Edie Campbell – Vogue Paris June/July By Lachlan Bailey

Water Drops On Burning Stones   —   Vogue Paris June/July 2019   —   www.vogue.fr
Photography: Lachlan Bailey Model: Edie Campbell Styling: Anastasia Barbieri Hair: James Pecis Make-Up: Stephanie Kunz Manicure: Barbara Krief

Atriz Tilda Swinton estreia em curadoria de arte em exposição de fotografias, em NY

Inspirada em Virginia Woolf, Tilda Swinton organizou a mostra ‘Orlando’, mesmo nome de romance da autora, que gira em torno dos temas desafiadores de gênero
Ted Loos, The New York Times

Em NY, a atriz Tilda Swinton na Aperture Foundation, local da mostra ‘Orlando’ Foto: Micaiah Carter/The New York Times

A atriz britânica Tilda Swinton pode se vangloriar de muitas conquistas, entre elas uma carreira de mais de 70 filmes que inclui Conduta de Risco, pelo qual ganhou um Oscar em 2008. Sua trajetória no cinema começa com ela ainda inexperiente nos anos 1980, trabalhando com o aclamado diretor Derek Jarman, para chegar a sua participação neste ano em Vingadores – Ultimato, que já é uma das maiores bilheterias de todos os tempos. 

Até agora, porém, Swinton, de 58 anos, não havia organizado uma exposição de arte. A mostra Orlando, que foi inaugurada na Aperture Foundation, de Nova York, e traz cerca de 50 fotografias de 11 artistas, é a primeira experiência de Swinton em curadoria de arte.

Os trabalhos expostos, alguns encomendados especialmente para o projeto, abordam os temas de identidade e transformação explorados no romance Orlando, lançado por Virginia Woolf em 1928, e na adaptação de 1992 do livro para o cinema, de Sally Potter, na qual o papel principal foi a porta para o sucesso de Swinton.

A lista de artistas na mostra inclui nomes consagrados como Mickalene Thomas, Lynn Hershman Leeson e Potter, além de novos talentos como Elle Pérez. A edição de verão da revista Aperture é dedicada ao projeto, com Swinton como editora convidada trabalhando com o editor da publicação, Michael Famighetti. 

“Ela tem um ótimo olho”, disse Thomas, que fotografou dois temas – sua companheira e musa, Racquel Chevremont, e o artista performático Zachary Tyler Richardson – e depois se correspondeu com Swinton por e-mail para selecionar as imagens para a mostra. Swinton falou com entusiasmo de seu trabalho durante uma visita a Nova York no mês passado. 

Como isso começou?
Eu havia conversado com a revista Aperture sobre fazer alguma coisa, e aí surgiu essa ideia de Orlando.

Curadoria é novidade para você, não?
Há muito tempo, fiz curadoria para uma mostra de filmes experimentais no Instituto de Artes Contemporâneas (ICA) de Londres. Também fui curadora de festivais de cinema. Mas até agora não havia feito curadoria de nada que estivesse em paredes.

Discussões de gênero são comuns hoje, mais do que quando você fez o filme Orlando. Isso a levou de volta a essa história?
Me parece que essa discussão sobre o que é Orlando – o filme e principalmente o livro – se dá toda em torno de gênero. E na verdade não é assim.

Então o que é?
É sobre mudanças inevitáveis e ininterruptas serem a única coisa em que se pode confiar, e sobre identidade ser positivamente irrelevante. É um livro adequadamente revolucionário. Eu me arrisco a pensar que, se Virginia Woolf tivesse continuado por mais mil páginas, Orlando acabaria se transformando em um camundongo.

No entanto, o livro é tocante no modo como aborda a transformação homem-mulher: o protagonista acorda um dia como mulher e continua assim.

Identidade de gênero é um aspecto do livro, e Woolf lida com isso de maneira linda, espirituosa, engraçada e profunda. Mas o livro também é importante ao falar de classe, e isso é um tabu sobre o qual ninguém fala, nunca.

