Melissa Moreno desfilará pela primeira vez na São Paulo Fashion Week!

De manicure a aposta das passarelas!

Melissa Moreno desfilará pela primeira vez na São Paulo Fashion Week!

Natural de Salvador/BA, Melissa Moreno promete roubar a cena nesta temporada de moda brasileira.

A bela, que trabalhava como manicure, é aposta da WAY Model – mesma agência de top models como Carol Trentini e Alessandra Ambrósio.

Esta será a primeira vez de Melissa desfilando em uma temporada de moda.

Com 1.80m e 20 anos, a bela promete ser destaque nas passarelas da São Paulo Fashion Week, que começa na próxima semana, na capital paulista.

Melissa trabalhava como manicure desde os 14 anos. Pouco tempo depois, estudou design de sobrancelhas, mas deixou a profissão para trás para se arriscar no mercado da moda:

“As minhas expectativas pro SPFW são as melhores possíveis. É algo que eu nunca vivi antes! Estou muito animada!”.

Sophie Turner se abre sobre depressão: ‘o mais difícil é sair da cama’

Atriz de ‘Game of Thrones’ falou sobre saúde mental em entrevista a podcast ‘Phil in the Blanks’

Sophie Turner é Sansa Stark na série ‘Game of Thrones‘, da HBO (HBO/Divulgação)

A atriz britânica Sophie Turner, que interpreta Sansa Stark na série Game of Thrones, revelou sua luta contra a depressão durante uma entrevista com o psicólogo e apresentador Phil McGraw, no podcast Phil in the Blanks, que foi ao ar na última terça-feira 16.

Turner conversou durante cerca de uma hora sobre sua adolescência e seu trabalho na série da HBO e contou que, durante os últimos cinco ou seis anos, tem lidado com a doença. “O mais difícil é sair da cama, sair da casa”, disse a atriz, antes de completar: “E aprender a amar a si mesma, esse é o maior desafio”.

Game of Thrones foi o primeiro trabalho de Turner na televisão e, nos primeiros anos, a atriz descreve a experiência como “incrível”, algo pelo qual ela mal podia acreditar estar sendo paga. Eventualmente, porém, os pensamentos negativos começaram a se sobrepor aos positivos: “As coisas começaram a ir ladeira abaixo quando entrei no auge da puberdade, lá pelos 17 anos. Foi quando meu metabolismo começou a ficar mais lento e comecei a ganhar peso, e me tornar alvo da fiscalização das redes sociais… Foi aí que a depressão me atingiu”, desabafa.

Apesar disso, a atriz diz não achar que os comentários maldosos na internet foram a principal causa para o problema, mas sim um forte agravante, já que, nesse período, ela se tornou muito consciente da própria aparência. “Eu ficava preocupada com os ângulos da câmera, com meu rosto, meu nariz grande – que todo mundo adorava dizer que eu tinha – e isso simplesmente me afetava.”

A atriz também falou sobre sua amizade com a colega de elenco Maisie Williams, que interpreta sua irmã, Arya, na série, e a quem recentemente convidou para ser sua madrinha de casamento (com o músico Joe Jonas). Segundo ela, Williams também passava pelas mesmas dificuldades e, juntas, elas acabaram se isolando do restante da equipe de forma “destrutiva”. “Por uns dois anos nós não socializamos com ninguém, além de nós mesmas”, admitiu.

Jonas, por outro lado, parece ter sido uma peça-chave para sua recuperação: “Quando alguém diz todos os dias que a ama, você começa a pensar nos motivos que ela tem e isso faz com que você ame a si mesma um pouco mais”.

Ao final, Turner concluiu a entrevista revelando um desejo curioso: o de se juntar à academia de polícia. “Sou fascinada por crimes e por psicologia. Quero entender por que as pessoas fazem o que fazem e como você pode manipular suas palavras e o ritmo de sua fala para fazer alguém confessar – isso me interessa muito”. Um trabalho, por esse ponto de vista, não tão diferente do que ela já faz como atriz.

Depois de Game of Thrones, que chega ao fim no dia 19 de maio, Turner estará nos cinemas em junho como a heroína Jean Grey no longa X-Men – Fênix Negra.

Quem é a brasileira Lily Safra que doou milhões para reconstrução de Notre-Dame?

Lily Safra (Foto: Getty Images)

A destruição de parte da Catedral de Notre-Dame nesta semana mobilizou conglomerados de moda e empresários pela reconstrução do histórico prédio em Paris. Além do grupo LVMH, da bilionária família Arnault, que doou € 200 milhões (R$860 milhões), e do bilionário marido de Salma Hayek, François-Henri Pinault, (R$430 milhões), uma brasileira aparece na lista de doadores que enviaram quantias significativas para Paris.

