Carine Roitfeld cria linha de perfumes inspirada em seus amores

Carine Roitfeld está gerando um bafafá daqueles com o lançamento de seus perfumes. A fashionista anunciou a novidade na semana de moda de Paris, em janeiro deste ano, ao espalhar quatro mil pôsteres com uma foto sua em que aparece nua em frente a uma janela pela cidade. Desde então, começou o suspense sobre o conceito do novo trabalho, que só foi revelado recentemente no Instagram. Com lançamento oficial previsto para este sábado com festa que promete reunir uma turma das boas no SoHo, em NY, a coleção chamada “7 Lovers” conta com sete fragrâncias inspiradas em amores reais da vida de Carine. Nas redes sociais, ela já entregou o nome de quatro perfumes: Farewell, Vladimir, Sebastian, Kar-Way. Nas legendas das fotos, um pouco sobre cada uma de suas paixões, por exemplo: “Vladimir, meu amor russo, nós ainda dançamos todas as noites em meus sonhos…”, escreveu. Ansiosas?

Editoras americanas recusam livro de memórias de Woody Allen

Agente do cineasta de 83 anos teria ido a companhias com o manuscrito, que não despertou interesse
Alexandra Alter e Cara Buckle, do New York Times

O cineasta americano Woody Allen, de 82 anos Foto: Divulgação

Hollywood se fechou para Woody Allen . Atores famosos que já disputaram papéis em seus filmes agora dizem que se arrependem de trabalhar com ele. A Amazon desistiu de um acordo de distribuição que havia firmado  com o diretor. Agora, Allen parece estar perdendo estatura em outro ramo da indústria do entretenimento: o editorial.

No ano passado, Allen discretamente tentou vender um livro de memórias, de acordo com executivos de quatro grandes editoras, e foi recebido com indiferença ou duras negativas. Antes que o movimento #MeToo ganhasse vida, suas memórias provavelmente teriam desencadeado uma guerra de ofertas e movimentado cifras com muitos zeros, dado seu status no mundo da cultura. Mas com sua carreira praticamente encerrada por alegações de que molestou sua filha Dylan Farrow há quase três décadas – alegações que Allen nega e que deixaram o público, principalmente americano, sem saber muito bem em quem acreditar -, a perspectiva de publicar suas memórias parece ter pouco apelo.

Executivos de várias editoras disseram que um agente representando Allen abordou suas empresas com o livro de memórias no final do ano passado, mas que não fizeram ofertas, muito por causa da publicidade negativa que o trabalho com Allen poderia gerar. Alguns editores se recusaram a ler o material, que aparentemente consistia em um manuscrito completo. Os executivos disseram que não conheciam nenhum outro editor que oferecesse a Allen um contrato para um livro; se alguém o tem, ele foi mantido sob sigilo, e o manuscrito não parece ter sido amplamente divulgado. Alguns executivos usaram a palavra “tóxico” para descrever os desafios de trabalhar com Allen hoje em dia, observando que, embora ele continue sendo uma figura cultural significativa, os riscos comerciais de lançar um livro de memórias suas  eram muito assustadores. Todos os executivos se recusaram a falar sobre o registro, citando uma praxe de confidencialidade entre agentes e editores em relação a projetos nascentes ou não assinados.

A escritora Daphne Merkin, que conhece Allen há muito tempo, disse que ele se referiu às memórias como um projeto no qual estava trabalhando há algum tempo, e ela mencionou o livro para alguns editores que conhece. Merkin disse que não leu o manuscrito e não tinha certeza de quais aspectos de sua vida o livro cobre, ou se ele aborda as acusações e as consequências subsequentes.

“Ele não é do tipo que escreveria um ajuste de contas, mas, presumivelmente, o livro de memórias traz o seu lado das coisas”, disse ela. “Ele é o tipo de pessoa que segue em frente, alguém cujo trabalho é o seu alimento. Quaisquer que sejam as deficiências a que ele tenha sido exposto, acho que ele mantém seu próprio conceito de como tudo isso afeta e não o afeta ”.