Você parece inspirar filmes de fluidez de gênero – em Suspiria, do ano passado, fez papéis de homem e de mulher. Por que os diretores pensam em você para isso?
Com frequência instigo isso, então me cabe alguma responsabilidade. Não culpem os diretores! (risos)

De onde vem essa tendência?
Sou realmente interessada em transformação – especialmente no que chamo de o precipício da transformação. Para mim é natural fazer uma dona de casa burguesa que cuida de sua família e de repente sente atração por seu chantagista, como em Até o Fim. Ou como em Julia, fazendo uma alcoólatra que, de certo modo, se transforma em mãe.

O que a levou a essa mostra?
Foi um convite que fiz a algumas pessoas e ao qual todas responderam, exceto uma que estava muito ocupada.

Você conhece vários dos artistas participantes, especialmente Lynn Hershman Leeson.
É uma velha amiga e colaboradora. Nós nos conhecemos quando ela me escreveu pedindo que trabalhasse com ela. Aceitei imediatamente e juntas fizemos cinco filmes. O primeiro foi Conceiving Ada, sobre Ada Lovelace, filha de Lorde Byron, hoje reconhecido como o primeiro programador de computador.

Leeson é famosa por ter uma outra identidade, correto?
Seu alter ego, Roberta Breitmore, era algo muito vivo. Tinha vida conhecida do público, caixa postal, número de Previdência Social e até passaporte, mas nunca existiu.

O que a surpreendeu quanto ao resultado artístico da mostra?
Adoro o que (o fotógrafo e artista americano) Paul Mpagi Sepuya fez. Sou muito grata por ele mostrar que ali há mais do que a simples questão de gênero do livro – há raça, também. “Sim, há esse racismo bárbaro”, disse ele, o que foi muito significativo.

Há no romance de Woolf um momento particularmente forte relacionado a racismo que não está no filme, certo?
Paul Mpagi Sepuya estava se referindo a um Orlando enfastiado, brincando com o que parecia um punching ball (saco de boxe), mas que na verdade era a cabeça enrugada de um mouro que seus ancestrais trouxeram das Cruzadas.

Talvez identidade seja algo dispensável, como você sugere, mas na arte não estamos todos olhando para nós mesmos?
Veja o trabalho de Mickalene Thomas. Ela acertou na mosca: a verdade é que todos são Orlando.

Parece que o livro significa mais para você do que o filme no qual trabalhou.
Acho que me sinto meio acanhada por gostar do livro porque eu também cresci numa grande casa, com muitos retratos nas paredes de pessoas que se pareciam comigo, mas com bigode ou cavanhaque. Ocorre que milhões que leram o livro se sentem da mesma forma, não importando onde cresceram, qual sua identidade de gênero ou como é sua vida. / TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

Cinco anos depois: será que a aquisição da Beats pela Apple valeu a pena?

Da esquerda para a direita: Jimmy Iovine, Tim Cook, Dr. Dre. e Eddy Cue.

Há cinco anos, a Apple anunciava a sua maior aquisição: a compra da Beats Electronics por US$3 bilhões. Naquela época, os negócios da fabricante de fones de ouvido e alto-falantes estavam em alta, mas desde a aquisição, algumas turbulências nos fazem especular: será que o investimento valeu a pena?

De acordo com o editor do Engadget Billy Steele, sim. Naturalmente, a Apple não é de dar ponto sem nó e, apesar da desaceleração da expressividade da Beats dentro do mercado de alto-falantes, a Apple conseguiu, com a aquisição, dar gás em outro nicho mercadológico: o de streaming de músicas. Para entender como isso aconteceu exatamente, precisamos voltar no tempo.

Como tudo começou

A Beats foi fundada em 2006 pelo cofundador da Interscope Records Jimmy Iovine e o rapper/produtor Andre Romelle Young (conhecido como Dr. Dre). Originalmente, a marca concentrou-se na produção de fones de ouvido e alto-falantes, e em 2012 a empresa detinha 64% do mercado acima de US$100 desses acessórios.

À medida que a indústria fonográfica avançou para a era do streaming, Iovine e Dr. Dre perceberam essa mudança e adentraram nesse nicho, no início de 2014, com o Beats Music. O serviço, que surgiu a partir da aquisição de outra plataforma de streaming de música, a MOG, focou-se na curadoria de playlists e na personalização do estilo musical de cada usuário — algo que continuou vivo no Apple Music.

