Popularização da festa de Iemanjá e imagens de Donata Meirelles foram alguns episódios que geraram discussões
Pedro Diniz

Ntozakhe II, Parktown, Johannesburg, fotografia de Zanele Muholi – Yancey Richardson Gallery/Divulgação

SNo lugar dos tradicionais banhos de alfazema, as oferendas mais jogadas no mar da orla do Rio Vermelho, em Salvador, foram latas de cerveja. O 2 de fevereiro, dia de Iemanjá, a rainha dos mares, ganhou contornos de micareta com direito a baladas VIP em hotéis de luxo e turistas trajados de azul e branco com colar de contas enrolado no pescoço.

As redes sociais expuseram o passo a passo do cortejo, ou “vibe”, como definiu um internauta, que a prefeitura local classificou pela primeira vez como “festa popular”, apagando o nome da orixá do candomblé nos cartazes publicitários.

Esse é mais um exemplo de celebração religiosa apropriada pelo país do Carnaval, algo similar com o que aconteceu com o Círio de Nazaré, celebração cristã no Pará, e o São João, que, apesar da origem pagã, foi adotado pelo catolicismo como dia do santo.

Na visão da comunidade negra, porém, tanto uma suposta profanação, adjetivo usado por religiosos para definir o desbunde da turma que foi só pelo “all inclusive” com vodca e feijoada, quanto o apagamento do nome de Iemanjá são sintomas da apropriação cultural e religiosa no país.

Esses conceitos mudariam todas as esferas da convivência entre brancos e negros sob o slogan do somos todos brasileiros, uma “democracia racial que nunca existiu”, como define a escritora e ativista Djamila Ribeiro, autora de “O que É Lugar de Fala?”.

Na opinião dela, a supressão de Iemanjá e o racismo convergem, por exemplo, em expressões como “chuta que é macumba” usada para expurgar algo considerado negativo.

Mãe de santo, Iyá Karem pisou na festa pela primeira vez neste mês e, quando viu o mar de gente, pensou que “esse negócio de intolerância não existe no Brasil”. Mas lembrou que, menos de um mês antes, seis homens invadiram um terreiro em Camaçari, na região metropolitana de Salvador, para roubar, bater no pai de santo e dizer que todos ali eram demônios, segundo relatos de testemunhas.

“O Brasil vive uma intolerância enrustida de pessoas que usam branco no Réveillon e um dia foram crianças que buscavam doces na festa deCosme e Damião [as tradições têm origem na umbanda e no candomblé]”, diz.

Segundo Djamila Ribeiro há um processo de apropriação dessas religiões, conduzida por uma elite que vê Iemanjá como branca —ou uma entidade sem cor— de cabelos até a cintura.

“Não é uma questão de vetar que brancos participem [da celebração], mas fazer com que a entendam como religião. O Brasil tem essa questão de enaltecer a cultura negra, mas demoniza suas raízes. Você não vê gente usando quipás no Carnaval, mas as pessoas se sentem no direito de usar colar sagrado”, diz Ribeiro.

Ironicamente, contas, trajes e coroas fazem parte de um grande negócio para a Bahia, que vende a rodo colares coloridos na rua e põe negras vestindo trajes de baiana para receber turistas.

Foi a acusação de romantizar a herança negra que alimentou uma das polêmicas mais recentes das redes sociais por aqui. A imagem da então diretora da revista Vogue Brasil, Donata Meirelles, sentada numa cadeira em sua festa de 50 anos ladeada por baianas trajadas de branco, foi vista por alguns como referência ao período escravocrata do país, quando sinhás eram servidas por mucamas.

Festa de 50 anos de diretora da Vogue gera polêmica – Reprodução/Instagram

A lembrança do colonialismo baseou protestos de anônimos e celebridades do movimento negro, de Elza Soares à rapper Preta Rara. Para eles, o episódio reproduziria de maneira enviesada memórias dolorosas da escravidão e a manutenção da hierarquia de raças.

A fotografia correu o mundo, motivou um pedido de desculpas de Donata —que disse, em comunicado, não ter feito uma festa temática e que sua cadeira não era de sinhá, mas sim do candomblé—, a abertura de um fórum formado por pensadores negros com o intuito de formular ações e pautas de inclusão racial na revista e uma nota de esclarecimento da Vogue, que decidiu também adiar seu tradicional baile de Carnaval.

