‘Empresas de tecnologia fazem pouco para inspirar talentos’, diz Will.i.am

Empreendedor e músico criticou inércia das empresas em despertar o interesse para criar a próxima geração de engenheiros
Carla Matsu

Foto: Carla Matsu

Um dos grandes desafios que companhias enfrentam hoje em relação àtransformação digital diz respeito ao capital humano. De grandes companhias a startups, todas que acordaram para a digitalização de seus ativos, quebram a cabeça para encontrar e reter profissionais com habilidades em ciências da computação e matemática. Dada a crescente competitividade na digitalização, muitas empresas acabam se deparando com um oásis de profissionais preparados para atender a urgência e as grandes expectativas que elas têm. Mas afinal, como reparar esta “deficiência” no mercado? Para o músico e empreendedor Will.i.am, empresas de tecnologia pecam ao não assumir a responsabilidade em inspirar a próxima geração de talentos. Will.i.am foi um dos convidados para debater no painel “Felicidade e Otimismo na Era Digital”, que aconteceu nesta quarta-feira (01/04) durante o Dell Technologies World, em Las Vegas.

Will.i.am é fundador da startup I.am+, que desenvolve tecnologias de assistência de voz para dispositivos e empresas. Em 2017, a startup levantou US$ 117 milhões em venture capital e, nos últimos anos, o músico se tornou figura recorrente em eventos de tecnologia e empreendedorismo. Will.i.am usou como exemplos grandes premiações internacionais e competições globais desde o Grammy à Copa do Mundo que, cada uma ao seu modo, serve para criar e renovar o interesse de jovens talentos para música e o futebol.

“Você tem a certeza que que há uma Copa do Mundo a quatro anos, quando todas as pessoas estão grudadas nas telas. Os Oscars, cada pessoa está olhando para o tapete vermelho, a indústria da música, todo o ano tem Grammys para celebrar talentos”, ressaltou. “Há uma escassez de empregos. Facebook, Apple, Google, Microsoft, todos elas, têm muito dinheiro combinado, e não há nenhum show para as pessoas assistirem para mostrar o que leva essas pessoas a trabalharem em uma companhia. A razão porque há falta de empregos e talentos é porque nós não estamos inspirando jovens para seguir este caminho. E quem vai pagar por isso? Deveriam ser as empresas de tecnologia que deveriam assegurar que toda criança vai sonhar em um dia se tornar um engenheiro”, criticou.

Allison Dew, Chief Marketing Officer da Dell Technologies, que também participou do painel, reconheceu que a falta de talentos é uma questão sistêmica na educação não só de países emergentes, como também em países desenvolvidos, como os Estados Unidos. Mas para além de ensinar disciplinas em STEM (sigla em inglês para Ciência, Tecnologia, Engenharia e Matemática), escolas precisam ensinar o pensamento crítico, disse a executiva. “Ensine elas a escreverem bem, a se relacionar com outros humanos. A tecnologia vai substituir certas funções, então nós temos que desenvolver uma geração de jovens que entendam a tecnologia, mas pense criticamente para perguntar e dizer às tecnologias o que elas devem fazer”.

Will.i.am também foi questionado sobre se ele teme o avanço das tecnologias, como inteligência artificial. “A tecnologia não me dá medo, mas as pessoas sim. As máquinas, até então, são apenas máquinas, mas elas não são a razão de que o Congo é o Congo, não é a máquina que coloca um clube de strip ao lado de escolas em uma comunidade. Não são as máquinas que criam diferenças sociais. O que me dá medo são as pessoas”, concluiu.

