Ugbad in Tanzania by Viviane Sassen for Vogue Italia May 2019

Photographer : Viviane Sassen
Fashion Editor : Vanessa Reid
Makeup Artist : Irena Ruben
Model : Ugbad

Slow fashion: como as marcas devem se adaptar à moda sustentável

A indústria da moda é a segunda que mais polui o meio ambiente, ficando atrás apenas do petróleo
Por Estadão Conteúdo

Moda: Aproximadamente 85% do vestuário que norte-americanos consomem são enviados para aterros sanitários como resíduos sólidos (Yui Mok/Getty Images)

São Paulo — O ano é 2016. A grife de luxo britânica Burberry inova ao aderir ao movimento “see now, buy now”, cujo objetivo é levar as peças às lojas imediatamente após o desfile.

Em tempos de compras online e lojas de departamento lançando coleções novas a cada semana, o tempo passa a ser decisivo entre as marcas que lideram o número de vendas. Passamos para 2019.

O termo “slow fashion” começa a se popularizar, ainda que timidamente, e corrompe todos os conceitos promovidos até então. Moda, mais do que seguir tendências, agora é sustentabilidade.

De acordo com um estudo da revista Environmental Health, publicado em dezembro de 2018, aproximadamente 85% do vestuário que norte-americanos consomem são enviados para aterros sanitários como resíduos sólidos.

Apesar de ser um mercado que fatura 1,2 trilhão de dólares anualmente, cerca de R$ 4,8 trilhões, seu impacto ambiental preocupa: a indústria da moda é a segunda que mais polui o meio ambiente, ficando atrás apenas do petróleo.

Em contrapartida à fast fashion, conceito que prioriza a venda de produtos baratos, de pouca qualidade e que chegam rápido às lojas, um novo termo passa a integrar o vocabulário: batizado de slow fashion, seu objetivo é desacelerar o consumo de produtos da moda.

Por um lado, as mercadorias possuem maior qualidade e durabilidade. Por outro, o preço um pouco elevado pode desagradar o cliente.

Em 2015, a especialista em consumo consciente Chiara Gadaleta criou o Prêmio Ecoera em prol da sustentabilidade nos universos da moda, beleza e design. No ano passado, a premiação homenageou a marca Coletivo de Dois por aliar comércio justo, práticas sustentáveis e empoderamento de gênero.

“Nós compramos materiais inusitados, com defeitos de impressão, sobras de rolo, peças que para o comércio tradicional não tem mais valor. Aproveitamos o material até o limite, só descartamos o que não tem mais como emendar”, revela Daniel Barranco, que fundou a marca com o parceiro Hugo Mor há cinco anos.

Nesse período, costuraram mais de duas mil peças e conseguiram reaproveitar aproximadamente 150 quilos de retalhos, que certamente iriam para o lixo.

Garimpo de segunda mão

Segundo um levantamento feito pelo site ThredUP, a compra de produtos de segunda mão aumentou 25% em apenas um ano. Esse tipo de mercado pode se enquadrar como disseminador da moda sustentável, já que incentiva o comércio de segunda mão e prolonga a vida útil das peças em bom estado.

“A principal missão da Boutique é difundir o consumo consciente, minimizar (dentro da nossa realidade) danos, aumentar a vida útil de itens descartados e reutilizá-los”, conta Rebeca Oksana, que fundou a Boutique São Paulo há quatro anos.

A princípio, a jovem de 24 anos vendia “desapegos” pelo Instagram, mas viu o negócio crescer quando passou a visitar brechós de São Paulo para garimpar novas peças. Com a demanda, criou o e-commerce para vender não somente produtos de segunda mão, mas também peças novas.

“Meu foco era trazer peças autênticas, únicas e de qualidade, que não seriam encontradas em lojas de fast fashion. Era uma insatisfação minha e que eu acreditava que algumas pessoas compartilhavam”, explica.

Segundo estimativas do Sebrae, o mercado têxtil brasileiro produz cerca de 170 mil toneladas de resíduos por ano. Para Rebeca, é preciso diminuir o impacto ambiental causado pela moda, seja não adquirindo peças novas ou diminuindo o consumo desenfreado.

