Aline Weber dá voz à causa indígena e vira defensora do meio-ambiente

‘A moda, quando feita e usada de forma consciente e sustentável, torna-se mais atual’, diz a top internacional
Marcia Disitzer

A top visitou aldeias do Xingu Foto: Divulgação

Com quinze anos de carreira, a top catarinense Aline Weber está de olhos bem abertos para questões contemporâneas. A modelo, que foi descoberta aos 14 anos e já desfilou para grifes como Chanel e Prada, engajou-se na defesa da causa indígena e do meio-ambiente. “Criei um laço maior após ter ido ao alto Xingu no ano passado.Passei oito dias nas aldeias vivenciando, aprendendo e tomando conhecimento dos problemas enfrentados por lá. O alto índice de desmatamento e a falta de fiscalização na compra da terra para plantação de soja é algo que afeta a dinâmica natural do Xingu e, acredito, que o mesmo ocorra em muitas reservas do Brasil”, explica Aline, que busca levantar fundos para os povos da Amazônia.

Aline no Xingu Foto: Feco Hamburguer/Divulgação
Aline no Xingu Foto: Feco Hamburguer/Divulgação

A modelo, que se divide entre Nova York e São Paulo, considera alarmante o uso de agrotóxicos no Brasil. “Há pesquisas que apontam que 25% das cidades brasileiras têm suas águas poluídas por alguma espécie de agrotóxico causador de câncer. O Brasil usa agrotóxicos que, desde 1985, foram proibidos nos Estados Unidos e na Europa”, afirma. 

Aline em campanha para Animale Foto: Reprodução do Instagram
Aline em campanha para Animale Foto: Reprodução do Instagram

A top aposta no papel social da indústria em que atua. “A moda, quando feita e usada de forma consciente e sustentável, torna-se mais atual, dialoga mais com os tempos em que vivemos e com o tipo de sociedade que desejamos. O avanço da tecnologia nos oferta mais recursos para transformar ideias fashion em objetos esteticamente atraentes,  sem esquecer da questão ecológica”, observa ela, que também é madrinha de ONGs que protegem os animais.

Aline na SPFW, em desfile para Lenny Niemeyer Foto: Mauricio Santana/Getty Images
Aline na SPFW, em desfile para Lenny Niemeyer Foto: Mauricio Santana/Getty Images

Lara Jade for Harper’s Bazaar Kazakhstan with Blanca Padilla

Photographer: Lara Jade atAtelier Management. Stylist: Connie Berg at Atelier Management. Hair: Yukiko Tajima at See Management. Makeup: Anastasia Durasova at The Wall Group. Manicure: Kana Kishita. Model: Blanca Padilla at Next Models.

Eddie Seah Exclusively for Fashion Editorials with Cassie Hancock

Photography: Eddie Seah. Styling: Andrew Tarquini. Hair & Makeup: Amy Bysouth. Model: Cassie Hancock at Vivien’s Model Management.

Sharon Stone exibe seios na capa da Vogue Portugal e diz que não era considerada atraente

Sharon Stone na capa da Vogue Portugal . © Branislav Simoncik

Considerada um dos grandes símbolos sexuais do cinema por sua cruzada de pernas em “Instinto Selvagem”, de 1992, Sharon Stone revelou à Vogue de Portugal que não era considerada atraente pelos diretores no início de sua carreira, no começo dos anos 80. A atriz de 61 anos fez essa e outras revelações para a revista, na qual posou com os seios de fora em uma das capas alternativas.

“Quando comecei nesta indústria, o termo ‘transável’ era usado pelos executivos para ver se tinha perfil para conseguir um papel. Os executivos do estúdio sentavam-se à volta de uma mesa e discutiam se cada uma de nós era de facto ‘transável’. Eles achavam que eu não era”, contou.

Sharon Stone ainda falou sobre como, até hoje, as mulheres não são devidamente representadas nos filmes. Isso porque os homens ainda estão no comando da indústria.