Trata-se de Lily Safra. Segundo o  “Le Monde”, ela teria reservado 10 milhões de euros (R$ 44 milhões), via fundação de seu ex-marido Edmond Safra, para os responsáveis pela reconstrução da igreja. O ato de generosidade chamou a atenção para sua fortuna, estimada em US$ 1,3 bilhão (R$ 5,1 bilhões).

Lily é viúva do banqueiro Edmond Safra e reconhecida na França. Ela recebeu uma Légion d’Honneur e tem uma sala no Museu do Louvre com seu nome e do marido, a Galerie Edmond et Lily Safra.

O pai de Lily era um inglês do ramo de ferrovias que chegou ao Brasil no início do século XX. Quando ela completou 19 anos, deixou a casa dos pais para se casar com um argentino milionário, Mario Cohen,  e teve três filhos. O casamento, porém, chegou ao fim e, pouco tempo depois, ela se casou com Alfredo Monteverde, dono da rede Ponto Frio, com teve outro filho.

Em 1969, o empresário se matou com um tiro no peito e Lily se mudou para Londres. Menos de 10 anos depois, ela conheceu Edmond Safra, com quem se casaria após uma breve união com o inglês Samuel Bendahan.

Arquiteta Jeanne Gang entre as 100 pessoas mais influentes de 2019 segundo a revista TIME

Por Niall Patrick Walsh Traduzido por Romullo Baratto

© Wikimedia de Kramesarah; licença CC BY-SA 4.0

A arquiteta Jeanne Gang, fundadora do Studio Gang, foi incluída na lista das 100 pessoas mais influentes de 2019 da revista TIME. Gang é a única profissional do campo da arquitetura a fazer parte da lista deste ano, que reconhece o ativismo, a inovação e as conquistas das pessoas mais influentes do mundo.

O reconhecimento é mais uma conquista neste que já é um ano histórico para Jeanne Gang e seu estúdio. Em janeiro, a arquiteta anunciou seu primeiro projeto na França – o Centro da Universidade de Chicago em Paris – e no mês passado seu escritório foi selecionada para liderar o projeto de expansão do aeroporto O’Hare em Chicago.

Para Jeanne, a arquitetura não é apenas um objeto maravilhoso. É um catalisador de mudança. Suas elegantes casas flutuantes estão ajudando a revitalizar o poluído rio Chicago ao filtrar o esgoto. Seu conceito de Polis Station visa melhorar a maneira como a população civil interage com a polícia ao fundir delegacias com centros recreativos.
– Anna Deavere Smith, sobre Jeanne Gang na lista da TIME.

Veja a lista completa da TIME, aqui.

Via: Studio Gang

Bottega no Rio: a marca de luxo sem logos desembarca na cidade maravilhosa

Abrindo sua terceira loja no Brasil, a marca italiana dá mais um passo na sua expansão com primeira loja no Rio de Janeiro

Campanha de verão 2019 da Bottega Veneta (Foto: Divulgação)

Quem chega na loja da Bottega Veneta do Village Mall, a primeira do Rio de Janeiro, não vai se decepcionar. Com design, decoração e proposta renovados a butique carioca é a primeira evidência no Brasil de um novo momento da grife italiana, que deve inaugurar lojas mais iluminadas, com décor mais arejado e em tons claros. Conhecida pelo trabalho singular em couro e pelo famoso intrecciato – técnica para trançar o material que virou marca registrada da casa – a Bottega vem iniciando um capítulo mais moderno com a direção criativa, agora comandada por Daniel Lee.

Loja da Bottega Veneta no Rio (Foto: Divulgação)
Loja da Bottega Veneta no Rio (Foto: Divulgação)

O designer britânico de 32 anos – mas com um currículo extenso, que conta com passagens pela Céline e – vem sendo amplamente elogiado pelo seu trabalho no ready to wear e acessórios, departamento best-seller da Bottega. Sem usar seu logo nas peças, a marca se diferencia justamente pelo intrecciato, que foi reinterpretado por Lee nas últimas coleções, aparecendo em versões máxi e em acessórios com pegada genderless e bem mais coloridos.

Na nova loja do Rio já é possível encontrar alguns hits da primeira coleção de Lee na marca, como a Pouch, uma maxiclutch que já tem filas de espera pelo mundo todo. Outros clássicos da marca como a Piazza também foram redesenhados pelo designer e já desembarcaram na loja do Rio (que por enquanto venderá apenas acessórios).