“Acredito que o garimpo e o consumo de peças de segunda mão andam de mãos dadas com um estilo de vida mais consciente. O mundo da moda precisa de uma revolução e nós estamos tentando, aos pouquinhos, fazer isso acontecer”, vibra.

Lixo ressignificado

No mercado de calçados há cinco anos, a Insecta Shoes acumula números surpreendentes de reciclagem: 21 mil garrafas plásticas, 2 mil metros de tecido, quase uma tonelada de algodão, mais de 1.600 quilos de papelão e 6.800 quilos de borracha já foram reciclados pela marca paulistana.

Fundada por Bárbara Mattivy, a marca surgiu com a ideia de aproveitar peças com pequenos defeitos e que, por isso, não podiam ser revendidas.

“Nós tentamos ao máximo tirar materiais que estão no lixo e ressignificá-los, transformando tudo em sapato”, conta. O solado, por exemplo, é feito de borracha reaproveitada, enquanto os tecidos vêm de garrafas PET recicladas.

O processo de produção da Insecta Shoes é artesanal e livre de crueldade animal, demonstrando uma preocupação além da sustentabilidade. Além disso, trabalham com a logística reversa: “quando o cliente não quer mais usar o sapato, nós recebemos ele de volta para fazer a reciclagem da forma correta”, comenta.

Como se adaptar ao movimento?

Pensando nos consumidores que querem adaptar o guarda-roupa ao movimento slow fashion, a engenheira ambiental Maria Constantino propõe cinco estratégias que facilitam o consumo consciente.

“O começo foi um desafio, mas a criatividade que tenho em meus looks, a economia que venho gerando em meu bolso e a realização pessoal de dialogar tudo isso tem valido muito a pena”, revela a ativista, que tem mais de dez mil seguidores em seu perfil no Instagram sobre estilo de vida ecológico.

Primeiramente, ela valoriza a imaginação e criatividade na hora de compor os looks, como testar novas combinações e variar o uso das peças.

O cuidado com as roupas também é fundamental: “Se você vai comprar menos, consecutivamente vai precisar usar e cuidar mais das roupas que tem. Preste atenção no manuseio de cada peça e qual a melhor maneira de lavar e passar cada material para que durem bastante.”

Se quiser comprar alguma mercadoria nova, a engenheira sugere planejamento para evitar compras por impulso, sem ao menos considerar se a roupa vai combinar com outras peças e estampas do próprio guarda-roupa. Pensando nisso, Maria ressalta a importância de se fazer perguntas como “tenho outras peças parecidas?” ou “quantas vezes vou usá-la?”.

Se tiver de fazer alguma aquisição, dê preferência aos brechós ou lojas de segunda mão: “Tanto as físicos quanto as do Instagram são excelentes opções para procurar roupas que vão colaborar para o seu guarda-roupa sustentável. Você vai se surpreender com os achados e ainda irá economizar uma grana”, afirma a engenheira.

Por fim, aproveite as oportunidades em que puder pegar roupas emprestadas. Em formaturas e casamentos, por exemplo, ocasiões mais formais em que evitamos repetir looks marcantes, peça para seu círculo de amigos e familiares se podem te emprestar algo para o evento. Hoje em dia, há até mesmo aplicativos destinados ao empréstimo de roupas, das mais cotidianas às de festa.

Wes Gordon: “Há uma ideia errada de que a elegância precisa ser formal. Ela pode ser divertida, bem-humorada, colorida”

Nomeado diretor criativo da Carolina Herrera pela própria venezuelana, que deixou o cargo há um ano e hoje é embaixadora da estilo da grife, Wes Gordon quer desenhar roupas bonitas para mulheres felizes
VÍVIAN SOTOCÓRNO

Looks do verão 2019, o desfile de estreia de Wes Gordon na Carolina Herrera, coleção que está atualmente nas lojas (Foto: Nina Westervelt)

Ao longo dos últimos cinco anos cobrindo a semana de moda de Nova York, vivenciei alguns momentos inesquecíveis: o histórico desfile que celebrou os dez anos de Riccardo Tisci à frente da Givenchy à beira do Hudsona estreia de Raf Simons na Calvin Klein, o black-tie no Central Park que comemorou os 50 anos de Ralph Lauren na moda.

