Duo Linn for Grazia Slovenia with Heidy De la Rosa

Photographer: Duo Linn. Stylist: Jenn Tachavichien. Makeup Artist: Jonathan Wu. Hair Stylist: Koji Ichikawa. Styling Assistant: Devin Lewis & Dominique Lewis. Model: Heidy De la Rosa at IMG.

Lara Jade for Grazia Italy with Hannah Holman

Photographer: Lara Jade at Atelier Management. Styling: Mimi Kim. Hair: Yukiko Tajima at See Management. Makeup: Deborah Altizio. Model: Hannah Holman at Heroes.

Congressistas dos EUA cobram remoção de aplicativo saudita Absher da App Store


Nas últimas semanas, a Apple e o Google se viram cercadas por ONGs1 e políticos que cobraram uma posição sobre o Absher, um app do governo da Arábia Saudita que, entre outros recursos, permite que homens rastreiem mulheres sauditas e as impeçam até mesmo de sair do país.

Agora, a pressão em cima dos CEOs2 da Apple e do Google (Tim Cook e Sundar Pichai) aumentou após 14 membros do congresso americano escreverem aos executivos exigindo que eles parem de hospedar o app nas suas respectivas lojas de aplicativos, como divulgou o Business Insider.

De acordo com os representantes, ao continuar disponibilizando o aplicativo, as empresas se tornam “cúmplices da opressão de mulheres da Arábia Saudita”. Na carta, os congressistas afirmam, ainda, que as “inovações do século XXI não devem perpetuar a tirania do século XVI”.

Além dos crimes contra o movimento feminino e a liberdade das próprias mulheres sauditas, os políticos também destacaram outra função do app a qual permite que empresários gerenciem os trabalhadores migrantes que empregam. Para eles, o aplicativo “restringe o movimento dos trabalhadores migrantes da Arábia Saudita”.

Além de facilitar o dano aos direitos humanos das mulheres sauditas, o aplicativo permite que homens sauditas restrinjam os movimentos de trabalhadores migrantes que trabalham para eles. A Human Rights Watch documentou o abuso e a exploração de trabalhadores domésticos migrantes na Arábia Saudita, alguns dos quais resultam em trabalho forçado, tráfico ou condições semelhantes à escravidão. Com apenas alguns toques em um aplicativo oferecido nas lojas de aplicativos de suas empresas, um homem saudita pode exercer um controle quase total sobre a subsistência desses trabalhadores migrantes vulneráveis.

A carta pede que Apple e Google removam o app Absher de suas respectivas lojas de aplicativos até a próxima quinta-feira (28/2). Como comentamos, tanto a Maçã quanto o Google já se posicionaram, dizendo que analisariam se o aplicativo em questão viola as regras/diretrizes da App Store/do Google Play. [MacMagazine]

VIA 9TO5MAC

Arquitetos lançam livros sobre as cidades e urbanismo para jovens

Feita em parceira com a plataforma Arq. Futuro, o título “Aprendendo a viver na cidade” vai ser lançado nesta quarta-feira (27)
ANA LUIZA CARDOSO

Os arquitetos e urbanistas Beatriz Vanzolini Moretti e Vinicius Hernandes de Andrade lançam nesta quarta-feira (27), em São Paulo, o livro “Aprendendo a viver na cidade” (BEĨ Editora), feito em parceria com a plataforma Arq. Futuro.

Direcionado para jovens, o traz um curso sobre a importância de compreender a cidade, ao mesmo tempo ensina como interferir nela. A obra será lançada na Faculdade de Arquitetura e Urbanismo da Escola da Cidade, a partir das 19 horas. 

“Aprendendo a viver na cidade” traça um histórico do desenvolvimento das cidades, do conceito de urbanismo e apresenta estudos de caso retirados da realidade brasileira. Além disso, conta com vídeos e áudios da série Cidade Cidadão, acessíveis por QR Code ou pelo site do Arq.Futuro.

