Príncipes William e Harry estão cada vez mais distantes: ‘Só funcionaria até eles se casarem’

‘Às vezes, você tem que se afastar para voltar’, disse uma fonte

William e Harry: rumos diferentes Foto: Max Mumby/Indigo / Getty Images

Um será rei; o outro é apenas o sétimo na linha de sucessão. Durante um longo período, os príncipes William e Harry caminharam juntos, trabalhando lado a lado. Mas as coisas na coroa britânica mudaram. Os irmãos, filhos de Charles e Diana, tomaram rumos diferentes e, segundo a revista americana “People”, a “separação” foi inevitável, ainda mais depois dos casamentos e cada um construindo sua própria família.

“Só funcionaria até eles se casarem; e isso durou mais tempo do que se pensava inicialmente”, disse uma fonte à publicação.

A separação começou em março, quando Harry e Meghan Markle, que oficializaram a união em maio do ano passado, decidiram criar um escritório a parte de William e Kate Middleton, casados desde 2011. Harry e Meghan, inclusive, foram morar na Frogmore Cottage, deixando assim o Palácio de Kensington.

“É uma pena. Havia poder nessa união e grande força no quarteto. Há sempre essa tensão: tentar fazer o RP e depois perceber que são apenas pessoas reais. Eles querem seu próprio lugar e suas próprias coisas”, comentou a fonte. “Talvez, eles voltem um pouco mais tarde. Às vezes, você tem que se afastar para voltar”.

Um novo lar

De acordo com a imprensa internacional, a mudança de Harry e Meghan para a Frogmore Cottage representará uma grande mudança no estilo de vida do casal, que espera o primeiro filho para o fim de abril. A casa fica perto do Castelo de Windsor e, segundo especialistas, é o endereço perfeito para a dupla.

“Eles vão se divertir muito mais em Windsor. Eles se sentiam claustrofóbicos no Palácio de Kensington”, disse uma fonte à “People”.

De acordo com a publicação, o lugar de dois quartos no Palácio de Kensington, onde o duque e a duquesa de Sussex viviam, não era uma residência permanente, ainda mais agora que a família está crescendo.

Conheça Katie Bouman, a cientista responsável pela imagem do buraco negro

Dados para gerar imagem foram obtidos a partir de oito conjuntos de radiotelescópios
Gustavo Frank

Katie Bouman – Reprodução/Twitter/MIT

O assunto mais popular nas rodas de conversa nesta quarta-feira (10) é a imagem real do buraco negro no universo, uma descoberta feita pelo telescópio Event Horizon. 

Entre os 200 pesquisadores responsáveis pela descoberta, um nome chama a atenção: o de Katie Bouman. A cientista, de 29 anos, foi quem liderou a criação de um algoritmo que permitiu aos demais estudiosos capturarem a imagem do buraco negro pela primeira vez. No Facebook, ela compartilhou a felicidade com a descoberta. 

“Observando, incrédula, a primeira imagem que eu já fiz de um buraco negro enquanto estava em processo de reconstrução”.

Watching in disbelief as the first image I ever made of a black hole was in the process of being reconstructed.

Para conseguir armazenar a imagem, que reservaram um total de 5 petabytes de informação —que equivalem a 5 milênios de músicas MP3 tocando ou selfies tiradas por 40 mil pessoas ao longo de toda a vida—, foi preciso uma “pilha de discos rígidos de dados de imagem”, manuseada por Katie, que os abraçou para essa foto, no mínimo, icônica:

O MIT, uma das instituições de tecnologia mais respeitas do mundo, comparou a criação de Katie à pesquisa que permitiu aos astronautas pousarem na lua, colocando sua imagem ao lado de Margaret Hamilton, que recebeu o crédito por ter escrito o código de software crucial que permitiu à Nasa tornar possível uma missão à Lua. 