Não foi o suficiente para mitigar a celeuma, que culminou no pedido de demissão da diretora nesta semana. Procurada pela Folha, Donata não quis se manifestar.

O babalorixá Bill de Oxóssi tem uma opinião diferente das pessoas que a criticaram. “Não vejo racismo ali”, diz. “Por causa do próprio racismo, quando as pessoas veem uma mulher branca ao lado de várias mulheres negras, elas tendem a interpretar aquilo como racismo”, diz. “A ignorância é o que leva a uma interpretação errada”, completa.

O economista e filósofo Joel Pinheiro da Fonseca, colunista deste jornal, aponta também para a interpretação enviesada de registros de uma situação —fotografias, áudios, vídeos. “As pessoas hoje basicamente interagem com a realidade nos moldes das redes sociais, procurando motivos simbólicos para se indignar”, diz.

“Corta-se uma foto cujo contexto desconhecem, tiram conclusões e acusam as pessoas sem nenhum impacto positivo para diminuir o racismo no país, pelo contrário, causando impacto negativo, como as baianas indo à polícia”, complementa.

As baianas da festa, aliás, não viram racismo e sofreram do mesmo preconceito. Atacadas nas redes, seis delas foram à polícia prestar queixa por agressões que incluíam ameaças e incitações de ódio.

Presidente da associação das baianas de acarajé de Salvador e contratada pelo cerimonial da festa, Rita Ventura dos Santos disse que “chegaram a perguntar quanto a gente cobrava para tomar chibatadas”.

De todas as vertentes da cultura, a moda, por sua vocação comercial e o poder de difundir pelas ruas ideias e padrões que podem ferir grupos sociais, esbarra com frequência em episódios como o da festa.

Há três anos, a Maria Filó teve de retirar das lojas uma estampa que reproduzia uma sinhá acompanhada de uma mucama, e, um ano depois, a Farm passou pelo mesmo problema ao vender uma peça estampada com a reprodução de uma cena do período colonial, na qual escravos e casa grande são pano de fundo.

Neste mês, a italiana Gucci retirou de circulação uma balaclava preta com desenhos de lábios vermelhos, encarada nas redes como referência ao personagem Sambo. Na cultura americana dos séculos 19 e 20, ele servia de caricatura da suposta malandragem e preguiça dos negros, e deu origem ao “black face” adotado no teatro dos Estados Unidos.

Suéter de gola alta com balaclava da Gucci. A grife tirou a peça de circulação após comparações dos internautas com os “blackfaces” e o personagem Sambo /Reprodução Instagram

Do mesmo problema padeceu a Prada, que no final do ano passado tirou das prateleiras um boneco parecido com um macaco de lábios vermelhos, visto pelas redes sociais como caricatura de Sambo.

Como forma de mostrar comprometimento com a causa, a grife formou nesta semana um conselho para a diversidade e inclusão, conduzido pelo artista Theaster Gates e a cineasta Ava DuVernay, de “Selma”. Segundo nota distribuída à imprensa mundial, a Prada apoiará projetos em escolas e na indústria da moda para “elevar vozes de cor”.

Sobrou ainda para a cantora Katy Perry, que nem estilista é, mas viu um calçado de sua marca homônima ter de ser tirado às pressas das prateleiras sob a mesma acusação de reproduzir o “blackface”.

Na cultura pop e nas artes visuais, nomes como Childish Gambino, rapper americano premiado no último Grammy, e Gates, agora do conselho da Prada, além de outros artistas, como a sul-africana Zanele Muholi e os brasileiros Moisés Patrício e Paulo Nazareth, entre outros, levaram essas questões para o cerne de seus trabalhos artísticos.

O ponto nevrálgico da discussão, no caso do Brasil, é a naturalização das cenas do colonialismo e da escravidão. Segundo a antropóloga e historiadora Lilia Moritz Schwarcz, ela é sintoma da “grande perversidade do racismo no país em querer fazer as pazes com o passado sem trazer a carga de violência escondida na história”.

