Meghan Markle e príncipe Harry esperam por um menino, diz site Us Weekly

Sexo da criança foi revelado durante chá de bebê nos EUA

A duquesa de Sussex e o príncipe Harry durante viagem – REUTERS

A atriz Meghan Markle, 37, e o príncipe Harry, 34, estão aguardando um menino, segundo informações do site Us Weekly. A revelação do sexo da criança aconteceu em um chá de bebê organizado por Meghan em Nova York. Para cerca de 15 amigos mais próximos, a duquesa fez o anúncio.3 16

O príncipe Harry e a duquesa de Sunssex Meghan Markle anunciam que estão esperando um bebê para a primavera de 2019/Reprodução/Instagram/

Essa foi a primeira viagem dela de volta aos Estados Unidos desde seu casamento com Harry em uma cerimônia repleta de celebridades no Castelo de Windsor em maio de 2018.

O chá de bebê, segundo a revista People, foi bem intimista. Enquanto a neve caía lá fora, os poucos convidados sentavam-se no chão e conversavam sobre o futuro da criança da ex-atriz da série ‘Suits’

A atriz revelou que estava grávida em outubro do ano passado. A criança, o próximo netinho da rainha Elizabeth que está por vir, será o sétimo na sucessão ao trono britânico. O bebê deverá nascer em abril. [Leonardo Volpato]

Com 1.500 horas de conteúdo original, Netflix supera estúdios e ameaça TV

Para dar conta do que é lançado no streaming, seriam necessárias quatro horas diárias

Emma Stone e Jonah Hill na série ‘Maniac’, da Netflix Divulgação

Se alguém quisesse acompanhar todo o conteúdo original que a Netflix lança em sua plataforma, teria de gastar mais de quatro horas por dia em frente a uma tela. É o equivalente a um pouco mais do que um trabalho de meio período, mostram os cálculos do site de notícias Quartz.

Como a empresa californiana de tecnologia não costuma liberar informações sobre seus números, o levantamento é o mais próximo que se pode chegar de uma estimativa. 

É também um ponto de partida adequado para situar o lugar da companhia dentro da indústria do entretenimento, em especial num período como o de agora, em que ela tem feito movimentações estratégicas para fazer frente a estúdios de cinema e canais de TV.

Pelas estimativas do site Quartz, que levaram em conta informações de duração das atrações, o serviço de vídeo sob demanda lançou cerca de 1.500 horas de programação original durante o ano de 2018 no território americano.

Desse total 66% correspondem a séries de ficção, carro-chefe da gigante do streaming. Entram no cômputo as últimas temporadas de “House of Cards”, “Fuller House” e lançamentos como “Maniac” e “O Mundo Sombrio de Sabrina”.

As grades de atrações mudam de país para país, mas como o número considera apenas produções encomendadas ou licenciadas pela Netflix, a situação não é lá muito diferente no Brasil, um dos países que impulsionam os 139 milhões de usuários do serviço.

Por aqui, o número dá margem a algumas comparações. 

No mesmo período em que a empresa americana despejou em sua plataforma essa quantidade de programação original, a TV Globo exibiu, só no ano passado, em torno de 2.500 horas de conteúdo próprio de entretenimento, segundo informa à reportagem. São mil horas a mais. Entram aí as novelas, por exemplo.

Não entram nesse número as atrações do acervo (como os folhetins exibidos na faixa Vale a Pena Ver de Novo) ou os quadros de dramaturgia que fazem parte de programas jornalísticos (como aqueles que vão ao ar no Fantástico). 

Também não é contabilizado o que está apenas no catálogo do Globoplay, o serviço de streaming do Grupo Globo. 

É ali que estão os 12 episódios de uma hora da primeira temporada de “Ilha de Ferro”. A série, que tem Cauã Reymond e Maria Casadevall disputando poder numa plataforma de petróleo, é uma das armas do conglomerado brasileiro contra a Netflix e o seu primeiro grande pé nesse novo horizonte do audiovisual.

Ainda que exibida na grade aberta, a série médica “Sob Pressão” é outro produto dessa inflexão da Globo. Capitaneada pelo cineasta Jorge Furtado, trouxe linguagem que tem mais a ver com a dos congêneres americanos do que com as minisséries tradicionalmente exibidas no canal, mais aparentadas das novelas. É um ensaio para testar os novos gostos do espectador.