*Jornalista viajou a Las Vegas a convite da Dell Technologies

Anok Yai – Vogue Paris May 2019 By Sam Rock

Somewhere In Paris   —   Vogue Paris May 2019   —   www.vogue.fr
Photography: Sam Rock Model: Anok Yai Styling: Aleksandra Woroniecka Hair: Gary Gill Make-Up: Lisa Butler Manicure: Typhaine Kersual

Wales Bonner é escolhida como ganhadora do BFC/Vogue Fashion Fund 2019

Marca que começou estritamente masculina já foi destaque nos BFAs e no LVMH Prize

Grace Wales Bonner 

Foi anunciado nesta quarta-feira (01) que Wales Bonner é a vencedora da edição 2019 do BFC/Vogue Fashion Fund, concurso anual que estimula novos talentos da moda britânica por meio de tutorias e bolsas. Criada por Grace Wales Bonner, que se formou na Central Saint Martins em 2014, a marca já possui um histórico de sucessos, tendo ganhado o prêmio de Estilista de Moda Masculina Emergente nos BFAs em 2015 e o prêmio de Jovem Estilista do LVMH em 2016.

Com os 200 mil, a estilista pretende investir na infraestrutura da marca que, embora já seja comercializada em endereços como o Dover Street Market, a Selfridges e a 10 Corso Como, conta com uma equipe de apenas quatro pessoas. “Estamos no limite no momento e o prêmio nos dará estabilidade e segurança para evoluir”, disse no almoço em que sua vitória foi anunciada. “A linha feminina tem sido um sucesso, tem tido mais visibilidade e estamos chegando em um momento em que ambas as coleções serão equivalentes.”

Além do auxílio financeiro, Wales Bonner contará com apoio de experts da indústria em áreas como finanças, administração e desenvolvimento de coleções por um ano. 

Bird lança aluguel mensal de patinete elétrico por US$ 25

A empresa implementará os aluguéis mensais nas cidades de Barcelona e São Francisco; o serviço inclui a entrega do patinete elétrico na residência do usuário

As startups de patinetes enfrentam problemas como vandalização dos veículos e impasse com regulamentações locais

Pioneira do mercado de patinetes elétricos, a Bird anunciou nesta terça-feira, 30, a incorporação de serviço de aluguéis mensais. De acordo com o site The Verge, por US$ 25 mensais será possível receber o patinete em casa e o utilizar ilimitadamente durante todo o mês. A nova possibilidade estará disponível em Barcelona e em São Francisco. O serviço inclui ainda a retirada do patinete pela empresa após o fim do aluguel. A expectativa, caso a iniciativa tenha sucesso, é implementar o serviço nas demais cidades em que a empresa está presente.

Em outubro do ano passado, a Bird já havia informado a intenção de realizar serviços de entregas dos patinetes. No caso do serviço de aluguel, o usuário compartilhará onde prefere a entrega do veículo, em casa ou no trabalho, por exemplo. Um representante da empresa então irá entrar em contato e combinar os detalhes de entrega do patinete, carregador e tranca. Uma vez que o período de aluguel acabe, a Bird busca os itens no local acordado.

O modelo tradicional da Bird funciona de modo simples: o usuário localiza o Bird mais próximo e desbloqueia o patinete no aplicativo por US$ 1 e a cada minuto utilizado são pagos entre US$ 0,10 e US$ 0,30. A intenção de implementar os pacotes mensais é trazer, portanto, maior conveniência para os clientes.

A nova possibilidade também é uma resposta às proibições da atuação da maior parte das empresas de patinete elétrico, em São Francisco, que não dispunham de locais apropriados para alocar veículos após o uso do cliente. A norma está em vigor na cidade desde agosto de 2018 e foi uma reação aos patinetes ao descarte dos patinetes nas calçadas sem que antes as empresas prestadoras consultassem a administração de São Francisco. Por meio dos planos mensais, a Bird passa a se enquadrar como uma prestadora de serviços de concierge e, assim, não se enquadra na proibição.

Atualmente, a Bird está presente no mercado norte-americano e em parte da Europa, como nas capitais Paris, Madrid e Londres. No mês passado, contudo, a empresa anunciou que também atuará em outras 50 cidades, ainda não divulgadas, da Europa e do Oriente Médio. Além disso, também divulgou intenções de expansão para a América Latina com foco de parceria com empreendedores, que arcariam com os custos de operação e manutenção. No Brasil, outras empresas inspiradas no modelo de negócios da Bird já atuam, entre elas a Yellow e a Grin.