Para Steele, a razão pela qual a aquisição da Beats valeu a pena para a Apple é justamente o fato de todo o processo “pós-compra” ter sido realizado com os criadores da marca, no caso Iovine, Dr. Dre (além do cantor e produtor Trent Reznor, que continua trabalhando na plataforma de streaming de música da Maçã).

Trabalhando por conta própria, isso poderia levar anos para ser construído e, mesmo assim, poderia não ter sido tão bom quanto o que fizeram com a ajuda de Iovine, Dr. Dre, Reznor e outros. A Apple comprou uma empresa, conquistou seus ativos e reteve seu talento para manter o trabalho girando como é feito muitas vezes. Cinco anos depois, os negócios estão crescendo, e isso é algo casual em Cupertino.

Atualmente, o Apple Music possui mais de 40 milhões de assinantes no mundo e já ultrapassou o seu maior concorrente, o Spotify, no mercado americano. É claro que nem tudo é sobre a transformação do Beats Music no Apple Music; afinal, a Beats tem um enorme negócios de fones de ouvido e alto-falantes que a Apple está mantendo à sua maneira.

Os fones de ouvido

Vocês devem se lembrar que, em 2016, quando a Apple apresentou os iPhones 7/7 Plus, a Beats anunciou três opções de fones de ouvido (Powerbeats3 Wireless, Solo3 Wireless e BeatsX) alimentados pelo chip W1 da Maçã, o mesmo dos AirPods.

Ainda que os fones de ouvido da Beats tenham sido (legitimamente) criticados por abusarem dos graves e pela qualidade do material utilizado na fabricação (que prezava mais pelo reconhecimento da marca do que do bom design), nos últimos anos isso tem mudado.

Mais recentemente, com o lançamento do Powerbeats Pro, muitos usuários se identificaram com o produto e elogiaram a qualidade do primeiro fone verdadeiramente sem fio da marca.

Isso é, como dissemos, fruto da parceria entre as duas empresas (e seus executivos) ao longo desses cinco anos. Nesse sentido, da mesma forma que a Apple se beneficiou do Beats Music para dar vida a sua própria plataforma, a Beats também aproveitou a engenharia e a tecnologia da Apple para alavancar a qualidade dos seus produtos.

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Aos interessados, a leitura do relatório do Engadget é mais do que indicada. [MacMagazine]

VIA THE LOOP

Após críticas, Apple fala sobre programa de reciclagem dos AirPods

A Apple alega que os AirPods estão construindo um “futuro sem fio”. Muitas pessoas acham que são um símbolo da riqueza disponível. A verdade é mais sombria.

Conforme os AirPods vão trilhando o caminho para se tornar possivelmente os produtos de maior sucesso da Apple na década, também vão surgindo críticas relacionadas aos fones sem fio — direcionadas, principalmente, à sua natureza descartável ou à bateria que não dura mais que um ano e meio sem apresentar perda grave e significativa de capacidade.

No início do mês, a VICE publicou um longo artigo encapsulando todos esses problemas e, além disso, analisando os AirPods pelo viés da semiótica social — ou, em outras palavras, contrapondo as três faces do produto: a de símbolo de classe e status, a da manufatura realizada por fábricas de condição sub-humana em países emergentes e a do artefato descartável, cujos componentes permanecerão na terra sem decomposição por muitos séculos depois que seus donos perecerem.

O artigo é bem interessante e vale a pena ser lido — de fato, tanta gente leu e repercutiu seu conteúdo que até a Apple, notoriamente seletiva com relação às matérias e reportagens que comenta por meio da sua assessoria de imprensa, resolveu se pronunciar.

Em um comunicado enviado à revista digital OneZero, a Apple resolveu focar nos aspectos ambientais pertinentes aos AirPods. A empresa não negou que os fones são basicamente descartáveis e impossíveis de reparar, e também admitiu que a perda de capacidade das suas baterias é real e significativa — adicionando, entretanto, que esses são problemas atualmente incontornáveis, considerando o estado atual das tecnologias ali aplicadas.

