União Europeia quer criar um novo imposto para gigantes da tecnologia

Comissária Margrethe Vestager disse que órgão pode criar taxa sozinho, caso a União Europeia não entre em acordo com outros países do mundo

Margrethe Vestager diz que UE pode liderar criação de nova taxa

A comissária da União Europeia, Margrethe Vestager, disse nesta segunda-feira,9, que as gigantes de tecnologia – como Google, Amazon, Facebook e Apple, – deveriam pagar impostos mais altos. Margrethe disse ainda que, caso não tenha consenso global, a União Europeia deveria liderar a criação de uma nova taxa digital.

“Estamos nos tornando um mundo cada vez mais digital, e será um grande problema se não encontrarmos uma maneira de aumentar os impostos (digitais)”, disse à France Inter Radio em uma entrevista. “A melhor coisa é uma solução global. Mas se quisermos obter resultados em um período de tempo razoável, a Europa deve assumir a liderança”.

A criação de um imposto obrigaria grandes empresas de tecnologia a pagarem uma parcela maior nos territórios. A discussão, no entanto, não é novidade na Europa. A França, por exemplo, já está no processo de introduzir sua própria taxa digital nacional, depois de ficar impaciente com o ritmo da mudança dentro da União Europeia.

Perfil. Margrethe é conhecida na Europa por desafiar empresas do Vale do Silício, aplicando-as multas altas e obrigando-as que mudem suas práticas e políticas para que não entrem em conflito com a lei de concorrência local.

Um imposto digital seria outra maneira de os gigantes da tecnologia sofrerem maior pressão regulatória globalmente. O governo do Reino Unido, por exemplo, anunciou planos para introduzir um regulador independente para policiar as empresas de mídia social. Juntamente com as regras de privacidade da GDPR em toda a UE e o potencial para um equivalente dos EUA, essas vertentes individuais de regulamentação e política poderiam marcar uma nova era para a governança da grande tecnologia em todo o mundo.

Novo bebê real britânico do príncipe Harry e da americana Meghan Markle terá de pagar impostos nos Estados Unidos

Filho do Príncipe Harry e da americana Meghan Markle terá cidadania dos EUA automaticamente e, por isso, será obrigado a declarar imposto de renda no país – o que pode expôr bens da Família Real britânica

A duquesa de Sussex, Meghan Markle, grávida do primeiro filho com o príncipe Harry. Foto: REUTERS/Toby Melville

LONDRES – Além de todas as preocupações que o príncipe Harry e a sua mulher, Meghan Markle, já teriam naturalmente com a proximidade do nascimento do primeiro filho do casal, o Duque e a Duquesa de Sussex têm uma preocupação adicional: a Receita Federal dos Estados Unidos e o imposto de renda do futuro pimpolho. 

Meghan é cidadã americana, e seu futuro bebê terá cidadania americana automaticamente. Além de se tornar o sétimo na linha sucessória do trono britânico, o bebê real terá de pagar impostos americanos e declarar bens e rendimentos ao Internal Revenue Service (IRS), a Receita Federal dos EUA.

“Os Estados Unidos são a única nação do mundo que tem uma tributação baseada na cidadania, portanto, enquanto Meghan for cidadã dos Estados Unidos, ela será taxada”, explicou à CNN David Treitel, fundador da American Tax Returns Ltd., que fornece assessoria fiscal para americanos que vivem fora do país.

A única maneira de Meghan evitar o pagamento de impostos nos EUA seria renunciar à cidadania americana quando se tornar cidadã britânica. No entanto, mesmo que ela o faça, o bebê do casal ainda terá de declarar impostos nos EUA até os 18 anos de idade.

Treitel acredita que, assim que o bebê real nascer, ele herdará investimentos que gerarão renda, reportável e tributável nos EUA. “É de se esperar que haja investimentos e rendimentos para eles, porque a rainha vem de uma família rica, Diana veio de uma família rica, esperamos que eles ponham de lado alguns investimentos para as gerações futuras, presumivelmente para futuros filhos e netos”, explicou Treitel.

Segundo ele, o bebê provavelmente receberá de um fundo fiduciário que permitirá à Família Real transferir dinheiro para a linhagem real. Na lei americana, isso se encaixaria na descrição de um fundo estrangeiro, no qual os americanos recebem dinheiro de um fundo estabelecido no exterior e, portanto, são taxados nos EUA.

Isso significa que os inspetores fiscais dos EUA poderiam investigar a riqueza real de Harry e Meghan e a renda de seu filho recém-nascido. “Não há outro precedente de mais ninguém na Família Real que tenha sido americano. Então, ninguém nunca enfrentou essa circunstância antes”, disse Treitel à CNN. 