Os capítulos são divididos em aulas sobre urbanismo moderno, detalham os desafios enfrentados pelos grandes centros e oferecem aos jovens as ferramentas para melhorar qualidade de vida. As aulas trazem ainda projetos e atividades, além de raps compostos por Rafael Gomes, o MC MMoneis.

Maria Grazia Chiuri bate um papo com a Vogue sobre o inverno da Dior

Confira tudo sobre a coleção inspirada nas Teddy-Girls britânicas, a colaboração com a artista italiana Bianca Pucciarelli Menna (Tomaso Binga) e o desejo da estilista de criar uma “conversa global sobre a feminilidade”
Por LIAM FREEMAN| VOGUE INTERNACIONAL

Backstage do inverno 2019 da Dior (Foto: Jamie Stoker)

Maria Grazia Chiuri estava em mood reflexivo ao encontrar-se com a Vogue internacional no ateliê da Christian Dior, em Paris, antes de seu desfile de inverno 2019/20. A diretora artística da maison francesa, agora com 55 anos, conheceu Karl Lagerfeldquando era uma designer de 25 anos na Fendi, e as notícias de sua mortea fizeram refletir sobre seu papel no mundo da moda. “Ele era o diretor criativo original, o primeiro a trabalhar sob o nome de outra maison, como a Chanel e a Fendi”, diz. “É necessário refletir sobre a história de uma marca quando se desenha para um nome como Dior, pessoas que estão de fora reconhecem o código, e o código mais importante da Dior é a silhueta dos anos 50”.

Mas nesta temporada, Chiuri não quis contar apenas com as cinturas alfinetadas e saias volumosas do icônico New Look da Dior. Ela está animada com o “ponto de vista completamente novo” que a curadora Oriole Cullen trouxe para a exposição Christian Dior: Designer of Dreams, no Victoria and Albert Museum, em Londres (até 14 de julho). A mostra jogou luz sobre a inclinação anglófila de Mr. Dior – ele não apenas vestia a Princesa Margaret, mas também tinha uma queda por ternos da Savile Row, gostava de começar o dia com um tradicional café da manhã inglês e, em suas próprias palavras, adorava “tradições inglesas, a educação inglesa, a arquitetura inglesa”. E então, Chiuri começou a buscar seu próprio ponto de vista novo para a coleção inverno 2019/20 da Dior.

Maria Grazia Chiuri (Foto: Jamie Stoker)

A silhueta inspirada nas Teddy Girls
“Nunca se sabe de onde virá a inspiração quando o assunto é moda”, diz Chiuri. Para os blazers quadrados da estação, em couro, jeans e veludo, temos que agradecer a Stephen Jones. Cerca de seis meses atrás, o chapeleiro britânico – que cria enfeites de cabeça para a Maison Dior desde 1996 – trouxe a Chiuri uma fotografia tirada pelo pai de seu amigo, o falecido diretor de cinema Ken Russell. Na década de 1950, antes de dirigir filmes como o vencedor do Oscar Mulheres Apaixonadas (1969), e a ópera-rock Tommy (1975), do The Who, Russell passou um tempo documentando Teddy Girls e Boys de Londres com sua câmera Rolleicord. A fotografia que Jones deu a Chiuri mostrava Jean Rayner aos 14 anos, que fez amizade com Russell e o apresentou a essa subcultura do pós-guerra. “Ela tinha muita atitude”, Russell disse ao The Guardian em 2010. “Eram valentes, esses jovens… sabiam seu valor. Simplesmente vestiam o que queriam”. As Teddy Girls criaram uma identidade visual arrebatadora combinando casacos drapeados da era eduardiana – peça característica da aristocracia – com a moda americana inspirada no rock’n’roll, como jeans com barra dobrada e sapatos sem salto. Elas exemplificam, diz Chiuri, tudo que a fascina no estilo britânico: “Ele fala sobre tradição, mas ao mesmo tempo quebra as regras de fato”. 