Modelo The Pouch, da Bottega Veneta (Foto: Divulgação)
Modelo The Pouch, da Bottega Veneta (Foto: Divulgação)

Solidão em rede: nunca estivemos tão conectados, nem tão solitários

Para os nascidos a partir dos anos 80, o celular é o principal meio de interação com o mundo – e com os outros. Por isso, os millennials saem menos de casa, namoram menos, casam menos, engravidam menos e morrem menos em decorrência da violência urbana do que jovens de outras décadas. O resultado emocional desta nova equação social é também uma geração muito mais sozinha, mas não necessariamente deprimida

Solidão em rede (Foto: Ilustração Carolina Teixeira (ITZÁ))

Robinson Crusoé, o náufrago mais famoso da ficção literária, foi obrigado a ficar sozinho em uma ilha por 28 anos. Primeiro, ficou assustado, depois deprimido, até encontrar as benesses advindas do isolamento total. O personagem de Daniel Defoe é citado pela escritora inglesa Sara Maitland, autora do livro Como ficar sozinho (Objetiva, 192 págs., R$ 32,90), publicado no Brasil pelo selo The School of Life. Há uma certa identificação entre os dois: Sara, que agora tem 69 anos, também está há mais de duas décadas em estado de isolação, morando em uma das regiões com menor densidade demográfica da Europa, na Escócia – ali, o mercado mais próximo é a 15 quilômetros de distância. Inicialmente, a decisão ocorreu por conta do término de seu casamento. Mas, depois de um tempo, acabou virando fonte de prazer – tal qual Robinson Crusoé.

Em entrevista a Marie Claire, ela conta: “Robinson Crusoé foi colocado nessa situação contra sua vontade. Porém, se estar sozinho é uma escolha de vida, as coisas ficam mais fáceis e divertidas. Acredito que deveríamos ensinar às crianças os prazeres de se estar sozinho. Por exemplo: não colocá-las para ficarem reclusas no castigo. A solidão deveria ser uma recompensa. Você se comportou bem, agora pode ter algumas horas por conta própria”. Depois de sua intensa experiência com a própria companhia e nenhuma mais, Sara não tem dúvidas: “É possível estar sozinho, mas não solitário, porque a pessoa simplesmente gosta de estar assim”. “Vivemos em uma sociedade que diz que quem está sozinho é, de alguma forma, alguém que falhou como humano”, continua ela, que entrega: se por acaso sente a solidão, marca um Skype com um dos netos.

“Bons encontros podem acontecer a partir da internet”, acredita a psicanalista Bianca Dias. “Mas pode sim aumentar a solidão quando os encontros não se efetivam na presença do corpo.” Esse diagnóstico encontra eco na experiência da jornalista gaúcha Stefanie Cirne, 26. “Desde a pré-adolescência, muitos dos meus contatos mais próximos eram virtuais, que eu conhecia em fóruns temáticos de discussão. Achava mais fácil encontrar pessoas com quem me identificasse do que na escola, onde tinha afinidade com poucos. A distância pode trazer facilidades valiosas. Existem questões íntimas que só contei para amigas que fiz on-line, justamente porque estão removidas do meu círculo imediato, e eu sentia que assim meu segredo estava seguro, ou o meu desabafo seria ouvido com mais objetividade.”

Stefanie percebeu os desgostos das relações majoritariamente virtuais em uma comemoração. “Há uns quatro anos, tentei planejar a festa da formatura da faculdade e percebi que quase não teria quem convidar, porque alguns dos meus amigos mais queridos moravam em outros estados ou até mesmo países.” Não houve festa, mas pelo menos a experiência serviu como aprendizado: “Hoje espero coisas diferentes de cada amizade. Sei que o colo de uma amiga que mora em outro estado não é igual ao de uma que mora a minutos de mim, e que preciso equilibrar as relações on e off para não me sentir solitária”.