“Há uma deformação da hierarquia racial, que transmite a mensagem de sermos misturados. Há uma catarse de união, mas que não leva a uma mudança efetiva porque se celebra a parte performática num dia, e nos outros do calendário? E no final das contas, o branco está sentado e as outras negras estão de pé, trabalhando. Cria-se, assim, uma invisibilidade, uma cegueira”, diz Schwarcz.

Essa romantização e a passada de borracha na história atinge ainda o governo. Num capítulo de um livro distribuído neste ano pelo Ministério da Educação a professores de educação física, autores sugerem um jogo de pega-pega separando alunos entre capitães do mato e escravos. O objetivo, mostra o desenho, é correr da senzala para o quilombo.

“O que impressiona é lançarmos essas cargas de drama sobre o passado, que acabam reproduzindo a noção que tivemos uma escravidão passiva. Em muitos livros e textos, de Camões aos do Padre Vieira, o Brasil transformou um genocídio em missão portuguesa.”

Para Djamila Ribeiro, esse tipo de visão legitimada em livros desrespeita as dores do povo negro, e “pior, ainda ensinando isso para crianças”.

“Somos a maior nação negra fora do continente africano, com dívidas históricas para as quais ainda se fecha os olhos. O Brasil é desigual porque não enfrenta da maneira certa as desigualdades causadas pelo racismo. Quando não criamos mecanismos de inclusão, acontece isso, de pessoas não entendendo a gravidade do nosso holocausto.”

Colaborou Gustavo Fioratti


POLÊMICAS RECENTES
jan. de 2016
Vogue produz baile de Carnaval com o tema África pop

out. de 2016
Maria Filó lança estampa que retrata sinhá e mucama

jul. de 2017
Farm cria peça com desenho de escravos e capitães do mato

jan. de 2018
H&M publica foto com criança negra de moletom com dizer ‘o macaco mais legal da selva’

dez. de 2018
Prada tira de circulação boneco de macaco com lábios grossos

fev. de 2019
Gucci lança suéter similar ao personagem Sambo, ícone racista nos EUA

Revista Vogue adia seu baile de Carnaval para o final de março

Tatuagem temporária com frase ‘Minha roupa não é um convite’ será distribuída no carnaval

Acessório, que será oferecido gratuitamente, foi criado pela marca digital de moda Amaro e o coletivo feminista Não é Não
Por Gabriela Marçal

A tatuagem temporária traz a mensagem ‘Minha roupa não é um convite’ Foto: Cedida pela assessoria de imprensa da Amaro

Infelizmente, o assédio sexual é um crime comum durante as festas e blocos de carnaval. Portanto, discutir o problema nesse período do ano é fundamental, e sempre é válido ressaltar a premissa: a culpa nunca é da vítima. Ou da roupa que ela está usando. Para que isso fique muito claro a folia, a Amaro em parceria com o coletivo feminista Não é Não lançou nesta sexta-feira, 15, a tatuagem temporária ‘Minha roupa não é um convite’.

Com essa iniciativa, a mensagem contra a agressão vai estar escrita no corpo das mulheres com todas as letras.

Tatuagem foi criada pela marca digital de moda Amaro e o coletivo feminista Não é Não Foto: Cedida pela assessoria de imprensa da Amaro

Dez mil tattoos serão distribuídas gratuitamente em blocos de carnaval, nosguide shops e parceiros da Amaro.

O Coletivo Não é Não foi criado em 2017 para dar visibilidade e combater o assédio contra as mulheres.

Google vai investir US$ 13 bilhões em escritórios e data centers nos EUA

Investimento da empresa vai crescer cerca de 50% na comparação com o ano passado; meta é gerar dezenas de milhares de empregos, entre construções e novas contratações
Por Agências – Reuters

Segundo a empresa, mais de 10 mil pessoas foram contratadas pela companhia só nos EUA ao longo de 2018

A Alphabet, holding que controla o Google, anunciou nesta quarta-feira que vai gastar mais de US$ 13 bilhões na construção de data centers e escritórios nos Estados Unidos este ano. 

“Esses investimentos nos darão a capacidade de contratar dezenas de milhares de funcionários e permitir pelo menos 10 mil empregos em construção nos Estados de Nebraska, Nevada, Ohio, Oklahoma, Carolina do Sul e Virgínia”, disse o presidente executivo do Google, Sundar Pichai, em um texto divulgado no blog da empresa. Com os novos investimentos, o Google terá presença física em pelo menos 24 Estados dos Estados Unidos – o país tem, ao todo, 50 regiões. 