A trágica história de Rosemary Kennedy, irmã de J.F.K. lobotomizada por ordem do pai

Filha mais velha dos Kennedy tinha 23 anos quando passou por cirurgia que prometia curar doenças psíquicas
Marius Gabriel* – Para a BBC History

Foto da família Kennedy, em 1938, no estado de Nova York. Da esq. para dir., sentados: Eunice; Jean; Edward, sentado no colo do pai, Joseph Kennedy; Patricia e Kathleen. De pé, da esq. para dir., Rosemary, Robert, John, Rose Fitzgerald Kennedy e Joseph P. Kennedy – Associated Press- AP

BBC NEWS BRASIL –Você já deve ter ouvido falar na chamada “maldição dos Kennedy”, uma sequência de eventos trágicos que atingiram um dos clãs políticos mais conhecidos dos Estados Unidos ao longo do século 20.

Joseph P. Kennedy foi um milionário e político americano descendente de irlandeses que nasceu em uma família de políticos da Nova Inglaterra e fez fortuna nas indústrias de filmes, uísque e aço.

Em 1914, ele se casou com Rose Elizabeth Fitzgerald, representante da aristocracia católica de Boston, com quem teve nove filhos, muitos dos quais teriam um fim prematuro.

O filho mais velho, Joe Jr., preparado desde a infância pelo pai para ser o futuro presidente dos Estados Unidos, morreu em combate em 1944 enquanto servia como piloto durante a Segunda Guerra Mundial.

Um acidente de avião matou a quarta filha, Kathleen. Ela estava acompanhada do namorado durante um voo da Grã-Bretanha para o sul da França, em 1948.

O segundo filho, John F, que herdou o cetro político de Joe Jr., foi eleito o 35º presidente dos Estados Unidos em 1960, e assassinado em Dallas, no Texas, em novembro de 1963.

Em 1968, o sétimo filho do casal, Robert ‘Bobby’, foi baleado durante a campanha eleitoral para se tornar presidente.

Um ano depois, em 1969, o filho mais novo, Edward ‘Ted’, se envolveu em um acidente de carro em Chappaquiddick Island, na Nova Inglaterra, que resultou na morte de uma mulher, Mary Jo Kopechne.

Muitos destes incidentes, entre outros, foram descritos e analisados ​​inúmeras vezes desde meados do século passado.

Mas pouca gente conhece o destino de Rosemary Kennedy, a filha mais velha dos Kennedy.

UM PARTO COMPLICADO

Rosemary Kennedy nasceu em uma sexta-feira, 13 de setembro de 1918.

Na época do seu nascimento, a cidade de Brookline, em Massachusetts, sofria com a epidemia de gripe espanhola que mataria entre 20 milhões e 50 milhões de pessoas em todo o mundo naquele ano.

Por isso, o médico encarregado do parto se atrasou cuidando de outros pacientes.

Embora a cabeça do bebê já estivesse coroando, a parteira pediu a Rose Kennedy para manter as pernas fechadas e apertadas para evitar dar à luz antes da chegada do obstetra.

De acordo com um relato de Luella Hennessey-Donovan, a dedicada babá e governanta da família, Rose seguiu as instruções por duas horas de agonia.

‘ACIDENTE UTERINO’

Quando Rosemary cresceu, ficou claro que ela tinha dificuldades de aprendizado.

Mais tarde, especialistas disseram aos Kennedy que era uma consequência da falta de oxigênio provocada por um “acidente uterino”.

As deficiências dela eram frequentemente escondidas ou disfarçadas pela família para evitar o estigma de estar associada a “genes defeituosos”.

Apesar de ter frequentado várias escolas especiais nos Estados Unidos e no Reino Unido, Rosemary teve problemas para ler e escrever até a idade adulta.

ROSEMARY NO REINO UNIDO

Aparentemente, o período mais feliz da vida de Rosemary foi na Inglaterra, nos anos que antecederam a Segunda Guerra Mundial, para onde a família se mudou depois que o presidente Franklin D. Roosevelt nomeou seu pai como embaixador no Reino Unido, em 1938.

