Lais Ribeiro desfilará pela primeira vez no Carnaval brasileiro

A convite de Jean Paul Gaultier, a top piauiense será destaque da Portela

Tem Angel confirmada na Marquês de Sapucaí!

Um dos nomes mais aclamados da moda mundial, LAIS RIBEIRO (JOY Model) desfilará pela primeira vez no Carnaval brasileiro.

A bela será destaque da Portela e desfilará em carro alegórico da escola pilotada pela carnavalesca Rosa Magalhães.

Única Angel brasileira da atualidade, a supermodelo piauiense desfila a convite de um nome especial: o estilista francês Jean Paul Gaultier – que assinará parte das fantasias da escola – foi quem elegeu a top brasileira para vestir uma de suas criações.

A relação de Jean Paul a Lais Ribeiro é antiga: em outras ocasiões, o francês já a elegeu musa, como no desfile em que a escalou para dançar salsa em plena passarela de moda em Paris:

(A apresentação de Lais começa aos 12min12seg)

Com tema em homenagem à cantora Clara Nunes (1942-1983), a Portela será a terceira escola de samba a desfilar na segunda-feira, dia 4 de março, no Rio de Janeiro.

Sob o enredo “Na Madureira Moderníssima, Hei Sempre de Ouvir Cantar uma Sabiá”, a escola trará a beldade para desfilar pela primeira vez no Carnaval brasileiro: “é um sonho que estou realizando! O Carnaval mostra muito da energia e da criatividade do Brasil. Estou muito feliz e honrada em participar dessa festa linda!”, afirma Lais.

Vale lembrar que esta é a primeira vez que uma maison internacional de moda colabora com uma escola de samba brasileira.

Tomas De La Fuente for Telva Magazine Spring Summer 2019 with Lucia Lopez

Photography: Tomas De La Fuente. Styled by: Alicia Chapa. Hair & Makeup: Manola Spaziani. Model: Lucia Lopez.

Apple e Goldman Sachs lançarão cartão de crédito vinculado ao iPhone

Empresas ingressam em um campo superlotado, e nenhuma tem grande experiência no segmento
Tripp Mickle, Liz Hoffman e Peter Rudegeair

Apple busca novas formas de receita à medida que as vendas do iPhone desaceleram 

SAN FRANCISCO E NOVA YORK –Apple e o banco Goldman Sachs planejam começar a emitir no segundo trimestre um cartão de crédito vinculado a novos recursos do iPhone que ajudarão usuários a administrar seu dinheiro.

O cartão começará a ser testado por empregados das duas empresas nas próximas semanas, e seu lançamento oficial acontecerá dentro de alguns meses, de acordo com pessoas informadas sobre o assunto.

As companhias esperam atrair clientes oferecendo recursos adicionais disponíveis no app Apple Wallet, que permitirão que eles estabeleçam metas de gastos, acompanhem as recompensas acumuladas e administrem seus saldos.

The Wall Street Journal noticiou no ano passado que as duas empresas planejavam lançar um cartão de crédito conjunto. Trata-se de uma grande incursão da Apple à rotina financeira de centenas de milhões de usuários do iPhone. Também é parte da estratégia mais ampla do Goldman Sachs para atrair clientes comuns.

A Apple e o Goldman Sachs ingressam em um campo superlotado, e nenhum dos dois tem grande experiência no segmento. Eles estão em busca de novas fontes de receita, porque seus negócios primários vêm enfrentando dificuldades.

Com a desaceleração nas vendas do iPhone, a Apple está se voltando a serviços pagos. Ela oferece apps de streaming de música, de conteúdo noticioso e de pagamentos móveis, e está formando parcerias com estúdios de Hollywood para a produção de programação original de TV. A empresa quer elevar sua receita com serviços a US$ 50 bilhões anuais, em 2020.