“Negligenciar mulheres? Sim, sem dúvida. E as mulheres não estão, francamente, a ser representadas como são na realidade. A maioria dos filmes é escrita por homens, realizada por homens, criada por homens, com a mentalidade masculina. Nunca considerando como é que as mulheres são na verdade, como pensamos e nos sentimos. É por isso que muitas das minhas personagens são bêbadas ou drogadas ou loucas, é a única maneira que tenho de tolerar o seu comportamento, honestamente.”

A atriz, que tem entre seus últimos trabalhos as séries “The New Pope” e “Ratched” ainda falou que vê mais futuro na televisão do que nos filmes. “Filmes, bons filmes é uma arte moribunda. A televisão tem mais oportunidades de qualidade hoje em dia.” A entrevista completa está disponível na edição impressa da Vogue Portugal. [Renata Nogueira]

Madonna Covers The June Issue Of British Vogue

by EDWARD ENNINFUL
Edward is the editor-in-chief of British Vogue

Quando se trata de ícones genuínos que se situam na encruzilhada da moda e da música, a estrela de capa deste mês sobreviveu a todos eles. Em uma carreira abrangendo dois séculos, Madonna Louise Veronica Ciccone surfou todos os gêneros, estabeleceu tendência após tendência e foi amada, odiada e debatida como nenhuma mulher antes dela. No entanto, o que mais me impressiona na Rainha do Pop é que ela nunca pára de avançar.

A artista feminina mais vendida de todos os tempos, ela foi, é claro, tomada por adulação. Mas, garoto, ela divide a opinião. De Sex, seu livro seminal de 1992 da S & M-infused photography, para suas batalhas atuais com a mídia que se recusam a permitir que ela envelheça em seus próprios termos, aos 60 anos, Madonna continua a dominar a conversa.

Acredito que é importante que paguemos um pouco de respeito: durante grande parte de sua vida, ela foi provavelmente a feminista de maior destaque no planeta. Em um mundo pré-mídia social, seu fluxo incessante de hits, de “Express Yourself” a “O que é que parece uma garota”, levou a discussão sobre o empoderamento feminino em cantos do mundo que só a música pode tocar – especialmente quando acoplados com uma série de declarações de moda radical.

CREDIT: MERT ALAS & MARCUS PIGGOTT

Como a maioria de vocês, eu continuo fascinado por Madonna, o estilo camaleão. Nunca é apenas sobre o seu olhar – é sobre o seu compromisso. Ela realmente vive cada uma de suas reencarnações, mesmo quando as câmeras estão desligadas: aristo inglês, diva hip-hop, especialista em música country, guerreira corporativa, mãe terra, iogue disco, Marilyn, Eva, luvas de renda e espartilho Gaultier. Ela fez tudo isso.

Neste mês, ela colaborou com os fotógrafos Mert Alas e Marcus Piggott e o editor de moda Benjamin Bruno, em uma série de imagens influenciadas pelas principais feministas de meados do século 20, cujo legado Madonna não apenas admira, mas também se relaciona. Quando ela lança seu 14º álbum de estúdio, ela tem muito a dizer para uma nova geração também. Em uma forma tipicamente ousada, ela diz ao entrevistador Decca Aitkenhead: “Espero que eles apreciem isso”.

CREDIT: MERT ALAS & MARCUS PIGGOTT

A batida pode ser ouvida durante o resto da edição de junho – do chiado e estalo do guarda-roupa de verão perfeito em nossas páginas Trends, a fotografias inéditas de Steven Meisel do falecido Whitney Houston. Enquanto isso, o músico Kelsey Lu modela o trabalho dos finalistas do BFC / Vogue Designer Fashion Fund deste ano. Este projeto, que realizamos anualmente em colaboração com o British Fashion Council, é tão importante para mim. A vencedora do ano passado, Molly Goddard, fez ótimos trabalhos com sua gravadora e estou animada para revelar quem recebeu o prêmio deste ano. Como a nossa sociedade continua a evoluir a uma velocidade vertiginosa, é cada vez mais crucial apoiar os talentos de amanhã. Na moda – como na música – a batida continua.

