Escola de Bauhaus inaugura um museu que desafia a extrema direita

Museu expulso da Alemanha pelos nazistas em 1930 celebra seu centenário com a inauguração, nesta semana, de um novo museu político
Por AFP

Bauhaus: escola de design terá a partir de sábado, 6, seu templo em Weimar (Wikipedia/Divulgação)

A escola de design da Bauhaus, atual fundadora da arquitetura contemporânea, celebra seu centenário na Alemanha com a inauguração, nesta semana, de um novo museu muito político e que tem em vista a extrema direita de ontem e de hoje.

Fundada em 1 de abril de 1919 e expulsa da Alemanha pelos nazistas nos anos 1930, a Bauhaus terá a partir de sábado seu templo em Weimar, onde nasceu esta corrente artística e que deu seu nome à breve democracia alemã de entre guerras.

“Não poderão ver esta inauguração separada de seu contexto político”, afirmou à AFP Wolfgang Holler, diretor dos museus de Weimar.

A cidade fica no estado regional de Turingia, na ex-Alemanha Oriental, que se tornou reduto do partido de extrema direita Alternativa para a Alemanha (AfD). Este último aspira a ter resultados de dois dígitos tanto nas eleições europeias de maio como nas regionais previstas para o outono.

“A Bauhaus era, desde o início, muito política. E é então uma ocasião perfeita para iniciar uma conversa, em particular com os jovens”, acrescenta Holler, que espera 100.000 visitantes por ano.

Justaposições fascinantes

O museu foi construído em seu contexto histórico, e o arquiteto Heike Hanada o desenhou em um espaço que data da República de Weimar, entre um edifício nazista e edifícios construídos durante a era comunista.

“Atingi meu objetivo principal, que era que o museu pudesse enfrentar a arquitetura nazista”, disse Hanada ao jornal local Thüringer Allgemeine.

“Estas justaposições fascinantes falam muito da forma como o país vê a si mesmo”, ressaltou Wolgang Holler.

Uma janela foi colocada especialmente no último andar do museu para que se possa ver o memorial do campo de concentração nazista de Buchenwald.

Gigantescos retratos contemporâneos de sobreviventes desse campo foram colocados esta semana sobre os edifícios na avenida que vai da estação de Weimar até o museu.

O fotógrafo Thomas Müller explicou a uma rádio alemã que as fotos buscavam desafiar o AfD, cujas figuras principais fazem declarações controversas sobre o nazismo e o holocausto.

“De olho nas eleições (regionais) em Turingia, devemos enfrentar nossa história de forma responsável”, apontou, quando as pesquisas dão à extrema direita 20% dos votos.

A perseguição da Bauhaus está em muito boa posição no museu, que conta como a escola e seu fundador Walter Gropius fugiram de Weimar a Dessau (centro) em 1925, depois a Berlim em 1930, antes de que o movimento fosse proibido pelo regime nazista em 1933.

“Aprende-se o quão difícil pode ser para os que estão à frente de seu tempo”, lembra o diretor dos museus de Weimar.

Bunker

Mas este exílio forçado facilitou que o movimento conquistasse o mundo com a ideia de fazer coisas práticas, simples e belas, e suas ideias estão presentes nos iPhones e nos móveis Ikea contemporâneos.

Obras icônicas do design estão exposta no novo museu, como as cadeiras revolucionárias de Marcel Breuer ou o bule de Marianne Brandt.

Alguns críticos ressaltam, no entanto, que o edifício do museu de Weimar, um cubo cinza muito sóbrio que custou 27 milhões de euros, tem mais aspecto de bunker militar que de grande lugar arquitetônico.

“Alguns o compararam inclusive com a Wolfsschanze”, o nome do quartel-general de Hitler na Polônia durante a Segunda Guerra Mundial, admite Holler.

“Mas queremos algo que diga: ‘Não nos escondemos’”, aponta Holler.

Após divórcio, MacKenzie, ex-esposa de Bezos é a quarta mulher mais rica do mundo

MacKenzie, ex-esposa do fundador da Amazon Jeff Bezos, sairá do divórcio com US$ 35,6 bilhões, o correspondente a 4% das ações da Amazon

MacKenzie Bezos e Jeff Bezos anunciaram o divórcio em janeiro deste ano

divórcio da escritora MacKenzie Bezos e do fundador e presidente executivo da Amazon, Jeff Bezos, está resolvido: temos a quarta mulher mais rica do mundo. MacKenzie sairá do divórcio com US$ 35,6 bilhões, o correspondente a 4% das ações da Amazon. Ela publicou um tuíte nesta quinta-feira, 4, dizendo que ficará com 25% das ações do casal. 