Enquanto a televisão se aproxima do streaming, o streaming causa uma revolução barulhenta no cinema. 

Segundo os mesmos cálculos do site Quartz, longas-metragens, como “Roma”, “A Balada de Buster Scruggs” e “Caixa de Pássaros”, totalizam 8.500 minutos, 10% do total do tempo de programação da Netflix.

Se considerarmos 120 minutos como a duração média para um título, a estimativa é que a empresa tenha lançado em torno de 70 filmes em 2018.

Esse número quase empata com a soma do que Disney (10), Warner (38) e Universal (31) lançaram de longas nos cinemas no ano passado. Os três foram, respectivamente, os estúdios campeões de bilheteria do período que passou.

Isso dá dimensão do quão altas têm sido as apostas do serviço sob demanda para se firmar como potência cinematográfica. Na prática, isso fica claro com a recente adesão da Netflix à Motion Picture Association, organização nonagenária que reúne o seleto grupo dos grandes estúdios. 

“Roma”, de Alfonso Cuarón, coroa esse esforço. O longa faturou três prêmios no Oscar (direção, fotografia e filme estrangeiro) e quase levou o principal. Sinal dos tempos: a produção do streaming, que ninguém sabe quantas pessoas do mundo viram, competiu com o campeão americano de bilheteria, “Pantera Negra”.

Não são poucas as queixas sobre a falta de transparência na divulgação desse tipo de dado de audiência. A compreensão de alguns fenômenos pop, como o recente “Caixa de Pássaros”, passa pelo 
filtro do que a Netflix acha conveniente divulgar ou não.

Num raro caso em que a empresa se dispôs a informar números, disse que 45 milhões de usuários assistiram ao thriller com Sandra Bullock nos seus sete primeiros dias no ar. Mas isso é o que propala o serviço de vídeo sob demanda, e não um órgão independente.

Há que se levar em conta ainda que, para o serviço de vídeo sob demanda, se um usuário assistiu a ao menos 70% do conteúdo da obra, ela já é considerada como vista. 

No limbo dos números, pululam alguns feitos. O jornal The New York Times trouxe a história curiosa de como a primeira temporada da série de suspense “Você” foi um fiasco ao estrear no canal a cabo americano Lifetime Channel. Tanto é que, descontente com a audiência, a emissora voltou atrás com a ideia de rodar uma segunda temporada.

Três meses depois, contudo, “Você” foi adquirida pela Netflix e se tornou um fenômeno instantâneo no streaming. Ali, já tem a nova temporada assegurada, tendo encontrado nicho num público cada vez menos disposto a interromper sua rotina para sintonizar a televisão a uma certa hora.

O ano de 2019 deve se provar um divisor de águas nesse sentido. É quando vai ao ar, pela HBO, a última temporada de “Game of Thrones”, o grande fenômeno pop da década. 

E quando aquelas batalhas e intrigas palacianas enfim se resolverem, essa poderá ter sido a última vez que multidões pararam ao mesmo tempo para grudar os olhos numa série na televisão tradicional. 

De qualquer forma, a HBO, que não informou à reportagem números sobre sua programação em 2018, não é considerada uma ameaça à Netflix. Pelo menos, não é a maior ameaça, segundo a empresa de streaming deixou claro em seu mais recente relatório trimestral, publicado em janeiro. 

No texto, diz a companhia californiana, o maior rival hoje é o Fortnite, jogo eletrônico centrado num mote simples: ganha quem sobreviver nas lutas travadas numa ilha. O game se tornou febre especialmente entre pessoas com menos de 30 anos, “uma loucura com elementos de beatlemania”, diz a revista New Yorker. 

No último dia 2, a imprensa especializada cravou que o show virtual do DJ Marshmello na plataforma do Fortnite reuniu mais de 10 milhões de jogadores. Ao mesmo tempo.

Ex-manicure, Kerolyn Soares abala Paris com look arrasa-quarteirão em desfile

Modelo diz que agora só faz suas próprias unhas
Gilberto Júnior

Kerolyn Soares para Saint Laurent Foto: Victor VIRGILE / Gamma-Rapho via Getty Images

Depois de uma comentada estreia internacional em Milão, a modelo Kerolyn Soares abalou as estruturas de Paris. Na ressaca da Prada, a ex-manicure foi alvo de todos os olhares no desfile da Saint Laurent, nesta terça-feira. Quem viu, nem notou o nervosismo da moça, que estava em pânico com a possibilidade de ir ao chão. Culpa do salto estratosférico do look.

