NET-A-PORTER x Chloé Spring Summer 2019


Campaign: NET-A-PORTER x Chloé SS2019. Photography: Jens Ingvarsson. Art Director: Samuel McWilliams. Hair: Teiji Utsumi. Makeup: Janeen Witherspoon. Production: Jessica Beck, Samuel Aberg and DayInternational. Models: Caroline Knudsen & Anna Lund.

Messenger pode voltar para o aplicativo do Facebook

A rede social está testando a mudança; a empresa disse em janeiro que pretende integrar os serviços de mensagens WhatsApp, Instagram e Facebook Messenger

O Messenger é o aplicativo de mensagens do Facebook

Em breve, o Facebook pode colocar o Messenger de volta ao aplicativo geral do Facebook – a empresa está testando a mudança. A informação foi revelada no Twitter pela pesquisadora Jane Manchun Wong, que costuma antecipar novos recursos de redes sociais explorando os códigos dos aplicativos. Com a integração, o aplicativo de mensagens funcionaria dentro da plataforma da rede social – hoje, quando você clica no botão de mensagens do Facebook, o Messenger é aberto em um aplicativo independente. 

Segundo a pesquisadora, a aba de mensagens dentro do aplicativo do Facebook não terá todas as funções existentes no Messenger. Com a integração, ainda será preciso abrir o aplicativo independente do Messenger para fazer ligações e enviar fotos. 

Nem sempre o aplicativo de mensagens do Facebook teve um aplicativo separado da rede social. Em 2011, quando o Messenger surgiu, ele era uma aba dentro do Facebook. Foi só em 2014 que a empresa resolveu criar um aplicativo separado para o recurso. 

Esse teste de integração pode estar relacionado a um novo plano do Facebook. Em janeiro, o presidente executivo do Facebook, Mark Zuckerberg, revelou que pretende integrar os três serviços de mensagens da empresa – o WhatsApp, o Instagram e o Facebook Messenger. A ideia é que os serviços sigam funcionando como aplicativos separados, mas tenham a mesma infraestrutura de mensagens, incluindo o uso de criptografia de fim-a-fim, hoje presente apenas no WhatsApp. 

Sandra Oh: “Me inspirava em atrizes negras porque havia pouquíssimas asiáticas”

Vencedora do Globo de Ouro de Melhor Atriz por Série Dramática, a atriz falou com exclusividade à Marie Claire sobre seu novo filme, “Meditation Park”, sobre representatividade – ou a falta de – em Hollywood e sobre a segunda temporada de “Killing Eve”

Sandra Oh para a Marie Claire US (Foto: Thomas Whiteside/Marie Claire US)

Ela entrou para a história de Hollywood ao se tornar a primeira mulher com ascendência asiática a ganhar o prêmio de Melhor Atriz em Série Dramática por sua atuação em Killing Eve, da BBC America. Não bastasse, ela também foi pioneira ao apresentar a premiação e ao ganhar múltiplas estatuetas – sua primeira foi a de Melhor Atriz Coadjuvante em Série Dramática pelo papel da inesquecível Dra. Cristina Yang em Grey’s Anatomy

Aos 47 anos, Sandra Oh está com a agenda mais cheia do que nunca: a atriz acaba de estrear na segunda temporada de Killing Eve e também no filme Meditation Park, dirigido por sua parceira de trabalho de longa data, a cineasta Mina Shum, com quem também trabalhou em Os Dois Lados da Felicidade (1995) e Vida longa, Felicidade & Prosperidade (2002).

O longa conta a história de Maria Whang (interpretada por Cheng Pei-Pei), mãe de família e imigrante chinesa em Vancouver, Canadá, que, aos 60 anos, vê sua vida mudar completamente ao descobrir uma peça de lingerie no bolso da calça do marido.

Natural do Canadá e filha de pais coreanos, Oh falou com exclusividade à Marie Claire sobre o novo filme, sobre representativade – ou a falta de – em Hollywood, e ainda deu um gostinho do que está por vir em Killing Eve. Confira! [Bárbara Tavares]

Sandra Oh para a Marie Claire US (Foto: Thomas Whiteside/Marie Claire US)
Sandra Oh para a Marie Claire US (Foto: Thomas Whiteside/Marie Claire US)

Marie Claire: Maria é uma mulher de 60 anos que nunca trabalhou fora de casa, passou a vida cuidando do marido e dos filhos e, de repente, decide que precisa de uma mudança. Ela busca emprego, independência e um novo propósito, o que surpreende inclusive Ava (personagem de Oh), sua filha. Podemos dizer que o que Maria enfrenta é uma questão de outra geração, algo mais incomum nos dias de hoje. Você concorda?

