Georges Antoni for ELLE Australia with Anna Mila

Photography: Georges Antoni at The Artist Group. Stylist: Emma Kalfus. Hair Stylist: Daren Borthwick at The Artist Group. Makeup Artist: Gillian Campbell at Artist Group. Model: Anna Mila.

Zoey Grossman for BCBGMAXAZRIA Spring Summer 2019 Campaign with Rosie Huntington-Whiteley

A campanha Primavera / Verão 2019 da BCBGMAXAZRIA, com Rosie Huntington-Whiteley, styled by Kate Young and photographed by Zoey Grossman. A campanha, intitulada “Deusa Moderna”, celebrou a criatividade feminina e a mulher de hoje, combinando versatilidade com um nível de sofisticação moderna. Dada a graça e confiança demonstradas ao longo de sua carreira, Rosie Huntington-Whiteley foi a escolha ideal para esta campanha. Expressando sua empolgação em trabalhar com vozes tão poderosas na moda, Huntington-Whiteley disse: “A campanha Primavera / Verão 2019 da BCBGMAXAZRIA foi sobre transmitir a mensagem da feminilidade destemida que é tecida em toda essa coleção. Foi uma honra trabalhar ao lado de duas mulheres que eu admiro, Zoey Grossman e Kate Young. Trabalhar com eles amplificou ainda mais a mensagem desta coleção da mulher forte e destemida de hoje. ”

Diretor John Singleton de ‘Donos da rua’ e ‘+Velozes +Furiosos’ sofre derrame nos EUA

John Singleton foi indicado a dois prêmios Oscar por ‘Donos da rua’, em 1992. Família diz que ele está em UTI ‘sob grandes cuidados médicos’.

O diretor de cinema John Singleton na chegada do 70º Directors Guild of America Awards, em Beverly Hills, na Califórnia, em 3 de fevereiro de 2018 — Foto: Chris Pizzello/Invision/AP

O diretor John Singleton, conhecido por filmes como “Donos da rua” e “+ Velozes + Furiosos” está “sob grandes cuidados médicos” após sofrer um derrame.

Um comunicado da família do diretor, divulgado neste sábado (20), diz que ele está internado na UTI após sofrer o derrame no próprio hospital, na última quarta-feira. Os parentes pedem ainda privacidade e orações.

Segundo a revista “Variety”, Singleton havia ido até o hospital por conta própria após sentir dores nas pernas durante um voo, quando retornava da Costa Rica.

Singleton foi indicado a dois prêmios Oscar por “Donos da rua” em 1992, de melhor roteiro e direção. Ele também dirigiu filmes como “+ Velozes + Furiosos”, “Shaft” e “Sem saída”. Na TV, dirigiu episódios das séries “Empire” e “American Crime Story: O povo contra O.J. Simpson”, entre outras.

Em 2003, John Singleton ganhou uma estrela na Calçada da Fama de Hollywood.

Sou chefe e gay: executivos assumem orientação e alavancam inclusão

Um a cada três líderes homossexuais já assume orientação e atitude é estímulo para diversidade nas empresas
Por Michele Loureiro, da VOCÊ S/A

Da esquerda para a direita: Bruno Crepaldi, do Itaú-Unibanco; Mário Ferreira, da Siemens e Miquel Serra Alquezar, da Schneider Electric |  (Fotos: Germano Lüders, montagem e tratamento: Eduardo Frazão e Julio Gomes //VOCÊ S/A)

Durante uma década, o gerente jurídico do banco Itaú, Bruno Crepaldi, de 35 anos, ocultou sua orientação sexual no trabalho. O advogado, de São Paulo, ingressou na instituição em 2006, aos 22 anos, e teve de conviver com uma rotina na qual media suas palavras, por medo de sofrer preconceito e ter sua carreira interrompida. “As conversas casuais no almoço ou no café eram as mais complicadas e eu fugia de assuntos pessoais”, diz.

Isso tudo mudou em 2016, quando Bruno foi fazer um mestrado na Califórnia, nos Estados Unidos, e encontrou apoio em um grupo de estudantes gays, que o incentivaram a falar sobre o tema abertamente na companhia. Quando voltou ao Brasil, em 2017, o executivo, que já liderava um time de 12 pessoas, estava decidido a não se esconder mais.

Escolheu uma reunião com o presidente do banco, Candido Bracher, para assumir que era homossexual. “A empresa promoveu alguns encontros para tratar sobre diversidade e eu contei minha história. Senti que naquele momento o Itaú estava preparado para me receber e decidi me abrir”, afirma.