Os estudos feitos pela jovem começaram em 2016, quando começou a liderar o desenvolvimento do algoritmo enquanto cursava engenharia elétrica e ciência da computação. Em 2017, ela conquistou o doutorado, último e mais alto título acadêmico recebido por um indivíduo, na área. 

Em entrevista ao MIT News, Katie explicou que tentar tirar uma foto de um buraco negro é comparável a “fotografar uma laranja na lua, mas com um radiotelescópio. Imaginar algo tão pequeno significa que precisaríamos de um telescópio com 10 mil quilômetros de diâmetro, o que não é prático, porque o diâmetro da Terra não chega a 13 mil quilômetros”.

Para contornar este desafio, o algoritmo de Bouman não depende de um único telescópio. Em vez disso, reúne dados de radiotelescópios em todo o mundo.

Atualmente, Katie Bouman está lecionando na Universidade de Tecnologia da Califórnia, em Pasadena. Seu foco de pesquisa é “projetar sistemas que integram fortemente algoritmo e design de sensor, tornando possível observar fenômenos anteriormente difíceis ou impossíveis de medir com abordagens tradicionais”. UNIVERSA

Greg Sorensen for MAKE Magazine with Zhenya Migovych

Photography: Greg Sorensen. Styled by: Ursula Lake at One Represents. Hair: Bjorn Krischker. Makeup: Sonia Deveney. Model: Zhenya Migovych.

Kim Kardashian West Vogue Cover, Photographed by Mikael Jansson

All That Glitters
Para obter este visual, tente: Liquid Concealer na Shade 7, Powder Contour Single na Shade 5, Glam Bible Mascara na Black, Creme Highlight Stick na Dark Crème Highlight II, Glam Bible Highlighter na Glitz & Glam, Classic Blossom Blush na Grace e Glam Bible Gloss na luxúria. Tudo pela KKW Beauty. Nesta história: Cabelo: Shay Ashual; Maquiagem: Hannah Murray; Manicure: Tom Bachik. Alfaiate: Susie Kourinian. Spongebob: © Nickelodeon / Cortesia: Coleção Everett. Produzido por North Six.

Kim Kardashian West está acostumada a ser subestimada. Ser o próximo magnata da mídia / empreendedora de beleza / próximo futuro de mãe de quatro filhos – estudando direito – parece improvável, talvez não devesse. Questionado, na matéria de capa deste mês, se sua busca pela reforma da justiça criminal o surpreendeu, o marido Kanye West diz a Jonathan Van Meter que ela “sempre teve isso nela”. Aparecendo em uma série de cliques de Chanel e Brandon Maxwell , Kardashian West fala sobre o distúrbio bipolar de Kanye; aquele famoso encontro na Trump White House; além de vê-la – juntamente com North, Saint e Chicago West – em um dia normal em casa, em Calabasas. Fotografado por Mikael Jansson.

Suave como seda
Kim aprendeu a ignorar aqueles que criticam a ela e a sua família: “É a perseguição do poder”, diz ela, “só para chamar a atenção”. Alejandra Alonso Rojas se veste. Elsa Peretti para o colar Tiffany & Co.
No controle
Logo no início, Kanye começou a ditar o visual de Kim. “Eu realmente confiei nele, ele estava certo.” Maiô Moeva. 3.1 sandálias Phillip Lim.
De pé
Kardashian West tem uma qualidade centrada – ela permanece calma e receptiva mesmo quando o caos gira ao seu redor. Vestido de Brandon Maxwell.
Kim Possible
Os filhos (da esquerda), Saint, North e Chicago. Kim e Kanye estão esperando outro filho em maio. Rosetta Getty vestido de deslizamento. Colares de Irene Neuwirth. Sapatos Manolo Blahnik.
No controle
Logo no início, Kanye começou a ditar o visual de Kim. “Eu realmente confiei nele, ele estava certo.” Maiô Moeva. 3.1 sandálias Phillip Lim.
Suave como seda
Kim aprendeu a ignorar aqueles que criticam a ela e a sua família: “É a perseguição do poder”, diz ela, “só para chamar a atenção”. Alejandra Alonso Rojas se veste. Elsa Peretti para o colar Tiffany & Co.

