Novo escritório da Appodeal em Minsk, na Bielorrússia

A Appodeal, uma plataforma de tecnologia que ajuda as empresas a gerenciar todas as operações relacionadas à monetização de anúncios, contratou recentemente a Studio 11 para projetar seu novo escritório em Minsk, na Bielorrússia.

“O conceito interior do edifício de escritórios desdobra-se em 3 pisos de escritórios, cave não funcional e um terraço aberto e baseia-se em dar a cada andar a sua direcção estilística.
Combinações arrojadas de cores e materiais, gráficos de navegação, ilhas privadas tranquilas e áreas de descanso no espaço neutro foram usadas para criar um espaço de escritório elegante, leve e aconchegante “, diz Studio 11 [Officelovin]

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Reception
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Corridor
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Kitchen
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Collaborative space
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Relax pod
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Waypoint navigation on the floor
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Work zones
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Kitchen

Nestas empresas o dress code caiu e a regra é ser você mesmo

Para promover diversidade e melhorar o bem-estar dos funcionários, cada vez mais empresas derrubam as regras de vestimentas
Por Marina Kuzuyabu, da VOCÊ RH

Henrique Vailati, diretor de RH, e Camila Ferrigno, gerente de RH, da Roche Diagnóstica: liberdade para exibir 27 tatuagens e dreadlock no cabelo |  (Foto: Germano Lüders/VOCÊ RH)

Com 27 tatuagens e dreadlock no cabelo, ­Camila Ferrigno, de 48 anos, chama a atenção no escritório. Além do visual, sua postura é autêntica. Ela não esconde ser bissexual e fala com naturalidade sobre a opção pelo xamanismo —  que busca conexão com o sagrado por meio da natureza.

Gerente de RH da Roche Diagnóstica, divisão da farmacêutica suíça que fabrica equipamentos e reagentes para análise médica, Camila ilustra uma importante transformação que vem ocorrendo no mundo corporativo.

O modelo rígido que se sustentou por décadas, com obrigatorie­dade de salto alto para as mulheres e terno e gravata para os homens, está na berlinda. O número de empresas liberando o dress code e defendendo que as pessoas assumam seu estilo dentro das corporações só cresce.

Os códigos sobre o que usar no trabalho começaram a ser colocados em xeque na virada do século 21, quando chefes de novatas da tecnologia, como Google e Amazon, faziam os negócios crescer vertiginosamente sem abrir mão das calças jeans e camisetas. Figuras como Steve Jobs ajudaram a quebrar o padrão corporativo, dando um recado sutil de que quem vê imagem não vê talento.

De que adianta ter gente engomada, mas sem criatividade? “Aos poucos, questionamentos sobre a necessidade de regras para se vestir ganharam força e, hoje, estão provocando transformações em setores tão conservadores e sisudos quanto o financeiro”, diz Maria José Tonelli, professora titular no departamento de administração e recursos humanos da Fundação Getulio Vargas (FGV).

Tanto que até o gigante Goldman ­Sachs entrou na onda. No mês passado, o quinto maior banco dos Estados Unidos surpreendeu os 36 000 funcionários com um comunicado sobre o fim das exigências. A instituição foi sucinta: “Roupas casuais não são apropriadas a todas as situações. Nós confiamos em seu bom senso. Vista-se de acordo com as expectativas do cliente”.                                 

Em terras brasileiras, o Itaú está dando o exemplo. Dez meses atrás, o banco brasileiro se desapegou do velho ranço do pretinho básico e criou a campanha “Vou como Sou”. Nela, os 86 000 empregados, incluindo os de agências, foram liberados de formalidades.

Com sabedoria, quase tudo é permitido, inclusive bermuda, tênis e sandália rasteirinha. “Até nosso presidente [Candido Botelho Bracher] tem circulado de jeans pela companhia. Uma pessoa não é mais competente porque usa salto ou gravata. Cabelo comprido ou tatuagem também são partes da identidade. Nós queremos os indivíduos por inteiro e felizes. A infelicidade não produz”, diz Andrea Pinotti, diretora de RH.