A beleza e o charme da adolescente Rosemary e sua irmã mais nova, Kathleen, atraíram a atenção da imprensa britânica, o que ajudou muito o novo embaixador a “entrar diretamente no círculo dos interesses britânicos”, como escreveu um jornal da época.

Em maio de 1938, Rosemary e Kathleen foram apresentadas ao rei George 6º e à futura rainha Elizabeth no Palácio de Buckingham, em Londres.

EMPOBRECIDA

Quando o Reino Unido declarou guerra à Alemanha, em setembro de 1939, Rose Kennedy e a maior parte dos filhos voltaram para os Estados Unidos; apenas Rosemary ficou com o pai.

Quando começou o bombardeio em Londres, eles a mandaram para a Belmont House, uma escola que usa o método Montessori, se concentrando nos cinco sentidos para desenvolver o aprendizado.

A essa altura, as fotografias já mostravam como seu pai agarrava seu braço com força durante as aparições públicas, que eram muitas vezes acompanhadas por gafes e contratempos.

Embora sua aparência fosse a de uma mulher adulta, Rosemary parecia muito menos confiante e, muitas vezes, infantil.

A escola oferecia um refúgio da vida pública, e Rosemary costumava dizer que era “o lugar mais maravilhoso” que havia estado.

Depois de algumas semanas, Joseph escreveu entusiasmado para a esposa: “Ela está feliz, parece melhor do que nunca, não está sozinha e adora receber cartas (dos irmãos) dizendo que tem sorte por estar aqui.”

CAMINHO PARA A RUÍNA

Rosemary estava prosperando.

No entanto, a conhecida afinidade de Joseph com o nazismo e suas declarações públicas de que o Reino Unido não poderia vencer a guerra tornaram inevitável sua aposentadoria como embaixador.

Em novembro de 1940, com os Estados Unidos prestes a se unirem aos aliados, ele recebeu uma ordem para deixar o cargo e voltou para casa com a carreira política em ruínas.

Rosemary o acompanhou e, a partir daquele momento, sua vida teve uma reviravolta trágica.

ATAQUES DE RAIVA

O retorno de Rosemary para os EUA foi desastroso.

Longe do carinho e da atenção que a cercaram na Inglaterra, sua condição se agravou rapidamente. O progresso que ela havia feito na Casa Belmont desapareceu.

Ela protagonizou episódios violentos e ataques de raiva, atingindo quem estava ao seu redor, incluindo seus irmãos mais novos e crianças sob seus cuidados.

A família tinha cada vez mais medo dela.

Em um dos incidentes, Rosemary atacou subitamente Honey Fitz, seu avô materno, socando e chutando até ser detida à força, segundo relataram Peter Collier e David Horowitz no livro “The Kennedys: An American Drama”.

INDOMÁVEL

Internada em um convento, ela se rebelou. As freiras não eram capazes de controlá-la.

“Muitas noites”, recorda a prima de Rosemary, Ann Gargan, “a escola ligava para avisar que ela tinha sumido e a encontravam vagando pelas ruas às duas horas da manhã”.

Logo se soube que Rosemary fugia, segundo um paciente que também estava em confinamento, para ir até os bares da região se encontrar com homens em busca de atenção, conforto e sexo, escreveu Elizabeth Koehler-Pentacoff no livro “The Missing Kennedy”.

As freiras do convento contaram ao seu pai, que ficou horrorizado. Rosemary não só estava em perigo, como, em sua opinião, estava colocando em risco as ambições políticas que tinha para seus filhos.

Joseph Kennedy buscou então “soluções” cirúrgicas e, em novembro de 1941, sem consultar a esposa, autorizou dois cirurgiões, Walter Jackson Freeman e James W. Watts, a realizar uma lobotomia na filha.

Rosemary tinha apenas 23 anos.

Acreditava-se que a lobotomia, uma nova técnica “psicocirúrgica” que previa a separação ou eliminação das vias de comunicação dos lóbulos do cérebro, poderia ser a cura para um grande número de condições psicológicas, como alcoolismo e ninfomania.

CATÁSTROFE

Nos EUA, foram realizadas até cinco mil lobotomias por ano durante a década de 1940, a maioria em mulheres jovens. Freeman foi responsável por quase três mil destes procedimentos.

