Kris Jenner compartilha clique nu da filha Kendall Jenner e recebe muitas críticas

Modelo participou de novo projeto de Russell James

Kendall Jenner (Foto: Instagram/Reprodução)

Hot! Kendall Jenner levou fãs à loucura com clique nu compartilhado no Instagram da mãe, ou melhor, momager Kris Jenner nesta quinta-feira (11) à noite.

Kris compartilhou o clique para celebrar o novo projeto do fotógrafo Russell James, no qual fez fotos sensuais das angels, as modelos que representam a marca Victoria’s Secret. Nele, Kendall aparecia sorridente à beira mar, cobrindo parte do tronco com as mãos.

“Tão perfeita”, “ela é maravilhosa”, “Kendall é linda, assim como a mãe dela”, elogiaram fãs nos comentários. Outros, no entanto, fizeram críticas à matriarca do clã Kardashian: “Se eu fosse a mãe, não estaria confortável postando esta foto”, “coitada desta família”.

Carin Backoff for ELLE with Dua Lipa

Photography: Carin Backoff at CLM Agency. Styling: Anna Trevelyan. Hair: Anna Cofone. Makeup: Francesca Angelina Brazzo. Model: Dua Lipa.

Knoll lança exposição sobre a Bauhaus com curadoria do OMA e Ippolito Pestellini Laparelli

por Niall Patrick Walsh Traduzido por Vinicius Libardoni

© OMA / Photography by Fred Ernst

Para celebrar 58ª edição do Salone del Mobile di Milano, fabricante de móveis mundialmente conhecida Knoll apresentou uma exposição em comemoração ao centenário da Bauhaus. O projeto expositivo e curadoria foram realizados em parceria entre o OMA / Ippolito Pestellini Laparelli e Domitilla Dardi. O showroom da Knoll, implantado em plena Piazza Bertarlelli no centro de Milão, foi organizado em quatro diferentes espaços interativos que convidam os visitantes a participar e se envolver com o Salone del Mobile que toma as ruas da cidade lombarda neste mês de abril. [ArchDaily]

© OMA / Photography by Fred Ernst
© OMA / Photography by Fred Ernst

Jesse-Leigh Elford for Grazia Australia with Clare Crawford

Photography: Jesse–leigh Elford. Fashion Direction: Aileen Marr at GRAZIA Australia. Hair: Kyye Reed. Makeup: Gillian Campbell. Fashion Assistant: Patrick Zaczkiewicz. Model: Clare Crawford.

Tinder foi o aplicativo mais lucrativo no primeiro trimestre de 2019

Aplicativo de paquera desbancou Netflix no ranking voltado para apps que não são de jogos

O aplicativo de paquera Tinder tem uma média de 3,8 milhões de usuários atualmente

Tinder foi o aplicativo mais lucrativo no primeiro trimestre de 2019. O posto anteriormente era ocupado pela Netflix, que desde o ano passado não permite mais a realização novas inscrições de assinantes por meio de dispositivos iOS. A queda aconteceu quando o aplicativo de streaming decidiu parar de pagar o chamado “imposto da Apple” – a empresa já não pagava taxa semelhante no Android.

A novidade fez com que a Apple deixasse de faturar centenas de milhões de dólares, visto que a Netflix era o aplicativo não-game mais rentável do mundo nos últimos quatro anos. A App Store é uma fonte de receita importante para a fabricante e chegou a representar 64% do faturamento da Apple no primeiro trimestre do ano. Em dados reais, os usuários chegaram a gastar US$ 12,4 bilhões na Apple Store, quase o dobro dos US$ 7,1 bilhões arrecadados no concorrente Google Play.

Segundo a empresa de inteligência Tower Tower, em 2018 a Netflix ganhou US$ 853 milhões em assinaturas realizadas por meio do aplicativo para iOS. Para que essa funcionalidade estivesse disponível, no entanto, a empresa precisava repassar 15% desta receita à Apple.

