Sucesso de ‘Big Bang Theory’ é sintoma forte da ‘nerdificação’ da cultura pop

Após 12 temporadas da série, vale a pena ser grato por sua visão generosa da diversidade humana
Reinaldo José Lopes

Cena do último episódio da série ‘The Big Bang Theory’ – Divulgação

Os 12 anos de sucesso de “The Big Bang Theory”, encerrados de modo apropriadamente triunfal com a recente exibição do último episódio da série (spoilers: e um Nobel de lambuja), talvez estejam entre os sintomas mais fortes da “nerdificação” da cultura pop ao longo do último par de décadas.

OK, o universo nerd tem algum peso na indústria cultural desde os primeiros best-sellers de ficção científica, mas as coisas mudaram de patamar neste século. E a série estrelada por Sheldon, Leonard, Penny e companhia teve um papel inegavelmente importante, ainda que difícil de mensurar, nessa transformação.

Um exemplo bobo: antes que a série surgisse, alguém seria capaz de imaginar que a abstrusa metáfora do gato de Schrödinger (o gato que está morto e vivo ao mesmo tempo dentro de uma caixa, usado para explicar o fato de que entidades como os elétrons podem se comportar como partículas ou como ondas dependendo do contexto) iria parar em camisetas ou seria usada para explicar namoros intermitentes?

Em parte, a graça da série era essa volúpia quintessencialmente nerd: o reconhecimento de referências. No mesmo episódio, era possível rir de uma piada sobre hobbits, de outra sobre a obsessão de Sheldon com Spock, da série “Star Trek”, ou da escolha de figurino do mesmo Sheldon para uma festa à fantasia. (Um belo dia, ele resolveu ir vestido de efeito Doppler, aquele fenômeno que acontece, digamos, toda vez que um carro de polícia passa na frente da sua casa fazendo “uóóóó”. Sim, dá para representar isso visualmente.)

O seriado, com o tempo, conseguiu atrair para sua órbita muitas das figuras científicas e da cultura pop que celebrava. O saudoso físico Stephen Hawking (1942-2018) primeiro emprestou sua voz robótica às cenas e depois se encontrou em carne, osso e supercadeira de rodas com os personagens; o mesmo se deu com o astrofísico Neil deGrasse Tyson, da nova versão da série “Cosmos”, e de diversos atores das muitas encarnações de “Star Trek”, em especial o americano Wil Wheaton.

Não seria injustiça alguma dizer que os personagens são, em geral, caricaturas —forçadas de barra em forma humana. O paradoxo, porém, é que os anos de convivência entre os personagens, ainda que não tenham apagado as idiossincrasias dos protagonistas, foram transformando a trupe de cientistas em pessoas cada vez mais complicadas —no bom sentido— e interessantes.

A mensagem é muito mais do que “os nerds também amam” (mesmo que ainda seja difícil não ficar surpreso com o fato de que Sheldon ganhou uma vida sexual). Está mais para uma visão generosa da diversidade humana e por isso, assim como pelas risadas, vale a pena ser grato ao pequeno grupo de nerds da Califórnia.

Bec Parsons for Vogue Australia with Jordan Daniels

Photography: Bec Parsons at Artist Group. Styling: Philippa Moroney. Hair: Michele McQuillan. Makeup: Victoria Baron. Model: Jordan Daniels.

Kevin Spacey aparece de surpresa em audiência e se declara inocente

O ator é acusado de agressão sexual por um jovem, na época com 18 anos

O ator Kevin Spacey em audiência preliminar do julgamento no qual é acusado de agressão sexual. Foto: Steven Senne/AP Photo

O ator Kevin Spacey apareceu de surpresa no tribunal de Massachusetts, nos Estados Unidos, nesta segunda-feira, 3, onde se realizava uma audiência preliminar do julgamento em que é acusado de agressão sexual.

A presença do ator na corte foi inesperada, uma vez que ele não era obrigado a ir à audiência e procurou se manter afastado dos tribunais durante todo o processo.

Spacey defendeu sua inocência diante do tribunal, que julga uma denúncia feita por um jovem que trabalhava como garçom em um bar da ilha Nantucket. O rapaz, na época com 18 anos, garante que sofreu uma agressão sexual por parte do ator em julho de 2016. Os dois teriam começado a conversar de forma amigável no bar e a suposta vítima teria mentido sobre sua idade, dizendo que tinha 23 anos em vez de 18.