A empresa recebe uma pequena comissão quando compras são realizadas por usuários do iPhone que optam pelo Apple Pay. Ela receberia parcela maior das taxas por transação ao lançar um cartão próprio.

Os executivos da companhia também esperam que o cartão estimule o uso do Apple Pay, que está demorando a ganhar terreno entre os usuários e comerciantes.

O Goldman Sachs lançou o Marcus, um banco online para clientes pessoa física, em 2016, a fim de compensar o declínio de suas operações com títulos. A Apple tem seguidores leais entre os jovens adultos endinheirados e interessados em tecnologia que o banco espera transformar em clientes do Marcus.

O cartão de crédito é o primeiro a ser lançado pelo banco, e representa custo pesado. O Goldman Sachs está criando centrais de atendimento telefônico em todo o território dos Estados Unidos e desenvolvendo um sistema interno para cuidar dos pagamentos.

Esse último projeto tem orçamento de US$ 200 milhões, um grande investimento em um momento no qual o banco está tentando cortar custos.

O cartão Apple Pay vai usar a rede de pagamento da Mastercard, que é a segunda maior nos Estados Unidos, atrás da rede Visa, disseram algumas das fontes. Os detentores de cartões obterão recompensas equivalentes a cerca de 2% do valor da maioria de suas transações, e potencialmente mais quando estiverem pagando por produtos e serviços da Apple, segundo algumas das fontes.

Bancos como o J.P. Morgan Chase investiram pesadamente para atrair usuários para seus cartões, com recompensas de milhagem, acesso a lounges em aeroportos e outros benefícios generosos.

Nem a Apple nem o Goldman Sachs estão ávidos por entrar nessa corrida, disseram pessoas informadas sobre o projeto. Em lugar disso, a aposta das empresas é que os clientes da Apple usarão o cartão porque sua integração com o iPhone é superior.

Os engenheiros estão desenvolvendo novos recursos para o app Apple Wallet que encorajariam os usuários a pagar suas dívidas de cartão de crédito e administrar seus saldos.

Executivos discutiram o uso de indicadores visuais concebidos para o app de fitness da Apple, com “anéis” que se completam quando os usuários cumprem suas metas diárias de exercício, e de notificações diárias aos usuários sobre seus hábitos de consumo.

Também pode haver notificações baseadas em uma análise dos padrões de gastos dos usuários, alertando-os, por exemplo, caso gastem mais dinheiro que o usual em suas compras semanais de mantimentos.

O Goldman Sachs vem criticando o setor de cartões de crédito, e posiciona os empréstimos do Marcus como uma alternativa aos cartões de crédito, cujos juros são mais altos.

“Recorrer constante e cronicamente ao crédito rotativo do cartão é como comer macarrão com queijo e tomar Coca-Cola no almoço todos os dias”, disse Harit Talwar, que comanda o Marcus, em 2017.

Os executivos precisam encontrar o meio-termo entre encorajar responsabilidade no uso de crédito e conseguir que os consumidores gastem o suficiente com seus cartões para gerar lucros.

Ao emprestar seu prestígio a um cartão de crédito emitido pelo Goldman Sachs, a Apple corre o risco de irritar os bancos cujos cartões respondem pela maioria das transações realizadas via Apple Pay.

Executivos discutiram transformar o novo cartão em padrão para a carteira digital do iPhone, mas os contratos da Apple com bancos impedem que ela o faça, disse uma pessoa.

Executivos do Goldman Sachs esperam no futuro oferecer os empréstimos do Marcus, serviços de gestão de patrimônio e outros serviços aos usuários da Apple. Sem agências físicas, o banco investe pesadamente em mala direta e recompensas pela indicação de novos clientes, para atrair mais consumidores.

As companhias em dado momento consideraram criar um produto financeiro mais amplo, que incluiria administração de finanças para além do cartão de crédito, mas executivos da Apple se preocuparam com a possibilidade de que o acesso às contas bancárias de usuários gerasse preocupações de privacidade, disseram as pessoas informadas sobre o assunto.