Backstage do inverno 2019 da Dior (Foto: Jamie Stoker)
Backstage do inverno 2019 da Dior (Foto: Jamie Stoker)
Backstage do inverno 2019 da Dior (Foto: Jamie Stoker)

Estampas de camisetas citando literatura feminista
Quando Chiuri entrou para a Dior em julho de 2016 – a primeira mulher a assumir o cargo de diretora criativa nos 73 anos de história da casa – ela aproveitou a oportunidade para repensar sua abordagem em relação à moda. “Eu era bem ingênua quando comecei a trabalhar na moda, tudo tinha a ver com autoexpressão na época”, diz. “Agora, enxergo como minha tarefa oferecer uma mensagem positiva para a sociedade. Realmente acredito que somos responsáveis pela próxima geração”. Na Dior, Chiuri instilou essa mensagem por meio de suas colaboradoras – escolhendo Brigitte Lacombe para fotografar as campanhas e encomendando a artistas mulheres de todo o mundo o novo design da Lady bag da Dior. Seu objetivo, diz, é criar “uma conversa global sobre a feminilidade”. Para sua coleção verão 2017, Chiuri estampou o título dos ensaios de Chimamanda Ngozi AdichieWe Should All Be Feminists, em camisetas brancas; e para o inverno 2019/20, ela novamente decorou a peça básica de algodão com frases feministas, desta vez com a arte de capa de Sisterhood Is Global, a antologia do movimento feminino internacional da autora americana Robin Morgan. “Trata-se de uma promoção para o livro”, completa. “Quero que a Dior colabore com outras mulheres para apoiarmos o ponto de vista umas das outras”.

Backstage do inverno 2019 da Dior (Foto: Photograph by Jamie Stoker)
Backstage do inverno 2019 da Dior (Foto: Photograph by Jamie Stoker)

O cenário assinado pela artista Tomaso Binga
“Ao colaborar com outro artista, você lhe confere a liberdade para se expressarem”, diz Chiuri. Para o o inverno 2019/20, ela pediu à artista italiana Bianca Pucciarelli Menna, de 88 anos, para criar o cenário. “A encontrei para falar sobre o projeto, e depois deixei nas mãos dela”, Chiuri continua. Menna é mais conhecida por seu alter ego masculino Tomaso Binga, que ela adotou a fim de penetrar no mundo misógino das artes na década de 1960, antes de revelar sua verdadeira identidade como forma de protesto durante o movimento feminista dos anos 70. Construindo sobre dois corpos de trabalho dos anos 70 – Scrittura Vivente e Alfabetiere Murale – Menna fotografou a si mesma nua em poses que lembram letras. Essas fotos foram arrumadas pelo interior do Musée Rodin, em Paris, onde foi o desfile da Dior, de forma que as letras soletrem um dos poemas de Menna. “Palavras são uma fonte muito importante de inspiração para mim”, diz Chiuri. “Livros não são como um filme onde tudo está definido – quando lemos, sonhamos”.

Bianca Pucciarelli Menna (Foto: Jamie Stoker)
Dior (Foto: Jamie Stoker)
Dior (Foto: Jamie Stoker)

Em festa do Oscar, Madonna usa joia feita pelo designer brasileiro Carlos Rodeiro

Assinado pelo baiano Carlos Rodeiro, o colar de ouro tem medalhas de Nossa Senhora e do Sagrado Coração com aplicações de rubis
Gabriela Marçal – O Estado De S.Paulo

Madonna usou o colar com referências religiosas para compor um visual com muitos acessórios e outras joias Foto: Reprodução story do Instagram/ Madonna

Madonna nem precisou ir ao Oscar para ‘causar’. Uma foto da cantora com Lady Gagavencedora da categoria melhor música original, ganhou destaque e acabou com os rumores de que as duas seriam rivais. Nesta imagem icônica e na festa após a premiação, em Los Angeles, no domingo, 24, Madonna usou um colar criado pelo designer brasileiro Carlos Rodeiro.  

A joia é assinada pelo baiano é de ouro e tem medalhas de Nossa Senhora e do Sagrado Coração com aplicações de rubis. A peça custa cerca de R$ 39 mil e está à venda em Salvador, São Paulo e no Rio de Janeiro.