— Meu foco era não cair logo no meu primeiro desfile parisiense, estava muito tensa com o sapato. Mas deu tudo certo. Foi uma marco na minha curta carreira — diz Kerolyn, que riscou a passarela com um top completamente transparente. — Nem pensei nisso, só não queria levar um tombo. Encarei com tranquilidade e não tive vergonha.

Agora, a modelo, natural do Mato Grosso do Sul, se prepara para a continuidade da temporada de inverno 2019/2020 francesa. Nos próximos dias, ela deve aparecer na Loewe e na Paco Rabanne. Ela mal consegue acreditar em tudo que está acontecendo.

— Às vezes, acordo no meio da noite e me belisco para ver se é verdade, se realmente estou em Paris, desfilando para a Saint Laurent e todas essas marcas importantes. Sei o quanto sofri para estar aqui, passei por cada coisa. Mas superei.

Na Europa desde janeiro — sua primeira parada foi em Londres —, Kerolyn nem pensa em tirar o pé do acelerador. Sonha desfilar ainda para a Chanel (“Foi uma marca criada por uma mulher, num tempo em que não tínhamos voz”) e dar uma vida melhor para a família.

— E só faço minhas unhas! E quando voltar para casa, posso fazer também das minhas tias (risos) . Não sobra tempo para mais nada.

Obra de Tarsila do Amaral será exposta no MoMA, em Nova York

O Museu de Arte Moderna de Nova York anunciou nesta quarta a aquisição do quadro “A Lua” da pintora ícone do modernismo brasileiro
Por EFE

“A Lua”, Tarsila do Amaral (1886-1973): o quadro era o preferido do escritor Oswald de Andrade, marido da artista, e foi quem manteve a obra conservada (Secretaria de Educação do Paraná/Divulgação)

Nova York – O Museu de Arte Moderna de Nova York (MoMA) anunciou nesta quarta-feira a aquisição do quadro “A Lua” da pintora brasileira Tarsila do Amaral, uma das representante mais influentes do modernismo no país, que poderá ser visto em exibição a partir de março deste ano.

Em comunicado, a galeria deu as boas-vindas à pintura, a primeira de Tarsila do Amaral em sua coleção, e descreveu a artista como uma “figura de fundação para a arte moderna no Brasil e uma protagonista central nos intercâmbios transatlânticos e culturais deste movimento”.

A compra desta obra – um óleo sobre tela que mostra um cacto solitário em uma noite com tons azuis e uma lua em destaque – acontece depois da mostra que o museu organizou em parceria com o Instituto de Arte de Chicago no ano passado “Tarsila do Amaral: Inventing Modern Art in Brazil”, a primeira da artista brasileira nos Estados Unidos.

A principal curadora de Pintura e Escultura do Moma, Ann Temkin, garantiu que, depois da exibição de 2018, o museu confirmou a necessidade de contar com uma tela da artista em sua coleção permanente, embora sabia que não seria uma tarefa fácil.

“Nos sentimos extremamente sortudos de poder acrescentar seu trabalho à história que contamos no quinto andar do museu”, disse a responsável.

Nascida em São Paulo em 1886 no seio de uma família que possuía plantações de café, Tarsila do Amaral estudou música e belas artes antes de se mudar a Paris em 1920, onde seguiu com seus estudos em arte.

Nessa década, viajou constantemente entre a capital francesa e sua cidade natal, embora tenha sido em Paris onde completou o que chamou de “serviço militar em Cubismo” nos ateliês de André Lhote, Fernand Léger e Albert Gleizes.

Lá conheceu também grandes figuras das vanguardas artísticas, como Constantin Brancusi, Jean Cocteau e Pablo Picasso.

“A Lua” foi pintado em 1928. O quadro destaca-se por sua composição sensual, altamente estilizada e feito com uma paleta rica em cores muito saturadas.

Agata Pospieszynska for Harper’s Bazaar UK with Annie Tice

Photography: Agata Pospieszynska. Styling: Charlie Harrington. Hair: Hiroshi Matsushita. Makeup: Anita Keeling. Model: Annie Tice.