‘Para brasileiro, empréstimo é dívida; para americano, é alavancagem’, diz Maria Teresa Fonea, fundadora da startup BCredi

Fundada em 2015, a startup Bcredi tem uma meta: reduzir o custo do crédito no Brasil
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Maria Teresa Fonea, presidente executiva da startup BCredi, quer reduzir o preço do empréstimo no Brasil 

Fundada em 2017, a startup Bcredi tem uma meta: reduzir o custo do crédito no Brasil, fazendo empréstimos com garantia e financiamentos imobiliários. A empresa nasceu dentro do grupo financeiro Barigui e ganhou autonomia há quatro anos. Em 2018, recebeu um aporte da eBricks Ventures. O projeto é liderado por Maria Teresa Fornea, que começou como advogada do grupo e montou o negócio após estudar nos EUA. Hoje, a 

Bcredi empresta R$ 5 milhões mensalmente com taxas que começam em 1,14% ao mês. O empréstimo médio é de R$ 140 mil e o processo é 100% digital, diz a empreendedora. “Nem vemos os usuários na maioria dos casos”, afirma Maria Teresa.

Por que oferecer crédito com garantia?
Hoje, o brasileiro médio está muito endividado, mas usa crédito com spread enorme e tempo curto de pagamento em meios como empréstimo pessoal ou cartão de crédito. Com o uso de uma garantia, como um imóvel, é possível aumentar prazos, fazer as taxas caírem e ter parcelas baratas. É uma questão de cultura: para o brasileiro, o empréstimo é dívida, enquanto para o americano, é alavancagem para um projeto pessoal. Nos EUA, 80% do crédito são feitos com garantias. Aqui no Brasil há uma oportunidade enorme: cerca de 70% dos imóveis estão livres de dívidas e poderiam gerar crédito mais barato.

Como a tecnologia pode auxiliar nesse processo?
Conseguimos analisar os documentos e gerar os contratos de empréstimo com mais rapidez, com ajuda de algoritmos. O usuário consegue, só preenchendo os dados no nosso site, enviar a documentação e receber o crédito rapidamente – fechamos o contrato em até dez dias. Na maioria dos casos, nós não vemos o cliente, mas temos atendentes que conversam com o usuário por telefone. É importante educar as pessoas. Hoje, eu mesmo sou cética de que alguém pega R$ 150 mil online, colocando a casa como garantia, sem falar com ninguém. Mas isso vai mudar nos próximos anos. Outras startups, como a Creditas, oferecem empréstimo com garantia.

Como a sra. vê a concorrência?
A Creditas não é nossa rival; juntas, vamos sacudir esse mercado. O grande vilão é o desconhecimento. Além disso, temos públicos diferentes: a Creditas está focada em quem é assalariado, tem CLT. Nós focamos no profissional liberal e em pequenas e médias empresas, lançando o crédito no nome da empresa. Esse é um mercado carente de boas soluções.

Parceria do Google com cientistas mostra que o design afeta a saúde

Exposição A Space for Being, em Milão, foi desenvolvida com pesquisadores da Universidade Johns Hopkins, nos EUA

Uma parceria do Google com cientistas da Universidade Johns Hopkins, nos EUA, quer provar que o design afeta a saúde e o bem-estar das pessoas. A mostra A Space for Being, em exposição no Spazio Maiocchi durante a semana de design de Milão, apresenta três salas com interiores projetados de acordo com os princípios da neuroestética – um ramo da ciência que explora como a estética visual pode afetar nossos cérebros e fisiologia.

Parceria do Google com cientistas mostra que o design afeta a saúde (Foto: Divulgação)

Cada ambiente tem diferentes sons, aromas, texturas e iluminação – o objetivo é estimular os sentidos dos visitantes de diversas maneiras para mostrar como o design pode ter um impacto positivo ou negativo no bem-estar mental.