O advogado do ator denunciou que as provas contra Spacey foram manipuladas. Ele pediu ao juiz que exija uma cópia forense “completa e inalterada” dos dados do telefone do acusador, pois conteriam mensagens e fotos que comprovariam a inocência de Spacey.

O garçom explicou à polícia que Spacey lhe comprou várias bebidas alcoólicas – a idade mínima para beber álcool nos Estados Unidos é 21 anos – e insistiu para que fosse a sua casa. Mais tarde, ele teria acariciado a coxa e desabotoado as calças do rapaz, esfregando seu pênis por cerca de três minutos. O jovem disse que não sabia o que fazer porque não queria enfrentar problemas por beber sem ter a idade permitida e publicou uma gravação de parte do suposto toque sexual na rede social Snapchat.

Se for considerado culpado, o ator de House of Cards pode pegar até dois anos de prisão. A defesa dele questionou a credibilidade do denunciante ao destacar que o jovem teria rasurado várias mensagens. O advogado argumentou que as conversas entre o ator e o garçom demonstrariam que ambos mantiveram “flertes consensuais” e denunciou que algumas das imagens apresentadas pela acusação foram alteradas.

O advogado também disse que a polícia teve acesso ao telefone da suposta vítima no final de 2017 e não revelou esse fato até pouco tempo atrás, algo que, segundo ele, foi de propósito.

Ganhador de dois Oscar por Os Suspeitos (1995) e Beleza Americana (1999) e considerado um dos melhores atores de sua geração, a carreira de Spacey foi atingida por várias acusações de comportamento sexual inapropriado, ainda que este seja o único caso criminal contra ele.

Com informações da agência EFE

WWDC 2019: Apple cria sistema próprio para iPad e lança novo Mac Pro

Em evento para desenvolvedores, empresa reforçou estratégia de linha de dispositivos; apesar de ganhar sistema próprio, tablets, celulares e computadores terão ‘apps unificados’
Por Bruno Capelas, de São Paulo* – O Estado de S. Paulo

A Apple anunciou o iPad OS nesta segunda

Nos últimos anos, um fantasma tem rondado a sede da Apple, em Cupertino: a dependência do iPhone, que responde por pelo menos 60% das receitas da empresa há muitos trimestres. E Tim Cook, atual presidente executivo da companhia, sabe disso: não à toa, a conferência de desenvolvedores da Apple, a WWDC, realizada nesta segunda-feira, 3, passou longe de focar no celular. Pelo contrário: no evento, o que se viu foi uma Apple buscando dar independência e novo fôlego a muitos de seus produtos – em especial, o iPad e a linha de computadores Mac, mas também para o Apple Watch e a Apple TV. 

Lançada originalmente em 2010, a linha de tablets da Apple há anos estava estacionada em um lugar incômodo: era grande demais para ser casual como o iPhone, mas poderosa de menos para se tornar um substituto a notebooks. Além disso, ao usar no dispositivo o sistema operacional iOS – o mesmo do iPhone –, a Apple fazia com que desenvolvedores tivessem recursos limitados para criar aplicativos que poderiam turbinar o tablet. Não mais: agora, o iPad terá um sistema operacional próprio, o iPad OS. Sua primeira versão estará prevista para o fim do ano e será baseada, claro, no iOS (que também ganhou atualizações nesta WWDC, leia mais aqui). 

Entre outras novidades, os tablets ganharão mais versatilidade em sua tela – os usuários poderão, por exemplo, editar dois documentos ao mesmo tempo, até mesmo usando o mesmo aplicativo (como o Notas, por exemplo). O dispositivo também terá mais funcionalidades em sua tela inicial – além de ícones dos aplicativos, poderá ter notificações, relógio e temperatura. 

Outra ferramenta interessante será a compatibilidade com cartões de memória SD, câmeras fotográficas e pen-drives; a Apple, porém, não deixou claro, quais serão as entradas necessárias para que os dispositivos se conversem.  “Agora acabou a desculpa de muita gente para não usar o iPad como um computador”, comentou em sua conta no Twitter Eduardo Pellanda, professor de Comunicação Digital da PUC-RS. Além disso, o iPad também ganhará mais fontes de texto e um novo kit de experiências com o Apple Pencil – a expectativa da Apple é que o sistema, assim, passe a ser usado por mais criadores de conteúdo de forma portátil. 