Bruno ainda lembra de seu discurso e da reação dos colegas que estavam na sala. “Eram umas 15 pessoas de cargos altos e todos me olharam com naturalidade. Foi um momento de acolhimento que dividiu minha carreira no banco.”

Com o crescimento de iniciativas e políticas sobre diversidade nas empresas, uma geração de executivos em altas posições que falam abertamente sobre homossexualidade no trabalho começa a surgir no mundo corporativo.

De acordo com um estudo da ONG americana OutNow, publicado em 2017, um em cada três gestores gays do Brasil já não sente medo de se esconder para seus líderes e pares, por exemplo. Embora pareça pouco, se considerarmos que em países como a Austrália esse índice chega a 51%, o número mostra que o trabalho das primeiras companhias que ousaram tratar da inclusão começa a aparecer.

“Já temos no Brasil um bom grupo de grandes empresas, com alto poder de influência, boas práticas e programas bem estruturados sobre o tema”, afirma Reinaldo Bulgarelli,  secretário executivo do Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+. Isso tudo encoraja mais líderes a sair do armário e, assim, impulsiona ambientes mais diversos e tolerantes nas organizações.Veja também

Representatividade importa

Mesmo que haja motivos para comemorar, é importante assumir que ainda há uma longa estrada a percorrer. De acordo com a pesquisa da OutNow, o Brasil tem o incômodo título de campeão em homofobia no trabalho, sendo o primeiro entre os 11 países analisados.

Por aqui, cerca de 68% dos empregados gays e lésbicas ouviram comentários preconceituosos, muitas vezes disfarçados de piada, nas organizações. Num cenário como esse, líderes que possuem a coragem de se assumir, além de beneficiar a si próprio, geram um efeito positivo nos outros: esses profissionais se tornam inspiração para liderados que sentem medo de que sua orientação atrapalhe o desenvolvimento na companhia.

“Um funcionário gay, lésbica ou trans que não vê nenhuma liderança LGBTI+ fica sem referência de que é possível chegar lá. E mais: pode ter dúvida se sua orientação sexual ou identidade de gênero serão impeditivos”, diz Liliane Rocha, presidente da consultoria de sustentabilidade e diversidade Gestão Kairós.

Miquel Serra Alquezar, de 34 anos, vice-presidente de recursos humanos da Schneider Electric, é uma inspiração. Comandando uma equipe de 50 pessoas na multinacional de energia, o executivo é conhecido por falar abertamente sobre o tema desde que ingressou na empresa, há 11 anos.

Embora afirme que nunca tenha sofrido preconceito, Miquel admite que teve sorte de começar a carreira já inserido em uma cultura respeitosa e aberta, e isso o ajudou muito a crescer profissionalmente. “O que eu tinha claro desde o início era: se você não conseguir ser você mesmo, é impossível que sua produtividade, sua eficiência e sua performance sejam 100%”, afirma Miquel.

Tratar a homossexualidade com naturalidade há tanto tempo também trouxe contribuições para outros funcionários da Schneider. “Várias pessoas já me agradeceram, dizendo que o fato de eu ser transparente com essa questão as ajudou a se assumirem no trabalho, seja na fábrica, seja no escritório”, diz Miquel.

De acordo com o executivo, embora a decisão de se declarar LGBTI+ no trabalho seja uma escolha pessoal, as organizações têm a obrigação de criar um ambiente seguro para que os profissionais não sofram nenhum preconceito e tenham igualdade de oportunidades. “É preciso garantir aos trabalhadores que estejam satisfeitos e se sintam respeitados”, afirma.

Para criar esse ambiente, a Schneider está desenvolvendo iniciativas para inclusão. Em 2016, por exemplo, a companhia tornou-se signatária do Fórum Empresas e Direitos LGBTI+ e, desde aquela época, uma vez por ano reúne as lideranças para discutir o tema diversidade. 

Miquel Serra Alquezar, Schneider electric | Foto: Germano Lüders

Mais lucro e menos preconceito

Segundo Ricardo Sales, sócio da consultoria Mais Diversidade, a questão de se assumir no ambiente de trabalho está diretamente ligada aos resultados da empresa.

Isso pode ser comprovado por dados da pesquisa da OutNow, que afirma que, entre os LGBTI+ declarados, 75% acreditam que são produtivos no trabalho — já entre os que não falam sobre a questão o número cai para 46%.