Stefanie faz parte da ala mais jovem da geração dos millennials, indivíduos nascidos entre 1979 e 1995. Mas a relação entre celular e vida cotidiana fica ainda mais acentuada entre aqueles que nasceram após esse período – afinal, já eram adolescentes na época do lançamento do iPhone. As gerações mais jovens bebem menos, transam menos, engravidam menos, dirigem menos e ficam mais tempo no celular. Por outro lado, morrem menos por mortes violentas – um reflexo da diminuição dos encontros presenciais. O Brasil, por exemplo, teve, nos primeiros nove meses de 2018, uma redução de 12,4% no número de mortes violentas com relação ao mesmo período de 2017 – o dado é do Fórum Brasileiro de Segurança Pública. “Chamo a geração pós-millennial de iGen. São jovens que estão 100% moldados pelo uso do celular. Eles ficam até mais tarde na casa dos pais, saem muito pouco para encontrar os amigos na rua, mas nem por isso melhoraram a relação com a família. Continuam distantes, solitários, cada um com seu celular e seu mundo particular”, explica Jean Twenge, psicóloga especialista em diferenças geracionais, autora do livro iGen (Martins Fontes, 368 págs., R$ 52). “Normalmente, um fator não é o suficiente para definir uma geração. Mas as mídias sociais e o aumento do uso de celulares causaram um terremoto de uma magnitude há muito tempo não vista”, continua ela, em um artigo para a revista norte-americana The Atlantic.

Existe uma razão concreta e pragmática para isso: a crise econômica que se estende no mundo desde 2008. Sair, beber, ir a festas – e assim conhecer pessoas ao vivo e a cores – custa dinheiro. Acaba sendo mais barato que a interação ocorra num quarto vazio através do celular. Acontece que a solidão tem consequências físicas: elevam-se os níveis de cortisol – o hormônio do estresse –, a resistência à circulação de sangue aumenta e certos aspectos da imunidade diminuem. Esse modus operandi também tem relação com os índices de depressão e suicídio. De acordo com a Organização Mundial da Saúde (OMS), a depressão é a doença que mais cresce no mundo. São 322 milhões de pessoas, representando 4,4% da população mundial, acometidas por ela. Até 2020, a depressão será a doença mais incapacitante do mundo. Só no Brasil, 75 mil pessoas foram afastadas do trabalho por esse motivo em 2016.

Uma análise feita na Universidade de Chicago – de 70 estudos combinados, com mais de 3 milhões de participantes – vai além e demonstra que a solidão aumenta o risco de morte em 26%, quase o mesmo que a obesidade. O fato de que mais de uma em cada quatro pessoas em países industrializados pode estar vivendo em plena solidão deveria, sim, nos preocupar.

#nofilter

O Instagram é a rede social da inveja, dizem. Ali, todos parecem estar em viagens idílicas, em festas inesquecíveis e em uma vida familiar harmônica. Até mesmo o emprego, outrora um aspecto que era permitido odiar sem culpa, ganha a hashtag #ilovemyjob. Um estudo publicado pela Universidade da Pensilvânia relacionou o uso das redes sociais (Instagram, Facebook e Snapchat) com uma maior capacidade de desenvolver ansiedade, depressão e solidão. G*., 32, entendeu recentemente que sofre do terceiro. Era 2012 quando ela saiu da casa dos pais para morar sozinha em São Paulo, onde desde então ganha a vida como programadora freelancer. O máximo de tempo em que ficou sem sair do apartamento em que vive na tumultuada rua da Consolação foi onze dias. Onze dias seguidos sem colocar os pés na rua. G. diz que estar por tanto tempo fisicamente sozinha não lhe parecia uma questão até dias atrás, quando se deu conta de que não tinha com quem dividir uma “grande conquista”, a compra, “à vista”, do primeiro apartamento.

“Não ligaria para os meus pais para contar, não sem antes ter a documentação nas mãos. Mas me deu vontade de dar a notícia para um amigo e percebi que não poderia fazer isso com nenhum deles. Não porque não são amigos em que confio, mas porque não mantenho contato frequente com eles. Me pareceu estranho telefonar para eles, do nada. Diria o quê? Comprei um apartamento e desculpa pelo sumiço de seis meses?” G., que pediu anonimato para essa entrevista, não tem Facebook ou Instagram. Sua única conta em uma rede social é no Twitter. E é através da plataforma que se relaciona com outras pessoas e até conhece novas. “No Twitter, só interajo quando desejo e não sofro com as postagens dos outros. É um bom filtro para quem quer aparecer só de vez em quando”, afirma.

Solidão em rede (Foto: Ilustração Carolina Teixeira (ITZÁ))

É possível ser feliz sozinho

“Não acredito que a solidão tenha aumentado com as redes sociais, e sim diminuído. E isso é um problema”, opina a filósofa brasileira Viviane Mosé. “As pessoas estão o tempo inteiro convivendo com os outros através da internet. E, por isso, deviam ficar mais desconectadas, para conviver consigo mesmas e assim conseguirem filtrar seus desejos e avaliar seus afetos.” Portanto, é importante entender: do que falamos quando falamos sobre solidão? “Solitude é a descrição de um fato: você está consigo mesmo. Solidão é a resposta emocional negativa a isso”, define Sara Maitland numa entrevista ao jornal inglês The Guardian. “Mas há um problema cultural sério em relação à solitude. Ser sozinho em nossa sociedade suscita uma questão sobre identidade e bem-estar. É como se fosse um infortúnio. Não precisa ser assim. Estar só pode nutrir trabalhos artísticos. É algo que permite o desenvolvimento de gostos pessoais, da originalidade, da gestão do tempo e da independência do pensamento. Dormir sozinho melhora a qualidade do sono. Mas a maior surpresa é a descoberta de que sozinho você é, de fato, uma pessoa interessante, com recursos inesperados”, defende Sara.