Sandra Oh: Eu considero Meditation Park um filme com uma história muito sutil. Em muitos filmes, mulheres independentes são mostradas como super-heroínas que lutam contra alienígenas. Nesse, é heroico que Maria aprenda a andar de bicicleta. Eu considero, sim, uma questão de outra geração, mas falando como alguém que tem um passado de imigrante, onde a ideia de servência da mulher era mais forte, acho revolucionário. Pensando em mim mesma como uma mulher de meia idade, sinto que minha independência ainda é pautada por aprender constantemente como me colocar, me expor, entender o que é poder e qual é o meu.

MC: Como você enxerga essa busca por independência nos dias de hoje, quando a maioria das mulheres é incentivada a estudar, trabalhar e lutar por seus direitos?

SO: Eu reconheço que estou em um lugar muito privilegiado da sociedade. E, mesmo assim, posso te dizer que ainda é uma grande luta interna. O que eu acho mais incrível em movimentos como #MeToo Time’s Up é que eles incentivam mulheres a lidarem com suas próprias lutas internas e então falarem por si próprias, encontrarem sua própria força. Eu ainda estou trabalhando nisso. 

MC: Que tipo de obstáculos você enfrentou no início da carreira?

SO: Os mesmos que toda artista jovem: ser reconhecida, conseguir papéis. Mas, claro, se você não é branco e se você não é homem, você vai, sem dúvida alguma, carregar o peso de tanto o seu sexo como a sua raça dificultarem seu acesso aos mais diversos papéis.  

MC: Em quem você se inspirava no começo?

SO: Essa pergunta é um pouco complexa porque havia pouquíssimas atrizes [asiáticas] para me inspirar no começo. Eu admirava as atrizes negras porque eu pensava: “Elas são como eu. Não exatamente, mas um pouco como eu”. Então eu me inspirava em Angela Bassett em termos de atuação, em Yoko Ono como artista, como ícone. Havia muitas pessoas que eu admirava, mas poucas com que eu me identificava.

MC: O que podemos esperar da segunda temporada de Killing Eve?

SO: É muito, muito mais obscura. Você vê que Eve está tentando estar mais no controle, mas as coisas não estão dando muito certo para ela nesse aspecto.

Brad Pitt apoia projeto do vencedor do Pritzker Peter Zumthor para Museu de Arte em LA

Ator e Diane Keaton defenderam a ideia do suíço Peter Zumthor em reunião. Obras devem consumir ao todo R$ 2,1 bilhões
FOTOS DIVULGAÇÃO E GETTY IMAGES

Brad Pitt apoia projeto de vencedor do Pritzker para Museu de Arte em LA (Foto: Divulgação)

Brad Pitt está apoiando o projeto do arquiteto suíço Peter Zumthor, vencedor do Prêmio Pritzker em 2009, para o Museu de Arte do Condado de Los Angeles (LACMA), aprovado em uma reunião de planejamento organizada pelo Conselho de Supervisores local. 

“Não há como entender seu trabalho a partir de uma imagem gerada por computador. Você realmente tem que ficar neles para ver seu domínio da luz e da sombra”, defendeu o ator, convidado para ser orador na reunião, realizada para certificar o Relatório Final de Impacto Ambiental (FEIR) para o esquema do arquiteto.

Brad Pitt apoia projeto de vencedor do Pritzker para Museu de Arte em LA (Foto: Divulgação)

Pitt é fascinado por arquitetura e contou com o apoio de muitos arquitetos conhecidos, como Frank Gehry, David Adjaye e Shigeru Banriou, ao fundar a instituição Make it Right, em 2006. Eles desenvolveram projetos de habitação para abrigar pessoas que perderam suas casas quando o furacão Katrina atingiu Nova Orleans.

Brad Pitt apoia projeto de vencedor do Pritzker para Museu de Arte em LA (Foto: Divulgação)

A atriz Diane Keaton e os curadores do museu também defenderam o design de Zumthor na audiência. Convencido, o Conselho confirmou que contribuirá com US$ 117,5 milhões (cerca de R$ 466 milhões) para custear o projeto, que ao todo deve consumir US$ 560 milhões (R$ 2,1 bilhões).