“Quem não se sente completo produz menos. Isso é fato. Por isso, é importante que as empresas criem condições objetivas, como extensão de benefícios, treinamentos em diversidade, sistema de ouvidoria eficiente, e garantam um ambiente mais acolhedor”, afirma.

Assim como outras mudanças culturais nas organizações, criar contextos mais inclusivos depende do envolvimento da alta liderança, que ajuda a motivar os demais funcionários e a disseminar os valores de diversidade e respeito na empresa.

E um líder que também faz parte de uma minoria tem mais chance de se sensibilizar com a causa, por motivos óbvios, além de conseguir falar com mais propriedade sobre os dilemas do grupo ao qual pertence, contribuindo, desse modo, para a criação de iniciativas assertivas.

Sem contar que o fácil acesso à presidência, à diretoria e às outras camadas mais altas da hierarquia corporativa é um aliado na hora de representar essa parcela da sociedade. “Fica mais fácil acelerar a tomada de decisão para efetivar medidas de valorização da diversidade quando há um líder gay colaborando”, diz Liliane.

O coordenador de Atendimento ao Cliente da Siemens, Mário Ferreira, de 41 anos, é chefe de dez pessoas e faz questão de lutar para mudar o ambiente da companhia, onde trabalha há 11 anos.

“Nunca tive medo de dizer que sou gay, mas essa não é uma escolha fácil e, por isso, tento ser um agente de transformação. Não consigo acreditar que a orientação sexual defina o tipo de profissional que você é”, diz.

Desde 2017, Mário integra o comitê de diversidade da Siemens e ajuda outros funcionários nessa questão. “Procuro deixar as pessoas à vontade para perguntar o que quiserem. Talvez isso contribua para meu estilo de liderança”, afirma.

O executivo diz que a presença da diversidade em sua carreira acaba o deixando mais aberto a pessoas e ideias diferentes. “Isso ajuda diretamente no que faço. Cuido da área de clientes e não há nada mais diverso do que nosso público. Compreender as diferenças me dá uma vantagem na hora de executar meu trabalho”, diz.

Para os especialistas, a presença de um chefe gay pode ajudar a estimular um ambiente mais criativo. Um estudo publicado na revista acadêmica Financial Management, em 2018, mostra que essa crença não é à toa.

Os autores da pesquisa, professores na Universidade Estadual da Carolina do Norte e na Universidade Estadual de Portland, nos Estados Unidos, analisaram as políticas de diversidade de mais de 3 000 companhias e cruzaram esses dados com registro e citação de patentes. Como resultado, concluíram que as empresas que têm mais diretrizes sobre inclusão são as que criam e patenteiam mais produtos.

“O que gera a inovação, quando falamos de diversidade, é a mistura de diferentes pessoas, com diferentes características, e a possibilidade de que elas tenham espaço para falar e trazer sua contribuição”, diz Liliane.

Bruno, do Itaú, afirma que o fato de ter criado uma relação mais próxima com a equipe depois de contar que é gay também contribuiu para fomentar um clima de mais colaboração. “É tudo mais natural e eu sinto que as pessoas estão mais à vontade para sugerir ideias. A equipe está mais engajada e criativa”, afirma o executivo.

Mário Ferreira, Siemens |

Liliane reforça, entretanto, que, para criar ambientes plurais que incentivem o desenvolvimento de ideias disruptivas, não adianta contratar somente homossexuais que sejam homens, brancos, cisgêneros e com alto poder aquisitivo — o perfil mais comum entre os gestores que se assumem.

“É preciso trazer toda a multiplicidade, ou seja, lésbicas, transgêneros, intersexuais e afins”, diz. “Temos de parar de pensar na diversidade sexual com base em um padrão único, pois isso é reforçar o statu quo”, afirma.

O custo da intolerância

Além de ajudar a impulsionar a diversidade nas organizações, os executivos afirmam que a posição na hierarquia também contribui, de certa forma, para o processo de falar abertamente sobre a sexualidade na empresa.

“Com a carreira consolidada, eu me senti mais seguro para falar sobre minha orientação”, diz Bruno, do Itaú. Mário, da Siemens, completa o pensamento: “Quem vai mexer com um chefe? As pessoas estão mais conscientes, sim, mas a verdade é que o cargo ajuda a impor respeito”.

Bruno Crepaldi, Itaú-Unibanco

Porém, se por um lado a função de liderança ajuda a criar estabilidade financeira e autoconfiança para assumir quem você é, por outro a hierarquia elevada não blinda os profissionais do preconceito que ainda está presente na maioria das organizações.