Um deles, porém, foi tão discreto que quase passou despercebido ao grande público: pouco mais de um ano atrás, Carolina Herrera apresentou seu desfile de despedida das passarelas após 37 anos como diretora criativa da grife fundada por ela (ela agora é embaixadora global de estilo) – aposentadoria que havia sido anunciada sem alarde apenas alguns dias antes do show.

Ícone da moda americana, ovacionada ao fim da apresentação na qual todas as modelos vestiram camisa branca na fila final, Herrera preparou a transição com a mesma elegância que sempre marcou seu trabalho. Após uma tentativa de sucessão tumultuada feita pelo antigo CEO da grife (em 2015, ele escolheu Laura Kim como consultora sem o conhecimento de Carolina. Kim logo deixou a marca e hoje é codiretora criativa da Oscar de la Renta), a própria venezuelana elegeu Wes Gordon. Durante um ano, o jovem americano trabalhou ao seu lado antes de ser finalmente designado ao cargo máximo.

Looks do verão 2019, o desfile de estreia de Wes Gordon na Carolina Herrera, coleção que está atualmente nas lojas (Foto: Nina Westervelt)

Em uma era na qual é considerado aceitável, e às vezes até desejável, que um novo estilista reformule completamente o DNA de uma grife (que o diga Hedi Slimane), a escolha por Gordon já apontava que a marca – e seu detentor, o grupo espanhol Puig – desejava apenas uma evolução e não uma revolução.

Talento aclamado de sua geração (ele foi finalista do CFDA/Vogue Fashion Fund com a grife que levava seu nome e que funcionou entre 2010 e 2016), Wes, hoje com 32 anos, ficou conhecido por criar roupas sofisticadas, mas que conversam com a mulher de hoje. “Há uma ideia errada de que a elegância precisa ser formal. Ela pode ser divertida, bem-humorada, colorida”, me diz em seu escritório, com parede principal tingida de amarelo, no dia seguinte ao desfile de inverno 2019/20, em fevereiro deste ano, seu segundo à frente da grife.

Além de fun, a elegância de Gordon para a Carolina Herrera é fresca, confortável, fácil, atual. Pense em longos vestidos-túnica soltos do corpo, camisas-smoking pink de organza, mix de estampas, sapatos baixos. “São roupas para serem usadas de fato. Você pode viajar com elas, vesti-las por aí, combiná-las com flats.”

Até a camisa branca, ícone da grife, entra no clima: no segundo desfile de Wes, ela foi transformada em um longo vestido oversized, uma homenagem às noivas que costumam encerrar as apresentações de alta-costura. Na coleção, inspirada nas fotos botânicas de Robert Mapplethorpe, cada look foi pensado como uma flor. “A ideia era que, durante os sete minutos do desfile, a New-York Historical Society [local da apresentação] se transformasse em um jardim.”

Looks do verão 2019, o desfile de estreia de Wes Gordon na Carolina Herrera, coleção que está atualmente nas lojas (Foto: Nina Westervelt)

A tal parede amarela do escritório de Wes nos headquarters da grife na Sétima Avenida (que era branca quando ele chegou e, ao longo do último ano, foi também pink e azul) denuncia a maior paixão do estilista: as cores.

É a partir delas que Gordon começa todas as coleções: “Você acorda de manhã, lê as notícias no celular e os e-mails de trabalho… o dia já é tão cinzento. Você quer entrar no closet e encontrar algo que te faça sorrir, um pouco de fantasia. E, quando você olha para a própria sra. Herrera, ela é uma mulher confiante, exuberante, cheia de vida. O tipo de mulher que, enquanto todos usam preto na rua, está de pink. Ela se veste para se sentir feliz, usa apenas coisas que considera fabulosas, independentemente da aprovação dos outros. E eu gosto de desenhar roupas felizes para mulheres felizes”.