Tradução de Paulo Migliacci

THE WALL STREET JOURNAL

Gwyneth Paltrow pede indenização de 1 dólar a homem que a acusou em acidente de esqui

Terry Sanderson havia processado a atriz pelo caso e pediu mais de R$ 11 milhões
AGÊNCIA – REUTERS

Gwyneth Paltrow, de 46 anos, se envolveu em acidente de esqui em 2016

Gwyneth Paltrow apresentou nesta quarta-feira, 20, um processo contra um homem aposentado que a processou no mês passado devido a uma colisão em uma pista de esqui em Utah, em 2016. Segundo a atriz, ele teria causado o acidente e tentou se aproveitar de sua fama e fortuna.

Gwyneth, de 46 anos, pediu uma indenização simbólica de 1 dólar de Terry Sanderson, de 72 anos, que a processou no mês passado pedindo US$ 3,1 milhões, mais de R$ 11 milhões, na corte distrital do condado de Summit. O incidente ocorreu no dia 26 de fevereiro de 2016 no resort Deer Valley em Park City.

“A resolução desta contra-acusação demonstrará que o réu (Sanderson) colidiu com a Sra. Paltrow e, mesmo assim, a culpou por isso em uma tentativa de explorar sua fama e riqueza”, escreveram os advogados da atriz em uma queixa de 18 páginas. A defesa de Sanderson não foi encontrada de imediato para comentar o caso nesta quarta-feira.

O médico aposentado, que disse esquiar há mais de 30 anos, afirmou ter quebrado costelas e sofrido uma lesão cerebral traumática como consequência da colisão, que o deixou com perda de memória de curto prazo.

No processo, Gwyneth alega que foi Sanderson que a atingiu por trás. A atriz disse que, durante o breve encontro, Sanderson pediu desculpas e garantiu que não tinha ficado ferido.

Renata Buzzo representa o Brasil no Green Talents da Vogue Itália

A brasileira expõe suas roupas vegana no Palazzo Morando durante a semana de moda de Milão

Casaqueto feito por Renata Buzzo para o Green Talents (Foto: Divulgação)

O Brasil está muito bem representado no Green Talents, evento da Vogue Itália que acontece durante a semana de moda de Milão: Renata Buzzo levou sua moda vegana, upcycling (que reutiliza materiais), zero waste e que trabalha com o conceito slow fashion ao Palazzo Morando para uma exposição que vai até sexta-feira (22.02).

A brasileira foi uma das sete designers selecionadas pela publicação italiana para participar do projeto que busca descobrir novas marcas verdes ao redor do mundo. “Fiquei muito feliz e lisonjeada. Não imaginava nunca que o meu trabalho no Brasil pudesse chegar até aqui”, comenta. “A importância de você ter seu trabalho reconhecido por grandes nomes, poder ser vista de perto por essas pessoas, trocar ideia, ouvir e ter um feedback é maravilhoso”, comenta a estilista, que conversou com nomes como Giuseppe Zanotti.

Renata Buzzo no Green Talents (Foto: Reprodução/Instagram)

Ao ser uma das selecionados, Renata ganhou uma missão: criar uma peça sob o conceito upcycling a partir de uma outra peça que foi fornecida para ela. A estilista transformou o casaco longo com listras brancas e laranjas em um casaqueto (na foto). “Com as sobras do corte, fiz um bordado, então é um casaco vegano porque é de algodão e é zero waste, já que todas as aparas foram usadas no bordado”, explica Renata, que é uma das participantes da Casa de Criadores. A peça ficara à venda na Yoox, que é parceira do evento.  

