Apple volta a valer US$ 1 trilhão depois de resultado acima do esperado

Depois do começo de ano difícil, empresa retoma crescimento e anima investidores

Apple dispara 4,91% na NASDAQ e passa boa parte do dia acima do US$1 trilhão

Depois do resultado financeiro divulgado nesta terça, 30, a Apple voltou a ter valor de mercado acima de US$ 1 trilhão, marca atingida pela primeira vez em agosto do ano passado. Depois de ser a primeira empresa americana na história a romper a barreira, a Apple passou por momentos tortuosos, incluindo a primeira revisão para baixo de receita em 16 anos no último mês de janeiro por conta da desaceleração na venda de iPhones. Pior: viu Amazon e Microsoft atingirem a marca de um trilhão e se revezarem no posto de empresa mais valiosa do mundo. 

A volta da Apple para o clube do trilhão aconteceu na manhã desta quarta, 1, quando as ações da empresa passaram a valer cada uma US$ 210,31. No trimestre encerrado em março, a Apple reportou receita de US$ 58,02 bilhões, acima da estimativa média de analistas de US$ 57,37 bilhões. A receita de serviços, que inclui os produtos Apple Music, App Store entre outros, alcançou a marca de US$ 11,45 bilhões. 

Em 25 de março, a companhia revelou ainda mais investimentos em serviços, como a produção de conteúdo original para streaming de vídeo, um serviço de streaming de jogos e um pacote de assinaturas de revistas e jornais. 

Apesar de revelar no relatório queda de 17% nas venda de iPhone em relação ao mesmo período do ano passado, Tim Cook disse que os ajustes de preços na China, junto com os menores impostos chineses sobre o iPhone e os acordos de financiamento oferecidos pela Apple, ajudaram as vendas do iPhone a se recuperar no final do trimestre. Tudo isso animou os investidores, o que puxou em mais de 6% as ações da empresa. 

Nick Blair Exclusively for Fashion Editorials with Eva Varlamova

Model: Eva Varlamova

Photography: Nick Blair. Styling: Sarah Banger. Hair & Makeup: Julie Provis. Model: Eva Varlamova.

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Plumas animam os looks da semana de moda bridal

A renda, clássico da moda noiva, disputa seu espaço com plumas, que podem apenas pontuar um look ou cobrí-lo por completo

Oscar de la Renta (Foto: Divulgação)

Algumas verdades são absolutas na moda bridal. É o caso da renda, que jamais sai de moda quando o assunto é noiva – especialmente após o casamento de Kate Middleton, que cruzou a nave da Abadia de Westminster a bordo de um longo todo rendado Alexander McQueen.

Mas se na última temporada a renda teve que ceder parte de seu espaço para os novos naked dresses – vestidos sem qualquer bordado ou brilho -, desta vez ela vem disputando atenção com as plumas, que se firmam como tendência mais fresca da semana de moda bridal, a exemplo do que vemos no prêt-à-porter.

Seja cobrindo um look curtinho e jovem inteiro ou pontuando a barra de ternos ou vestidos, em versão delicada ou maximalista com orgulho, as plumas prometem animar as noivas de 2020. O truque favorito dos estilistas? Aposte em joias chiques e discretas para arrematar um look de noiva. Se a maquiagem for neutra, o resultado pode ser ainda mais fresh.

Zuhair Murad (Foto: Divulgação)
Zuhair Murad (Foto: Divulgação)
Jenny Packham (Foto: Divulgação)
Jenny Packham (Foto: Divulgação)
Sahroo Bridal (Foto: Divulgação)
Sahroo Bridal (Foto: Divulgação)

Machado de Assis era negro: campanha recria foto clássica do grande escritor

À direita, a nova versão da foto de Machado de Assis | Reproduções

Embora mais da metade da nossa população seja negra, milhões de jovens brasileiros passam todo o período escolar— e, por vezes, a vida — sem saber que um dos maiores (se não o maior) escritores do país, Machado de Assis, era como eles: negro. Por muitos anos, como se sabe, as imagens do grande escritor foram retocadas — chegando ao ponto de, em 2011, a Caixa escolher um ator branco para interpretá-lo num comercial (depois das críticas, o banco reconheceu o erro e refez o vídeo, agora com um ator negro).