O controle da Amazon, entretanto, continua concentrado nas mãos de Jeff Bezos. O executivo ficará com 75% das ações do casal e também com o poder de voto das ações que restaram à MacKenzie Bezos. A escritora disse no post que também deixará com Bezos sua parte do jornal Washington Post e da companhia espacial Blue Origin. Antes do divórcio, o casal tinha 16% das ações da Amazon, o que vale US$ 140 bilhões. Como eles se casaram antes da fundação da Amazon, as ações eram consideradas uma propriedade conjunta. 

No tuíte, MacKenzie diz estar “feliz” por deixar Bezos com 75% das ações do casal. Mesmo perdendo 25% das ações, o presidente executivo da Amazon continua sendo o homem mais rico do mundo.

“Estou animada com os meus próprios planos. Sou grata pelo passado e ansiosa pelo que está por vir”, disse MacKenzie na rede social. Bezos também comentou o fim do divórcio: “Sou grato pelo apoio dela e por sua gentileza nesse processo e espero pela nossa nova relação como amigos e pais”. 

Desde o anúncio do divórcio, em janeiro deste ano, a questão sobre o patrimônio estava em aberto. À época, os dois fizeram uma declaração genérica no Twitter: “Queremos seguir em frente como amigos, pais, parceiros em negócios e projetos”.

Como os dois tinham a propriedade conjunta, a expectativa era de que MacKenzie saísse com metade das ações do casal – se isso acontecesse, ela seria a mulher mais rica do mundo. O mercado reagiu bem à notícia de hoje, e as ações não tiveram variação significante. Na época do anúncio do divórcio, os investidores haviam demonstrado preocupação com o destino da empresa caso MacKenzie mantivesse poder de voto.  Ainda assim, MacKenzie agora é a terceira maior acionista da companhia, atrás apenas do próprio Feff e do Vanguard Group.

Parceria. Nascida Mackenzie Tuttle, em 1970, a ex-mulher de Bezos conheceu o marido em 1992. Ela havia acabado de se formar em Inglês pela Universidade Princeton, onde foi assistente de Toni Morrison, ganhadora do Prêmio Nobel de Literatura. 

Após se formar, porém, foi recrutada pelo fundo de investimentos D.E. Shaw, em Nova York. Trabalhava a poucas mesas de Jeff Bezos. Eles se casaram meses mais tarde. Em 1994, partiram rumo a Seattle em uma viagem de 40 horas de carro. Mackenzie dirigiu – no trajeto, Jeff escreveu o plano de negócios da Amazon. Mackenzie se tornou a responsável por negociar os contratos da varejista com editoras de livros. 

Com o crescimento da Amazon, Mackenzie voltou à ambição anterior: ser escritora, publicando dois romances nos anos 2000, ambos sobre relações familiares recheadas de conflitos. Além disso, ela fundou uma ONG de combate ao assédio sexual. O casal também tem quatro filhos. 

A relação de Jeff Bezos com a jornalista Lauren Sánchez teria sido o pivô da separação. O tabloide National Enquirer, que Bezos acusa de chantagem e extorsãonuma complexa trama política, divulgou a relação extraconjugal dias depois do anúncio do divórcio. 

Apple cria “ideia genial” em comercial — no Brasil, ela sempre existiu

Vídeo da empresa mostra time de funcionários criando caixa redonda de pizza – que a Apple patenteou em 2017
Por Guilherme Dearo

Comercial da Apple: humor com ideia “fora da caixa” (YouTube/Reprodução)

São Paulo – Um novo comercial da Apple lançado essa semana nos EUA traz humor e uma vibe de “sitcom” (as comédias da TV americana) e que muitos consumidores americanos compararam à série da HBO Silicon Valley.

A comparação tem sentido. O comercial “The Underdogs” (algo como “azarões” no Brasil, aqueles que correm por fora, o time que ninguém bota fé, mas tem chance de surpreender) mostra um grupo de trabalhadores dedicados que tem a chance da vida deles: uma reunião com a chefona local, quando poderão apresentar uma grande ideia. Eles têm apenas dois dias para colocar o projeto em pé.

Na campanha, o time usa diversos serviços e aparelhos Apple, claro. Seja iPhone, iPad, Siri ou AirDrop, os produtos Apple estão à disposição para a ideia genial. A ideia? Que as caixas de pizza, em vez de quadradas, sejam… redondas! Os funcionários dizem que as caixas quadradas desperdiçam material, por exemplo.