Consultas à produtora e assessora de comunicação de Allen ficaram sem resposta; sua produtora e irmã, Letty Aronson, e o cineasta Robert Weide, que o defendeu, disseram que não sabiam que dele havia escrito um livro de memórias.

O agente de longa data de Allen, John Burnham, da ICM Partners, se recusou a comentar, além de dizer: “Nos 30 anos que trabalho com Woody, o mantra sobre qualquer coisa é: ‘não posso discutir seus negócios'”, disse Burnhamham.

A resposta fria das editoras marca um novo golpe na carreira e no legado de Woody Allen. No momento, ele está envolvido em uma batalha judicial com a Amazon. A gigante do streaming não honrou o contrato assinado com ele de quatro filmes, que incluiu “A rainy day in New York” , e em resposta, Allen processou a empresa, pedindo pelo menos US $ 68 milhões. No processo, a Amazon citou comentários inadequados de Allen sobre o movimento #MeToo , junto com declarações públicas de vários atores que disseram que lamentavam trabalhar com ele como prova de que seria impossível lucrar com seus filmes.

A ruptura com a Amazon e a falta de interesse em suas memórias de várias grandes editoras destacam o quão frágil a posição já consagrada de Woody Allen se tornou.

– Pessoalmente, não vejo qualquer trabalho em seu futuro – disse Tim Gray, vice-presidente e editor da revista “Variety”, especializada na indústria do entretenimento. – No entanto, é possível que a história seja mais gentil com Woody Allen do que o momento atual parece ser.

Ele acrescentou que “Hollywood adora voltas por cima; Ingrid Bergman, Charlie Chaplin e Elizabeth Taylor foram denunciados no plenário do Congresso americano por problemas em suas vidas privadas, mas acabaram sendo recebidos de braços abertos por Hollywood e pelo público”.

Rosie Huntington Whiteley – Harpers Bazaar UK By Alexi Lubomirski

La Vie En Rose   —   Rosie Huntington-Whiteley   —   www.harpersbazaar.co.uk
Photography: Alexi Lubomirski Model: Rosie Huntington-Whiteley Styling: Miranda Almond Hair: Christian Wood Make-Up: Hung Vanngo Manicure: Ana Maria
 Set Design: Jack Flanagan

Virgil Abloh encara acusações de cópia e falta de diversidade

VIRGIL ABLOH / REPRODUÇÃO

O momento não está fácil para Virgil Abloh. Em menos de três meses, o designer enfrentou repercussões envolvendo uma coleção que desenhou para a Louis Vuitton e uma festa que deu para o staff da Off-White.

Em março, Abloh foi acusado de “aprovar” o comportamento abusivo de Michael Jackson, em quem se inspirou para a coleção masculina da Louis Vuitton de Outono/Inverno 2019, desfilada em janeiro. A coleção foi feita antes do designer tomar conhecimento do documentário Leaving Neverland, filme que destaca as alegações de abuso a meninos menores de idade. Leaving Neverland teve pré-estreia em Sundance, no final de janeiro e estreia em março na HBO.

Na coleção, Abloh trouxe o estilo do cantor, aquele que imediatamente nos vêm à mente quando nos lembramos dele. Em um comunicado oficial, ele disse: “Minha intenção para este show foi referir a Michael Jackson como artista da cultura pop. Refere-se apenas à sua vida pública que todos conhecemos e ao seu legado que influenciou toda uma geração de artistas e designers. Estou ciente de que, à luz deste documentário, o desfile causou reações emocionais. Eu condeno estritamente qualquer forma de abuso infantil, violência ou infração contra quaisquer direitos humanos”.

O CEO da Louis Vuitton também se posicionou, adicionando que “a segurança e o bem-estar das crianças são de extrema importância para a Louis Vuitton. Estamos totalmente comprometidos em defender essa causa”. 