Tudo o que sabemos até agora sobre a collab de Rihanna com o grupo LVMH

A label de luxo da cantora está a pleno vapor nos bastidores

Rihanna (Foto: Reprodução/Instagram)

Desde que Rihanna apareceu com um par de óculos escuros com o nome de sua marca gravado nas hastes, os rumores em torno de uma nova linha assinada pela cantora vem fervendo na indústria. Mas não pense em apenas uma nova coleção de óculos escuros: sua próxima label pode ser uma collab de luxo com o conglomerado LVMH, englobado ready to wear e acessórios, incluindo bolsas e sapatos. Essa não seria a primeira vez – sua Fenty Beauty, que revolucionou o mercado de cosméticos, faz parte da incubadora de beauté Kendo, que pertnece ao conglomerado de luxo, e rendeu, só em 2018, 500 milhões de euros.

Mas o que sabemos até agora sobre este novo investimento? Esta manhã, o Business of Fashion revelou mais algumas pistas dos bastidores que revelam que a label não é nenhum boato, e está a todo vapor:

#1 O projeto já tem nome: Project Loud France, em referência ao quinto álbum de Rihanna, lançado em 2010;

#2 Segundo documentos e contratos aos quais o BoF teve acesso, Rihanna tem 49,99% do Project Loud France, investindo cerca de 30 milhões de euros na collab;

#3 A sede do Project Loud France tem o mesmo endereço do QG do LVMH Fashion Group em Paris, que comanda marcas como Celine, Givenchy, Loewe e Marc Jacobs;

#4 O presidente do Project Loud France é Jean-Baptiste Voisin, CEO do grupo LVMH;

#5 De acordo com artigos dos contratos, o Project Loud France tem como objetivo a concepção, fabricação, distribuição, comércio, importação e exportação de produtos em uma série de categorias, que incluem roupas masculinas, femininas e infantis, sapatos, óculos, artigos em couro, sportswear, lifestyle, gadgets, papelaria, decoração e até ferramentas de jardinagem.

Embora não se saiba ainda a data exata de lançamento nem o nome oficial da nova label de luxo de Rihanna, uma coisa é certa: 2019 vai ser, novamente, o ano de Riri.

Capitã Marvel | HQs terão capas variantes estreladas por Gatos

Revistas serão publicadas em março nos EUA

Para comemorar o lançamento de Capitã Marvel, algumas HQs terão capas variantes estreladas por gatos (via PreviewsWorld). Cada arte é uma história curta estrelando heróis da Marvel Comics e felinos, com desenhos de Nao Fuji

A iniciativa é uma homenagem à gata Goose, o bicho de estimação de Carol Danvers no longa. As revistas escolhidas são Friendly Neighborhood Spider-Man #4Thor #11Daredevil #3Wolverine: Infinity Watch #2Guardians of the Galaxy #3 e Meet the Skrulls #2. Todas serão publicadas nos EUA em março.

Capitã Marvel tem Brie Larson no papel principal e apresentará ao público a super-heroína Carol Danvers, a ex-Miss Marvel e atual detentora do título de Capitã nas HQs. Anna Boden Ryan Fleck, conhecidos por Se Enlouquecer, Não Se Apaixone Billions, são os diretores.

Capitã Marvel estreia em 7 de março no Brasil.

Capitã Marvel defende Nick Fury de Skrull em novo teaser

Longa estreia na semana que vem

Marvel Studios divulgou um teaser inédito de Capitã Marvel. Na nova prévia, a heroína aparece defendendo Nick Fury do Skrull interpretado por Ben Mendelsohn.

Capitã Marvel apresentará ao público a super-heroína Carol Danvers, a ex-Miss Marvel e atual detentora do título de Capitã nas HQs. Anna Boden Ryan Fleck, conhecidos por Se Enlouquecer, Não Se Apaixone Billions, são os diretores.

Capitã Marvel chega aos cinemas em 7 de março. [Mariana Canhisares]