O curioso da campanha é que, aos olhos dos brasileiros, a tal ideia não tem nada de disruptiva. Desde sempre as caixas de pizza no Brasil são redondas. As caixa quadradas encontradas por aí são, quase sempre, justamente de redes americanas presentes no País, como Pizza Hut e Domino’s.

Resumo: os americanos podem ter ficado surpresos com a ideia “inusitada” da campanha, mas os brasileiros vão sentir que já ouviram essa história antes.

O mais bizarro da história é que a Apple, em 2017, patenteou o design de uma embalagem redonda para pizzas. Aparentemente, faltaram viagens ao Brasil. Com a inauguração de seu novo campus, a empresa criou uma caixa com tampa flexível e buracos para ventilação para que seus funcionários pudessem levar pizzas individuais da cafeteria para suas mesas.

Assista:

Cinco vezes em que Shazam foi pioneiro nos quadrinhos

Personagem foi o precursor de elementos clássicos das HQs
GABRIEL AVILA

Divulgação/DC Comics

Criado em 1939 por Bill Parker e C. C. Beck com o nome de Capitão MarvelShazam se tornou um dos mais tradicionais heróis dos quadrinhos ao estrelar revistas que misturavam mitologia, magia e ciência criando um universo fantástico e singular. Ao longo de seus quase 80 anos de existência, o Campeão da Magia foi pioneiro em diversos níveis, que ultrapassam as HQs e chegam aos tribunais.

Confira cinco vezes em que O Mortal Mais Poderoso da Terra realizou façanhas até então inéditas para os super-heróis:

PRIMEIRA CRIANÇA A VIRAR SUPER-HERÓI

Divulgação/DC Comics

Referência no assunto parceiro-mirim, Robin é o mais celebrado ajudante da cultura pop devido a sua importância histórica em se tornar uma ponte entre o público infantil e as revistas do Batman, medida que deu tão certo que dobrou as vendas das HQs do Homem-Morcego. Porém, a introdução de uma criança ao mundo super-heróico já havia acontecido nas páginas da revista Whiz Comics #2 publicada em dezembro de 1939, apresentando Capitão Marvel como alter-ego do garoto Billy Batson. Ele não só chegou primeiro, como estava em uma posição de maior destaque, assumindo o papel de herói.

PRIMEIRA FAMÍLIA SUPER HEROICA

Divulgação/DC Comics

Billy Batson não foi o único mortal a receber os talentos do mago Shazam. Após uma luta contra o vilão Capitão Nazista, o garoto Freddy Freeman estava se afogando quando o Mortal Mais Poderoso da Terra decidiu tentar salvá-lo ao transferir seus dons. Como só recebeu uma fração deles, Freeman não se tornava adulto e assumiu a identidade de Capitão Marvel Jr. Em seguida, Billy descobriu que tinha uma irmã gêmea chamada Mary, que pelo grau de parentesco também ganhava superpoderes ao gritar a palavra mágica, se tornando a Mary Marvel. Foi nas HQs da garota que surgiu o Tio Dudley, um senhor que se passava por parente distante quando era na verdade um charlatão que dizia também ter poderes. Mary descobriu a armação logo de cara, mas não o desmascarou por perceber que no fundo ele tinha bom coração. Em dezembro de 1945 todos esses personagens foram reunidos na revista Marvel Family, onde se juntaram para impedir o vilão Adão Negro. Além dos heróis, a Família Marvel ganhou também mascotes, como o tigre falante Senhor Malhado e Hoppy, o Coelho Marvel.

PRIMEIRO VILÃO A DESCOBRIR IDENTIDADE SECRETA

Divulgação/DC Comics

Na terceira edição da revista Whiz Comics, publicada em abril de 1940, o Doutor Silvana descobre que Shazam é na verdade Billy Batson. Em busca de uma reportagem, o garoto vai à casa do vilão, que usando um disfarce apresenta sua nova invenção: um foguete com destino a Vênus. Billy, que conseguiu emprego na emissora de rádio após impedir outros planos de Silvana, acompanha o cientista, mas eles são atacados por um dragão assim que chegam ao planeta. Para se defender, o garoto grita a palavra mágica e se torna o Capitão Marvel, o que acaba entregando sua identidade secreta ao seu maior inimigo.