Pois bem. Para reparar essa “injustiça histórica”, a Faculdade Zumbi dos Palmares e a agência Grey lançaram a campanha “Machado de Assis Real”. A partir desta imagem clássica à esquerda, que “muda a cor da sua pele, distorce seus traços e rejeita sua verdadeira origem”, a equipe da campanha criou a foto da direita, respeitando o tom de pele e os fenótipos negros do autor de, entre outros, “Dom Casmurro” (1899). Trata-se de uma “errata histórica feita para impedir que o racismo na literatura seja perpetuado e para encorajar novos escritores negros”, informa a campanha.
A ideia é que cada um entre no site, imprima a foto nova e cole sobre a antiga em seus livros. Há também um abaixo-assinado para que as editoras e livrarias “deixem de imprimir, publicar e comercializar livros em que o escritor aparece embranquecido”.

Nome de bebê de Harry e Meghan Markle pode ter sido revelado por site da família real

Arthur, Alexander e James são possíveis nomes do novo integrante da realeza

A Duquesa de Sussex Meghan Markle, e o Príncipe Harry – AFP

O bebê de Meghan Markle e Príncipe Harry está prestes a nascer, e há até quem diga que ele já está entre nós. Mas enquanto nenhuma informação oficial é revelada, especulações de todos os tipos são feitas em cima do novo integrante da família real britânica.

Uma das suspeitas é a de que o site oficial da família real pode ter revelado o sexo e o nome do bebê. Isso porque “novas páginas”, com novos nomes, começaram a surgir no site.1

Todos os membros da realeza britânica, inclusive os bebês, têm suas próprias páginas biográficas no site. A pequena princesa Charlotte tem a Royal.uk/Princess-Charlotte, e assim por diante. Por conta disso, alguns internautas começaram a testar possíveis nomes do novo bebê, que também deve ganhar uma página.

Ao testar um nome qualquer, o site resulta em uma “página não encontrada”. Mas, testando os nomes “Prince Arthur” (Royal.uk/Prince-Arthur), “Prince James” (Royal.uk/Prince-James), e “Prince Alexander” (Royal.uk/Prince-Alexander), o usuário é encaminhado para a página inicial do site, o que indicaria que os links já existentes, mas fora do ar. No caso de “Arthur”, a variação sem a letra “h” também tem o mesmo resultado.

Segundo o comunicado do anúncio da gravidez, no ano passado, a previsão era de que o parto de Meghan acontecesse entre abril e começo de maio de 2019, o que significa que, se o bebê ainda não nasceu,deve aparecer muito em breve.

Depois de ser chamada de ‘velha demais’ por usar bustiê, supermodelo Helena Christensen faz ensaio poderoso

Aos 50 anos, top trabakha para marcas como Dolce & Gabbana

Depois de ser chamada de “velha demais” por Alexandra Shulman, colunista do “Daily Mail”, por usar bustiê an festa de aniversário da top Gigi Hadid, a supermodelo Helena Christensen, de 50 anos, publicou em seu Instagram um ensaio poderoso, com alguns cliques ousados Foto: Reprodução/ Instagram

As fotos fazem parte de um projeto do Stærk & Christensen, estúdio de Nova York que atua nos campos da moda, da arquitetura, da fotografia e do cinema. A supermodelo e fotógrafa Helena Christensen e a designer Camilla Stærk são as fundadoras Foto: Reprodução/ Instagram
Aos 50 anos, Helena Christensen trabalha para grandes marcas como Dolce & Gabbana Foto: Reprodução/ Instagram
A poderosa Helena Christensen Foto: Reprodução/ Instagram
A supermodelo Helena Christensen Foto: Reprodução/ Instagram
A supermodelo Helena Christensen Foto: Reprodução/ Instagram
A supermodelo Helena Christensen Foto: Reprodução/ Instagram
A supermodelo Helena Christensen Foto: Reprodução/ Instagram
A supermodelo Helena Christensen Foto: Reprodução/ Instagram
A supermodelo Helena Christensen Foto: Reprodução/ Instagram

