Karen Elson by Lea Colombo for Dazed Spring Summer 2019

Photographer : Lea Colombo
Stylist : Jacob K
Hair : Shon Hyungsun Ju
Make-up : Lucy Bridge
Model : Karen Elson

Morte do modelo Tales Cotta detona crise na São Paulo Fashion Week e fashionistas se posicionam sobre indústria da moda

Em nota, a organização do evento explicou por que não cancelou o desfile do qual o Tales Cotta participava
MARIE CLAIRE

Tales Cotta (Foto: Reprodução/Instagram)

A morte do modelo Tales Cotta desencadeou uma série de questionamentos e protestos sobre o mundo da moda. Nas redes sociais, fashionistas e público em geral se manifestaram com relatos de experiências de bastidores e críticas à organização da São Paulo Fashion Week e marcas, que optaram por seguir o evento.

A jornalista especializada em moda Alexandra Farah fez um desabafo em vídeo no qual afirma que a morte de Tales “é símbolo da morte de todo um sistema da moda”. “A morte do Tales não é apenas a morte do Tales. É a morte de todo um sitema da moda falido e que vem se esgarçando desde os anos 90. A moda morreu nos anos 90 e aí a gente criou super models, onde a gente ficava mais preocupada com a modelo do que com a roupa que a modelo desfilava”, disse ela. “Espero que a gente tire o melhor disso e que a gente encare que não há inovação em desfile em semana de moda. A minha utopia é o SPFW conseguir falar ‘não’ e fechar, e dar uma lição para o mundo, do que realmente é inovação. Tem que partir do Brasil, seria maravilhoso se a gente tivesse coragem de falar só entra no SPFW marca que usa de todas as variáveis de sustentabilidde sócio ambiental. Ser sustentável é cuidar do bem estar de todo mundo que está lá”, disse. “Parem de falar que a moda é linda, é estética, identidade. Moda é identidade sim, de gente que está morrendo”, disse. “Ninguém queria que isso tivesse acontecido, mas isso é o símbolo de um momento, uma representação do que é a moda hoje”, continuou. “As pessoas morrem em qualquer lugar do planeta, tudo bem, pode acontecer de morrer numa passarela, mas é simbólico. É uma metáfora a morte do Tales de que não está certo, que não está legal. Que ‘tudo por dinheiro’ já era”.

A chef Izabela Tavares contou sua experiência dos tempos de modelo. “Por essas e por outras nunca consegui ser realmente feliz e livre sendo modelo. A felicidade é algo que preenche, que inunda. Como modelo sempre me senti (ou fizeram eu me sentir) rasa, metade vazia, longe do Eu Sou, sabe? Não me espanta nem um pouco o evento ter continuado como se nada tivesse acontecido. Vi e vivi momentos onde Ser humano era um mero detalhe, o que sempre importou foram números $, caras, bocas, cm de quadril, capas, amigos, flashes, jantares, influências. Sou muito grata por todos os aprendizados que tive na moda, pelos amigos, pelas boa lembranças… mas também sou grata porque hoje sou livre pra Ser quem Eu Sou sem ter que me enquadrar num padrão falido do que é legal ou não pra alguns. Fiquei arrasada pelo Tales, que tristeza!”, desabafou.

Amiga de Tales, a modelo Laienna falou como se sentiu ao ter que voltar à passarela após saber da morte do rapaz. “Ontem foi o pior dia da minha vida profissionalmente, ver meu amigo, depois saber q ele tinha falecido ali e o pior que o evento continuou e sem um pingo de compaixão com a família, com o Tales que ali se foi e com os modelos amigos, maquiadores e a produção que ficou super super abalada com aquilo e teve que continuar com os desfiles!”, lamentou.

Nas redes sociais da São Paulo Fashion Week, muitas pessoas lamentaram o ocorrido. “Meu deus, um modelo morre e nem cancelaram o restante do evento no dia? que coisa mais triste! falta de respeito com um trabalhador”, escreveu a modelo Flavia Durante. “Absurdo foi o desfile continuar logo após o ocorrido!!! Não existe empatia, não existe respeito, não existe consideração”, escreveu um seguidor da página.