No fim, talvez seja bom prestar atenção no que escreve Carlos Drummond de Andrade: “Por muito tempo achei que a ausência é falta. E lastimava, ignorante, a falta. Hoje não a lastimo. Não há falta na ausência. A ausência é um estar em mim. E sinto-a, branca, tão pegada, aconchegada nos meus braços, que rio e danço e invento exclamações alegres, porque a ausência, essa ausência assimilada, ninguém a rouba mais de mim”.
MARIA CLARA DRUMMOND

Fachada de prédio nos EUA parece “desabar” como um dominó

Estrutura foi desenhada pelo Bjarke Ingels Group (BIG), com colaboração da Goody Clancy Architects, para a Universidade de Massachusetts Amherst
DIVULGAÇÃO / MAX TOUHEY / LAURIAN GHINITOIU

Quem olhar rápido pode até pensar que a fachada desse prédio da escola de negócios da Universidade de Massachusetts Amherst, nos Estados Unidos, desaba aos poucos como pecinhas de um dominó. Desenhado pelo Bjarke Ingels Group (BIG), com colaboração de Goody Clancy Architects, a extensão de 6 500 m2 foi necessária para acompanhar o crescimento da instituição e abrigar novas instalações para mais de 150 funcionários e 5 000 alunos em programas de graduação, mestrado e doutorado.

BIG e Goody Clancy foram contratados em 2015 para projetar um espaço flexível que inspira e facilita a colaboração de todos os alunos.

Fachada de prédio nos EUA “desaba” como um dominó (Foto: Reprodução )

Revestido em cobre, o exterior do edifício é envolvido por colunas verticais retas que se inclinam gradualmente para baixo, criando uma aparência distinta sem elementos curvos.

A luz do dia interage entre os pilares para iluminar o átrio de vários andares. Em qualquer sala ou corredor, a luz natural atinge o interior do campus e do pátio interno.

Fachada de prédio nos EUA “desaba” como um dominó (Foto: Reprodução )

Segundo a descrição do projeto, os espaços foram projetados tendo em mente as interações estudantis, o trabalho em equipe e os encontros casuais. No segundo e terceiro andares, alunos e funcionários ocupam os laboratórios de inovação, assessorando os espaços e os gabinetes dos professores.

Fachada de prédio nos EUA “desaba” como um dominó (Foto: Reprodução )
Fachada de prédio nos EUA “desaba” como um dominó (Foto: Reprodução )
Fachada de prédio nos EUA “desaba” como um dominó (Foto: Reprodução )
© Laurian Ghinitoiu (Foto: Reprodução )

Jessica Chastain critica lista da ‘Time’ após inclusão de Brett Kavanaugh, juiz da Suprema Corte dos EUA acusado de assédio

Atriz disse estar ‘decepcionada’ com a revista, que incluiu juiz e a autora da denúncia na mesma lista

Jessica Chastain. Foto: Instagram

A atriz Jessica Chastain criticou a lista Time 100 divulgada nesta quarta-feira, 17, pela revista Time. Entre os 100 nomes listados estava o de Brett Kavanaugh, juiz da Suprema Corte dos Estados Unidos que já foi acusado de assédio, e o de Christine Blasey Ford, autora a denúncia. 

“Vocês a colocam na mesma lista que o homem que a assediou. Tão decepcionante”, escreveu a atriz de Histórias Cruzadas e O Zoológico de Varsóvia. Em seguida, acrescentou ambos os nomes com um símbolo de superioridade para Christine.

Christine Blasey Ford é professora universitária e acusou Kavanaugh de assédio sexual. De acordo com seu relato, o crime ocorreu quando ainda eram adolescentes em 1982.

Wunsche & Samsel for Vogue Poland with Lou Schoof

Photography: Magda Wunsche & Aga Samsel. Styling: Karla Gruszecka. Hair & Makeup: Dziewczyna od Pudru. Production: Masik Production. Retouch: Paul Drozdowski. Model: Lou Schoof.