Ranking. Enquanto isso, a receita do Tinder subiu. No primeiro trimestre, a empresa faturou mais de 42% anualmente, chegando a uma receita de US$ 260,7 milhões, acima dos US$ 183 milhões registrados no primeiro trimestre de 2018.

Já o aplicativo de vídeos TikTok, se  manteve na terceira posição. O número de novos usuários do app chinês tem crescido anualmente 70%. O crescimento foi impulsionado pela popularização do app na Índia, onde 88,6 milhões de novos usuários aderiram ao aplicativo, em comparação com 13,2 milhões nos Estados Unidos.

As compras no app também garantiram aumento na receita do TikTok. Atualmente, os gastos dos usuários foram 222% mais altos no primeiro trimestre de 2019, em comparação com o primeiro trimestre de 2018, o que corresponde a US$ 18,9 milhões em todo o mundo.

Amina Muaddi: a designer de sapatos que virou hit pelos saltos geométricos

Criada entre a Jordânia e a Romênia e hoje vivendo entre Milão e Paris, Amina Muaddi desenha sapatos exuberantes que têm como marca registrada saltos altos com toque geométrico
ISABEL JUNQUEIRA

Amina Muaddi posa no hotel Brach, em Paris, usando plataforma da sua marca homônima (Foto: Thomas Tebet)

Desde que o streetwear invadiu a moda, o tênis se tornou a bola da vez das coleções de muitas marcas de luxo. Mas é o bom e velho salto alto a aposta de Amina Muaddi, dona da grife de sapatos batizada com seu nome que vem dando o que falar mundo afora. Figurinha carimbada em cliques de street style e na primeira fila de desefiles como Valentino Gucci, a romena-jordaniana anunciou o lançamento da label através de seu próprio perfil no Instagram (@aminamuaddi), em agosto passado. No post (com uma imagem da campanha de estreia), a modelo e amiga Tina Kunakey usava uma sandália preta que chamava a atenção por ser ao mesmo tempo luxuosa e cool: com três tiras finas decoradas com cristais Swarovski, o sapato tinha um quê de anos 90, atualizado por um salto altíssimo de base piramidal, design geométrico que virou instantaneamente marca registrada de Muaddi, que há quatro anos também assina a linha de sapatos ultrassexy do estilista francês Alexandre Vauthier.

Dois dias depois do post, a coleção já podia ser encontrada em multimarcas e e-commerces de peso como Net-A-Porter, Browns e Farfetch. Em poucos meses, a maior parte do estoque se esgotou, parando em guarda-roupas poderosíssimos – da estilista da grife italiana Attico (e melhor amiga de Amina) Giorgia Tordini ao de Rita Ora, passando pelo da rainha Rania da Jordânia. Não é qualquer designer de 32 anos que consegue apostar (e surfar) no “see now, buy now”, modelo de negócios que apresenta e comercializa o produto simultaneamente. “Queria excitar o público, e não entediá-lo com a espera – por isso aguardei até a véspera da chegada do produto às lojas para revelar o lançamento da marca. Acho que o formato funciona porque a aquisição de um par de sapatos é bem mais emocional que a de roupas”, diz à Vogue, durante a sessão de fotos para esta matéria, em Paris.

Apaixonada por sapatos desde sempre (“Quando ficava de castigo na adolescência, minha mãe não me deixava chegar perto dos seus saltos”), Amina cresceu entre a Jordânia e a Romênia, países de origem de seu pai e de sua mãe, respectivamente. “Não havia por ali um universo de moda estimulante, então sonhava com Manolos, Pradas e Miu Mius virando as páginas de revistas estrangeiras.” Aos 15 anos, decidiu se mudar para Milão, onde já costumava passar as férias na casa de uma tia, para terminar os estudos. Depois de se formar em comunicação de moda no Istituto Europeo di Design da cidade, ela começou a trabalhar como assistente de styling em editoriais para a L’Uomo Vogue e a GQ americana (emprego que a levou a se mudar temporariamente para Nova York).