Um artigo publicado no jornal Saturday Evening Post em maio de 1941 elogiava o trabalho “pioneiro” de Freeman e apresentava a cirurgia como uma esperança para transformar pacientes que eram “um problema para suas famílias e um incômodo para eles mesmos” em “membros úteis da sociedade”.

Depois de perfurar o crânio de Rosemary, Freeman pegou uma lâmina e começou a cortar os lóbulos frontais de seu cérebro. Amarrada à mesa, ela estava acordada e aterrorizada durante o procedimento.

De repente, ficou em silêncio e perdeu a consciência.

A operação foi um fracasso catastrófico.

ESCONDIDA E ESQUECIDA

Após a cirurgia, Rosemary não conseguiu mais andar ou falar.

Mesmo após anos de terapia, ela não conseguia balbuciar mais do que algumas palavras e nunca recuperou totalmente o uso dos membros.

Sua autonomia, que já era limitada, desapareceu para sempre.

Nos 64 anos seguintes, ela viveu escondida em instituições, necessitando de cuidados em tempo integral.

SOLIDÃO

Os médicos ordenaram que Rosemary Kennedy “não podia receber visitas porque podiam perturbá-la e confundi-la”, destacou a escritora Elizabeth Koehler-Pentacoff.

E é possível que seu pai também tenha feito isso com o objetivo de impedir que adversários políticos alegassem que havia uma “louca” na família.

Quaisquer que sejam as razões, escreveu Koehler-Pentacoff, “Rosemary não recebeu visitas durante os anos mais sombrios de sua vida”.

Por fim, ofereceram a ela uma casa de campo particular no terreno da Saint Coletta’s, uma escola especial em Wisconsin, onde viveu tranquila, isolada da imprensa e de olhares indiscretos.

UM SEGREDO

Na década de 1960, uma série de acidentes vasculares cerebrais (AVC) deixaram Joseph Kennedy incapaz de se mover ou falar, e sua mãe sofreu um derrame na década de 1980 —ambos precisavam de atenção e cuidados constantes.

Os irmãos Kennedy que sobreviveram —Ted, Eunice, Jean e Patricia— visitaram Rosemary em seus últimos anos de vida, mas, durante a maior parte do tempo, sua existência foi um segredo.

No entanto, no início dos anos 1960, sua irmã Eunice escreveu um artigo em um jornal revelando que Rosemary havia nascido com deficiência intelectual.

Em 1968, ela fundou as Olimpíadas Especiais, que hoje é a maior organização esportiva do mundo para crianças e adultos com deficiências físicas e intelectuais —mas negou que tenha sido inspirada pelo caso da irmã.

Enquanto isso, Rosemary vivia esquecida pelo mundo, raramente acompanhada, a não ser pelas freiras que cuidavam dela.

De tempos em tempos, ela mostrava leves sinais de progresso, mas que acabavam desaparecendo.

Nos últimos anos de vida, ela estava em uma cadeira de rodas.

Morreu em 2005, aos 86 anos.

*Marius Gabriel é escritor de romances históricos e a história dos Kennedy é apresentada em The Ocean Liner, publicada pela Lake Union Publishing em 2018.

‘The Handmaid’s Tale’ divulga trailer da 3º temporada

Obra mostra o regime distópico de Gilead, onde mulheres são usadas como servas sexuais em uma sociedade católica e totalitária

Cena da 3ª Temporada de The Handmaid’s Tale

The Handmaid’s Tale divulgou nesta quarta-feira, 1º, o trailer da terceira temporada da série. O novo ciclo vai estrear no dia 5 de junho deste ano nas plataformas de streaming Hulu e Globoplay.

O Conto da Aia, continuará mostrando a resistência de June (Elisabeth Moss) ao regime distópico de Gilead, uma sociedade totalitária e católica imposta no que antes era os Estados Unidos. “Bendita seja a luta”, diz a publicação da página oficial da obra no Twitter.