Décor do dia: vintage e industrial no banheiro

Estilos se mesclam em decoração marcada pelo verde
POR PAULA JACOB | FOTOS DIVULGAÇÃO

Escolher um estilo de decoração pode ser uma tarefa difícil. Porém, a designer de interiores Michelle Dirkse soube unir duas tendências máximas em harmonia: o vintage e o industrial. A pastilha preto e branca que cria a geometria do piso do espaço se estende até a área do chuveiro. Por ali, os azulejos de metrô preenchem as paredes e os metais pretos, a porta de vidro do chão ao teto e os vasos com plantas complementam a estética. Do lado de fora, os azulejos seguem na parte de baixo da parede e o verde menta aparece na de cima, formando paredes bicolores. Os acessórios de ferro contrastam com o móvel de madeira antigo que serve como gabinete. 

Cresce alerta para automutilação entre crianças e adolescentes no Brasil

Feridas emocionais já mobilizam governo, escolas, consultórios e até faculdades em planos de intervenções e ações preventivas
Júlia Marques, Impresso

A dor dela era se achar tão inferior que não merecia carinho de ninguém’, diz mãe de menina que se automutilava Foto: Felipe Barduchi/Estadão

SÃO PAULO – “O que está doendo tanto em você para fazer isso?” Foi o que a aposentada Maria, de 40 anos, perguntou para Bárbara (nomes fictícios) quando viu cortes no braços da filha, de 11. “A dor dela era se achar tão inferior que não merecia carinho de ninguém.” Cada vez mais comuns entre crianças e adolescentes, as automutilações trazem à tona feridas emocionais de meninos e meninas e mobilizam escolas em planos de intervenções e ações preventivas.

Depois de terapia e a aposta em um esporte novo, aos poucos os cortes deram lugar às cicatrizes nos braços de Bárbara, mas a menina ainda vê colegas da mesma idade que passam pelo problema. O Brasil não tem dados específicos sobre o número de jovens que se automutilam. Nos corredores dos colégios e consultórios, porém, a sensação é de aumento.

Conhecer a dimensão das lesões entre adolescentes é um dos objetivos de uma lei sancionada na semana passada pelo presidente Jair Bolsonaro (PSL). A norma prevê que escolas passem a notificar casos de automutilação a conselhos tutelares – a ideia é que a família também seja avisada, ao mesmo tempo. “É um fenômeno. Outros países enfrentam os mesmos dilemas e, para instituir políticas públicas, precisamos de dados precisos”, disse ao Estado a ministra da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves. A pasta vai articular a regulamentação da norma.

A escola é vista por autoridades e especialistas com um papel central na identificação dos casos – parte ocorre dentro das unidades e com objetos cortantes de uso cotidiano dos estudantes. Mas, em meio a uma série de outros desafios ligados à aprendizagem e falta de recursos, os colégios ainda precisam superar tabus e a falta de formação de seus profissionais para lidar com o tema.

Pesquisadora da violência nas escolas há quase 20 anos, Miriam Abramovay se assustou quando percebeu o volume de relatos sobre automutilações em um estudo em escolas públicas do Ceará e Rio Grande do Sul. Realizada em 2016 e 2017, a pesquisa incluiu o tópico pela primeira vez e ouviu grupos de jovens. “Em uma escola onde fizemos pesquisa, devolveram ao professor um ‘kit de automutilação’. Disseram que não precisavam mais, já se sentiam reconhecidos não só pela escola, como também pela sociedade.”

“Era uma catarse, eles choravam muito”, lembra Miriam, pesquisadora da Faculdade Latino-Americana de Ciências Sociais (Flacso). “Tanto que começamos a levar caixinhas de lenço de papel”, comenta.