Antes de entrar nas salas interativas, os visitantes recebem uma pulseira desenvolvida pelo Google em parceria com o International Arts + Mind Lab da Universidade Johns Hopkins, liderada por Susan Magsamen. O objeto vem equipado com sensores para medir respostas físicas e fisiológicas específicas, como frequência cardíaca e condutividade da pele.

Parceria do Google com cientistas mostra que o design afeta a saúde (Foto: Divulgação)

Depois de experimentar cada um dos três ambientes, os visitantes recebem um relatório personalizado informando-os em quais espaços eles se sentiram “mais confortáveis” ou “à vontade”, com base em suas respostas fisiológicas em tempo real. O diagnóstico vem na forma de um círculo pintado em aquarelas, com áreas azuis para mostrar quando o visitante estava à vontade, e salpicos de rosa para quando o visitante foi estimulado ou animado por alguma coisa.

Suchi Reddy, arquiteto e fundador do estúdio de arquitetura Reddymade, projetou os espaços e os decorou com produtos da marca de design dinamarquesa Muuto. Esse critério fez com que as três salas seguissem uma estética comum, o que ajuda a evitar que o gosto pessoal influencie as reações dos visitantes, de modo que os resultados vêm puramente dos gatilhos sensoriais.

Parceria do Google com cientistas mostra que o design afeta a saúde (Foto: Divulgação)

O primeiro ambiente, Essential, apresenta tons quentes e terrosos, com móveis macios e iluminação. Reddy fez referência à estética das cavernas ao projetar a sala, com o objetivo de criar um espaço semelhante a um útero.

Parceria do Google com cientistas mostra que o design afeta a saúde (Foto: Divulgação)

A segunda sala, Vital, foi projetada para ser mais divertida, ostentando cores vibrantes e feixes de luz que cruzam o espaço.

Parceria do Google com cientistas mostra que o design afeta a saúde (Foto: Divulgação)

Por fim, a sala final, Transformativa, é descrita como mais “refinada”, caracterizada por tons suaves de aço, madeira e couro.

Os três ambientes destinam-se a refletir os espaços da vida cotidiana, como salas de estar e de jantar, para ajudar as pessoas a perceberem que têm o poder de melhorar seu próprio bem-estar com mudanças simples na casa. “Uma vez que entendemos o que o design e a arquitetura são capazes de fazer, podemos mudar o ambiente e criar espaços que atendam às nossas necessidades de maneira consciente”, disse Reddy ao Dezeen.

“Os objetos que você escolhe afetam seu bem-estar e seu corpo, e o fato de que a neurociência está provando isso é emocionante para nós”, disse Ivy Ross, vice-presidente de design de hardware do Google, em entrevista ao site.

Kim Kardashian diz que pretende tirar licença para ser advogada

Empresária contribui com reforma prisional dos Estados Unidos

Photographed by Mikael Jansson, Vogue, May 2019

Capa da edição de maio da Vogue americana, Kim Kardashian revelou que pretende prestar o exame da Ordem dos Advogados dos Estados Unidos em 2022 para, enfim, exercer a profissão.

A empresária tem trabalhado com o ativista Van Jones e a advogada Jessica Jackson ao visitar prisões e frequentar reuniões com representantes do governo, inclusive Donald Trump.

“Eu falava o que deveria [nas reuniões] sobre o âmbito humano e como isso é injusto, mas eu tinha advogados comigo que podiam embasar isso com fatos do caso. Eu sempre soube meu papel, mas senti que queria ser capaz de lutar por pessoas que pagaram suas dívidas à sociedade. O sistema poderia ser tão diferente e eu queria lutar para mudá-lo; se eu soubesse mais, poderia fazer mais”, disse à revista.