Embora seja difícil correlacionar diretamente o dress code com produtividade, faturamento e lucro — esses resultados dependem de uma somatória de fatores —, a maior parte dos executivos de pessoas defende que permitir aos trabalhadores usar aquilo que os deixa à vontade torna o ambiente descontraído e ajuda a despertar a criatividade e a inovação, fatores essenciais para a sobrevivência dos negócios na era da disrupção.

Ao incentivar que as pessoas sejam quem realmente são, no entanto, a empresa deve orientá-las. Casos como o do Goldman Sachs, que liberou geral e apostou no bom senso, podem não dar certo. Mapear pontos críticos é fundamental para evitar mal-entendidos.

Andrea Pinotti e sua equipe, por exemplo, chamaram funcionários de todas as áreas do banco para conversas informais. A ideia era colher opiniões sobre o tema, sentir a receptividade à mudança e captar os desafios que teriam de ser superados.

A campanha foi lançada com um vídeo explicativo, e dicas de moda foram divulgadas nos canais de comunicação interna. “Depois de 20 anos de terno e gravata, muita gente tinha medo de errar. Foi pensando nelas que elaboramos esse material com sugestões de combinações”, afirma a executiva. O banco incentivou os empregados a postar selfies na intranet mostrando o novo visual.

A adesão foi tão positiva que o Itaú nem precisou prosseguir com outras ações que estavam programadas para dar sustentação ao programa. “Ao longo destes dez meses, não vi ninguém com roupa de praia ou qualquer escolha inadequada”, afirma Andrea.

De imediato, a RH afirma que o pessoal está mais relaxado — no bom sentido. “Ainda é cedo para falar em aumento da performance, até porque é difícil fazer correlação. Mas, de maneira geral, os times parecem mais descontraídos e felizes. Vamos confirmar isso futuramente em nossa pesquisa de experiência do funcionário”, diz.

Andrea Pinotti, diretora de RH do Itaú: o banco deu dicas de moda para encorajar funcionários antigos a abandonar terno e gravata | Foto: Leandro Fonseca

Além do visual

De acordo com especialistas, a aceitação do jeito de ser não deve se restringir apenas ao guarda-roupa. É preciso abrir a mente da organização, coordenando o fim do reinado de ternos e terninhos com uma transformação da cultura organizacional. Sozinhas, novas diretrizes de etiqueta não dão conta de tornar a empresa mais moderna, ágil e flexível.

Para conseguir uma mudança que impacte verdadeiramente a forma de pensar e de fazer negócios, o primeiro passo é mexer no mindset da liderança. Se os chefes não desconstruírem o próprio imaginário, passando a aceitar a indumentária e a história de cada subordinado, a metamorfose não acontece. Isso porque um programa “vem de você” bem estruturado pressupõe acolher as diferenças.

Mais do que liberar o uso de roupas descoladas no expediente, a prática deve englobar fatores subjetivos, como personalidade, origem familiar, religião, visão de mundo e desejos. “Hoje, as pessoas querem se expressar. Se não forem ouvidas, elas vão embora, em especial as da nova geração”, diz Raïssa Lumack, sócia da consultoria Blue Management Institute (BMI).

De acordo com ela, se a hierarquia for engessada, não adianta mandar as pessoas ser quem são. “Deve-se acabar com essa coisa de andar e restaurante exclusivos para diretor e de secretária ‘leão de chácara’ que inviabiliza o acesso aos executivos. Isso é do século passado.”

Na Roche Diagnóstica, o programa No Dress Code foi lançado em janeiro deste ano. Mas ações para estimular a livre manifestação de ideias e sentimentos entre 350 empregados foram implantadas antes, em 2018. “A vestimenta é a primeira liberdade de expressão, mas não é a única”, analisa Henrique Vailati, diretor de RH da multinacional no Brasil.

Para colocar esse discurso em prática, a organização criou uma espécie de LinkedIn interno, no qual, além de se conectar com colegas, os empregados gerenciam a carreira, indicando o que gostariam de fazer.

Antes de ser gestora de RH, Camila, que abre a reportagem, era diretora de serviços. “Tive burnout e, quando me recuperei, decidi que não queria continuar, ainda que estivesse no comitê executivo. Para muitos, foi um passo atrás, mas quis fazer essa mudança e encontrei apoio.”