Professora do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP), Leila Tardivo observa, além do aumento, uma mudança no perfil. “Era mais entre mulheres acima de 20 anos, pessoas com problemas psiquiátricos. Agora, acontece em pessoas mais jovens, de 12, 13, 14 anos.” As meninas são maioria, mas a prática também ocorre entre os meninos.

Raramente há intenção de causar a morte. “Os adolescentes se machucam até para não se suicidar. Muitos dizem que a dor no braço é menor do que a tristeza”, diz Leila, que, com uma equipe da USP e pesquisadores da Universidade de Sevilha, na Espanha, participa de ações preventivas em escolas públicas de São Paulo.

Automutilação está ligada a frustrações e depressão

Para ela, o contágio pelas redes sociais – há jovens que publicam as lesões na internet e páginas que incentivam a prática – ajuda a explicar o fenômeno, mas não é a única causa. “A automutilação está ligada a frustrações, à depressão.” Os casos também podem vir após violência em casa, bullying e abandono. O tratamento inclui psicoterapia e, em geral, não dura menos de um ano.

Espaços como o ambulatório do Instituto de Psiquiatria (IPq) do Hospital das Clínicas da USP se especializaram no assunto. Jovens com histórico de autolesões começaram a chegar em 2013 e não pararam mais. “Hoje, temos mais adolescentes com automutilação do que uso de drogas no ambulatório”, diz a psiquiatra do IPq Jackeline Giusti, que também tem recebido ligações de escolas em dúvida sobre como agir.

Foi depois da demanda de colégios que uma equipe do Departamento de Psicologia da Universidade Federal Fluminense (UFF) passou a estudar questões emocionais e afetivas relacionadas à automutilação entre adolescentes.

Para Antônio Augusto Pinto Júnior, professor da UFF, chama a atenção o número de jovens encaminhados pelas escolas de Volta Redonda, no Rio, onde o projeto é realizado: mais de dez em cada colégio. “Que problema é esse que está acontecendo com os jovens que eles precisam usar uma conduta autoagressiva para dar conta de suas questões?”, indaga.

A interrogação também ecoa entre professores e pais – que fazem parte de uma geração em que essa prática era menos comum. “Fiquei desesperada porque nunca imaginei que existisse isso”, conta Laís, de 37 anos, alertada pelo colégio de que o filho, aos 14, estava machucando os pulsos. Após terapia e o olhar atento da mãe, as lesões cessaram.

Para Gustavo Estanislau, psiquiatra da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), ainda é comum que as escolas reajam diante de casos de autolesão ou com susto excessivo ou banalização. Ele defende a abertura ao diálogo e o acompanhamento profissional.

“Temos de ter cuidado para não sobrecarregar o educador, mas fortalecê-lo para identificar e fazer ao menos o primeiro movimento de encaminhar ao orientador”, diz ele, que faz parte do projeto Cuca Legal, de formação de professores.

PRESTE ATENÇÃO

1. Feridas. A automutilação tem se tornado mais comum, mas não deve ser banalizada. Ela pode indicar dificuldades emocionais. 

2. Comportamento. Fique atento a mudanças de humor e isolamento. O uso de mangas compridas no calor pode indicar uma tentativa de esconder lesões.

3. Apoio. Caso identifique a situação, acolha o adolescente, escute os motivos e evite repreendê-lo. Procure ajuda profissional. 