Mule coberta de glitter e tira de cristal (€ 725).  (Foto: Thomas Tebet)
Mule coberta de glitter e tira de cristal (€ 725). (Foto: Divulgação)

Em 2012, resolveu mergulhar de cabeça na paixão por sapatos. Voltou para a Itália, mais precisamente para a região do Vêneto, importante centro de manufaturas de calçados do país, onde passou um ano ao lado de dois artesãos aprendendo de A a Z tudo sobre o acessório e conhecendo todos os fornecedores. Em 2013, aos 25 anos, abriu com dois sócios a marca Oscar Tiye, cujos stilettos glamorosos foram parar rapidinho nos pés de modelos como Gigi Hadid e Kylie Jenner. “Mas eu era muito jovem, não tinha muita ideia do que estava fazendo, principalmente em relação aos negócios. Minha visão acabou se distanciando da dos meus sócios”, conta sobre sua saída da grife, em 2017.

A designer passou o ano seguinte maturando todos os detalhes da marca que levaria o seu nome. Quando os rascunhos estavam prontos, ainda sentiu que faltava algo para deixá-los únicos. “Foi aí que tive a ideia de colocar o final de um salto flare num stiletto. Ficou exagerado e cool”, conta ela, que se divide entre Paris (onde fica o ateliê da grife) e Itália, onde os sapatos são feitos. Nem todos os modelos levam, no entanto, o toque geométrico. O que une as criações é o apreço da designer por materiais exuberantes – como cetim, strass, tule, veludo em cores vivas, couro furta-cor e plástico. “Sapatos são como esculturas, têm vida própria – e o poder de mudar como você está se sentindo.”

Amina Muaddi posa no hotel Brach, em Paris, usando escarpins (€ 495) de PVC com glitter e couro holográfico (Foto: Thomas Tebet)
Amina Muaddi posa no hotel Brach, em Paris, usando escarpins (€ 495) de PVC com glitter e couro holográfico (Foto: Thomas Tebet)

Funcionários da Amazon escutam as conversas da Alexa, diz agência de notícias Bloomberg

Segundo a reportagem da agência de notícias Bloomberg, uma equipe da Amazon escuta trechos de conversas de usuários para melhorar a tecnologia da assistente

A Amazon afirma que os funcionários não têm acesso direto a informações que poderiam identificar quem é o usuário da conversa

Centenas de funcionários da Amazon ao redor do mundo escutam trechos de conversas de usuários com a assistente de voz Alexa, revelou a agência de notícias Bloomberg nesta quinta-feira, 4. A equipe humana é responsável por analisar as conversas para melhorar a tecnologia da assistente – às custas da privacidade das pessoas. 

Segundo a reportagem, os funcionários transcreviam as gravações e compartilhavam o texto com outros setores da empresa. Alguns funcionários chegam a ouvir mais de mil áudios por dia, diz a Bloomberg. Tudo isso para melhorar a capacidade da Alexa de entender a fala humana. 

O time da Amazon que analisa os dados da Alexa tem funcionários em diversos países, incluindo Boston, Índia e Romênia. A Amazon nunca divulgou informações sobre como funciona essa atividade de revisão da Alexa.

Em resposta à reportagem, um porta-voz da Amazon disse que os funcionários não têm acesso direto a informações que poderiam identificar quem é o usuário da conversa.  A Bloomberg informou, entretanto, que algumas gravações eram associadas a dados como o primeiro nome do usuário e o número da sua conta da Amazon. 