Majo Martinez (de blusa rosa), diretora de RH da Atento: todos são incentivados a assumir sua personalidade dentro da empresa | Foto: Germano Lüders

Demanda jovem

Embora o Vale do Silício seja fiador desse tipo de mudança no mundo corporativo, há outro fator importante a ser considerado: o perfil da nova geração.

Maria José Tonelli, da FGV, está concluindo uma pesquisa que mostra que os jovens não desejam mais trabalhar nas grandes multinacionais só porque elas têm uma marca forte. “Se a empresa não se encaixar no propósito deles, eles vão embora”, afirma a estudiosa.

Nesse sentido, ou as organizações flexibilizam as regras ou serão irrelevantes para os novos talentos.

Por isso, é recomendável comunicar a ausência de trajes específicos já na fase de recrutamento, de maneira a fortalecer a marca empregadora. Na Atento, multinacional espanhola de atendimento ao cliente, segue esse conselho.

“Estamos sempre reforçando, inclusive durante a seleção, que as pessoas podem ser o que são aqui dentro. Não há nenhuma restrição, nem de gênero, nem de religião, nem no jeito de se vestir”, diz Majo Martinez, vice-presidente de RH.

As únicas restrições são chinelo de dedo e boné, ambos por questão de segurança — o primeiro para evitar possíveis acidentes e o segundo para permitir a identificação dos indivíduos. Os demais itens estão liberados, incluindo os turbantes, que voltaram à moda.

Sobre esse acessório, Majo cita um episódio curioso: recentemente, foi preciso fazer um treinamento com a equipe terceirizada de segurança, que insistia em inspecionar o adereço em busca de objetos ilícitos. “Temos um ambiente de inclusão aqui, mas isso ainda não se estende à sociedade”, analisa Majo.

A Atento tem 80 000 empregados, 1 300 deles usando crachá social, pois há transexuais, travestis, homossexuais, andróginos e quem prefere ser chamado por outro nome.

Clima familiar

O fato é que ninguém mais quer criar uma persona no escritório. Prova disso é que uma pesquisa nos Estados Unidos com 2 653 profissionais acima de 21 anos pela MetLife, seguradora americana, mostrou que seis em cada dez pessoas dizem se comportar no trabalho como se estivessem em casa.

Publicado em 2018, o estudo conclui que, na era da internet, trabalho e vida pessoal se sobrepõem. Por isso, medidas que melhorem essa experiência, como a extinção das regras de vestimenta, a flexibilização do horário e a adoção de home office, serão cada vez mais importantes para engajar e manter talentos.

Raphael de Carvalho, CEO da MetLife no Brasil, é sucinto ao explicar: “Por que fazer isso? Porque é o correto a ser feito, além de bom para os negócios”. Se o profissional é competente, pouco importa a roupa que está usando.

Morre o diretor John Singleton, de ‘+Velozes +Furiosos’

Em 1992, americano se tornou a pessoa mais nova e também o primeiro negro a ser indicado ao prêmio de melhor diretor do Oscar, por ‘Os Donos da Rua’

O diretor americano John Singleton posa para foto no tapete vermelho do Oscar, realizado em Hollywood, California – 24/02/2019  (Jeff Kravitz/FilmMagic/Getty Images)

Morreu nesta segunda-feira, 29, o diretor John Singleton, aos 51 anos. Conhecido por filmes como +Velozes +Furiosos (2003) e Os Donos da Rua (1991), o americano sofreu um derrame no último dia 17 e estava em coma desde então. “John morreu em paz, cercado de sua família e amigos”, disse a família do diretor em comunicado enviado à imprensa americana. “Queremos agradecer aos maravilhosos médicos do Hospital Cedars-Sinai por seu cuidado e gentileza e aos fãs, amigos e colegas de John por tomo o amor e apoio que eles demonstraram nesse momento difícil.”

Em 1992, aos 24 anos, Singleton se tornou a pessoa mais nova e também o primeiro negro a ser indicado ao prêmio de melhor diretor do Oscar, por Os Donos da Rua. O longa, roteirizado também pelo americano, é baseado em sua experiência pessoal ao crescer em Los Angeles. O filme foi estrelado por Cuba Gooding Jr., Laurence Fishburne e Hudhail Al-Amir.