O legado de Karl Lagerfeld

Morto aos 85 anos, o estilista alemão reinventou o prêt-à-porter à frente da Chanel e ajudou a traçar os movimentos do mercado de luxo global
Maria Rita Alonso – O Estado de S.Paulo

O estilista alemão Karl Lagerfeld, em foto de desfile de 2013, em Paris Foto: Charles Platiau/ Reuters

Karl Lagerfeld era o alemão mais francês da face da Terra. Espirituoso e mordaz, escorria fel nas entrevistas que costumava dar –para o desespero dos assessores de comunicação que nunca sabiam os focos de incêndio que teriam de apagar. No universo dissimulado e obcecado pelas aparências da moda, Karl Lagerfeld, que morreu na terça-feira, 19, aos 85 anos, costumava dizer o que pensava. Na segunda, 18, ele foi internado às pressas em um hospital de Paris. A causa da morte ainda não foi divulgada. 

Graças à autoconfiança e à coerência estética que manteve em sua trajetória, venceu bravamente a efemeridade e competitividade dessa indústria, que considera velha uma modelo de 25 anos e ultrapassado um estilista de 40. No comando da maison mais chique do mundo, reinventada com primor por ele mesmo, Karl Lagerfeld virou o kaiser da moda.

Cresceu sob as bases incríveis e revolucionárias de Gabrielle Chanel, famosa já no início dos anos 20 por abolir os espartilhos, encurtar as saias femininas e adotar peças práticas do vestuário masculino, como a calça comprida. Ela transgrediu as regras de etiqueta e criou um guarda-roupa para a mulher do século 20. E ele evoluiu sob os ombros dessa gigante, criando a imagem da mulher rica e chique, inteligente e dinâmica, ajudando a construir um império de moda bilionário e global.

Em termos de roupas e acessórios, não há uma marca mais cara do que a Chanel hoje. Por outro lado, em 2004, Lagerfeld foi pioneiro na parceria com a rede de fast fashion H&M, numa movimentação de popularizar a moda. “Ele antecipou isso, assim como se jogava no prêt-à-porter quando os outros ainda estavam na alta-costura”, diz o jornalista Mario Mendes.

Excêntrico e vaidoso, Karl fez de sua imagem de estilista famoso um personagem fashion e vendedor. Óculos escuros e rabo de cavalo eram marcas registradas desde os anos 70. “Eles são a minha burca”, dizia. Poliglota e pluricultural, tinha a disciplina germânica, vivia como um puritano, não bebia nem fumava. Passou as últimas décadas trabalhando feito louco. Desenvolvia seis coleções por ano para a Chanel, além de atuar como diretor criativo da marca italiana Fendi, há mais de 50 anos, e assinar coleções para a sua marca homônima. “Esse papel do velho solitário não cola em mim. Faço mil coisas, trabalho o tempo todo cercado por dezenas de pessoas. Quando chego em casa, simplesmente amo ficar sozinho, e preciso ficar sozinho para ler e me restaurar.”

O mundo sem ostentação não era para Karl. Ele tinha carta branca na Chanel e um budget aparentemente infinito para realizar o sonho de moda que quisesse. A cada temporada do prêt-à-porter, alugava nada menos do que o Grand Palais, em Paris, para montar desfiles espetaculares. Ali, fez um foguete decolar, montou um transatlântico em tamanho real, criou uma praia fictícia com toneladas de areia e colocou gôndolas de um supermercado superchique. Isso só para ficar nos eventos mais recentes. “Ele não era um criador de formas nem um costureiro genial. Foi sobretudo um ícone pop da moda e um image maker que aliava profundo conhecimento do tempo em que vivia com uma capacidade de gerar imagens impactantes. Os desfiles apoteóticos da Chanel são exemplo disso”, avalia Daniela Falcão, diretora das Edições Globo Condé Nast, que publica a Vogue.

Na era da imagem multiplicada pelas redes sociais, ele não media esforços para imprimir a riqueza do universo da alta moda em seus desfiles instagramáveis. E foram muitas, especialmente os promovidas em viagens faraônicas para destinos estratégicos do mercado de luxo. Explorou o Oriente com megadesfiles em Dubai, Seul, Cingapura e na Muralha da China. A última tacada foi tomar um templo egípcio instalado dentro do museu Metropolitan, em Nova York.