Dados: os ‘pais’ dos novos produtos

Iniciativas mostram que o futuro do desenvolvimento de produtos está mesmo baseado em dados
Por Camila Farani – O Estado de S.Paulo

Amazon é uma das empresas que usa os dados a seu favor

Até que ponto as empresas estão aproveitando os insights trazidos a partir de dados do comportamento do consumidor e direcionando seus negócios? A maioria provavelmente ainda está aprendendo como usar essas informações. Outras, como a Amazon, já aprenderam não só como usá-las, mas também interpretá-las bem para ampliar seus negócios.

Recentemente, a empresa de Jeff Bezos criou sua linha própria de cosméticos. Batizada de Belei, é a primeira marca própria da Amazon. Tudo custa até US$ 40. E seu desenvolvimento foi baseado em insights trazidos por dados – sobretudo aqueles derivado das buscas dos consumidores por cosméticos em seu site. Os componentes de seus cosméticos incorporam – ou excluem – aquilo que as pessoas mais procuram ou evitam ao buscar por um produto, como presença de vitamina C e ácido hialurônico, ser livre de parabenos e por aí vai. 

A combinação de atributos para os produtos, dos ingredientes, propósito e preço é fruto de uma leitura profunda de informações acumuladas ao longo de anos. A iniciativa avança mais um passo em indicar que o futuro do desenvolvimento de produtos está mesmo baseado em dados.

Gigantes como Google e Netflix já aplicam tais práticas em seus serviços há muito tempo, mas é cada vez mais comum que empresas de outros ramos baseiem seus lançamentos no poder dos dados. A Unilever recentemente roubou Sunny Jain, líder de produtos de consumo da Amazon, para liderar sua área de beleza e cuidados pessoais. Boa parte da bagagem do executivo está justamente em entender, digerir e aplicar as informações trazidas pelos clientes aos novos negócios.

A chave aqui é aprender como outras empresas podem desenvolver a mesma mentalidade. Uma pesquisa McKinsey mostrou que companhias que utilizam dados comportamentais podem ter vendas 85% maiores e margens 25% mais saudáveis do que aquelas que não adotam o modelo centrado na compreensão dos clientes. 

Quando me perguntam se eu acredito que startups ou empresas de pequeno porte podem se aproveitar desse conceito, a minha resposta é sim. Acredito que o início pode ser colocar o consumidor no centro de sua jornada, observando o que ele consome, como escolhe, como integra, adapta e descarta produtos e serviços a fim de atingir suas necessidades. E claro, conectando esses insights ao seu modelo de negócio de maneira a garantir que o que o cliente quer esteja considerado no cronograma de desenvolvimento.

Os exemplos das gigantes só ilustram como isso pode ser feito. As melhores práticas podem ser aproveitadas por praticamente qualquer empresa. A sua está preparada para aproveitar e digerir as informações que seu consumidor traz?

*É INVESTIDORA ANJO E PRESIDENTE DA BOUTIQUE DE INVESTIMENTOS G2 CAPITAL

Supermodel Raízes: Joan Smalls leva Vogue de volta a Porto Rico | British Vogue

Joan Smalls conta à Vogue como tudo começou para ela e nos leva de sua casa e da vida atual em Nova York para sua casa de família em Porto Rico.

Conheça as pessoas da vida de Joan que mais importam e mergulhe profundamente no mundo cotidiano de uma super estrela da moda.