O próprio Mário diz que, embora sempre tenha recebido o suporte da empresa e encontrado um porto seguro no ambiente de trabalho, já que possui dificuldades em falar sobre o assunto com a família, isso não evitou que passasse por situações de desrespeito. Uma ocasião, em especial, o deixou abalado.

Há dois anos, enquanto participava de uma ação sobre diversidade no refeitório da Siemens, teve de lidar com a homofobia. “Pessoas que eu não conhecia me olhavam estranho, faziam comentários entre si e riam”, diz. “Foi difícil me manter firme mesmo com toda minha segurança. Por isso, penso em quem não tem a mesma estrutura.”

Liderar é um exercício quase sempre solitário, que tem uma cobrança elevada e pode, algumas vezes, aumentar o medo de receber críticas ou ser demitido e perder a carreira de anos. Com isso, alguns homossexuais talvez se retraiam ainda mais quando estiverem numa posição de comando.

Igualmente dentro do movimento LGBTI+, certos públicos têm maior abertura do que outros para se assumir. As mulheres lésbicas, por exemplo, ainda não falam tão abertamente sobre o tema quanto seus pares homens.

Em uma sondagem rea­lizada por VOCÊ S/A nas companhias que compõem o Fórum de Empresas e Direitos LGBTI+, encontramos apenas uma mulher lésbica em cargo de liderança e, mesmo assim, a executiva não se sentiu à vontade para participar desta reportagem. “As lésbicas enfrentam a intersecção entre homofobia e machismo e é mais complicado se assumir”, diz Ricardo, da Mais Diversidade.

Para ele, o aumento no número de líderes gays que assumem quem são contribui para avançar a discussão sobre diversidade nas empresas, mas também é um reflexo do trabalho daquelas que criaram políticas sérias e comprometidas com a diversidade.

Trabalho este que precisa continuar para que, em um futuro próximo, o fato de ser gay deixe de importar.  “O respeito e o acolhimento já deveriam ser argumentos suficientes, mas, para quem não se convence, os números podem ajudar.

O estudo da OutNow estima, com base em produtividade, turnover e processos judiciais, que a homofobia custa 405 milhões de dólares à economia brasileira anualmente”, diz Ricardo. Já passou da hora de deixar essa conta para trás, não é mesmo?

Ilustrações: Lovatto

The Big Bang Theory | Mayim Bialik faz post comovente sobre o fim da série

Episódio final vai ao ar no dia 2 de junho no Brasil

Mayim Bialik fez um post comovente sobre o fim de The Big Bang Theory. A atriz, que interpreta Amy Farrah Fowler, mostrou seu camarim e deixou uma mensagem emocionante. Confira:

“Meu cantinho no set de The Big Bang Theory na Warner Brothers está sendo desmantelado aos poucos antes do fim da série. Talvez minha caixinha de lenços seja a última coisa”, escreveu.

Recentemente, The Big Bang Theory chegou à produção do episódio 276 e se tornou a comédia multi-câmera mais longeva da TV, batendo Cheers, que tinha o recorde anterior com 275 episódios.

The Big Bang Theory está em sua última temporada. O episódio de encerramento vai ao ar em 16 de maio nos EUA, e em 2 de junho, às 22h no Brasil, no canal pago Warner Channel.

Primeira mulher astronauta nos EUA, Jerrie Cobb morre aos 88 anos

Símbolo na luta por igualdade de gênero, ela nunca chegou a ir ao espaço. Em vez de mandá-la em missão espacial, a Nasa a transformou em consultora

Jerrie Cobb viveu frustrada por não ter podido participar de missões: ‘Meu país, minha cultura, não estavam preparados para permitir que uma mulher fosse enviada para o espaço’, escreveu ela em sua autobriografia Foto: Ilustração de Luiz Lopes sobre foto de divulgação/Nasa

A primeira mulher dos EUA a passar nos testes físicos e se tornar astronauta morreu aos 88 anos, na Flórida, no dia 18 de março. A morte de Geraldyn Cobb — conhecida como Jerrie Cobb — foi anunciada pelo jornalista Miles O’Brien, porta-voz da família.

Jerrie entrou para a Nasa, a agência espacial americana, em 1961, quando tinha 30 anos de idade. No entanto, ela nunca chegou a ser enviada ao espaço. Em vez de mandá-la em missão, a Nasa a transformou em consultora.

Ela fez sessões de fotos dentro de uma cápsula espacial, usadas como propaganda pelo governo, mas nunca integrou uma missão real Foto: Divulgação/Nasa

O mais perto que ela chegou das estrelas foram as sessões de fotos dentro de uma cápsula espacial, usadas como propaganda pelo governo americano.