Singleton também dirigiu produções como Sem Medo no Coração (1993), O Massacre de Rosewood (1997), Shaft (2000), além de +Velozes +Furiosos, sequência do filme que deu início à franquia Velozes & Furiosos.

Recentemente, o diretor dirigiu episódios de séries como EmpireAmerican Crime Story e Billions, além de ser um dos criadores de Snowfall.

Dame Joan Collins – Tatler Magazine UK May 2019 By Luc Braquet

Old School Is The Best School, Darling   —   Tatler Magazine UK May 2019   —   www.tatler.com
Photography: Luc Braquet Model: Dame Joan Collins Styling: Sophie Pera Hair: Oskar Pera Make-Up: Mary Jane Frost Manicure: Robbie Tomkins

Julia Banas & Zoi Mantzakanis – Numero May #202 2019 By Amanda Charchian

Secret Passion   —   Numero May #202 2019   —   www.numero-magazine.com
Photography: Amanda Charchian Model: Julia Banas & Zoi Mantzakanis
Styling: Vanessa Metz Hair: Rob Talty Make-Up: Kali Kennedy Set Design: Maxim Jezek

‘Game of thrones’: Maisie Williams achou que fãs iriam odiar o que Arya fez na batalha de Winterfell

Atriz comentou o que aconteceu com a personagem no último episódio — spoilers a seguir

Arya Stark (Maisie Williams) em ‘Game of Thrones’: personagem é decisiva na batalha de Winterfell Foto: Divulgação

Maisie Williams comentou o que aconteceu com Arya no último episódio de ” Game of thrones “, que mostrou a Batalha de Winterfell, onde vários personagens da trama tiveram seu momento final.

[Não leia o texto a seguir se você não quer encontrar spoilers]

No episódio, Arya foi a responsável por matar o Rei da Noite, o vilão mais temido e poderoso da série. Maisie, no entanto, achou que o acontecimento poderia incomodar os fãs.

“Foi tão excitante. Mas eu imediatamente achei que todo mundo iria odiar e que a Arya não merecia. A coisa mais difícil em qualquer série é que você constrói um vilão que é impossível de matar e depois você tem que derrotá-lo”, comentou a atriz de 22 anos ao ” Entertainment Weekly “.

No episódio, Arya cumpre uma profecia feita por Melisandre ainda na terceira temporada. Na época, a feiticeira conta que as duas voltariam a se encontrar e que Arya “fecharia olhos para sempre”.

“(A cena) tinha que ser feita de forma inteligente senão as pessoas pensariam ‘Bem, o vilão não poderia ser tão ruim se uma garota de 45 kg consegue dar uma facada nele’. Você tem que fazer isso ser legal. E então eu contei para o meu namorado e ele disse, ‘Mmm, mas não deveria ser o Jon?'”, completou. 

A temporada final de “Game of thrones” tem sido cheia de surpresas para Maisie — ela também não acreditou que Arya perderia a virigindade antes da batalha de Winterfell, conforme mostrado no penúltimo episódio. Na semana passada, a atriz disse que achou que era uma pegadinha dos showrunners David Benioff e DB Weiss.

“Depois li a cena pensei, ‘Ah, nós realmente vamos fazer isso. Quando nos vamos gravar? Eu preciso malhar’. Uma lista de coisas”, brincou a atriz.

Angel Erin Heatherton, ex de Leonardo DiCaprio declara falência com quase R$ 2 milhões em dívidas

Erin Heatherton namorou com o astro entre dezembro de 2011 e outubro de 2012

A modelo Erin Heatherton (Foto: Instagram)

A modelo Erin Heatherton declarou falência após acumular mais de US$ 560 mil em dívidas, o equivalente a mais de R$ 2 milhões. Ex-namorada do ator Leonardo DiCaprio, a celebridade de 30 anos declarou às autoridades não ter como pagar o montante acumulado por ela e nem mesmo suas contas mensais, noticia o site The Blast.

Ex-Angel da marca Victoria’s Secret, Heatherton alegou ter um ganho mensal fixo no valor de US$ 1089, mas que seus gastos a cada mês são de, no mínimo US$ 1074. Entre seus bens, ela listou US$ 750 em eletrônicos, um casaco avaliado em US$ 995, um colar de US$ 945 (assinado pela ex-esposa do ator Tobey Maguire, melhor amigo de DiCaprio).