A trajetória de Michelle Obama mostra como se liderar como uma mulher

Em evento na Dinamarca em abril, ex-primeira-dama dos EUA falou sobre como o nosso ‘ser em construção’ não deve se esgotar em um processo finito
Maure Pessanha

Maure Pessanha, da Artemisia, e Michelle Obama, na Dinamarca, em abril. Foto: Acervo pessoal

Sempre busco inspiração em mulheres que lançam um olhar inovador e geram insights preciosos. Vivenciei, claramente, essa experiência ao assistir a uma palestra de Michelle Obama na Dinamarca, no início de abril. Em turnê para divulgar a autobiografia Minha História, a ex-primeira-dama dos Estados Unidos compartilhou muito mais do que meros relatos sobre a própria trajetória. Com profunda honestidade e empatia, dividiu com os presentes os aprendizados conquistados não como uma das mulheres mais influentes do mundo, mas como filha, mãe, esposa e cidadã.

Essa líder mundial falou sobre a importância de encontrarmos a nossa voz – onde quer que se esteja vivendo –; do poder da educação para transformar a realidade; da relevância das oportunidades iguais para meninas e meninos; da determinação e da ambição necessárias para lutar pelo sonho; e do poder da alegria e do humor na superação dos desafios.

Impossível não associar esses ensinamos de Michelle Obama à forma de liderar feminina; em especial, à maneira como as empreendedoras sociais brasileiras estão transformando o Brasil. Um dos pontos potentes da narrativa dela, na minha opinião, é o fato de defender que qualquer pessoa, de qualquer lugar e classe social tem potencial para realizar o próprio sonho. Claro que com muita determinação, esforço e os apoios certos.

A ambição, no sentido mais nobre da palavra, traz a perspectiva da concretude do sonho. A vida de Michelle é um testemunho da ambição construtiva e direcionada para alimentar o desenvolvimento da coletividade. Como mulher da classe trabalhadora, crescida em um ambiente sem privilégios de Chicago, ela tomou as rédeas do próprio destino – à base de muitos sacrifícios e escolhas difíceis – para construir uma vida que concilia trabalho (incluindo social), família, amigos e amor.

Os desafios que vivenciou – foi chamada de “mulher-negra-raivosa”, sorriu para fotos ao lado de pessoas que classificavam Barack Obama de nomes impronunciáveis, lidou com um congressista que fez piada pública sobre seu corpo, para citar somente alguns poucos episódios lamentáveis – são muito similares aos enfrentados pelas empreendedoras. O tempo todo, lidamos com o olhar desconfiado de “homens de negócio” que duvidam da nossa capacidade de execução. Mas, diante do propósito e do significado de empreender com impacto social, as brasileiras seguem adiante, entendendo que essa desconfiança é parte de um processo doloroso e maior de construção da própria voz. E da voz da transformação social.

No livro, ela fala desse “ser em construção” que não se esgota em um processo finito; algo que é muito pertinente para as mulheres empreendedoras. “Hoje em dia penso que essa é uma das perguntas mais inúteis que um adulto pode fazer a uma criança: o que ela quer ser quando crescer? Como se crescer fosse algo finito. Como se a certa altura você se tornasse algo e ponto final. Até agora, fui advogada. Fui vice-presidente de um hospital e diretora de uma ONG que ajuda jovens a construírem uma carreira significativa. Fui estudante negra da classe trabalhadora em uma faculdade de elite de maioria branca. Fui a única mulher, a única afro-americana em todos os tipos de ambientes. Fui a noiva, a mãe estressada de uma recém-nascida, a filha consternada pelo luto. E, até pouco tempo atrás, fui a primeira-dama dos Estados Unidos da América – emprego que não é oficialmente um emprego, mas que ainda assim me deu uma plataforma que eu jamais imaginaria ter”, afirma.

Como líder e mãe, falou sobre a importância de ter sempre as crianças por perto, porque trazem leveza, pureza, alegria. Elas colocam tudo em perspectiva, nos lembram de agir com integridade e orientadas por valores. De menina à mulher madura com filhas adolescentes, Michelle Obama tem sido de uma inspiração ímpar. Ela tem nos mostrado o caminho de como liderar como uma mulher.

* Maure Pessanha é coempreendedora e diretora-executiva da Artemisia, organização pioneira no fomento e na disseminação de negócios de impacto social no Brasil.