“Toda a informação é tratada com alta confidencialidade, usamos autenticação de múltiplos fatores para restringir o acesso, serviço de criptografia e auditoria do nosso sistema de controle para proteção”, disse a Amazon à Bloomberg

Ter filhos é terrível para o salário das mulheres

No início de carreira, a renda de homens e mulheres é quase equivalente. Aos 45 anos, as mulheres ganham em média 55% do salário dos homens
Por Janet Paskin, da Bloomberg

Maternidade: as mulheres muitas vezes se afastam da carreira porque o trabalho não remunerado se torna mais exigente (Tuan Tran/Getty Images)

Nova York – Bebês são fofos. São afáveis, geralmente cheirosos e, vamos combinar, são necessários para a sobrevivência da raça humana. Mas para as mulheres, a chegada de um bebê coincide com um evento econômico significativo: o momento em que o poder aquisitivo feminino começa a diminuir em relação aos colegas do sexo masculino.

No início de carreira, a renda de homens e mulheres é praticamente equivalente. Quando ambos os gêneros têm mais ou menos 45 anos, as mulheres ganham em média 55% do salário dos homens.

Claudia Goldin, professora de economia da Universidade de Harvard e especialista em disparidade salarial entre gêneros, diz que a maior parte dessa diferença, não toda, pode ser atribuída a mulheres que trabalham pelo menos um pouco menos do que os homens.

Ou trabalham menos por salário: sua pesquisa aponta que as mulheres muitas vezes se afastam da carreira porque o trabalho não remunerado, cuidar de uma criança, se torna mais exigente.

Em um estudo feito por alunos de MBA da Universidade de Chicago por 15 anos, Goldin e seus colegas descobriram que a diferença salarial começa a aumentar um ou dois anos depois que a mulher tem seu primeiro filho. “Essas mulheres são extraordinariamente motivadas e dedicadas ao que estão fazendo”, disse. “Elas dão o máximo que podem, mas em algum momento, as demandas do lar realmente chegam.”

Em sua segunda temporada, o premiado podcast da Bloomberg, “The Pay Check”, está analisando detalhadamente o que acontece com as carreiras das mulheres quando têm filhos e o que acontece com a economia global se decidirem não ter. Embora cerca de 70% das mulheres trabalhem fora nos EUA, elas ainda fazem muito serviço de casa. Segundo uma pesquisa da Secretaria de Estatísticas Trabalhistas, as mulheres gastam mais tempo em casa cuidando de filhos do que os homens. Elas também gastam mais tempo em tarefas domésticas, como limpar e lavar roupa.

Essas responsabilidades a mais muitas vezes fazem com que as mulheres limitem o tempo para os empregos remunerados. O esforço das mulheres para lidar com essas demandas conflitantes é frequentemente confundido com falta de dedicação ou ambição na carreira. Essa percepção também contribui para a disparidade salarial entre gêneros, diz Goldin.

E quando os salários das mulheres diminuem dessa maneira, a dinâmica de poder com um parceiro começa a mudar. Em um casal, faz sentido financeiramente para um dos pais, que tem uma profissão, estar disponível para trabalhar essas longas horas e colher os dividendos financeiros, mas isso aumenta as responsabilidades do parceiro em casa. Normalmente, o parceiro profissional acaba sendo o homem.

Para as mulheres que não têm filhos, diz Goldin, a disparidade salarial entre gêneros é muito menor. E para as mulheres que têm, essa disparidade começa a diminuir à medida que se aproximam do fim da carreira, quando os filhos saem de casa ou são geralmente mais independentes.

Conheça Elizabeth de Portzamparc, a carioca que faz sucesso na Arquitetura mundial

Ela, que trocou o Rio por Paris há 50 anos, faz projetos para durar longos ciclos
Suzete Aché

Elizabeth de Portzamparc: sucesso no mundo Foto: Leo Martins/ O Globo

É difícil de acreditar que essa arquiteta carioca (ou franco-brasileira, como se define) possa estar à frente de projetos tão distintos como um museu arqueológico em Nîmes, no Sul da França, a estação de trem de Le Bourget, em Paris, e uma torre de 300 metros de altura em Taiwan. Enérgica , Elizabeth Jardim das Neves só conseguiu manter o nome de solteira até o dia em que a escrivaninha 24 Heures, desenhada por ela em 1986 , foi a estrela de uma mostra na Fundação Cartier e a placa de identificação não ficou pronta a tempo da abertura.