Brad Pitt apoia projeto de vencedor do Pritzker para Museu de Arte em LA (Foto: Divulgação)

Com o sinal verde recebido, a construção está prevista para começar no ano que vem e, depois de concluído, será o primeiro prédio do arquiteto, de 75 anos, nos Estados Unidos. Na Europa, assina, entre outros, o spa Therme Vals, na Suíça, o Museu da Mineração Allmannajuvet, na Noruega, e a Capela de Campo Bruder Klaus, na Alemanha

Brad Pitt é fascinado por arquitetura

‘Star Wars IX: The Rise of Skywalker’ ganha 1º teaser

Filme encerra a saga Skywalker em ‘Guerra nas Estrelas’

Cena de ‘Star Wars IX: The Rise of Skywalker’ Foto: YouTube / @Star Wars

O primeiro teaser do nono episódio da saga Star Wars,The Rise of Skywalker, que também teve seu nome revelado, foi divulgado nesta sexta-feira, 12.

“Toda geração tem uma lenda. A saga chega ao fim”, anuncia o teaser, que também revela que a previsão de lançamento é para a época próxima ao Natal, em dezembro 2019.

O trecho escolhido foca na personagem Rey (Daisy Ridley), mas outros nomes conhecidos como Chewbacca, C3PO e até mesmo a princesa Lea, vivida por Carrie Fischer, morta em 2017, também aparecem em algumas cenas.

Assista abaixo ao primeiro teaser de Star Wars: The Rise of Skywalker:

Kris Jenner revela quanto as Kardashians recebem por publicidade nas redes sociais

Empresária disse que publicações patrocinadas das filhas ficam na casa de seis dígitos

Kris Jenner revela preço de posts pagos de Kim e filhas: “seis dígitos”
FOTO: REPRODUÇÃO/INSTAGRAM

As milionárias integrantes da família Kardashian-Jenner reconhecem sua influência na mídia e sabem como se valorizar quando o assunto é publicidade nas redes sociais. De acordo com o site Just Jared, a matriarca Kris Jennerrevelou o quanto as filhas ganham por publicações em seus perfis na internet durante uma entrevista ao CBS Sunday Morning, que vai ao ar no próximo domingo, 14.

“Minhas filhas estão constantemente recebendo ofertas para postar algo para alguma empresa, ou marca, nas redes sociais. Elas têm uma taxa por post, por story [do Instagram], para o Facebook, elas têm uma tabela de taxas. Com certeza é na casa dos seis dígitos“, revelou.

Dessa forma, a publicidade feita pelas irmãs fica entre 100 mil dólares e quase um milhão de dólares, aproximadamente de R$ 380 mil a R$ 3,8 milhões. O preço pode subir em casos de produtos farmacêuticos, como alimentos, bebidas, suplementos, ou qualquer outro produto que seja para o corpo.

Recentemente, Khloé Kardashian apagou uma publicação de seu Instagram após críticas da atriz Jameela Jamil. A empresária promovia uma bebida de emagrecimento e foi acusada de irresponsabilidade por não informar os efeitos colaterais do produto, que não foi aprovado pelas autoridades e pode desencadear distúrbios alimentares.

‘Game of Thrones’: HBO e Columbia Records anunciam álbum inspirado na série

‘For The Throne’ será lançado em 26 de abril

Álbum será lançado no dia 26 de abril em 11 edições diferentes em vinil.  Foto: Divulgação / Sony Music

Para celebrar a temporada final de Game of Thrones, a Columbia Records e a HBO anunciaram o álbum For The Throne. O projeto traz músicas inspiradas na série de sucesso, que estreia sua oitava e última temporada no próximo domingo, 14.

Esta é a primeira vez que a HBO faz parceria com uma grande gravadora para trabalharem em uma trilha sonora especificamente para a série.

O álbum contará com com músicas inéditas de grandes nomes, como A$AP Rocky, Ellie Goulding, Mumford & Sons, SZA, The Lumineers, The Weeknd, Travis Scott, Ty Dolla $ign, entre outros artistas.

For The Throne será lançado globalmente no dia 26 de abril, mas já está disponível para pré-venda em 11 edições diferentes em vinil. Nove capas representarão cada casa da série, uma representará o fogo e o gelo, e uma em versão tradicional. As músicas também estarão disponíveis nas plataformas digitais.

Documentos do WikiLeaks indicam que Steve Jobs era HIV positivo; será?

Nesta semana, começaram a circular duas imagens supostamente confidenciais de exames do falecido cofundador e ex-CEO da Apple, Steve Jobs, compartilhadas pelo WikiLeaks após a prisão de Julian Assange. Esses supostos exames do California Pacific Medical Center mostram que Jobs tinha era soropositvo (ou seja, tinha HIV1) — o que é diferente de ter AIDS2. Será?