Conheça os projetos e saiba onde buscar ajuda: 

Centros de Atenção Psicossocial (Caps)

Lista de contatos das unidades em São Paulo:  prefeitura.sp.gov.br/cidade/secretarias/saude/atencao_basica/

Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da FMUSP

Rua Dr. Ovídio Pires de Campos, 785 

ipqhc.org.br

Projeto Cuca Legal, da Unifesp

cucalegal.org.br

Apoiar, do Instituto de Psicologia da USP

ip.usp.br/site/apoiar

Guia para diretores e professores, da Flacso

flacso.org.br/files/2018/08/Guia-Diretores

Mil e uma utilidades

Conheça uma estante feita sob medida, com quase 11 metros de comprimento, projetada para servir como rack, bar, cristaleira e até assento
Roberta Cardoso – O Estado De S.Paulo

De uso múltiplo, estante de quase 11 metros foi projetada para servir como rack, bar e até cristaleira Foto: Cris Farhat

Quando as arquitetas Gabrieli Azevedo e Fernanda Lins , da Matú Arquitetura, foram convocadas para decorar este apartamento, localizado no andar térreo de um edifício no bairro de Santa Cecília, a demanda do casal de moradores era simples: eles queriam dispor de uma estante que cumprisse bem a função de deixar a sala sempre organizada. 

“De cara percebemos que, dadas as dimensões do ambiente, poderíamos investir mais no desenho do móvel. Em vez de criar um modelo pequeno e inexpressivo, os convencemos que uma estante maior, multifuncional, resolveria muitas outras demandas”, conta Fernanda. “E foi assim que uma peça que, a princípio teria uso único, acabou por se transformar em rack, bar, cristaleira, e até assento nas horas vagas”, brinca Gabrieli. 

Com quase 11 metros de comprimento, o móvel precisou ser montado aos poucos. “Ela é modular, não tem nada embutido. Foi a forma que encontramos para resolver a sala da forma que nossos clientes queriam”, diz Fernanda. “Os móveis têm a mesma linguagem. No mais, foi só preencher com os muitos objetos decorativos que eles trouxeram de suas viagens”, complementa.

Mas as intervenções da dupla não pararam por aí. A área externa do imóvel também foi devidamente reorganizada. Junto a uma equipe de paisagistas, as arquitetas revitalizaram por completo o espaço, inicialmente ocioso, por meio de um exuberante jardim vertical com iluminação neon, um banco de concreto pronto para acomodar visitas e até uma horta. “Usamos cores marcantes dentro e fora, o que acabou por imprimir unidade a todo o conjunto”, finaliza Gabrieli.

Cris Farhat
Para facilitar a montagem, móvel foi comprado em módulos e montado por partes Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Arquitetas lançaram mão de base metálica e também de materiais como madeira e vidro Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Setor de cristaleira da estante pode abrigar copos, taças, jarras, pratos e travessas Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Vista da sala tem janela que garante o máximo de luminosidade natural Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Área externa do ambiente também foi organizada pela dupla de arquitetas Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Detalhe do jardim vertical que mistura samambaias e luz neon Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Vista da sala a partir da mesa de refeições Foto: Cris Farhat
Cris Farhat
Banco de concreto na área externa dá maior sensação de aconchego Foto: Cris Farhat

Kim Kardashian revela que ganha cerca de R$ 3,8 milhões por cada foto publicada nas redes sociais

Socialite americana revelou números em documentos de processo contra marca de roupas

Suave como seda
Kim aprendeu a ignorar aqueles que criticam a ela e a sua família: “É a perseguição do poder”, diz ela, “só para chamar a atenção”. Alejandra Alonso Rojas se veste. Elsa Peretti para o colar Tiffany & Co.

Para Kim Kardashian, 38, se a grana estiver curta, basta tirar uma foto com o celular e publicar em suas redes sociais. Ao menos é isso o que mostra uma série de documentos cujo conteúdo foi revelado pelo portal americano TMZ.

A socialite, empresária e modelo entrou com ação contra uma marca de roupas que usou sua imagem sem autorização para promover suas vendas. Ela pede US$ 5 milhões (quase R$ 20 milhões) como reparação.

Seus representantes alegam que Kardashian é capaz de captar cerca de US$ 1 milhão (R$ 3,8 milhões) por cada foto publicada no Instagram, por isso o alto valor pedido.

Os documentos também dizem que ela costuma recusar ofertas para estrelar campanhas publicitárias na rede social porque não quer estar associada a marcas.