Sucesso recente da Netflix, série ‘The Umbrella Academy’ terá segunda temporada

The Umbrella Academy é sobre uma família formada por irmãos com super poderes se reúne após a morte misteriosa do pai adotivo
Eliana Silva de Souza

Série ‘The Umbrella Academy’ (foto Netflix)

A Netflix anunciou que a série The Umbrella Academy foi renovada e terá sua a segunda temporada, que já está em fase de produção e terá 10 episódios.

Série é baseada na HQ  criada por Gerard Way, que é músico da banda My Chemical Romance, e ganhou ilustrações do brasileiro Gabriel Bá.

The Umbrella Academy é sobre uma família formada por irmãos com super poderes se reúnem após a morte misteriosa do pai adotivo.

Rival da Nubank, banco digital alemão N26 chega ao Brasil

A fintech ainda precisa de uma licença do Banco Central para funcionar como instituição financeira, afirmou o diretor da companhia
Por Reuters

N26: banco digital alemão vai abrir uma subsidiária no Brasil na próxima semana (N26/Divulgação)

São Paulo – O banco digital alemão N26 vai abrir uma subsidiária no Brasil na próxima semana, em seu primeiro movimento para entrar na América Latina, afirmou o diretor da companhia para o país nesta quarta-feira.

Eduardo Prota afirmou que o N26, que levantou 300 milhões de dólares em janeiro em uma nova rodada de financiamento que avaliou a startup em 2,7 bilhões de dólares, vai oferecer um pacote de serviços bancários acessíveis via dispositivos móveis por meio de uma parceria com um banco local, que ainda será formada.

O N26 ainda precisa de uma licença do Banco Central para funcionar como banco, afirmou o executivo.

O banco alemão tem 2,5 milhões de clientes em 24 países da Europa e vai competir no Brasil contra bancos digitais como Nubank, que tem mais de 2,5 milhões de contas digitais, Banco Inter, e C6Bank, que iniciou operações em janeiro.

Os investidores do N26 incluem Insight Venture Partners, o fundo soberano de Cingapura (GIC), Tencent Holdings, o braço de investimento digital do grupo segurador Allianz e o investidor do Vale do Silício Peter Thiel.

Nintendo vai lançar dois jogos de Pokémon para o Switch até o fim de 2019

Empresa anunciou Pokémon Sword e Pokémon Shield para o console; novos títulos adicionarão mais criaturas e um novo mundo à saga dos games

Games se passarão em continente inspirado na Grã-Bretanha e chegam ao mercado até o final deste ano

A Nintendo anunciou nesta quarta-feira, 27, que vai lançar dois novos jogos de Pokémon até o final do ano. Chamados de Pokémon Sword e Pokémon Shield, os títulos chegarão ao Nintendo Switch, atual console da empresa, até o final de 2019. 

Em transmissão realizada pela internet, a empresa divulgou que os jogos trarão criaturas e continente novos à franquia, cujos primeiros títulos foram lançados neste mesmo 27 de fevereiro de 1996. Entre os monstrinhos, haverá um macaco chamado Grookey e um coelho chamado Scoorbunny. 

A meta da empresa é que os jogos consigam elevar as vendas do Switch, lançado em março de 2017 e considerado um híbrido entre consoles de mesa e portáteis. Desde seu lançamento, o Switch já vendeu 32,3 milhões de unidades em todo o mundo. Apesar de ser um dos videogames de melhor vendagem na história da Nintendo, o aparelho decepcionou as expectativas da fabricante, que esperava vender 40 milhões de unidades em seus dois primeiros anos. 

Com os dois títulos de Pokémon, a Nintendo tem um calendário de lançamentos interessante em 2019: além dos jogos da franquia, haverá games de Mario, Zelda e Yoshi previstos para este ano. 

Com isso, a empresa busca seguir uma das regras clássicas do mercado de videogames: lançar títulos que cativem os consumidores a comprarem consoles (e assim, também comprarem mais jogos). No ano passado, a dupla de jogos Pokémon Let’s Go Pikachu e Let’s Go Eevee vendeu 10 milhões de cópias em dois meses no mercado – números que a empresa pretende igualar este ano. 

The OA | 2ª temporada ganha trailer e data de estreia

A segunda temporada de The OA teve seu primeiro trailer divulgado pela Netflix.

Além disso, a Entertainment Weekly também revelou novas fotos do retorno do programa que mostram Prairie (Brit Marling) em um universo paralelo.

A nova leva de episódios de The OA está marcada para 22 de março. Já os capítulos anteriores estão disponíveis no serviço de streaming.