A marca decidiu então não produzir as peças que contenham elementos ligados a Michael Jackson. “A Louis Vuitton garantirá que a coleção reflita os verdadeiros valores da marca e de nosso diretor artístico, e também que não há absolutamente nenhum item que contenha diretamente elementos de Michael Jackson”, diz um porta-voz da marca à imprensa internacional. A coleção masculina tem várias outras inspirações e será lançada nas lojas em julho. 

Também em março, o DietPrada mostrou semelhanças entre um look do desfile masculino da Off-White e outro muito parecido da pequena marca alemã Colrs. O look em questão é uma capa de chuva amarela coberta de texto em estilo graffiti.

Em uma entrevista a revista New Yorker, ele responde a este caso específico: “Eu poderia falar por uma hora inteira sobre a condição humana e o ímã que é negatividade. É por isso que o mundo é como é. É por isso que o bem não prevalece, porque há mais energia negativa. É melhor apenas sentar e apontar o dedo. É isso que as mídias sociais podem ser. Todo esse espaço para comentar gera uma tendência a podridão versus realmente fazer algo. E ele permite que você compacte essa coisa em algo como: ‘Você não é um designer. Feche o livro. Porque, para ser um designer, você precisa ser da Bélgica’”. Essa última frase pode ser uma referência a estilistas como Raf Simons e Martin Margiela, a quem seu trabalho é muito comparado.

Pois agora, Virgil está sendo atacado por conta de uma festa que deu para o staff da Off-White, uma equipe de mais de 100 pessoas, baseada em Milão. Ele publicou algumas imagens recentemente em seu Stories e logo foi cobrado por usuários do Instagram e fãs da OW que, rapidamente apontaram a falta de diversidade na equipe. Usuários deixaram comentários no post falando “claramente você não acredita em diversidade” ou “irmão, contrate diversidade”. Outro usuário chamou para um boicote à marca dizendo: “Pessoas negras por favor aprendam a não apoiar marcas e negócios que não nos apoiam. 136 membros da equipe em uma festa de Natal e nenhuma pessoa de cor. Ele claramente não vê valor nos criativos que se parecem com ele”.

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Prada, Gucci e Burberry passaram por situação parecida e criaram iniciativas que mostram sua intenção de mudar imediatamente em relação a essa questão.

O que chama mais atenção no quadro aparentemente inteiro branco de funcionários é que o próprio Virgil Abloh fez história sendo o primeiro negro a ocupar o cargo de diretor artístico na história da Louis Vuitton (a marca foi fundada em 1854).

Em uma entrevista para FFW em 2017, Abloh foi perguntado se ele se considera um agente de mudança em direção a uma maior diversidade na moda. Sua resposta passou longe do tema: “Não sei, isso é mais pra outras pessoas responderem sobre mim. Mas isso não chega nem perto da razão pela qual eu faço o que eu faço; eu não sou tão preocupado com isso. Apenas me encontro em um lugar onde, igual quando eu comecei, tento visualizar as ideias que surgem na minha cabeça. Esse é o foco do meu trabalho”.

Abloh ainda não se posicionou em relação aos comentários negativos que tem recebido. [FFW]

Alek Wek, Gemma Ward, Amber Valletta & Karen Elson – WSJ. Magazine May 2019 By Campbell Addy

Modern Classic Khaki    —   WSJ. Magazine May 2019   —   www.wsj.com
Photography: Campbell Addy Model: Alek Wek, Gemma Ward, Amber Valletta & Karen Elson Styling: Clare Richardson Hair: Teddy Charles Make-Up: Sally Branka Manicure: Elina Ogawa
Set Design: Gerard Santos

Elvira&Marcos House by Pepe Gascón Arquitectura

by Leo Lei – Design Milk

Elvira&Marcos House é uma minimal residence localizada em Barcelona, ​​Espanha, designed by Pepe Gascón Arquitectura. O contexto visual dentro da casa foi referenciado pela geografia circundante, que apresenta grande diversidade tanto na cor quanto na geometria.