Supostos exames de Steve Jobs
Supostos exames de Steve Jobs

Antes, vamos aos fatos: nada disso é novo, muito pelo contrário. O WikiLeaks divulgou essas informações em janeiro de 2009 — época em que o executivo ainda estava vivo, já que ele faleceu em outubro de 2011.

E não precisa se esforçar muito para questionar tais exames. O próprio WikiLeaks fez isso no seu sumário sobre a notícia, o qual traduzimos abaixo:

Supostos resultados do status médico de HIV de Steve Jobs, 2008

Duas fotos, supostamente parte do arquivo médico do CEO da Apple, Steven P. Jobs, mostram um resultado positivo para HIV. As duas fotos foram distribuídas por email, e apareceram em várias publicações na internet, incluindo o “iReport”, da CNN, que anteriormente divulgou um falso relatório sobre a morte de Jobs.

Os resultados de HIV feitos pela empresa SxCheck são datados de 1º de setembro de 2004. Embora o site da SxCheck não tenha sido lançado até 2006, sua empresa-mãe Adult Industry Medical Health Care Foundation existe desde a década de 1980. Assim, é plausível que os resultados sejam uma reedição de testes anteriores associados à sua empresa-mãe. O site da SxCheck fala em “décadas de experiência”.

Se Steve Jobs tivesse HIV, é possível que o seu câncer de pâncreas fosse um sarcoma de Kaposi, que emula câncer de pâncreas em pacientes HIV-positivos. Steve Jobs também segue uma dieta ocasionalmente recomendada para pacientes com AIDS como uma terapia alternativa.

Uma inspeção minuciosa da segunda imagem revela que os detalhes pessoais do Sr. Jobs estão ligeiramente desalinhados e não seguem a perspectiva do texto ao redor. “Nascido” [“Born”] no campo “Data de Nascimento” [“Date of Birth”] também é incomum, embora não seja por si só uma prova de documento falso.

O número do seguro social, por outro lado, tem uma estrutura válida e foi emitido na Califórnia, embora não se saiba se é do Sr. Jobs.

Como o preço das ações da Apple depende em parte da saúde de Jobs, especuladores de ações são motivados a introduzir informações críticas sobre a saúde de Jobs.

Devido às datas contraditórias, possíveis evidências de falsificação, fortes motivações para a fabricação e poucas motivações para uma revelação legítima, as imagens devem ser questionadas.

Na época, Thomas Claburn (hoje reporter do The Registerescreveu um artigo para aInformationWeek intitulado “O Wikileaks deve a Steve Jobs um pedido de desculpas”. Nele, Claburn afirmou respeitar os “princípios jornalísticos que o Wikileaks defende”, mas questionou se o site “fez a si mesmo e ao jornalismo um desserviço” ao publicar imagens que pretendem mostrar parte do arquivo médico do CEO da Apple, uma sendo reconhecida como falsa e a outra considerada bastante suspeita — lembrando que essas imagens apareceram no iReport, da CNN, mesmo veículo o qual afirmou que Jobs havia sofrido um ataque cardíaco.

Ora, se o próprio WikiLeaks deixa claro no seu sumário que as imagens (consequentemente, a notícia em si) devem ser questionadas, por que publicar algo assim? Ainda mais depois de levantar a possibilidade de que tal manipulação poderia ter sido fruto de uma manobra para fazer as ações da Apple caírem, como o próprio sumário indica.

Claburn, por sinal, perguntou a um porta-voz da Comissão de Títulos e Câmbio dos Estados Unidos se a agência reguladora estava investigando a potencial relação entre rumores como esse e tentativas de vender ações da Apple, mas nada foi comentado.

Na época, o jornalista também fez algo simples que qualquer um poderia ter feito: comparar a assinatura de Jobs no tal exame com outras do cofundador da Apple. E a diferença, como podemos ver, é bem grande.

Assinatura de Steve Jobs
Assinatura de Steve Jobs

Assinaturas reais de Steve Jobs — compare com a do exame (no começo deste artigo).

Uma afirmação tão significativa quanto essa (lembre que, na época, Jobs estava vivo e ainda à frente da Apple) deveria ter sido bem mais apurada pelo WikiLeaks antes de compartilhadas com o público. “Já há bastante desinformação online; o Wikileaks não deveria estar se espalhando mais”, afirmou Claburn em 2009. [MacMagazine]

Sylve Colless for Harper’s Bazaar Australia with Franzi Stegemann

Photographer: Sylve Colless. Fashion Editor: Caroline Tran. Hair: Koh hair. Makeup: Peter Beard. Model: Franzi Stegemann.