A empresa notou também que os problemas apresentados pelo artigo da VICE não são exclusivos dos AirPods e se repetem em basicamente qualquer aparelho eletrônico moderno — o que, na opinião deste que vos escreve, parece evidenciar uma certa falta de compreensão da Maçã em relação à temática maior do texto, mas divago.

Em um ponto, a Apple é bem enfática na sua resposta: o artigo não ressalta, em nenhum momento, que a empresa mantém um programa de reciclagem para os AirPods, assim como o tem para toda a sua linha de produtos. É possível entregar os fones velhos nas lojas da Apple ou em suas parceiras de reciclagem — ou até mesmo, nos Estados Unidos, solicitar o envio gratuito dos dispositivos à Maçã por uma transportadora.

A Apple colocou a OneZero em contato com a Wistron GreenTech, uma das parceiras de reciclagem da companhia que cuida do desmonte/reaproveitamento de partes dos AirPods. As descobertas da revista, entretanto, não foram muito animadoras: não há, como no iPhone, uma máquina específica para desmontar os AirPods e assegurar aproveitamento máximo dos componentes; os minúsculos fones são abertos à força bruta pelos empregados da fábrica com ferramentas manuais, removendo as peças recicláveis (bateria e drivers de áudio) e descartando o restante.

Mais desanimador é perceber que a própria Wistron confirma que o processo é deficitário — isto é, os custos envolvidos nesse desmonte e reciclagem não cobrem os ganhos gerados pelo reaproveitamento dos materiais valiosos, como cobalto. A própria Apple paga a empresa para cobrir os custos da reciclagem, mas não há nenhuma garantia de que esse pagamento (e, portanto, a prática) permaneça no futuro, quando a quantidade de AirPods descartados começará a aumentar conforme os fones vão ficando velhos.

No fim das contas, fica o lembrete de que, mesmo enviando seus AirPods à reciclagem, isso não significa que eles magicamente serão repostos na natureza como materiais ecologicamente amigáveis. E, como lembra Kevin Purdy, da iFixit, a natureza descartável dos fones não é exatamente inevitável: basta ver os Galaxy Buds, da Samsung, que são facilmente desmontáveis e receberam uma boa nota no índice de reparabilidade do site (seis, ao contrário da nota zero recebida pelos AirPods).

Já que a Maçã adora se colocar como defensora do meio ambiente, não seria o caso de voltar à prancha de desenho e pensar em alternativas para tornar os (cada vez mais ubíquos) AirPods mais amigáveis ao planeta Terra? Deixem vossas opiniões logo abaixo.

VIA APPLEINSIDER

Novidades no tratamento de melasma

O melasma é uma mancha escura que compromete mulheres jovens, gravidas ou não, principalmente no rosto
Por Denise Steiner

(Reprodução/Getty Images)

Algumas novidades em relação ao melasma devem ser avaliadas. O tratamento do melasma, que geralmente é feito com uma combinação de substâncias clareadoras, não pode e não deve causar irritação, avermelhamento, pinicamento ou coceira na pele. Qualquer manifestação de inflamação que aconteça com o tratamento pode causar efeito rebote e piorar a mancha.

Durante o tratamento do melasma, se houver qualquer destas manifestações, as substâncias devem ser interrompidas e reavaliadas. É interessante que os cuidados estejam sempre acompanhados de um hidratante, que pode ser alternado com os clareadores para manter a pele mais equilibrada.

Nesse sentido, o ácido retinoico e o ácido glicólico podem ser usados no tratamento do melasma, mas sempre alternando com clareadores e acompanhados de filtro solar hidratante, com número de proteção maior ou igual a 50.

A pele comprometida pelo melasma é fotoenvelhecida, com importante grau de elastose. A elastose é o nome dado as destruição e modificação das fibras elásticas provocadas pela radiação ultravioleta UVA e UVB. A pele com melasma evidencia alterações cumulativas causadas pelo sol que provocam de destruição da parede dos vasos e fibras de colágeno. Portanto, o tratamento do melasma deve preconizar ações que tratem também o envelhecimento cutâneo.

Muitas vezes precisamos associar ao tratamento específico das manchas, procedimentos que tratem o fotoenvelhecimento. Por isso, podemos associar o microagulhamento e a radiofrequência que estimulam a formação de fibras de colágenos e elásticas de boa qualidade.