No trailer, a protagonista afirma ter esperanças de fugir da ditadura em que vive. “Heresia… Isso é pelo que você é punido. Não por ser parte da resistência, porque, oficialmente, não há resistência. Não por ajudar pessoas a escaparem, porque, oficialmente, não há isso de escapar”, afirma June, chamada de Offred por seus dominadores, no começo do vídeo.

A série é uma adaptação do romance clássico de Margaret Atwood. Assista ao trailer:

Apple volta a valer US$ 1 trilhão depois de resultado acima do esperado

Depois do começo de ano difícil, empresa retoma crescimento e anima investidores

Apple dispara 4,91% na NASDAQ e passa boa parte do dia acima do US$1 trilhão

Depois do resultado financeiro divulgado nesta terça, 30, a Apple voltou a ter valor de mercado acima de US$ 1 trilhão, marca atingida pela primeira vez em agosto do ano passado. Depois de ser a primeira empresa americana na história a romper a barreira, a Apple passou por momentos tortuosos, incluindo a primeira revisão para baixo de receita em 16 anos no último mês de janeiro por conta da desaceleração na venda de iPhones. Pior: viu Amazon e Microsoft atingirem a marca de um trilhão e se revezarem no posto de empresa mais valiosa do mundo. 

A volta da Apple para o clube do trilhão aconteceu na manhã desta quarta, 1, quando as ações da empresa passaram a valer cada uma US$ 210,31. No trimestre encerrado em março, a Apple reportou receita de US$ 58,02 bilhões, acima da estimativa média de analistas de US$ 57,37 bilhões. A receita de serviços, que inclui os produtos Apple Music, App Store entre outros, alcançou a marca de US$ 11,45 bilhões. 

Em 25 de março, a companhia revelou ainda mais investimentos em serviços, como a produção de conteúdo original para streaming de vídeo, um serviço de streaming de jogos e um pacote de assinaturas de revistas e jornais. 

Apesar de revelar no relatório queda de 17% nas venda de iPhone em relação ao mesmo período do ano passado, Tim Cook disse que os ajustes de preços na China, junto com os menores impostos chineses sobre o iPhone e os acordos de financiamento oferecidos pela Apple, ajudaram as vendas do iPhone a se recuperar no final do trimestre. Tudo isso animou os investidores, o que puxou em mais de 6% as ações da empresa. 

Nick Blair Exclusively for Fashion Editorials with Eva Varlamova

Model: Eva Varlamova

Photography: Nick Blair. Styling: Sarah Banger. Hair & Makeup: Julie Provis. Model: Eva Varlamova.

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Top by Arnsdorf, Pants by ANNA QUAN, Sunglasses by EPØKHE, Necklace by POMS, Bangle by WILLIAM ÉDOUARD
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Plumas animam os looks da semana de moda bridal

A renda, clássico da moda noiva, disputa seu espaço com plumas, que podem apenas pontuar um look ou cobrí-lo por completo

Oscar de la Renta (Foto: Divulgação)

Algumas verdades são absolutas na moda bridal. É o caso da renda, que jamais sai de moda quando o assunto é noiva – especialmente após o casamento de Kate Middleton, que cruzou a nave da Abadia de Westminster a bordo de um longo todo rendado Alexander McQueen.

Mas se na última temporada a renda teve que ceder parte de seu espaço para os novos naked dresses – vestidos sem qualquer bordado ou brilho -, desta vez ela vem disputando atenção com as plumas, que se firmam como tendência mais fresca da semana de moda bridal, a exemplo do que vemos no prêt-à-porter.

Seja cobrindo um look curtinho e jovem inteiro ou pontuando a barra de ternos ou vestidos, em versão delicada ou maximalista com orgulho, as plumas prometem animar as noivas de 2020. O truque favorito dos estilistas? Aposte em joias chiques e discretas para arrematar um look de noiva. Se a maquiagem for neutra, o resultado pode ser ainda mais fresh.

Zuhair Murad (Foto: Divulgação)
Zuhair Murad (Foto: Divulgação)
Jenny Packham (Foto: Divulgação)
Jenny Packham (Foto: Divulgação)
Sahroo Bridal (Foto: Divulgação)
Sahroo Bridal (Foto: Divulgação)