PRIMEIRO SUPER-HERÓI A CHEGAR AOS CINEMAS

Divulgação/DC Comics

Apesar de estrear no universo cinematográfico da DC em 2019, Shazam já havia chegado aos cinemas em 1941. No filme seriado Adventures of Captain Marvel, o jovem Billy Batson recebe seus poderes do mago Shazam para impedir que o vilão Escorpião roube um artefato mágico, o Escorpião Dourado. Na produção, que marca a primeira adaptação cinematográfica de um super-herói, o Campeão da Magia é interpretado por Tom Tyler, grande estrela do faroeste. A série está disponível online – assista aqui.

MAIS FAMOSO CASO DE PROCESSO NOS QUADRINHOS

Divulgação/DC Comics

Em 1941, a editora National Publications (que viria a se chamar DC Comics) entrou com processo contra a Fawcett Comics, alegando que o Capitão Marvel seria uma cópia do Superman. O principal motivo seria o sucesso da série Adventures of Captain Marvel, lançada no mesmo ano. Após perder o processo em 1953, a Fawcett cancelou todos os títulos da Família Marvel em publicação e foi condenada a pagar uma multa de US$ 400 mil. Quase vinte anos depois, em 1972, a DC decidiu licenciar os heróis, pagando uma comissão por uso dos personagens. Porém, não poderiam mais chamar a revista de Capitão Marvel porque na época a Marvel Comics tinha um herói com esse nome (Mar-Vell, o comandante Kree que estreou em 1967). A saída foi renomear a HQ para Shazam!. Apesar da troca no título, Billy continuava sendo chamado de Capitão Marvel nas histórias. Entenda melhor o processo aqui.

Paraíso dos minimalistas: Muji abre seu terceiro hotel em Ginza, no Japão

No mesmo endereço, a marca também inaugura sua maior loja, com cinco andares e mais de 7.000 produtos
Por BÁRBARA ÖBERG

Um dos quartos do Muji Hotel em Ginza (Foto: Divulgação)

Os fãs da gigante oriental de design Muji, que oferece objetos variados, como roupas, artigos para viagem, utensílios domésticos, itens de papelaria e móveis, já têm um ponto de parada obrigatória quando passarem por Tóquio, no Japão.

A marca acaba de abrir sua maior loja entre os seus 990 endereços pelo mundo. Nos 4.000 metros quadrados de espaço, do térreo até o sexto andar, estão espalhadas gôndolas recheadas com mais de 7.000 produtos que levam a assinatura da Muji. Opções gastronômicas, como padaria e restaurante, além de uma galeria de arte, também ficam alojadas no prédio. 

A visita não acaba por aí, nos outros cinco andares, a Muji abriu uma terceira unidade da sua rede de hóteis (os outros dois funcionam em Pequim e Xangai).

Muji Hotel Ginza (Foto: Divulgação)

O empreendimento é inaugurado com 79 quartos decorados com produtos Muji. De colchões confortáveis, toalhas felpudas, pijamas super leves a luzes de LED e hidratante, os espaços oferecem o design minimalista e discreto da marca, pisos de carvalho, tatames e paredes de barro.

Muji Hotel Ginza (Foto: Divulgação)

Febre na Europa, a empresa ficou conhecida por vender artigos de estilo minimalista, em cores serenas, e privilegiando as matérias-primas naturais e recicladas. Além disso, também é uma da precursora do movimento no-brand (“sem marca”, em português). Ou seja, nenhum item tem logos ou etiquetas com o nome da marca.

Muji Hotel Ginza (Foto: Divulgação)

Os quartos são acolhedores, funcionais e se parecem mais com pequenos apartamentos de Tóquio do que quartos de hotel, apesar de seu tamanho relativamente modesto. 

Apple propõe investimento de US$10 milhões para transporte de Cupertino, mas prefeitura não fica satisfeita

Praticar a política da boa vizinhança é fundamental para qualquer pessoa ou empresa — e, se você tem uma presença massiva numa cidade e emprega boa parte da população local, é ainda mais importante. A Apple sempre teve boas relações com Cupertino, e pretende continuar essa lua de mel por muito tempo… se a cidade permitir, claro.

Como informou o Mercury News, a empresa ofereceu recentemente à prefeitura de Cupertino um investimento de US$10 milhões em obras de transporte para a cidade. As renovações seriam focadas especificamente em cinco áreas, englobando cursos para trânsito a pé e de bicicleta; temos, por exemplo, um investimento de quase US$5 milhões em ciclovias entre três escolas de Ensino Fundamental e Médio da cidade.