Quando a soviética Valentina Tereshkova enfim tornou-se a primeira mulher no espaço, em 1963, Jerrie não segurou a irritação.

— Acho que sou a consultora menos consultada de uma agência do governo — disse a repórteres na ocasião, com menos de um ano de emprego.

Uma semana depois, ela foi desligada do programa espacial.

Quando Neil Armstrong deu os primeiros passos na Lua, em 1969, Jerrie tinha capacitação suficiente para ser parte do time. Mas ela estava na floresta amazônica pilotando aviões com ajuda humanitária — trabalho que lhe rendeu homenagens dos governos de Brasil, Colômbia, Peru e Equador, além de uma indicação ao Nobel da Paz, em 1981.

— Eu daria minha vida para poder voar no espaço — afirmou Jerrie em 1998.

Em 1997, em sua autobiografia “Jerrie Cobb, solo pilot”, ela fez uma reflexão sobre os seus anos na Nasa:

“Meu país, minha cultura, não estavam preparados para permitir que uma mulher fosse enviada para o espaço”.

Ela recebeu homenagens dos governos de Brasil, Colômbia, Peru e Equador, além de uma indicação ao Nobel da Paz, em 1981, pelo seu trabalho em ajuda humanitária Foto: Divulgação/Nasa

Nasce Amazonie, a primeira filha de Vincent Cassel e Tina Kunakey

O nome escolhido pelos franceses é uma homenagem a floresta Amazônica

Vincent Cassel e Tina Kunakey (Foto: Reprodução/Instagram)

Nesta última sexta-feira, 19 de abril, naceu a primeira filha do ator francês Vincent Cassel com a modelo Tina Kunakey, também francesa. Apaixonados pelo Brasil, o casal escolheu Amazonie como nome para filha.

Quem deu a notícia foi o próprio ator através do seu Instagram. Na publicação com uma imagem da Amazônia, ele escreveu: “Amazonie nasceu”.

Além da pequena Amazonie, Vincent já era pai de duas meninas, Deva e Léonie, frutos do seu relacionamento com a atriz Monica Bellucci.

Era Uma Vez em… Hollywood | Tarantino dá mais detalhes sobre protagonistas

Longa estreia em junho no Brasil

‘Once Upon a Time in Hollywood’.

Quentin Tarantino deu mais detalhes sobre os personagens de Era Uma Vez em… Hollywood, seu novo filme. O diretor deu detalhes sobre os personagens de Brad Pitt e de Leonardo DiCaprio, que interpretam os protagonistas masculinos do longa (Via USA Today).

Sobre Rick Dalton, personagem de DiCaprio, ele explica que esse é um homem que teve muito sucesso na televisão fazendo filmes de Velho Oeste, mas está com dificuldade em se tornar uma estrela de cinema. “É um homem prestes a explodir e cheio de auto-piedade por não estar em uma posição melhor em relação a sua carreira. Como tudo tem que ser da maneira de Rick, ele culpa todo mundo menos ele mesmo”

O diretor explica que Cliff Booth, interpretado por Brad Pitt, é um homem quase indestrutível e um herói da Segunda Guerra Mundial que facilmente é um dos homens mais perigosos do mundo. “Ele poderia te matar com uma colher, um pedaço de papel ou um cartão. E consequência, ele prefere ser um cara muito Zen que se incomoda com muito pouco”, finalizou.

Os atores Al PacinoTim RothKurt RussellMichael MadsenDakota Fanning e Damian Lewis completam o elenco. Damon Herriman, conhecido por seu trabalho em Justified, será Charles Manson.

Ambientado em Los Angeles no ano de 1969, o filme acompanha Rick Dalton (DiCaprio), ex-astro de uma série de TV, e seu dublê de longa data, Cliff Booth (Pitt), que lutam para chegar a Hollywood ao mesmo tempo em que a vizinha de Rick é Sharon Tate (Robbie), uma mulher extremamente famosa. O longa chega aos cinemas em 15 de agosto no Brasil.

Yu Tsai for InStyle Russia with Heidi Klum

Photographer: Yu Tsai. Fashion Director: Oleg Tikhomirov. Creative Director: Olga Svichinskaya. Executive Producer: Ксения Васильева. Hair: Lorenzo Martin At The Wall Group. Makeup: Linda Hay. Production: Alexey Galetskiy. Casting, & Production: Tayo Alowonle (Ty) At United Management Inc.