Wes sempre se refere à estilista venezuelana com imenso respeito, parece genuinamente feliz (sua palavra preferida, repetida diversas vezes durante nossa conversa) e é loucamente apaixonado pelo que faz.

Gordon passou o último ano viajando pelos Estados Unidos e pela Europa em trunk shows organizados pela grife, buscando conhecer de perto a cliente Carolina Herrera. “Ela adora o drama dos vestidos de gala que são assinatura da marca, mas quer levar tal mood também para o dia e usá-lo com jeans.”

Até porque as Uptown girls de hoje desceram até Downtown, têm carreiras superinteressantes e há muito tempo superaram o título de ladies who lunch que já as definiram. “Mas não é uma marca para os fracos de coração: se estamos fazendo amarelo, deve ser o amarelo mais ousado e brilhante que você já viu.

Se estivermos fazendo um plissado, será um babado dançante, animado. Não estou buscando reinventar a roda, apenas desenhar roupas bonitas. São 7 bilhões de pessoas no mundo, ao invés de tentar agradar a todo mundo, cada marca precisa ser fiel ao seu próprio ponto de vista.”

Ele também busca referências no passado da criadora da marca, uma mulher sempre à frente de seu tempo. “Fico vendo fotos antigas da sra. Herrera, aos 41 anos, vinda da Venezuela, mãe de quatro filhas, começando a própria marca. Trata-se de trazer um pouco desse clima – mais Caracas [onde a estilista nasceu] e Cartagena e menos Carnegie Hill.”

O estilista Wes Gordon, novo diretor criativo da Carolina Herrera (Foto: Divulgação)

Nascido e criado em Atlanta, Wes se apaixonou por moda lendo livros e revistas, se formou na tradicional faculdade inglesa Central Saint Martins. “Eram tempos pré-redes sociais, li que Alexander McQueen havia estudado por lá e assim decidi me mudar para Londres”, conta. Ele ainda estagiou com Tom Ford e Oscar de la Renta antes de abrir a própria marca em Nova York, cuja coleção de estreia, desfilada na semana de moda da cidade (assim como as seguintes), conquistou imediatamente a crítica e os buyers de lojas como Saks e Harrods.

Casado com o designer de objetos nova-iorquino Paul Arnhold – que desenvolve manualmente vasos de vidro tão belamente coloridos quanto as roupas de Wes -, o americano costuma recarregar as energias das longas jornadas de trabalho na fazenda que o casal mantém em Connecticut, ao lado do cachorro Bird, de aves, galinhas e vacas. Wes costuma, inclusive, levar às segundas-feiras ovos de presente aos funcionários do escritório.

Quando em Nova York, Wes e Paul podemser vistos desfrutando de brunches dominicais ao lado de Carolina Herrera e o marido, Reinaldo. “Poucos sucessores têm a sorte de terem sido levados para uma marca pelo próprio fundador da casa, e eu me sinto lisonjeado por ter passado um ano ao lado da sra. Herrera, entendendo como tudo funcionava, quando trabalhei como consultor.”

A proximidade virou amizade; Carolina sempre assiste aos desfiles da primeira fila, ao lado de Reinaldo. “Ela também me deu um dos melhores conselhos que já recebi: ‘Em um mundo de tendências que vêm e vão rapidamente, às vezes a coisa mais moderna e revolucionária é ser penas elegante – e fiel ao seu próprio gosto’.”

Bilheteria EUA: Godzilla II: Rei dos Monstros, Aladdin, Rocketman, Ma, John Wick 3: Parabellum

Godzilla II desbanca Aladdin e assume topo da bilheteria americana

Grande estreia da semana, o blockbuster Godzilla II: Rei dos Monstros assumiu o topo da bilheteria norte-americana neste último final de semana. O longa, que tem custo estimado em US$ 170 milhões, arrecadou US$ 49 milhões no país.

Aladdin, líder do ranking na semana passada, ficou com a segunda colocação. O live-action da Disney fez US$ 42,3 milhões nos últimos três dias. Com este resultado, o longa arrecadou US$ 185 milhões em duas semanas, valor que já deu conta de pagar os custos da produção.