As iniciativas, claro, não são meras doações: a Apple está fazendo-as como “contra-propostas” a um projeto de lei apresentado na cidade que mudaria o esquema de impostos das empresas locais. Atualmente, Cupertino cobra das empresas por lá instaladas taxas com base na área de ocupação de cada companhia; segundo a nova proposta, esse valor passaria a ser calculado com base na quantidade de pessoas empregadas por cada companhia.

Como a Apple emprega 24 mil pessoas só em Cupertino (uma cidade de cerca de 60 mil habitantes, é bom notar), essa mudança traria um grande aumento de gastos em impostos à empresa — aproximadamente US$10 milhões por ano, segundo o jornal.

Com a proposta dos investimentos, a Apple pretende adiar a decisão da cidade de “girar a chave” na sua cobrança de impostos e, ao mesmo tempo, oferecer uma melhoria para os cidadãos cupertinianos. Ainda assim, a prefeitura não está impressionada: a vice-prefeita Liang Chao afirmou estar “desapontada” com a quantia oferecida pela Maçã, declarando que os US$10 milhões serão justamente a arrecadação extra obtida da Apple caso a reforma fiscal seja implementada.

Há críticas, também, ao fato de que as propostas da Apple resumem-se a obras para passarelas, vias de pedestres e ciclovias, o que não resolveria o crescente problema de congestionamentos na cidade. Apesar disso, o prefeito Steven Scharf relativizou as críticas, afirmando que não há a necessidade de pedir dinheiro à Maçã para tudo:

A Apple está interessada em melhorias para pedestres e ciclistas. Não é como se todo problema que a cidade tiver, nós iremos até eles e pediremos dinheiro. Eu acho que eles decidiram quanto querem doar.

A câmara de Cupertino votará a proposta da Apple em breve. [MacMagazine]

VIA 9TO5MAC

‘Nós quase a perdemos’, diz Jason Momoa sobre aneurismas de Emilia Clarke

Atores fizeram par romântico na primeira temporada de ‘Game of Thrones’

Jason Momoa e Emilia Clarke (Foto: Instagram)

O elenco e os criadores de Game of Thrones andaram pelo seu último tapete vermelho nesta quarta-feira, 3, na premiere da oitava temporada da série, que chega à HBO em 14 de abril. Em meio ao clima de gratidão e expectativa, o ator Jason Momoa relembrou o difícil momento em que Emilia Clarke, sua esposa na série, teve dois aneurismas.

“Eu meio que fiz parte dessa situação por um longo período, então nós tivemos muitos sustos e fomos tentando descobrir o jeito certo de ajudar. Eu fiquei muito triste, porque nós quase a perdemos na primeira vez”, recordou Momoa.

Emilia Clarke teve dois aneurismas e precisou passar por duas cirurgias no cérebro desde o início de Game of Thrones. A atriz tinha acabado de filmar sua primeira temporada como Daenerys Targaryen quando teve o primeiro aneurisma, em 2011, aos 24 anos. O segundo aneurisma foi em 2013, após a terceira temporada.

“Eu acho que é bonito como ela é tão forte ao ajudar o mundo e ao tentar aumentar a conscientização. Ela vai fazer ótimas coisas com isso”, completou Momoa, referindo-se ao projeto criado por Emilia para ajudar vítimas de lesão cerebral e acidente vascular cerebral (AVC).

Claws | Série da TNT sobre manicures mafiosas ganha novo trailer

Vídeo tem data de estreia da 3ª temporada
CAMILA SOUSA

TNT divulgou o trailer da 3ª temporada de Claws, comédia estrelada por Niecy Nash (Scream Queens). O lançamento dos novos episódios também foi confirmado para o dia 9 de junho (via Coming Soon).

A trama acompanha cinco manicures que usam o salão em um condado da Flórida para lavar o dinheiro da máfia. Na temporada anterior, a líder Desna (Nash), troca de chefe do crime quando os russos tomam conta do salão. Rashida Jones é uma das produtoras e idealizadora do seriado.

The Society | Jovens aproveitam liberdade em trailer da nova série da Netflix

A Netflix divulgou o trailer legendado de The Society, nova série dirigida por Marc Webb. Confira abaixo (via Deadline).
CAMILA SOUSA

Na história, um grupo de adolescentes é transportado para um mundo sem os adultos. Eles aproveitam a liberdade, mas descobrem que ela também pode ser perigosa. Enquanto lutam para entender o que aconteceu, eles precisam estabelecer uma certa ordem e formar alianças, se quiserem sobreviver. Kathryn Newton, de Big Little Lies, está no elenco.

O lançamento está marcado para 10 de maio.