Na WWDC 2019, a Apple apresentou o novo Mac Pro
Na WWDC 2019, a Apple apresentou o novo Mac Pro

Mac Pro: seis anos depois, mais potente

Outro ponto frágil da Apple nos últimos anos era sua linha de computadores Mac – apesar de oferecer diversas opções para perfis diferentes de usuário, algumas faixas de produtos há tempos não recebiam atualizações. É o caso do Mac Pro, cuja última iteração havia sido lançada apenas em 2013. 

É um computador importante especialmente para o público-alvo da Apple, como produtores de conteúdo de vídeo, áudio e games – e que precisam de sistemas parrudos. Nesta segunda-feira, 3, depois de seis anos, a empresa mostrou um novo Mac Pro. Em vez do visual “cesto de lixo”, cilíndrico, agora o design se parece mais com uma sacola metálica de mercado, com duas alças para facilitar o transporte – quem quiser também pode adicionar rodinhas ao aparelho. 

Por dentro, o novo Mac Pro é uma verdadeira besta: seu modelo mais simples traz processador Intel de 8 núcleos, 32 GB de memória RAM e 256 GB de armazenamento em disco sólido, custando a partir de US$ 6 mil – isso apenas para o computador. Já o modelo mais simples de seu monitor, chamado de XDR Pro Display, custará US$ 5 mil; o dispositivo tem tela antirreflexo de 32 polegadas e capacidade para executar alta luminosidade (1000 nits) por tempo indefinido. Além disso, o monitor também pode ser girado em 360 graus e flexionado, graças a um curioso sistema de equilíbrio criado pela fabricante de Cupertino. 

A graça, porém, acontece quando o sistema recebe diferentes placas gráficas – em uma possibilidade com dois módulos que incluem duas placas Radeon Pro Vega II cada, o computador pode rodar em até 128 teraflops, cerca de treze vezes mais que o Xbox One X, mais potente videogame disponível no mercado, por exemplo. A Apple, porém, não divulgou o preço para essa configuração – é possível esperar que ela chegue aos seis dígitos, em reais. 

O novo macOS, sistema operacional da Apple para computadores, terá o nome de Catalina
O novo macOS, sistema operacional da Apple para computadores, terá o nome de Catalina

Catalina é o nome do novo Mac OS

Junto com o novo Mac Pro, a Apple também anunciou uma nova versão do Mac OS, seu sistema operacional para computadores. Chamada de Mac OS Catalina, ela chegará ao mercado até o final do ano. Entre as novidades, ferramentas que permitem utilizar o iPad como segunda tela – útil para a produtividade corporativa – e de acessibilidade. A partir da nova versão, será possível usar o Mac e também o iPhone apenas com comandos de voz, em uma demonstração muito interessante da empresa. 

Outra função pode ajudar na segurança: é o Find My Mac, versão para computadores do Find My iPhone, que auxilia usuários a encontrar seus dispositivos perdidos ou roubados. A funcionalidade poderá ser utilizada inclusive com o dispositivo não conectado à internet, uma vez que ele pode mandar um pequeno sinal Bluetooth para outros dispositivos da empresa, em uma rede criptografada. 

Por fim, mas não menos importante, a Apple anunciou que vai unificar a estrutura de construção dos aplicativos de seus sistemas operacionais – agora, desenvolvedores poderão criar um aplicativo com a mesma base para iPhone, iPad ou Mac, e depois apenas fazer ligeiras diferenciações. Apesar de chamar a atenção para funcionalidades de cada dispositivo, a Apple quer fazer tudo rodar de forma integrada. Faz sentido. 

Adeus, iTunes: Apple substitui o serviço por três aplicativos

Com a nova estratégia, a marca estaria aproximando a experiência do Mac à descentralização do iPhone e do iPad

O fim do iTunes foi anunciado nesta segunda-feira, 3, em evento da Apple para desenvolvedores

A Apple vai encerrar o iTunes. Nesta segunda-feira, 3, durante evento para desenvolvedores na Califórnia, nos Estados Unidos, a empresa anunciou que vai desmembrar seu serviço de streaming e armazenamento de conteúdo em três aplicativos diferentes: Podcasts, TV e Música. A novidade estará disponível na próxima versão do sistema operacional do computador da Apple, o macOS. 

Com a nova estratégia, a marca estaria aproximando a experiência do Mac à descentralização do iPhone e do iPad – esses dispositivos já possuem os três aplicativos em questão. A ideia também é possibilitar aos usuários a sincronização manual entre o iPhone e outros dispositivos iOS. 