Em meados de 2018, contribuiu para garantir a liberdade de Alice Marie Johnson, presa por tráfico de drogas há mais de 20 anos. Após o caso de sucesso, Kim passou a se envolver cada vez mais na área e está estagiando em uma firma de São Francisco com o objetivo de tirar sua licença em 2022. No sistema norte-americano, tradicionalmente os estudantes prestam o exame depois de completar a graduação em Direito, de forma que possam exercer a profissão. No Brasil, ocorre o mesmo com o exame da Ordem dos Advogados do Brasil.

Minimalista e ampla! Mansão de Kim Kardashian impressiona e quarto de socialite é do tamanho de um hangar de avião

A estrela é a capa do mês de Maio da Vogue Americana

Kim Kardashian (Foto: Reprodução/ Instagram)

Kim Kardashian West surpreendeu mais uma vez sua legião de fãs e admiradores, ao aparecer nessa quarta-feira (10.04) estampando, sozinha, a capa da edição de Maio da Vogue Americana, algo que nas palavras da própria, foi  “um momento que sonhou durante anos”.

Além de revelar que está estudando para conseguir um diploma de advogada, depois de ter se envolvido com politicas de encarceramento durante os últimos meses e ano, e até ter tido uma reunião com o Presidente Donald Trump, a socialite também abriu os portões de sua mansão em Hidden Hills, na Califórnia, para a Vogue

Descrita como uma catedral do aconchego, e projetada seguindo as premissas da arquitetura belga minimalista pelo top designer Axel Vervoordt, a residência é a definição de imenso, calmo e limpo. 

Kim Kardashian  (Foto: Reprodução/ Instagram )
Kim Kardashian (Foto: Reprodução/ Instagram)

Conta com uma cozinha para a equipe de chefs e ajudantes, onde ela, seus três filhos – North, Saint e Chicago -, e o marido Kanye West, acabam passando a maior parte do tempo juntos, e uma outra para ‘visitas’, que possui uma ilha central tão grande quanto uma pista de dança, e um canto para os cafés da manhã que acomoda, confortavelmente, umas 20 pessoas. 

Outro elemento interessante, é o grande hall central, que possui o revestimento de paredes, teto e piso no mesmo material, textura e cor, dessa maneira brincando com a perpectiva do vistante, e criando alusão de estar caminhando em direção ao infinito. 

Considerado quase como um complexo, o closet da Kardashian é divido em uma séria de ‘dressing rooms’ e cômodos para armazenar as centenas de grifes que ela possui, além de um espaço reservado apenas para os sapatos e bolsas,  parecido mais com uma loja Prada do que qualquer outra coisa. 

O quarto, por sua vez, é do tamando de um hangar de avião e possui um banheiro que acomoda um time de basquete inteiro no box. Uma das paredes do ambiente é feita em vidro e exibe um pasiagismo incrivél, criando a sensação de estar tomando banho no meio de uma selva. 

Kim Kardashian  (Foto: Reprodução/ Instagram )
Kim Kardashian (Foto: Reprodução/ Instagram)
Kim Kardashian com seus três filhos do casamento com Kanye West (Foto: Divulgação)
Kim Kardashian com seus três filhos do casamento com Kanye West (Foto: Divulgação)

Confira as fotos da casa abaixo.

Quarto (Foto: Reprodução)
Quarto (Foto: Reprodução)
Quarto (Foto: Reprodução)
Quarto (Foto: Reprodução)
Banheiro (Foto: Reprodução)
Banheiro (Foto: Reprodução)
Banheiro (Foto: Reprodução)
Banheiro (Foto: Reprodução)
Corredores (Foto: Reprodução)
Corredores (Foto: Reprodução)
Sala (Foto: Reprodução)
Sala (Foto: Reprodução)
Cozinha (Foto: Reprodução)
Cozinha (Foto: Reprodução)

Cavalera retorna ao SPFW

Após sete temporadas sem desfilar na semana de moda de paulistana, a marca se apresenta na edição N47 do evento e resgata suas origens do streetwear
PAULA MELLO (@PAULAMELLO)