Rocketman, outro título inédito que chegou aos cinemas, teve desempenho mais tímido, arrecadando US$ 25 milhões nas 3610 salas onde foi exibido. Já Ma, suspense protagonizado por Octavia Spencer, gerou US$ 18,2 milhões de bilheteria, valor que equivale a quase quatro vezes o custo do longa.

Por fim, completando o Top 5 está John Wick 3: Parabellum. O último capítulo da franquia protagonizada por Keanu Reeves agora soma US$ 11,1 milhões, tendo uma bilheteria total estimada em US$ 125,7 milhões nos Estados Unidos.

Marcas de beleza lançam produtos voltados para mulheres na menopausa

Não é apenas uma nova estratégia para produtos anti-envelhecimento, a indústria resolveu olhar para uma clientela em crescimento que não recebeu muita atenção no passado

Alba Noschese (Foto: Rafael Pavarotti)

Embora algumas marcas e empresas ainda não tenham percebido, produtos de beleza e tratamentos direcionados a mulheres que experimentam a perimenopausa, os sintomas da menopausa e pós-menopausa estão se tornando um grande negócio.

Marcas como Vichy, Phytomones Ltd, Stratum C and B. abastecem o mercado com produtos especificamente para mulheres na faixa dos 50 e 60 anos que estão passando por mudanças hormonais muitas vezes desagradáveis.

A Procter & Gamble também está entrando no ringue para lutar por essa parcela da clientela com a Pepper & Wits. Os produtos incluem loções livre de estrogênio feitas para diferentes partes do corpo (de mãos e pés à vagina) e suplementos alimentares à base de plantas indicados para aliviar os sintomas da menopausa, como suor noturno e baixa libido. Eles também lançaram produtos amigáveis à menopausa de marcas mais antigas, como Olay, que oferece um hidratante para pele madura.

A nova categoria é vista por muitos especialistas da indústria e profissionais da dermatologia como mais do que apenas uma nova estratégia para produtos anti-envelhecimento. Embora os dados sobre o mercado de beleza da menopausa sejam escassos, essas marcas estão preenchendo uma lacuna considerável: em 2020, mais de 50 milhões de mulheres terão 51 anos ou mais – a idade média da menopausa – apenas nos EUA, segundo o New England Journal of Medicine.

“Essa subcategoria tem longevidade porque não é uma moda passageira”, disse Victoria Buchanan, pesquisadora estratégica sênior do The Future Laboratory, em Londres, ao jornal The Bussines of Fashion. “É parte de um movimento mais amplo no qual as marcas de cuidados com a pele estão realmente incomodadas em entender as necessidades específicas das mulheres em diferentes estágios, em vez de apenas adotar uma abordagem única para todos.”

Produtos de beleza e cuidados com a pele podem teoricamente reduzir os sintomas da menopausa, embora a expectativa de eliminá-los seja irrealista, disse Ellen Marmur, dermatologista e fundadora da Marmur Metamorphosis Skincare, que não é voltada especificamente para a menopausa.

Os produtos da Pause Well-Aging’s, outra marca focada nesse grupo de consumidoras, ainda estão em sintonia com outras tendências de beleza – eles são veganos e sem glúten, evitam produtos químicos como parabenos e ftalatos e não são testados em animais. Mas a marca está evitando o rótulo anti-envelhecimento.

Décor do dia: lavabo rosa com parede bicolor

Espaço contemporâneo tem bancada turquesa e marmorite

Imagens que trazem paz: ambientes minimalistas, porém coloridos. Este lavabo ganhou um tom de rosa de baixa saturação, trazendo calma para o espaço íntimo. A parede bicolor apresenta uma camada de marmorite na mesma paleta – a tendência, agora revisitada, atualiza o espaço no ato. A nuance marca presença, ainda, na cuba retangular, acompanhando o formato do espelho geométrico.

A bancada turquesa de linhas simples funciona como apoio para itens essenciais, mas um certo charme nunca é demais. Por isso, o vaso transparente traz movimento sem pesar no resultado. Posicionadas perto da janela, palmeiras em vasos acrescentam um sempre bem-vindo toque de verde, perfeito para um minuto de relaxamento.