Zoltan Tombor for Vogue Hong Kong with Chunjie Liu and Wangy

Photography: Zoltan Tombor at See Management. Stylist: Jolene Lin. Hair Stylist: Roberto di Cuia. Makeup: Steven Canavan. Prop Stylist. Tim Ferro at See Management. Producer: Sheri Chiu. Models. Wangy at Next Management & Chunjie Liu at Supreme Management.

Ania Brudna for Harper’s Bazaar Ukraine with Nana Abramova

Photography: Ania Brudna. Stylist: Mari Siviakova. Art Director: Antonina Latayko. Makeup: Terezka Fras. Hair: Pavel Lotnik. Producer Sasha Kutovoy. Model: Nana Abramova at Ego Models Management.

Google não tem planos para desligar o Blogger

Com o término do Google Plus, Inbox by Gmail , Google Allo e outros serviços, os usuários do Blogger também ficam apreensivos sobre sua posição na plataforma.

No entanto, o Google disse recentemente que eles não planejam fechar seu serviço de blogs gratuitos no curto prazo.

Em contato com a DigitalInformationWorld, Soraya Lambrechts, uma porta-voz do Blogger, respondeu que a empresa não tem planos de descontinuar sua plataforma de blogs.

Hoje, o Blogger ainda conta com mais de 90 milhões de visitantes por mês e muitos dos criadores de conteúdo ganham dinheiro com AdSense

Outro motivo para o Google manter o Blogger ativo é que a maioria das equipes do Google, como o Android e o YouTube, ainda usam a plataforma do Blogger para hospedar seus respectivos blogs.

Bilheteria EUA: Vingadores: Ultimato, The Intruder, Casal Improvável, Uglydolls, Capitã Marvel

Vingadores: Ultimato – Avengers: Endgame. EUA, 2019. Direção: Anthony Russo e Joe Russo

Pela segunda semana seguida, Vingadores: Ultimato fica em primeiro na bilheteria dos EUA com arrecadação de US$145,8 milhões só nesse fim de semana. Isso fez com que o filme tenha passado a marca de US$2 bilhões globais, tornando-se o longa mais rápido a conseguir chegar neste valor – para referência Avatar, que ainda lidera o ranking de maiores bilheterias, precisou de 47 dias para conseguir o mesmo.

Em segundo, TheIntruder, suspense com Dennis Quaid, levou US$11 milhões em seu fim de semana de estreia – o suficiente para pagar o orçamento de US$8 milhões e ainda lucrar.

Casal Improvável– comédia romântica com Seth Rogen Charlize Theron – estreia com US$10 milhões em terceiro, com Uglydollsvindo em quarto com US$8 milhões. Ironicamente, quem fecha o top 5 também é a Marvel: o filme-solo da Capitã Marvel, em sua nona semana em cartaz, ainda levantou US$4,2 milhões (só nos EUA, o filme já fez US$420 milhões, tendo passado de US$1 bilhão na bilheteria global).

Zuckerberg cria luminária para alertar sua esposa Priscilla Chan quando é hora de acordar

A caixa de madeira emite uma luz suave em sua base para que a pediatra Priscilla Chan saiba se é hora de se levantar e acordar seus filhos, sem precisar checar o celular
POR STÉPHANIE DURANTE

Luminária “Caixa do Sono”, criada por Mark Zuckerberg para ajudar sua esposa, Priscilla, a dormir melhor (Foto: Reprodução/Instagram)

Mark Zuckerberg, o famoso co-fundador do Facebook, construiu uma luminária para alertar sua esposa, a pediatra Priscilla Chan, quando é hora de acordar. A ideia é simples: batizada de “caixa do sono”, a peça é uma caixa de madeira que emite uma luzsuave em sua base durante uma hora por dia no início da manhã, das 6h às 7h, para que Priscilla saiba se é hora de se levantar e acordar seus filhos, sem precisar checar seu celular. 

“Ser mãe é difícil e, desde que tivemos filhos, Priscilla tem dificuldades em dormir a noite toda. Ela costuma acordar no meio da noite com algum barulho e acaba verificando a hora em seu celular para saber se as crianças podem acordar logo, mas checar o horário a estressa e faz com que ela tenha dificuldade para voltar a dormir”, explicou Zuckerberg em um post no Instagram. “Por isso, resolvi construir o que chamei de “caixa do sono”. Ela fica no criado-mudo e todos os dias, das 6h às 7h, emite uma luz muito fraca, mas visível o suficiente para que ela saiba que se está ligada é um bom momento para um de nós ir acordar as crianças. Mas a intensidade da luz é suave o suficiente para não acordá-la se ela ainda estiver dormindo. E como não mostra a hora, se a Priscilla acordar no meio da noite, ela vai saber que pode voltar a dormir tranquilamente, sem precisar pegar o celular”, completou.  

Olga Rubio Dalmau for ELLE Vietnam with Nastya Zhuleva

Photographer: Olga Rubio Dalmau. Style: Laia Gomez Ortiz. Hair: Alvaro Sanchez​. Makeup: Ago Benda. Model: Nastya Zhuleva at Elite Barcelona.