O exterior mantém uma forma retilínea simples que é produzida com um único material. Consistindo de três níveis, a garagem está localizada no piso do porão, com as principais áreas de estar situadas no rés-do-chão. Um piso de concreto contínuo une o espaço.

A casa utiliza isolamento externo contínuo usado nas fachadas e no telhado para garantir a ausência de pontes térmicas no envelope geral da casa no exterior. Como resultado, juntamente com a energia geotérmica instalada, a casa requer muito pouco consumo de energia. [

Photography: Aitor Estévez

Um tour do elegante e novo escritório da Aercoustics em Toronto

A Aercoustics, é uma empresa de engenharia especializada em design acústico, controle de ruído e controle de vibração, contratou recentemente a empresa de design de interiores iN Studio para projetar seu novo escritório em Toronto, Canadá.

“Aercoustics é uma equipe apaixonada que vive, respira e estuda ruído, vibração e problemas acústicos em nosso ambiente natural e construído. A equipe do projeto Aercoustics encontrou-se em um lado diferente da mesa, pois eles agora estavam criando espaço para eles mesmos e não para os outros. Juntos, criamos um ambiente de trabalho que tinha controle acústico e tecnologia completos em várias áreas, fornecendo exemplos da vida real para que os clientes experimentassem espaços de trabalho abertos e fechados de sucesso ”, diz iN Studio

  • Location: Toronto, Canada
  • Date completed: 2015
  • Size: 8,000 square feet
  • Design: iN Studio
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Lobby
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Reception desk
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Breakout space
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Breakout space
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Meeting room
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Work zones
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Work zones
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Corridor
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Meeting pods
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Conference room

Rocketman | Taron Egerton canta “Rocketman” em clipe inédito

Versão do ator estará presente na trilha sonora da biografia de Elton John
GABRIEL AVILA

Rocketman, a cinebiografia de Elton John, ganhou um clipe inédito em que Taron Egerton interpreta a canção que dá nome ao longa. Confira acima.

Egerton será o protagonista do filme baseado na vida de Elton John. Jamie Bell será Bernie Taupin, parceiro de composições de John e Richard Madden será John Reid, empresário do músico. A Paramount Pictures produz e distribui mundialmente o longa, que mostrará como o músico passou de um prodígio na Academia Real de Música para um astro global.

Lee Hall (Billy Elliot) é o responsável pelo roteiro e Dexter Fletcher (Voando Alto)é o diretor. Elton John e Matthew Vaughn estão entre os produtores. O lançamento está marcado 30 de maio no Brasil.

CEO da Microsoft Satya Nadella diz que ficaria ‘enojado’ com comemoração de marca de US$ 1 tri

Satya Nadella acredita que fazer isso seria o começo do fim da empresa

Nadella disse ficar enojado com quem comemora a marca de US$ 1 trilhão 

Satya Nadella, presidente executivo da Microsoft, disse que ficaria “enojado” caso alguém comemorasse o fato de a empresa ter atingido a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado – a cifra foi atingida no último dia 25 de abril. A declaração foi dada em uma entrevista à Bloomberg.  Apesar de a Microsoft ser uma das únicas três empresas que atingiram tal valor, Nadella considera a marca “insignificante”, e apegar-se a ela seria “o começo do fim”. 

“Na Microsoft, temos o mau hábito de não nos esforçarmos porque nos sentimos muito satisfeitos com o sucesso que já tivemos. Estamos aprendendo a não olhar para o passado”, disse ele.  

De fato, ao valorizar as ações da empresa em mais de 230%, Nadella não olhou para a posição dominante da Microsoft no mundo da computação, ele transformou os principais produtos da empresa, incluindo o Windows e o Office, em serviços e focou em computação em nuvem para o mundo corporativo.