A empresa disse ainda que vai reforçar sua presença em Chicago e Washington e dobrar sua força de trabalho nos Estados da Virgínia e da Geórgia. Segundo a empresa, mais de 10 mil pessoas foram contratadas pela companhia só nos EUA ao longo de 2018; a temporada também viu US$ 9 bilhões serem investidos pela empresa – parte desses recursos foram usados para a compra do Chelsea Market, que agora abriga a sede da empresa em Nova York. 

Tendência. A empresa segue uma tendência recente de expansão das gigantes de tecnologia – nos últimos meses, a Apple anunciou a construção de uma sede em Austin, no Texas; já a Amazon criará duas sedes em Nova York e Arlington, na região metropolitana próxima à capital Washington D.C.. 

Na semana passada, porém, a Reuters reportou que a varejista, comandada por Jeff Bezos, estava explorando alternativas para lotar sua sede em Nova York, caso os planos atuais falhem por oposição local – a empresa tem sido alvo de constantes protestos porque suas metas não incluem incentivos para o desenvolvimento da região de Long Island, onde localizará sua nova central de operações. 

O próprio Google já foi vítima de uma situação parecida, há alguns anos, quando tentou expandir suas operações para San Jose, uma das maiores cidades do Vale do Silício, onde se localiza sua sede, em Mountain View. 

Você já conhece o novo talento Matty Bovan que está se destacando com sua moda sustentável na LFW?

Matty Bovan é o nome para se ficar de olho.

Matty Bovan – inverno 2019 (Foto: Now Fashion)

Matty Bovan é um dos estilistas emergentes mais proeminentes da nova geração da cena fashionista londrina – não só por suas criações ousadas, mas por sua visão do que pode ser uma moda eco-friendly, com uma apresentação de ideias em que a moda sustentável funciona como fio condutor, não como tema principal, permitindo assim desvios de qualquer clichê.

Vencedor do Graduate Prize do Grupo LVMH em 2015, ele confecciona todas as roupas de sua marca de forma DIY, usando restos de tecidos e materiais reciclados, com elementos finalizados a mão e produção em pequena escala, com todas as peças numeradas.

Radicalmente contra a produção em massa na indústria, Bovan defende que o trabalho manual deve ser valorizado e exaltado, alegando que numa época em que a tecnologia domina a produção de roupas, o toque da mão em cada peça se torna ainda mais especial.

Matty Bovan – inverno 2019 (Foto: Now Fashion)

Bovan é um nome a se ter em mente: ele já trabalhou com Marc Jacobs e Miu Miu, é xodó da stylist Katie Grand, já contou com chapéus cinematográficos de Stephen Jones finalizando os looks de sua passarela e tem uma parceria com a Coach que já dura 3 temporadas.

Matty Bovan – inverno 2019 (Foto: Now Fashion)

Margot Robbie – Elle France February 15th, 2019 By Liz Collins

The Queen Margot   —   Elle France February 15th, 2019   —   www.elle.fr
Photography: Liz Collins Model: Margot Robbie Styling: Barbara Baumel Hair: Bryce Scarlet Make-Up: Pati Dubroff Manicure: Tom Bachik

Perto de abrir capital, Uber tem prejuízo de US$ 1,8 bilhão em 2018

Empresa ainda precisa mostrar a investidores que é capaz de gerar dinheiro se quiser se bem sucedida no mercado
Por Agências – Reuters

Dara Khosrowshahi, presidente executivo do Uber, tirou empresa do caos e quer levá-la à Bolsa

O Uber registrou prejuízo de US$ 1,8 bilhão em 2018, o primeiro ano fiscal em que foi totalmente comandado pelo iraniano Dara Khosrowshahi. Apesar da redução nas perdas – em 2017, a empresa perdeu US$ 2,2 bilhões –, a empresa ainda segue aquém de demonstrar que pode ser lucrativa, um desafio que precisa ser cumprido em breve, uma vez que a startup, avaliada em US$ 72,5 bilhões, pretende abrir seu capital na bolsa de valores este ano. 