Modelo que morreu na SPFW viajaria para Milão e estrelaria grande comercial

Modelo Eduarda Viera  que abriu o desfile desabafa

A modelo Eduarda Viera foi a primeira a entrar na passarela no desfile da Ocksa. Nas redes sociais, ela contou o que aconteceu nos bastidores do desfile.

“Agora eu vou falar sobre isso que eu ja sofri o bastante aqui de ontem pra hoje principalmente tendo que ler tanta besteira de quem não estava no momento e o achismo alheio. Eu fui convidada pela @ocksaofficial para desfilar e eu ja havia desfilado pra eles na CDC e até então eu não sabia que iria abrir o desfile e eu fiquei bem feliz no momento pois, eu nunca abrir desfile e era minha primeira temporada. Toda a equipe ocksä são pessoas muito boas que realmente se preocupa e se preocupou com o Talles! Nossos rostos não mentem!

A produção do SPFW no momento em que ele caiu e levaram ele, eles nos tranquilizaram lá atrás e disseram que ele ia ficar bem e que só teve um desmaio e tava sendo cuidado e a gente tava muito nervoso lá principalmente a equipe ocksa que a princípio todos nós pensamos que foi por conta do sapato e a ocksa queria cortar tudo que pudesse causar queda nos outros modelos para que não ocorresse novamente e a produção do spfw disse que ele não tropeçou e falou pra a gente recomeçar quase nos obrigando na verdade. E eu tive que reabrir com essa cara que não mente o que eu tava sentindo e o que todos os modelos estavam sentindo no momento a preocupação e angústia.

E finalizo que se a produção do spfw não tivesse dito q tava tudo bem nada seria continuado porq ate mesmo a equipe ocksa tinha muita gente chorando e preocupada com o Talles. E o Talles comeu e se alimentou muito bem antes de entrar eu vi ele comendo eu vi que ele aparentemente estava bem. Parem de colocar o achismo de vocês e divulgar informações falsas sobre o ocorrido que ninguem ali tinha o coração de pedra e está todo mundo muito mal e muito triste como tudo foi seguido e fomos iludidos de que tava tudo bem (nós modelos e a equipe ocksa). E o show continuou como se nada tivesse acontecido. Minha solidariedade a todos e espero que tudo fique bem. E que vocês que não estavam lá respeitem o Talles e parem de compartilhar fake news por favor.”

Modelo Eduarda Vieira faz desabafo (Foto: Reprodução Instagram)
Modelo Eduarda Vieira faz desabafo (Foto: Reprodução Instagram)

Por que o desfile não foi cancelado?

A organização da SPFW emitiu um comunicado neste domingo no qual explica por que o evento não foi cancelado. Veja abaixo:

Estamos todos muito tristes.
Como é sabido, o modelo Tales Cotta teve um mal súbito no desfile da Ocksa e foi prontamente atendido pelos socorristas. Foi levado ao hospital com vida, sem indicação de que viria a falecer.

Com a informação de que ele estava sendo atendido, ficamos juntos com a agência Base acompanhando e dando toda a assistência necessária.

Fomos informados oficialmente pelo hospital do falecimento às 18:50 – 1h30 depois que Tales precisou ser atendido. O atestado de óbito registra horário da morte às 18:40. Neste horário, ainda faltavam três marcas a desfilar: Piet, Ponto Firme e Cavalera.

Com esta notícia, a organização se reuniu com as marcas, diretores de desfiles, stylists e modelos próximos de Tales, que tinham desfiles na programação, e foi dada a opção de cancelar os mesmos. Mesmo abalados, decidiram manter os desfiles. Todos os envolvidos foram acompanhados de perto.

Foi decidido também pelo minuto de silêncio na abertura de cada desfile, o retirar do som da vinheta de abertura nas salas de desfiles, a pausa na cobertura oficial do evento, o encerramento da música no evento e foi pedido que as marcas considerassem o ocorrido em suas celebrações no backstage.