Serviço de namoro do Facebook quer ir além do casual

Disponível no País, recurso quer ‘relação significativa’; para analistas, porém, falta de diferenciais e questão de privacidade são entraves
Por Bruno Capelas e Bruno Romani – O Estado de S.Paulo

Facebook mira na base de 200 milhões de solteiros declarados em sua rede social

Diz o clichê que o mundo dos solteiros é cheio de opções. Para aqueles que, nos últimos anos, se dispuseram a explorar o mundo dos aplicativos de relacionamento, a máxima faz sentido: Tinder, Happn, Bumble e outros disputam há anos a atenção dos usuários, para ver quem os ajuda a encontrar “a metade da laranja”. Na semana passada, uma nova opção chegou ao mercado brasileiro: o Facebook Dating, nova “aba” da rede social de Mark Zuckerberg. A função passou a operar prometendo balançar um setor que, na opinião de analistas e usuários, anda “um pouco encalhado”. 

Por enquanto, o serviço está em modo de testes: recolhe os perfis de usuários interessados em conhecer alguém novo, para, em um segundo momento, sugerir possíveis parceiros de acordo com interesses dos usuários, com ajuda de algoritmos. 

Para participar, é preciso ter um perfil na rede social e usar o mesmo app ou site do Facebook. A sincronização para por aí: o perfil do Dating é separado da rede e o serviço de namoro não vai mostrar amigos do usuário como sugestão, a fim de evitar constrangimentos. 

A meta da empresa é ambiciosa: ajudar seus 200 milhões de usuários autodeclarados como solteiros a encontrar um relacionamento sério, indo além da “curtição” de uma só noite. “Queremos que as pessoas não façam jogos, queremos formar relacionamentos significativos”, diz Charmaine Hung, gerente de produtos no Facebook Dating, ao Estado

Jogo da conquista

 É uma missão difícil: para analistas ouvidos pela reportagem, a rede social ainda não apresentou recursos que vão além do que é apresentado pelos concorrentes. 

“Pelo que vi até agora, a interface é similar à dos concorrentes, com ênfase nas imagens dos usuários”, diz o consultor especialista em redes sociais Alexandre Inagaki. 

É prática corrente na indústria apresentar potenciais parceiros pelas suas fotos – o que pode aumentar a superficialidade e a casualidade das relações dentro dos aplicativos. “Em apps como o Tinder, os usuários são apresentados a um cardápio infinito de opções. É difícil ter um papo aprofundado que não resulte só em sexo casual, porque sempre há outra opção logo ali”, diz ele. 

É o que afirma a servidora pública Débora Costa, de 30 anos, que usa os aplicativos desde 2013. “Para manter relações duradouras, o app tem de se basear em características além das visuais. Uma foto bonita atrai, mas com tanta gente disponível, como distinguir quem tem algo mais a oferecer?”, diz. 

Até mesmo a concorrência reconhece que há defeitos nesse aspecto: “Hoje, a maioria das informações dos usuários são imagens, o que não é suficiente”, diz Didier Rappaport, presidente executivo do Happn, com 10 milhões de usuários no País. “Estamos preparando uma solução para isso”, afirma, sem entrar em detalhes. Ele não teme a chegada do Facebook ao mercado: acha que a maioria dos usuários não quer misturar sua vida privada (flertes e paqueras) com a vida pública na rede social de Zuckerberg. 

Segredinho

 A privacidade pode ser outra pedra no caminho do Facebook Dating. Questionado, o Facebook ressalta que o Dating ficará em uma parte separada da rede social. Também alega que nenhuma das informações do serviço de namoro será usada para a criação de anúncios personalizados ou compartilhada com os amigos do usuário na rede social. 

Mas a fama da plataforma, envolta em escândalos nos últimos anos, não ajuda. Um sintoma pode ser extraído do rival Tinder: inicialmente, o aplicativo de namoro mais popular do mercado só permitia que seus usuários se cadastrassem usando um perfil do Facebook. Hoje, porém, é possível se inscrever com um número de telefone. “Após adotarmos a nova função, 75% dos novos usuários preferiram não usar o Facebook”, diz Mandy Ginsberg, presidente executiva do Match Group, que controla o Tinder. “Para nós, foi um sinal de que as pessoas não queriam misturar as duas coisas.” 

Outros afirmam, porém, que a privacidade é um valor discutível. “É um conceito que importa para pouca gente. Quem usa um serviço desses, na média, está mesmo interessado é em quantos encontros pode arranjar”, diz Michel Alcoforado, antropólogo e sócio da consultoria Consumoteca. 

Bolha romântica

 Na visão do especialista, há outro ponto sensível que deve ser discutido: a criação de bolhas românticas. Isto é, que os apps só juntem pessoas parecidas: em pesquisa feita pela Consumoteca em 2018 com mil pessoas, 46% dos entrevistados disseram usar os apps em busca de um perfil predeterminado. Quando os interesses dos usuários passam a ser usados como fator de aproximação por algoritmos – como no OKCupid e promete o Facebook no Dating – ainda que pouco palpável, isso se torna ainda mais sensível.