Nesta sexta-feira, 15, a empresa divulgou seus números financeiros para o ano passado – apesar de ser uma empresa de capital fechado, sem obrigação de fazer isso, o Uber tem revelado seus números nos últimos trimestres como forma de ganhar a confiança do mercado. Ao todo, a receita da empresa no ano passado foi de US$ 11,3 bilhões – crescimento de 43%. É um faturamento recorde, mas o ritmo de crescimento da startup tem se reduzido: em 2017, a receita do Uber subiu 61%, na comparação com a temporada anterior. 

Ao longo de 2018, a empresa girou US$ 50 bilhões, entre corridas e entregas de comida por meio de seu serviço de delivery, o Uber Eats – nesse índice, a empresa cresceu 45%, na comparação ano a ano. São números considerados importantes pelo mercado para mostrar a trajetória da empresa, especialmente na tarefa futura de convencer investidores a apostar da empresa. 

Corrida. Em dezembro, o Uber preencheu o pedido para fazer sua abertura de capital (IPO, na sigla em inglês), prevista para o segundo trimestre deste ano. A empresa está numa corrida com a rival Lyft para ser a primeira empresa do setor de aplicativos de transporte a fazer seu IPO nos Estados Unidos.

É uma meta de Khosrowshahi desde que assumiu a companhia, no final de 2017: de lá para cá, ele vendeu operações deficitárias em mercados como Sudeste Asiático e Rússia e contratou executivos-chave, como um diretor financeiro e um diretor de operações. Ele também investiu na expansão do Uber para outros setores, como bicicletas e patinetes elétricos, carros autônomos e carros voadores, tentando transformar o aplicativo da empresa em uma solução geral para qualquer tipo de transporte que o usuário precisar. 

Para ser bem-sucedida em seu IPO, porém, a empresa terá de convencer o mercado de que sua participação, trajetória de crescimento, escala global e diversidade de negócios – com apostas em comida e outros modais de transporte – podem fazer dela um investimento interessante, apesar de grandes prejuízos. “O Uber precisa mostrar que pode controlar gastos e fazer dinheiro, mostrando que seu modelo de negócios não está quebrado”, disse David Brophy, professor de finanças da Universidade de Michigan. “Também deve mostrar que pode ganhar dinheiro a despeito de problemas com motoristas, usuários e políticos.” 

Por que você precisa seguir Diane Keaton no Instagram já!

A atriz compartilha seus looks do dia na rede social e dá valiosas dicas de estilo em p&b

Diane Keaton (Foto: Instagram Diane Keaton/ Reprodução)

A pose já é conhecida: de frente para o espelho, com celular na mão, e pose bem calculada. O look do dia é obrigatoriedade no Instagram de qualquer influencer, mas Diane Keaton? Sim. A atriz, que é apaixonada por moda desde sempre, vem usando a rede social para compartilhar seus looks diários, sempre acompanhados de comentários deliciosamente divertidos e com dicas de estilo valiosíssimas, para se levar para sempre. Sua única regra? Preto e branco, sempre! E se for com volume, melhor ainda.

Não poupe nos acessórios:
Cachecol e colares compridos? Pode sim. E quanto mais colares, melhor.

Diane Keaton (Foto: Instagram Diane Keaton/ Reprodução)

Use o que você quiser:
“Look de hoje. O que vocês acham? Tudo bem usar branco o ano todo, né? Eu digo ‘SIM!’, e daí?”, ela escreveu, na legenda do look abaixo.

Diane Keaton (Foto: Instagram Diane Keaton/ Reprodução)

Aposte em peças atemporais e de boa qualidade, que vão durar para sempre e jamais sair de moda (ah! e uma inusitada sobreposição pode renovar aquele terno clássico!): 
“Mandei fazer esse terno no Thom Browne há 6 anos e ele ainda é incrível. Coloquei essa saia por cima da calça para tentar algo novo? Too much?”. De jeito nenhum.

Diane Keaton (Foto: Instagram Diane Keaton/ Reprodução)

Há até espaço para ponderamentos fashionistas: “O quão grande um chapéu pode ser até antes de se tornar uma obstrução? Eu deveria comprar um?”, ela perguntou, ao postar uma foto de uma campanha da Saint Laurent. Aparentemente, ela se convenceu. E ficou ótimo.

Diane Keaton (Foto: Instagram Diane Keaton/ Reprodução)