— Foi quando Odille Fillion, mulher de Jean Nouvel, resolveu a questão. “Ah, ela é a Elizabeth do Portzamparc”, referindo-se ao sobrenome do meu marido Christian ( arquiteto francês que venceu o Prêmio Pritzker, em 1994, e é autor do polêmico projeto da Cidade das Artes, na Barra ) — conta ela, casada há 37 anos, mãe de Serge e Philippe, de 36 e 32, e avó de Joaquim, 6, e Lino, de 1 ano e 8 meses.

Pelos netos, que vivem em Minas Gerais, Elizabeth está sempre de malas prontas para vir ao Brasil. E também para acompanhar o projeto de sua casa na Urca, que será construída em um terreno onde a Mata Atlântica está sendo resgatada pelo escritório do paisagista Fernando Chacel.

A arquiteta Elizabeth de Portzamparc no IED, onde lançou seu livro Foto: Leo Martins/ O Globo

— A vista é maravilhosa porque a casa estará bem no alto, mas terei que protegê-la do sol por meio de brises — planeja ela, que alugou um apartamento no bairro para se adaptar à vizinhança até a casa sair do papel.

Mês passado, a arquiteta fez palestras no Rio e em São Paulo e lançou, no IED, um livro com 255 páginas mostrando projetos feitos ao redor do mundo. Mas não ficará muito tempo longe. Ela foi convidada para fazer parte do Comitê de Honra do 27° Congresso Internacional de Arquitetos (UIA 2020 Rio), cuja missão é sugerir temas para debates.

Durante seu primeiro ano de Sociologia na PUC-Rio, Elizabeth, que não revela a idade, resolveu se mudar para Paris, onde fez pós-graduação e mestrado em Antropologia e Sociologia Urbana. Em sua tese, propôs soluções para interligar cidades fugindo da arquitetura contemplativa que, segundo ela, não é socialmente útil. Recém-formada, trabalhou em um escritório da prefeitura em Antony, a 10 minutos de Paris, e, depois dos filhos criados, passou a dedicar-se a importantes concursos internacionais, um meio, segundo ela, bastante masculino.

O Museu de la Romanité Foto: Divulgação

— Alguns são muito badalados, mas os candidatos ficam no anonimato para não influenciar os jurados — diz ela, que venceu em 2012 o concurso da Prefeitura de Nîmes para o Musée de la Romanité, concorrendo com Rudy Ricciotti e Richard Meyer, dois “starchitects”. — Acho que tive sorte, mas o que contou foram os conceitos. É uma área de 9.100 metros quadrados, em frente a uma arena romana e reúne tesouros arqueológicos de 20 séculos. Fiz toda a museografia do lugar e o conceito urbano. A fachada é revestida de lâminas de vidro translúcidas com serigrafia por fora que filtra a luz e, conforme a hora do dia, muda de cor. No terraço dei um toque brasileiro: o jardim arqueológico é uma homenagem a Niemeyer.

A lista de obras de Elizabeth é enorme e bem diversa. Um ponto em comum: ela sempre propõe que os espaços durem um ciclo longo, pensando no bem coletivo. Suas torres de quarta geração em Taiwan, por exemplo, são prédios que deixam de ser uma interrupção do urbanismo e se tornam uma continuação das cidades, com muitos espaços de convivência para os funcionários dos escritórios.

Detalhe do Science Hall de Zhangjiang, em Shangai Foto: Divulgação

— Nossa formação não nos prepara para enfrentar as crises climáticas, sociais e econômicas que estamos vivendo. Em meu escritório tenho um núcleo sustentável onde fixei 10 regras do que chamo de nova arquitetura, sempre em busca de soluções para esses desafios — explica ela, que, apesar das viagens longas e extenuantes entre países tão distantes, encontra tempo para um hobby: grava em todos os lugares que vai o canto dos sabiás.