Outra novidade é que os vasos dilatados e fotodanificados pioram o melasma. Quando examinamos essa mancha, notamos que nas áreas mais escuras também existem vasos dilatados. Esses vasos expressam certos fatores que crescimento como o VEGF que é o fator vascular endotelial de crescimento. Esse fator de crescimento está associado a piora do melasma e, portanto, precisa ser neutralizado.

O tratamento completo e eficaz do melasma associa clareadores, ácidos, hidratantes, antioxidantes e um potente filtro solar que tenha número alto e cor. A cor protege da luz visível que também é responsável pela piora do melasma. Além disso, devemos associar o tratamento específico para a mancha, como o laser ND Yag Q-Switched, e cuidados focados nos vasos dilatados, como o dye laser ou a luz pulsada. O microagulhamento e a rádiofrequência também podem ser associados para proporcionar a melhora da elastose e do fotoenvelhecimento em geral.

Tratar o melasma significa melhorar e neutralizar os efeitos do envelhecimento cutâneo e paralelamente clarear as manchas.

Katy Perry lança trailer com novo single, ‘Never Really Over’

Este será o primeiro trabalho solo da cantora desde 2017, com o álbum ‘Witness’

Katy Perry divulgou nesta quarta-feira, 29, um trailer do single Never Really Over. Com cabelo laranja ao vento na capa, o novo trabalho deve ser lançado nesta sexta-feira, 31.

Este é o primeiro solo da cantora desde 2017, quando anunciou o álbum Witness. O disco foi o quinto na carreira de Katy Perry.

Em fevereiro, ela lançou a faixa 365, em parceria com DJ Zedd.

Katy Perry é uma das juradas do reality show American Idol, nos Estados Unidos. 

Assista ao vídeo:

Foster + Partners vai projetar apenas edifícios neutros em carbono até 2030

Britânicos são o primeiro escritório de arquitetura a assinar o Net Zero Carbon Buildings Commitment

Foster + Partners se comprometeu a projetar apenas edifícios neutros em carbono até 2030. Os britânicos são o primeiro escritório de arquitetura a assinar o Net Zero Carbon Buildings Commitment. O estúdio comandado por Norman Foster se juntou a 23 cidades, incluindo Nova York, Londres e Tóquio, na assinatura do compromisso, que visa reduzir a contribuição do ambiente construído para a mudança climática.

“Estamos orgulhosos por sermos o primeiro escritório de arquitetura a assinar o compromisso e saudamos o Relatório de Status de Avanço da Rede Zero de 2019 pelo World Green Building Council como uma coleção de liderança de mercado”, disse Christopher Trott, sócio da Foster + Partners e chefe de sustentabilidade do escritório.

O compromisso foi lançado na Cúpula Global de Ação Climática em setembro de 2018 pelo World Green Building Council (WGBC), organização sem fins lucrativos dedicada a manter a indústria da construção civil de acordo com os objetivos do Acordo Climático de Paris.

Os signatários do Compromisso de Edifícios de Carbono Líquido Zero prometeram fazer com que todos os novos edifícios acumulem zero carbono para 2030, e fazer o mesmo para os edifícios existentes até 2050.

Não é de hoje que a Foster + Partners vem investindo em sustentabilidade. O escritório ganhou o Stirling Prize 2018 para a sede da Bloomberg em Londres, considerado o edifício de escritórios mais sustentável do mundo. Sua fachada tem persianas de bronze móvel que podem ser abertas para ventilação natural e painéis no teto em forma de pétala com milhares de LEDs que economizam energia.

Décor do dia: quarto com parede azul e biombo de palhinha

O tom intenso cria uma atmosfera dramática e sofisticada no ambiente

Um azul profundo colore a parede da cabeceira neste quarto de clima um tanto dramático (e lindo!). O tom se repete também na cama, edredon e luminária. Outro ponto de destaque do espaço é a gravura de uma mulher ao fundo. Os tecidos garantem conforto e revestem, inclusive, a cama. Essa mesma sensação é transmitida pela madeira do piso e de alguns móveis. 

No mobiliário, chamam a atenção o charmoso biombo de palhinha e a poltrona de veludo. A estrutura da casa, com grandes janelas e vigas e pilares aparentes, confere um ar despojado e chique ao décor. 