Mais uma vez, lamentamos profundamente a morte de Tales, e prestamos nossas condolências a família por aqui e pessoalmente. Estamos prestando toda assistência necessária neste triste momento.

Precisamos ainda pontuar três assuntos que chegam até nós como questionamento:
_ Havia comida no backstage?
Todos os backstage tem comida com opções vegetarianas durante todo o tempo que está em funcionamento.

_Houve algo além do mal súbito?
Ainda não temos o laudo oficial e não é possível afirmar a causa.

_Porque o desfile continuou?
Tales saiu do evento sendo socorrido e com vida. A organização e a marca Ocksa decidiram por seguir, pois não esperávamos este desfecho.

Rianne van Rompaey – Vogue Paris May 2019 By Mikael Jansson

A Summer Not Like The Others   —   Vogue Paris May 2019   —   www.vogue.fr
Photography: Mikael Jansson Model: Rianne van Rompaey Styling: Emmanuelle Alt Hair: James Pecis Make-Up: Mark Carrasquillo Prop Styling: Jason Molle

Um bebê para unir a família real inglesa ou separar mais ainda?

Harry brigou com William que traiu Kate que chorou por causa de Meghan que causou a encrenca toda: principe já nasce sob narrativa pesada
Por Vilma Gryzinski

Mamãe Meghan: a atriz que abdicou da carreira foi com muita sede ao trono e criou antipatias (Dan Kitwood/Getty Images)

O que é verdade e o que é mentira nas desavenças, indiscutíveis, entre os dois príncipes que o mundo inteiro amava, William e Harry, e suas respectivas princesas?

O nascimento da filhinha ou do filhinho  de Harry e Meghan pode dar um tempo na discussão, tão ou mais encrencada do que o psicodrama político sobre o Brexit.

Em algum ponto, a classe política vai ter que decidir que sai ou não sai da União Europeia, e como. O bebê Sussex, designação genérica usada durante a gravidez, vai crescer e, presumivelmente, nunca se desligar das origens.

Família real é para sempre, com cerimônias que começam no batismo e prosseguem até depois da morte, através de atos rememorativos e até monumentos.

Diana, por exemplo, deixou de fazer parte da família real depois que se divorciou de Charles, mantendo por concessão benevolente o título de princesa de Gales, mas não o tratamento de Sua Alteza Real. Na narrativa predominante, porém, continuou no centro dos acontecimentos da realeza até sua morte precoce.

Quando (e se) a rainha Elizabeth morrer e Charles se tornar rei, a criança, como neta do monarca, poderá ser “promovida” a príncipe ou princesa. Mas não obrigatoriamente usará a honraria. O filho do caçula da rainha, príncipe Edward, por exemplo, usa o segundo título do pai, visconde de Severn. A filha recebe o tratamento de lady.

Na narrativa predominante, uma mistura de fatos cuidadosamente vazados, ilações e invenções, o bebê Sussex nasce num tempo de tumulto familiar.

William, o herdeiro, e Harry, dois adolescentes sofridos e unidos pela morte da mãe, com certeza tiveram algum tipo de atrito grave.

A motivo hipotético mais aventado: como irmão mais velho e protetor, responsável por insistir para que Harry procurasse tratamento médico quando estava perto de um colapso emocional, aconselhou-o a ir mais devagar com os planos de casamento com Meghan Markle.

Como qualquer homem apaixonado, seis meses depois ele estava se casando com a atriz americana, uma beleza exótica, pelo padrões britânicos, de corpo de sílfide moldado pelo ioga e vontade de aço forjada no círculo mais competitivo do mundo, o dos aspirantes a fazer sucesso nas telas de Hollywood; “pontas” imperceptíveis.

Como atriz, Meghan Markle conseguiu um lugar relativamente modesto, mas digno de respeito, num seriado de televisão filmado no Canadá. Depois de passar pelos micos do gênero: vídeos com poses sexy; um programa de auditório de televisão como “moça da mala”, levando quantias que o concorrente tinha que escolher às cegas.