Em suas contas bancárias, Heatherton diz ter apenas US$ 919. A modelo foi namorada de DiCaprio entre dezembro de 2011 e outubro de 2012. Os dois terminaram em bons termos e mantiveram a amizade desde então. Quando o ator venceu o Oscar de Melhor em 2015, por seu trabalho em ‘O Regresso’ (2015), a modelo o parabenizou pelo Instagram.

Cara Delevingne e namorada Ashley Benson reagem juntas a ataque homofóbico nas redes sociais

Usuário do Instagram disse que Ashley Benson deveria ficar longe do “demônio”

A atriz e modelo Ashley Benson com a atriz e modelo Cara Delevingne (Foto: Instagram)

Namoradas desde 2018, Ashley Benson e Cara Delevingne preferem manter seu relacionamento mais privado – mas não deixam de se manifestar quando se deparam com a homofobia.

As artistas responderam a um internauta que fez comentários preconceituosos sobre elas em um vídeo postado no Instagram. “Ashley, sei que você está aqui”, disse o usuário na rede social, “é sério, você precisa ficar longe daquele demônio e nunca mais voltar [para ele]. Tenho certeza que muitos homens fortes, bonitos e religiosos te trariam de volta rapidinho. Você não é desse jeito, você não é gay, você ama homens e precisa de um”.

Benson, então, respondeu de forma direta: “Você precisa cuidar da sua vida. Pare de inventar coisas.”

Cara Delevingne também entrou na briga. “Você é nojento para c******! Se você tem problemas com o amor verdadeiro, então venha e diga essas m***** na minha cara em vez de odiar pelo Instagram pateticamente”, ela escreveu em outro comentário. “Arranje um hobby que não involva ser homofóbico e odiar outras pessoas por elas serem felizes.”

Spotify chega a 100 milhões de assinantes no mundo

O número de usuários que pagam pelo aplicativo cresceu 32% em comparação com o ano passado; o serviço de streaming de música também teve um aumento maior do que o esperado na receita do período

O Spotify disse que espera ter entre 107 milhões e 110 milhões de assinantes pagantes no final do primeiro semestre de 2019

O Spotify atingiu 100 milhões de assinantes pagantes no primeiro trimestre deste ano, informou a empresa nesta segunda-feira, 29.  O número de usuários que pagam pelo aplicativo cresceu 32% em comparação com o ano passado. O serviço de streaming de músicatambém teve um aumento maior do que o esperado na receita do período. Apesar dos números positivos, o Spotify voltou a registrar prejuízo, após atingir lucro pela primeira vez no final do ano passado.

A expectativa dos analistas era de que a empresa registrasse 99 milhões de assinantes pagantes neste primeiro trimestre. A Europa contribuiu com 40% do total de assinantes pagos, seguida pela América do Norte com 30%. O Spotify disse que espera ter entre 107 milhões e 110 milhões de assinantes pagantes até o final do primeiro semestre de 2019.

Líder global no setor, com o dobro do número de assinantes da concorrente Apple Music, o Spotify foi lançado em regiões como Índia, Oriente Médio e Norte da África nos últimos meses, buscando impulsionar o próximo estágio de seu desenvolvimento. O Spotify disse que em março registrou 217 milhões de usuários ativos mensais, ante os 173 milhões registrados no mesmo período no ano passado. 

A receita do Spotify subiu 33%, para € 1,51 bilhão, superando as estimativas dos analistas de € 1,47 bilhão, segundo dados do da Refinitiv. O Spotify também disse que prevê uma receita total de € 1,51 bilhão a € 1,71 bilhão no segundo trimestre deste ano. Os analistas esperam € 1,62 bilhão de euros.

O aplicativo registrou um prejuízo de € 47 milhões no período – no último trimestre do ano passado, a empresa registrou o seu primeiro lucro da história, de € 94 milhões.

As ações do Spotify operavam em queda de 2,5% nesta segunda-feira, 29, ao 12h (horário de Brasília)./ COM AGÊNCIAS REUTERS