Odiou São Paulo. Disse várias vezes que tinha medo de vir ao Brasil. Em 2015, finalmente se rendeu devido a inauguração de uma exposição de fotografia da Chanel montada na Oca, no Parque do Ibirapuera. Foi embora jurando que não voltava mais. Ainda no Brasil assinou coleção para a Riachuelo e desenhou calçados para a Nascido em uma família burguesa de Hamburgo, Lagerfeld representou como poucos a essência da moda francesa, elegante, burguesa, provocante na medida. A idade deixou sua língua mais solta. “No ano passado, perdi dois dos meus melhores inimigos: Pierre Bergé e o outro. Azzedine (Alaïa), me execrava. No funeral de Pierre, minha florista perguntou: ‘Quer que mandemos um cacto?’” Ainda atacava ativistas do Peta, reclamava de movimentos como #MeToo e desdenhava da inclusão de corpos diversos na passarela. “Ele dizia que o politicamente correto era uma prisão. Era um homem culto, cáustico, crítico e amava os livros”, lembra Costanza Pascolato.

Sua morte agora deixa uma pergunta. Quem ficará no comando da Chanel? Por enquanto, sua ex-assistente, braço direito e esquerdo, a francesa Virginie Viard, com quem trabalhou por três décadas. / Colaborou Sergio Amaral

Ao som de Bowie, Fendi desfila em Milão última coleção de Karl Lagerfeld

Apelo pop marcou criação do estilista com logos cruzados adornando casacos de pele e acessórios

Desfile da Fendi na semana de moda de Milão – Miguel MEDINA/AFP

MILÃO –Um silêncio incomum invadiu a sala nos minutos que antecederam o desfile da Fendi, na semana de moda de Milão. Fora do prédio da marca, na zona industrial de Milão, o circo de fashionistas continuava o mesmo, assim como os protestos de ativistas contra o uso de peles nas roupas da marca.

Dentro, porém, os convidados sentavam calados e liam o cartão com a assinatura de Karl Lagerfeld deixado nos assentos. Era uma pequena homenagem da marca ao seu estilista, morto na última terça-feira (19), que ganhou seu último desfile na grife em que passou 54 anos atuando como diretor criativo das coleções femininas. 

Fala-se pouco, mas sua colaboração com a etiqueta italiana foi ainda mais longeva do que a da francesa Chanel, onde era diretor artístico de todas as coleções. Os últimos looks desenhador por ele seguiam os códigos que embutiu na marca durante todos esses anos. 

O apelo pop estava ali, representado pelos logos cruzados adornando casacos de pele e acessórios. A silhueta trompe l’oeil, que reproduz com linhas aplicadas a bases neutra o formato de peças, como vestidos e casacos, também.

Esses monogramas usados pela Fendi nesta coleção foram desenhados por Lagerfeld em 1981, têm linha finas, clássicas, o extremo oposto das fontes em negrito usadas pelas grifes internacionais que aboliram a serifa recentemente. Soou como um último recado do designer, que parece pedir menos uniformidade e um pouco mais de elegância.

Partiu da mensagem a mistura de romantismo, idealizado em roupas esvoaçantes, transparências, comprimentos mídi e tons neutros. A estética ganhou contornos mais provocantes quando foram combinados à pesquisa do estilista sobre as possibilidades de uso da seda.

A imagem que a Fendi transmite é suntuosa, um chique descomplicado que só garotas mais afeitas a um toque de glamour do que ao estardalhaço de “likes” das redes sociais vão querer usar.

Havia, claro, os acessórios da ala mais “cool” da coleção, como a bolsa Baguette em formato de travesseiro ou uma bolsa do tipo tote metalizada. Mas era apenas um desvio na imagem aristocrática dos tules, couros e tecidos acetinados da marca.