CINEMA I Estreias: Rocketman, Ma, Godzilla 2: Rei dos Monstros, Anos 90, Compra-me um Revólver, Dias Vazios

Musical sobre Elton John, ‘Godzilla 2’ e estreia de Jonah Hill na direção chegam aos cinemas

Taron Egerton na pele de Elton John em ‘Rocketman’ – David Appleby/Divulgação

Anos 90
Mid90s. EUA, 2018. Direção: Jonah Hill. Com: Sunny Suljic, Katherine Waterston e Lucas Hedges. 85 min. 16 anos.
Enquanto traça um panorama da cultura dos anos 1990, o filme acompanha um garoto de 13 anos que vive em Los Angeles. Ele se divide entre os problemas domésticos e o grupo de amigos que, assim como ele, são fãs de skate. Estreia do ator Jonah Hill na direção. Exibido no Festival de Berlim.

Compra-me um Revólver
Cómprame un Revolver. México/Colômbia, 2018. Direção: Julio Hernández Cordón. Com: Ángel Rafael Yanez, Wallace Pereyda e Ángel Leonel Corral. 84 min. 16 anos.
Em um futuro distópico no qual as mulheres estão desaparecendo, um pai precisa zelar pela filha e esconder seu gênero para que ela não seja levada por criminosos.

Dias Vazios
Brasil, 2018. Direção: Robney Bruno Almeida. Com: Arthur Avila, Natália Dantas e Vinícius Queiroz. 103 min. 16 anos.
Um casal no fim do ensino médio precisa decidir entre sair da pequena cidade onde mora ou ficar e seguir os passos dos pais. Mas, certa noite, uma tragédia muda seu destino. Dois anos depois, estudantes do mesmo colégio decidem investigar o ocorrido.

Godzilla 2: Rei dos Monstros
Godzilla: King of the Monster. EUA/Japão, 2019. Direção: Michael Dougherty. Com: Vera Farmiga, Millie Bobby Brown e Ken Watanabe. 132 min. 12 anos.
Sequência de “Godzilla” (2014), que por sua vez é uma adaptação da série de filmes japoneses sobre o personagem homônimo, acompanha uma equipe de cientistas que estuda criaturas mitológicas. Quando descobrem a existência de vários monstros gigantes, precisam evitar uma catástrofe em nível mundial.

Ma
Idem. EUA, 2019. Direção: Tate Taylor. Com: Octavia Spencer, Diana Silvers e Juliette Lewis. 99 min. 16 anos.
Quando jovens tentam comprar bebidas alcoólicas ilegalmente, conhecem uma mulher adulta disposta a ajudá-los. Além de fornecer as garrafas, ela os convida para fazer uma festa em sua casa. As noitadas no local se tornam frequentes, até que o grupo percebe um comportamento estranhamente obsessivo na anfitriã.

Rindo à Toa – Humor sem Limites
Brasil, 2018. Direção: Cláudio Manoel, Álvaro Campos e Alê Braga. 102 min. 12 anos.
Comparações entre o humor produzido durante a ditadura militar e aquele que passou a ser feito após a abertura política são tecidas ao longo do documentário. O longa reúne depoimentos de artistas como Regina Casé, Miguel Falabella, Andréa Beltrão e Cláudio Manoel, um de seus diretores.

Rocketman
Idem. Reino Unido/EUA, 2019. Direção: Dexter Fletcher. Com: Taron Egerton, Jamie Bell e Richard Madden. 121 min. 16 anos.
A biografia musical acompanha o cantor e compositor britânico Elton John no início de seu estrelato, abordando a relação amorosa com o empresário John Reid e a parceria com Bernie Taupin, com quem escreveu canções como “Your Song” e “Don’t Let the Sun Go Down on Me”. Exibido no Festival de Cannes.

Zaatari – Memórias do Labirinto
Brasil/Alemanha, 2018. Direção: Paschoal Samora. 90 min. 12 anos.
O documentário acompanha a rotina de um campo de refugiados localizado na fronteira entre Síria e Jordânia, além de mostrar o difícil caminho para chegar até lá.