Na visão de Alexandre Inagaki, o OK Cupid é hoje o aplicativo que melhor reúne as condições para formar relacionamentos duradouros. “O grande diferencial é que ele oferece uma enxurrada de perguntas, de ética e religião a questões do cotidiano – e aí calcula a afinidade das pessoas”, afirma. 

Para Alcoforado, porém, a discussão é complexa. “Pode ser cada vez mais difícil se apaixonar por alguém diferente”, afirma. “É o fim dos opostos que se atraem.” / COLABORARAM GIOVANNA WOLF e EMILLY BEHNKE

Teste com ‘curtidas’ no Instagram preocupa influenciadores

Plataforma deixa de mostrar número de likes para evitar distúrbios, mas usuários temem perder atenção de marca
Por Bruno Romani – O Estado de S.Paulo

Depressão tem origem além de rede social, diz Aline Souza

Em meio a fotos de pôr-do-sol, comidas e gatinhos fofos, uma nuvem cinza começou a pairar no universo do Instagram nesta semana. Desde sexta-feira, 3, a rede social de fotos testa no Canadá uma mudança na plataforma: parar de mostrar, para todos os usuários, a contagem de curtidas que aquela publicação recebeu – a partir de agora, só o dono da postagem saberá o quanto é popular. A intenção é boa: melhorar o ambiente do app, que há anos é acusado de deteriorar a saúde mental dos usuários com imagens de um estilo de vida perfeito e inalcançável. Mas teve quem não gostou.

Mesmo sem data para chegar ao Brasil, o “fim da contagem de curtidas” gerou dúvidas em uma parcela de influenciadores e aspirantes a celebridades da rede social. “Para quem trabalha com Instagram e precisa ser notado, não achei que foi uma boa”, diz Aline Jesus de Souza. Com 36 anos e uma conta com quase 30 mil seguidores interessados em decoração, ela faz parte de um grupo que teme não ter como chamar a atenção de marcas e potenciais parceiros.

“Como vamos analisar um conteúdo sem saber a curtidas? Como as empresas vão interpretar isso? Será que vão continuar dando importância para a rede ou ela perderá a credibilidade?”, questiona Vanessa Manfredini, de 32 anos e um perfil com 45 mil seguidores.

Para Alexandre Inagaki, consultor em redes sociais, cujo trabalho é fazer a ponte entre anunciantes e influenciadores, também enxerga alguns problemas no novo modelo. “Para as marcas, o número que continuará visível é a quantidade de seguidores. A tendência é que o foco nisso se agrave”, diz. “Além disso, o influenciador vai continuar ‘na neura’. Ele vai continuar vendo os próprios likes e tentando entender o que fez um post dar certo ou não”.

Se a métrica que passar a importar for o número de seguidores, há ainda outro medo para os influenciadores: o temor de que perfis que compram seguidores, prática bastante criticada dentro do Instagram, sejam nivelados a quem está conquistando público organicamente. “Tem blogueira que compra muitos seguidores, mas têm poucas curtidas. Agora todo mundo vai achar que é igual. Não vai dar para identificar quem é quem nesse primeiro momento”, diz Ana Clara Benevides, 23, influenciadora digital especializada em moda, com 129 mil seguidores. “Não acho interessante essa democratização”.

Saúde mental

A medida foi anunciada nesta semana por Adam Mosseri, chefe do Instagram, durante a conferência de desenvolvedores do Facebook, a F8. Segundo ele, a intenção é que os usuários apreciem as imagens e se desapeguem do número de curtidas, tentando manter o ambiente saudável. “Não podemos dizer se vai dar certo ou se vai ser só mais um teste, mas é algo que estamos tentando para melhorar o ambiente”, disse Mosseri. É uma resposta a anos de críticas – em 2017, um estudo da agência de saúde pública do Reino Unido considerou o Instagram a pior rede social para a saúde mental e o bem estar das pessoas.

Há quem não acredite nas boas intenções da companhia de Mark Zuckerberg. “Depressão e problemas de autoestima são coisas que têm origem além das redes sociais. Acho uma loucura o Instagram esconder as curtidas como se isso fosse resolver a saúde mental das pessoas”, diz Aline.

A possível mudança, porém, não vai acabar com os pedidos de likes feitos pelos influenciadores. Aline, por exemplo, lembrou os seus seguidores que embora o número fique escondido, a curtida ainda é importante para o seu perfil. E a ideia não é apenas apresentar esse dado para parceiros. “O algoritmo do Instagram usa as curtidas para determinar quais conteúdos vão aparecer no feed das pessoas. Isso não mudou”, diz. Há um certo temor entre elas de que os números escondidos desestimulem novas curtidas.     

“A curtida sempre foi uma métrica de vaidade”, diz Isabela Ventura, presidente da Squid, empresa de marketing com foco em microinfluenciadores – isto é, quem está começando. “Olhamos para o conteúdo, a originalidade, a comunidade na qual o influenciador está inserido”, explica. Além disso, métricas internas não foram desativadas do Instagram, de forma que os influenciadores ainda podem gerar relatórios para as marcas. Atraí-las, porém, pode ser um desafio. /COLABOROU EMILLY BENKHE