Nos intervalos, cultivava a imagem de benemérita como voluntária de um programa social da ONU para a instalação de banheiros em escolas para meninas pobres em lugares longínquos da África e da Ásia.

Como duquesa de Sussex, título que ganhou rainha no dia do casamento, conquistou fãs que adoram uma história de Cinderela, principalmente quando a borralheira é uma gata que desfila interminavelmente um guarda-roupa de babar, de Dior a Givenchy.

Para uma parte da opinião pública, Meghan firmou-se mais como uma mistura de Anastacia e Drizella, as irmãs malvadas: arrivista, interesseira, ignorante das sutilezas simbólicas da realeza, manipuladora de um marido fraco e obstinada em cavar um lugar especial para o casal usando táticas próprias do mundo das celebridades.

A demissão em série de funcionárias tiradas do celeiro real para “ajudar” a nova duquesa, a contratação de uma especialista em relações públicas que trabalhou para o casal Clinton, a mudança de casa (do complexo familiar no Palácio de  Kensignton para um chalé bem distante, em Windsor), o racha na fundação dedicada à saúde mental originalmente criada para abrigar William, Harry e Kate: muita coisa se conjuminou para tecer a narrativa de Meghan, a princesa com métodos de bruxa.

Teve ainda  um chá de bebê bancado por amigas milionárias em Nova York, com mordomias que a turma HRH (iniciais de sua alteza real em inglês) não pode aceitar.

Sem falar na plantação em massa de declarações “anônimas”, atribuídas às mesmas amigas, exaltando a bondade e o caráter de Meghan.

Toques finais: o anúncio de que Harry estava fazendo um documentário com Oprah Winfrey, a rainha da televisão americana, considerado o ápice da vulgaridade pelos padrões reais, e a insinuação de que o casal se mudaria para a África, fugindo da imprensa (notavelmente bem comportada no casal deles), das responsabilidades reais e do papel secundário obrigatório pela posição hierárquica superior do irmão herdeiro e sua futura rainha.

No meio disso tudo, surgiu o boato de que William teve um caso com Rose Hanbury, uma beldade vizinha de castelo. Sendo o dela muito mais imponente, como marquesa de Cholmondeley (pronuncia-se Chomley, como explicam incansavelmente os ingleses).

Pior ainda, foi quando Kate estava grávida de Charlotte, a filha do meio – uma repetição das aventuras do pai, Charles, que deixaram Diana desequilibrada.

Advogados do príncipe ameaçaram ir  à justiça para impedir a divulgação de uma reportagem numa revista de fofocas, baseada, obviamente, puramente em boatos de que Kate teria mandado cortar todo tipo de contato com os marqueses.

Além de administrar a história de que teria tido uma crise de choro por causa do comportamento de Meghan quando a pequena Charlotte foi fazer a prova do vestido de daminha de honra, Kate viu-se na posição de traída.

Nem um único fio de cabelo da duquesa de Cambridge, seu título provisório (futuramente, será princesa de Gales e rainha consorte), foi alterado em público, um motivo a mais para os novos admiradores que Kate conquistou, depois de anos como alvo de críticas.

O pessoal de relações públicas da realeza tenta por panos pelo menos mornos, plantando que William e Kate visitaram o irmão e a cunhada grávida em Frogmore, a casa dos sapos, literalmente; na realidade um lugar de beleza idílica dentro do perímetro do castelo preferido da rainha, Windsor.

A chegada do bebê Sussex coincide com uma sucessão real do outro lado do mundo. Na quarta-feira, o Japão terá um novo imperador Naruhito. Numa transição longamente planejada, Akihito, que passará a ser imperador emérito, abdicará em favor do filho.

Detalhe que parece extraordinariamente defasado, mas não tem como ser superado no mundo  altamente ritualístico na monarquia japonesa: a filha única do novo imperador não poderá sucedê-lo por ser mulher.

As “três jóias” (um espelho, uma espada e uma pedra de jade, símbolos imperais com história milenar) serão passadas um dia a seu irmão ou ao filho dele.