O fim do iTunes representa o enfraquecimento da era de downloads. Apesar de aplicativos com o Apple Music e o Apple TV permitirem que o usuário compre e faça download de conteúdo, a essência das plataformas é a assinatura de streaming. 

A Apple afirma que o iTunes para o sistema Windows também receberá atualizações. 

O iTunes foi lançado em 2001 e funcionava como biblioteca para músicas, vídeos e podcasts desde então, sendo um dos responsáveis pela era do mp3. 

Fergie pede divórcio do ator Josh Duhamel após dois anos da separação

Cantora quer restaurar seu antigo nome e briga pela custódia do filho de cinco anos

A ex-integrante do The Black Eyed Peas, Fergie, pediu divórcio do ator Josh Duhamel na última sexta-feira, 31, após dois anos da separação. As informações são do TMZ.

De acordo com os documentos legais, a cantora, de 44 anos, está pedindo ao juiz para restaurar seu antigo nome (Stacy Ann Ferguson). Ela havia mudado sua identidade para Fergie Duhamel, em agosto de 2013, quando já estava casada com o artista de Transformers por quase cinco anos.

A mulher solicitou também a custódia do filho Axl Jack, de cinco anos.

Em dezembro de 2018, Josh Duhamel, de 46 anos, disse, em entrevista ao podcast Armchair Expert, que quer ser pai novamente e está pronto para ter uma nova família com uma mulher “jovem o suficiente para ter filhos”.

WWDC19: novo Mac Pro foi construído para (muita) expansão; Pro Display XDR tem 32″ com resolução Retina 6K

O “ralador de queijo” voltou, pessoal! 🧀

Novo Mac Pro com aspecto de ralador de queijo

Com um leve toque de nostalgia, a Apple trouxe de volta o Mac Pro para a sua linha de produtos. Não seria surpresa que o desejo dos seus ávidos clientes por maior expansão pediria um formato de torre, sendo justamente o que a Apple está entregando, porém com uma roupagem mais, digamos, 2019.

GIF animado da abertura do novo Mac Pro

A carcaça conta com uma estrutura de alumínio e aço inoxidável fácil de mexer para lá e para cá; ela também maximiza o fluxo de ar, e conta com rodinhas (sim, rodinhas) inferiores opcionais.

Traseira do novo Mac Pro com suas três ventoinhas
GIF animado de fluxo de ar no novo Mac Pro

Há um novo processador Intel Xeon de até 28 núcleos lá dentro, com até 300W de potência — e uma conta de energia que ocupa boa parte do volume interno do produto, para dar conta.

Novo Mac Pro visto de cima

A Apple está usando memórias ECC de 2.933GHz, seis canais com 12(!) slots DIMMs chegando a até 1,5TB de memória. Na parte gráfica, a Apple mantém firme sua parceria com a AMD, com os chipsets Radeon Pro 580X e Radeon Pro Vega II (com até 64GB de memória HBM2); elas poderão ser conectadas entre si via Infinity Fabric Link.

Felizmente, a Apple trouxe de volta suporte a expansão PCIe com nada mais nada menos que oito(!) slots, quatro deles double-wide, três single-wide e um com duas portas Thunderbolt 3, duas USB-A e uma de áudio 3,5mm.

Novo Mac Pro por dentro

Temos também uma nova placa aceleradora chamada Apple Afterburner, para acelerar o trabalho na edição de vídeos. Ela é capaz de processar 6 bilhões de pixels por segundo, ótimo para quem trabalha com codecs ProRes ou ProRes RAW. Ele suporta até 3 streamssimultâneos em resolução 8K, ou até 12 streams em 4K.

O novo Mac Pro conta ainda com duas portas 10-Gigabit Ethernet, Wi-Fi 802.11ac e Bluetooth 5.0.

Como era de se esperar, vários clientes grandes da Apple no mercado profissional estão por trás do projeto do novo Mac Pro. Adobe, Autodesk, Serif e Blackmagic terão softwares otimizados para o produto, além de engines gráficas para jogos e animações (da SideFX, RED, Unreal, Unity, Avid, Pixar e outras).

A impressão inicial sobre os apps profissionais “caseiros” da Maçã (Final Cut Pro e Logic Pro) é bem boa.