Coleção atual da Cavalera, que pestá resgatando suas origens do streetwear (Foto: Divulgação)

A edição N47 do SPFW está cheia de novidades: depois de cinco novas marcas entrarem line-up – entre elas a Neriage e a Haight, que fazem parte da Plataforma de Novos Talentos do Veste Rio (projeto da Vogue em parceria com o Ela, do jornal O Globo) –, a Cavalera anuncia que irá retomar para a semana de moda paulistana, que acontece entre os dias 22 e 27 de abril na Arca, após ficar sete temporadas sem desfilar no evento (a última foi em abril de 2015, quando apresentou o verão 2016).

“Na época, decidimos deixar o evento por uma divergência em relação ao calendário: o modelo de mostrar uma coleção para ser vendida meses depois já não condizia com o nosso desejo”, conta Alberto Hiar, diretor criativo da etiqueta, que fez alguns desfiles independentes desde então. 

Atualmente, o evento possibilita que cada grife escolha a coleção que deseja exibir na passarela, seja um inverno “see now, buy now” ou o próximo verão.  Apesar disso, Alberto enfatiza que não quer se prender a regras de temporalidade. “Evidentemente, a coleção é focada no outono/inverno, mas também tem peças de primavera-verão. Com regras crio limites e não é isso que eu quero. Eu quero mostrar agora, vender depois de uma semana, 20 dias, um mês ou sob encomenda. Depende do produto”, completa. 

Cavalera (Foto: Editora Globo)
O último desfile da Cavalera, em abril de 2015 (Foto: Editora Globo)

Uma das grifes pioneiras do streetwear no Brasil, a Cavalera também sentiu necessidade de voltar para se firmar novamente no nicho. De tempos para cá, a grife vem resgastando suas origens com o lema “Back To The Roots”, que é o foco da sua coleção atual, e será também da nova apresentada na semana de moda. “É a nossa história. Houve um grande erro quando eu saí da minha referência principal e o meu berço, que é o streetwear, e comecei a olhar só para a moda, enquanto todo o mercado está olhando para a tendência”, explica Alberto, que mescla referências do rock e rap em criações que transitam facilmente entre o guarda-roupa feminino e masculino. “Tenho que desfilar aquilo que o meu consumidor e os fãs da marca entendem como nossa proposta. Quero mostrar uma coleção que eu enxergo para o futuro da Cavalera.”  

comeback promete não passar despercebido, já que Hiar está planejando uma apresentação marcante. “Terá uma surpresa sobre a maneira que vamos mostrar a coleção. Não sei se é manifesto, revolta, tristeza… Vamos expressar o que nós estamos sentindo em relação às pessoas na rua e o que incomoda aquelas que conversam com a marca.” 

Cavalera (Foto: Divulgação)
Coleção atual da Cavalera, que está resgatando suas origens do streetwear (Foto: Divulgação)

Ao integrar novamente o line-up do SPFW, o diretor criativo quer levar um novo público ao evento. “Não estamos preocupados com as influenciadoras, o meu alvo é o público de verdade: a pessoa que se veste daquele jeito o tempo todo – na rua e na balada.” 

As novidades da Cavalera não param por aí: na flagship store reformulada na rua Oscar Freire agora podem ser encontradas uma curadoria de peças das principais grifes internacionais de streetwear, entre elas Supreme, Off-White e Champion, em sintonia com o novo momento. 

Outro projeto de Hiar é criar um espaço multicultural na região do Bixiga (ainda sem previsão de inaguração), onde atualmente hoje funciona um bazar da marca. Batizado de Ex.cava.dor, a ideia é que o local abrigue marcas pequenas que têm vontade de expor seus produtos; aristas que queiram tocar por um preço popular; serviços como massagem tântrica, aulas de ioga e meditação; e estabelecimentos alimentícios como bar, hamburgueria e restaurante vegano. Estamos de olho!