Como cidadã dos EUA, independentemente de onde ela mora, Meghan será obrigada a apresentar uma declaração de imposto nos EUA e a relatar contas estrangeiras, ativos acima de US$ 200.000 e presentes avaliados em mais de US$ 15.797 “independentemente de estarem ou não em sua posse”.

Meghan pode ter que declarar itens como o anel de casamento presenteado pela Rainha, feito de uma pepita de ouro galês da Royal Collection, o inestimável diamante em seu anel de noivado retirado da mundialmente famosa coleção de joias da princesa Diana, presentes de casamento da realeza internacional. Depois, há o maior presente de todos – a casa recém-renovada de vários milhões de dólares, Frogmore Cottage, em Windsor, onde o casal reside.

“O problema disso é que a Rainha terá de se sentar com seus conselheiros e refletir: bem, se eu emprestar uma tiara a Meghan, se eu fizer o bebê usar um lindo chocalho de prata que foi usado pela Rainha Vitória, quanto vale isso? Qual o valor disso? Quanto é para ser relatado aos Estados Unidos? É uma pergunta difícil, não é fácil “, disse Treitel.

Meghan não só terá que declarar presentes, mas se ela considerar vender algum deles, ela será taxada em qualquer aumento em seu valor – e com o nome dela ligado a eles, o salto de valor provavelmente será grande.

Embora tudo isso possa criar uma grande dor de cabeça para o casal real, não será uma surpresa. Treitel acredita que Harry e Meghan já consideraram potenciais problemas fiscais, “muito antes de se casarem, quando estavam namorando, para o caso de um bebê aparecer porque eles sabiam que, se tivessem um filho, o bebê seria americano”.

Segundo o Departamento de Estado dos EUA, no caso do bebê real, ele ou ela adquire a cidadania americana porque nasceu em casamento no exterior com um cidadão americano que viveu nos EUA por um período de cinco anos. Isso significa que durante toda a vida da criança, ele ou ela também terá seus ativos e renda expostos aos impostos dos EUA – incluindo qualquer “renda não auferida” acima de US $ 2.100 – até os 18 anos de idade e ter a oportunidade de renunciar à cidadania. se eles escolherem fazer isso.

O campo minado do sistema tributário dos EUA vai fazer os contadores da Família Real britânica trabalharem ainda mais nos próximos anos.

Parasite | Novo filme de Bong Joon-Ho, de Okja, ganha primeiro trailer e pôster inédito

Parasite, o novo filme de Bong Joon-Ho (Okja), ganhou seu primeiro trailer e um pôster inédito

Parasite acompanha duas famílias de classes sociais diferentes que têm hábitos peculiares. O elenco inclui Song Kang-HoCho Yeo-JeongPark So-Dam e Lee Sun-Kyun. O filme estreia na Coreia do Sul em maio.

Marina lança clipe de “To Be Human” com mensagem política

Faixa faz parte do recém-lançado Love
JULIA SABBAGA

Marina, anteriormente conhecida como Marina and the Diamonds, lançou hoje, dia 8, um clipe político de “To Be Human”.

Em um vídeo no Twitter, a cantora explicou o significado da música e seu clipe: “Eu queria criar uma imagem na humanidade, porque em nosso atual clima político, nós constantemente vemos outras pessoas como ‘os outros’. Se você é de uma outra cultura, você é visto como diferente e potencialmente perigoso, e eu odeio isso. Então eu escrevi a música pensando nisso e queria que ela fosse o centro do álbum”. 

A faixa pertence à primeira parte de seu novo álbum, LOVE + FEARLovefoi disponibilizado nas plataformas digitais na semana passada. 

A cantora ainda não revelou quando a segunda parte, Fear, será lançada, mas a data de lançamento do álbum, revelada anteriormente, estava marcada para 26 de abril.

Allison Mack se declara culpada em caso de seita com escravas sexuais

Atriz de ‘Smallville’ é investigada por chantagear mulheres para participarem de culto e pode pegar até quinze anos de prisão

Allison Mack admitiu ter manipulado mulheres para que se tornassem escravas sexuais em esquema criminoso

Um dos casos mais estranhos de julgamento de celebridades dos últimos anos parece estar, finalmente, chegando a uma conclusão. Allison Mack, atriz conhecida pelo papel de Chloe Sullivan na série Smallville, declarou-se culpada de envolvimento na sociedade secreta DOS, em processo pelo qual responde desde abril de 2018.

A atriz é acusada de participar de um esquema de tráfico sexual e trabalhos forçados comandado por Keith Raniere a partir de uma rede de autoajuda chamada NXIVM (pronuncia-se “nexium”). Considerada o “braço direito” do líder, Mack recrutava mulheres desse grupo para participarem do DOS, um esquema disfarçado de sociedade em prol do poder feminino que, na verdade, tinha como objetivo fornecer escravas sexuais para Raniere e outros membros do grupo. As vítimas, mantidas no culto por meio de chantagens, tinham as iniciais do líder e de Mack marcadas na virilha.