Pro Display XDR

Apple Pro Display XDR numa de trabalho profissional

Para acompanhar o Mac Pro, a Apple também desenvolveu um novo monitor, o Pro Display XDR (Extreme Dynamic Range). Até seis deles podem ser conectados no novo bichano, com duas opções anti-reflexo, inclusive uma totalmente fosca (mais cara), chamada Nano-Texture.

Apple Pro Display XLR de frente
Apple Pro Display XLR de frente

O novo monitor possui tamanho de tela único (32 polegadas) e traz uma série de recursos pensados para o mercado profissional: taxa de contraste de 1.000.000:1, brilho regular a 1.000 nits (com picos de 1.600 nits), ampla gama de cores P3 em 10 bits, resolução Retina 6K (6016×3384 pixels, somando mais de 20 milhões!) e suporte a diversas opções de montagem e rotação. Ele será conectado via interface Thunderbolt 3.

Obviamente, todo esse poder virá acompanhado de um preço salgado — afinal de contas, não é um computador para navegação web diária. O novo Mac Pro começará em US$6 mil. Já o Pro Display XDR custará a partir de US$5 mil; a versão Nano-Texture vai a US$6 mil, com o stand (sim) custando US$1 mil e o suporte VESA, US$200.

GIF animado do Apple Pro Display XDR rotacionando 90º

Os novos produtos chegarão ao mercado no outono americano, ou seja, entre setembro e dezembro. [MacMagazine]

Jay-Z se torna o 1º rapper bilionário do mundo

Marido de Beyoncé é dono de um império que engloba a Uber, obras de arte e marcas de bebida alcoólicas

Artista, ícone, bilionário: como Jay-Z criou sua fortuna de US $ 1 bilhão

Jay-Z, de 49 anos, foi considerado pela Forbes nesta segunda-feira, 3, o primeiro artista de hip-hop a se tornar bilionário.

De acordo com a revista, o rapper acumulou a fortuna não só pela música, mas também por meio de suas empresas de bebida alcoólica, arte, imóveis e participações em empresas. Na Uber, por exemplo, ele possui um montante de ações estimado em 70 milhões de dólares (R$ 272 milhões, na cotação atual).

Apesar do império, nem tudo veio fácil na vida do músico. O magnata e marido de Beyoncé nasceu em uma família pobre, envolveu-se com o tráfico na juventude e morou em uma casa simples do Brooklyn, em Nova York, antes de entrar para a música.

Jay-Z, cujo nome de batismo é Shawn Carter, criou sua própria gravadora em 1996 e, dentre seus investimentos, estão o serviço de streaming musical Tidal, a marca de champanhe de luxo Armand de Brignac e a de conhaque D’Usse.

WWDC 2019: Apple TV vai aceitar controles de Xbox One e PlayStation 4

Empresa também anunciou que o seu novo sistema operacional de televisão terá suporte a vários perfis em uma mesma conta
Por Giovanna Wolf*, de São Paulo – O Estado de S. Paulo

A Apple realiza evento para desenvolvedores nesta segunda-feira, na Califórnia, nos Estados Unidos

O serviço de televisão da Apple, o Apple TV, vai aceitar em breve controles do Xbox One e do PlayStation 4. A novidade foi anunciada durante a WWDC, evento da empresa para desenvolvedores, que acontece nesta segunda-feira, 3, na Califórnia, nos Estados Unidos. A novidade fará parte da próxima atualização do sistema operacional de TV da Apple, o tvOS. 

O suporte ao controle estará associado ao Apple Arcade, novo serviço de assinatura de games da empresa, anunciado em março. O serviço terá 100 jogos exclusivos para as plataformas da empresa, como iPhone, iPad, e, é claro, a Apple TV. 

A Apple também anunciou que o novo sistema tvOS terá suporte a vários perfis diferentes em uma mesma conta – uma família poderá ter uma só conta, mas cada membro poderá acessar sua plataforma individual, com recomendações específicas para o seu gosto. 

Além disso, o tvOS terá suporte ao Apple Music. No evento aos desenvolvedores, a empresa mostrou uma plataforma redesenhada visualmente, com mais pré-visualizações de conteúdos. 

Outra novidade apresentada pela empresa foi o primeiro trailer de For All Mankind, uma nova série de TV que estará presente no serviço de streaming da Apple, o Apple TV+ – nela, a corrida à Lua foi vencida pela União Soviética e a corrida espacial não parou por ali.