Parceira criativa de Lagerfeld na marca, Silvia Venturini Fendi afirma que a coleção é um “verdadeiro testamento” da personalidade do estilista.

“Quando nos falamos alguns dias atrás, seus únicos pensamentos eram sobre a riqueza e a beleza da coleção”, conta.

Ela, que pela primeira vez entrou sozinha no final da apresentação, ainda homenageou o designer soltando “Heroes”, de David Bowie, para embalar a fila final composta por modelos que ele adorava, como Kaia Gerber e Gigi Hadid. Quando a música cessou e as luzes apagaram, a marca projetou um vídeo antigo do estilista desenhando um de seus famosos croquis enquanto explicava o processo criativo. 

Só aí o silêncio da plateia foi quebrado e deu lugar a longos e estridentes aplausos.

Hugh Jackman entra para o Guinness Book pelos 16 anos como Wolverine

O título foi concedido na categoria de carreira mais longa como um super-herói da Marvel
Por Estadão Conteúdo

Hugh Jackman em Logan (2017) (Twentieth Century Fox/Divulgação)

O ator australiano Hugh Jackman recebeu um certificado do “Guinness Book”, o livro dos recordes, para comemorar sua atuação no cinemacomo Wolverine em “X-Men”. O título foi concedido na categoria de carreira mais longa como um super-herói da Marvel.

Ao todo, foram 16 anos e 228 dias interpretando o personagem que tem garras metálicas nas mãos e poder de autocura. Mas Jackman não carrega este recorde sozinho. Patrick Stewart, que atua na trama dos mutantes como Professor Charles Xavier, também leva o título com o mesmo período de atuação.

Os dois atores fizeram suas primeiras aparições como super-heróis da Marvel em “X-Men” (2000), sendo que a aparição mais recente foi em “Logan” (2017), o terceiro e último filme só sobre Wolverine.

‘O Facebook está inovando em privacidade’, diz Mark Zuckerberg

O presidente executivo do Facebook continua acreditando na privacidade da rede social, mesmo após um ano cheio de escândalos de uso indevido de dados pela empresa

Mark Zuckerberg é presidente executivo do Facebook

Para Mark Zuckerberg, o Facebook é inovador quando o assunto é privacidade. A declaração do presidente executivo da rede social foi dita nesta quarta-feira, 20, em um vídeo em que ele discute tecnologia com o professor da universidade Harvard Jonathan Zittrain e acontece após um ano cheio de escândalos de uso indevido de dados pela empresa. 

Na conversa, Zuckerberg destaca os recursos de comunicação criptografada do Facebook como um exemplo de privacidade. “Fizemos com que os alunos de Harvard pudessem se comunicar de forma que eles tivessem confiança de que as informações seriam compartilhadas apenas com as pessoas dentro daquela comunidade”, afirmou o executivo. 

Segundo o executivo, a comunicação por mensagens privadas está se tornando cada vez mais popular: usuários mandam cerca de 100 bilhões de mensagens por dia por meio do Facebook, do Messenger e do Instagram. Ele acredita que a discussão sobre privacidade não se resume a políticas de privacidades, apenas. Para o executivo, a possibilidade de comunicação totalmente privada deve ser lembrada

Regulação. Grande parte das autoridades não concordam com Zuckerberg de que o Facebook é inovador quando o assunto é privacidade. Nesta segunda-feira, 18, parlamentares britânicos divulgaram um relatório em que disseram que a rede social falhou em proteger a privacidade dos usuários e deve ser regulada pelo governo. 

O relatório do Reino Unido repercutiu e Mark Zuckerberg se encontrará com um representante do governo britânico nesta quinta-feira, 21, para conversar sobre o assunto – serão trinta minutos de conversa, segundo o site BBC News. O tema principal da conversa deve ser a possível regulação que o Reino Unido está preparando para tornar as plataformas online mais responsáveis pelos conteúdos publicados.