O Reino Unido mudou as regras da sucessão para modernizar a monarquia. O bebê Sussex fica em sétimo lugar na linha, depois do avô, do tio William e dos três filhos dele, e do pai).

Ainda bem que William não tem nada do tipo que abdicaria do trono. Uma rainha Meghan deixaria o reino de coroa para o ar.

SPFW n47: as belezas mais marcantes da temporada para te inspirar

Os highlights das tendências mais promissoras e compartilhamos os nossos looks favoritos da semana de moda
Por RENATA KALIL

Neriage (Foto: Caio Ramalho e Alexandre Furcolin)

Batom usado como blush, cores quentes nos olhos e a mania do wet hair reforçada. Aqui, um balanço com os highlights, top tendências e looks de beleza mais inspiradores da semana de moda.

Triya e Ratier  (Foto: Caio Ramalho e Alexandre Furcolin)
Apartamento 03 e Triya (Foto: Caio Ramalho e Alexandre Furcolin)

1. Lilás e rosa no olho
Com brilho, pigmento difuso, cobertura opaca… vimos a cartela que vai do rosa ao lilás se repetir e se repetir nessa temporada. Os tons ganham nova leitura nos olhos, em coberturas variadas. Ratier, Bob Store, Tryia e Apartamento 03 para inspirações!

Neriage (Foto: Caio Ramalho e Alexandre Furcolin)
Neriage (Foto: Caio Ramalho e Alexandre Furcolin)

2. Sardas fake
Foi o efeito criado por Vanessa Rozan para o desfile da Neriage. Mais do que sardas, as pintinhas trouxeram efeito de pele marcada para o look. A beauty artist usou produto de colorir sobrancelhas misturado com água e uma escovinha na aplicação. 

3. Batom em vez de blush
Eis a tendência de produto-hit do SPFW: batom usado como blush. A substituição deu o tom das belezas de Lenny Niemeyer, Korshi, Ocksa, Gloria Coelho, Fabiana Milazzo, Cavalera…

Go Back SPFWN47: Gloria Coelho (Foto: Caio Ramalho)
Go Back SPFWN47: Gloria Coelho (Foto: Caio Ramalho)

4. Wet hair na Gloria Coelho
O cabelo de cobertura molhada também viralizou na semana de desfiles. Entre as versões apresentadas, o wet hair de Gloria Coelho chama atenção pelo comprimento de fio longo solto das modelos e um leve ondulado. Chique!

Victor Hugo Mattos e Patbo (Foto: Caio Ramalho e Alexandre Furcolin)
Victor Hugo Mattos e Patbo (Foto: Caio Ramalho e Alexandre Furcolin)

5. Acessórios no cabelo
As composições de Victor Hugo Mattos e Patbo animaram as belezas da semana de moda! Os dois desfiles, vimos uma informação de tendência de fora artiu do acúmulo de acessórios num só penteado e a 

6. Balm multitask
Tanto quanto os batons usados no lugar do blush, os balms de função variada reinaram nos backstages. Entre os produtos-campeões, o da Simple Organic e da MAC.

Flávia Aranha (Foto: Caio Ramalho)
=Flávia Aranha (Foto: Caio Ramalho)

7. pigmentos e outras belezas sustentáveis:  Flavia Aranha

Décor do dia: sofá de canto e teto preto na sala de estar

Combinação clássica de cores em uma decoração acolhedora
POR PAULA JACOB | FOTO REPRODUÇÃO

Tetos coloridos são uma tendência para quem gosta de inovar na decoração da casa. Mas já pensou em pintá-lo de preto? Aqui, com o pé-direito alto, a escolha da cor dá a sensação de amplitude e emoldura o resto do ambiente. Para combinar, a clássica aposta do preto e branco segue por toda a sala. A enorme estante de livros ao fundo forma uma espécie de nicho para o sofá de canto se acomodar perfeitamente. A sua estrutura tem na parte inferior alguns gavetões que auxiliam na organização da casa. O tapete berber, o banco de madeira usado como mesa de centro, os pufes caramelo e o vaso com planta incrementam a decoração com referências naturais.