Nesta segunda-feira, 8, Mack, 36 admitiu diante de um juiz ter participado do culto e manipulado mulheres. “Eu acreditava que a intenção de Keith Raniere era ajudar as pessoas e eu estava errada”, declarou a atriz, prometendo se esforçar para se tornar “uma pessoa melhor”. O julgamento de Mack está marcado para setembro e, se condenada, ela pode pegar até quinze anos de prisão.

Netflix remove suporte ao recurso de transmissão AirPlay

A empresa alegou que o motivo foi “limitação técnica”; apesar da mudança, o aplicativo do Netflix para a Apple TV e outras smart TVs continua funcionando

No mês passado, a Apple anunciou um rival para o Netflix, o serviço de streaming Apple TV+

A Netflix removeu o suporte ao AirPlay, recurso da Apple que permitia que dispositivos como iPhone e iPad espelhassem o conteúdo da plataforma de streaming na televisão. A informação é do site The Verge. Apesar da mudança, o aplicativo da companhia para a Apple TV e outras smart TVs continua funcionando. 

A empresa retirou o suporte na semana passada e alegou que o motivo foi “limitação técnica”. A Netflix disse em comunicado ao The Verge que o problema é consequência da expansão do AirPlay: a Apple anunciou em janeiro que fabricantes de terceiros, como a Samsung, passaram a ter suporte para o recurso. 

Segundo a Netflix, após essa mudança, a plataforma de streaming de vídeo não consegue mais identificar se a televisão que receberá a imagem é uma Apple TV ou não – com essa limitação, diz a empresa, não há como garantir a qualidade da experiência. Essa foi a única justificativa apresentada para a remoção do suporte ao AirPlay. 

A rivalidade entre a Neflix e a Apple aumentou no mês passado depois que a fabricante do iPhone anunciou o seu novo serviço de streaming Apple TV+. No evento de lançamento da plataforma, nomes como Steven Spielberg, Jennifer Aniston, Reese Witherspoon e Oprah Winfrey apresentaram produções audiovisuais que estão realizando para o TV+. Com o Apple TV+, a Apple pretende reunir diferentes serviços em um único local, embora o pagamento continue separado – plataformas como a HBO estão presentes no serviço. A Netflix, entretanto, não se integrou à plataforma e preferiu continuar como uma competidora. 

CHVRCHES | Wonderland | Moog Sound Lab

O grupo de synth-pop de Glasgow CHVRCHES apresenta uma rara apresentação ao vivo de “Wonderland” no Moog Sound Lab. “Esta é uma das poucas músicas do novo álbum que não tocamos ao vivo em nenhum contexto e queríamos fazer algo especial para a performance do MSL …”, diz Lauren Mayberry, vocalista do Chvrches. “Acho que este provavelmente será o único lugar em que uma versão ao vivo do País das Maravilhas existirá …”

Os Chvrches sintetizam sua re-imagem de “Wonderland” usando um Moog One, Subsequent 37 e DFAM – compondo o arranjo analógico espontâneo no local no Moog Sound Lab.

Solange Knowles cancela show no festival Coachella em 2019

Anúncio foi feito uma semana antes do festival; cantora ainda não se declarou publicamente

A cantora Solange Knowles. Foto: Divulgação

Solange Knowles, irmã da cantora Beyoncé, cancelou sua participação no festival de música Coachella no último domingo, 7, a cerca de uma semana de seu show, por causa de “grandes atrasos na produção”.

Segundo a conta oficial do evento no Twitter, a cantora enviou “suas mais sinceras desculpas e está ansiosa para se apresentar no Coachella no futuro”.

O evento será realizado de 12 a 14 de abril e, na semana seguinte, do dia 19 a 21, na Califórnia, nos Estados Unidos. Artistas como Ariana Grande, Childish Gambino (Donald Glover), Wiz Khalifa e J Balvin estarão presentes.

Jennifer Lopez lança clipe da música ‘Medicine’

Cantora, de 49 anos, esbanjou tons pretos e brancos em produção circense

Jennifer Lopez durante o clipe da música ‘Medicine’. Foto: Captura de tela do clipe ‘Medicine’ (2019) / YouTube

Jennifer Lopez lançou o videoclipe de sua música Medicine, no domingo, 7, ao lado do rapper French Montana.

Com uma produção em tons pretos e brancos do começo ao fim, o vídeo começa com uma vinheta de circo antes de entrar o ritmo de pop. A voz de French Montana entra na canção após três minutos.

Com 49 anos, Jennifer Lopez foi pedida em casamento recentemente pelo ex-jogador de beisebol Alex Rodriguez com um anel de R$ 3,8 milhões.

Assista ao clipe abaixo.