Cartaz da Jessica Jones Season 3 da Marvel lançado

A Marvel lançou um novo pôster de Jessica Jones Season 3 da Marvel antes da estreia do trailer, lançada amanhã para a série Netflix.
By Kylie Hemmert ON June 5, 2019

Cartaz da temporada 3 de Jessica Jones da Marvel

A série original da Netflix foi a segunda de quatro séries de live-action (agora cancelada), incluindo Marvel’s Daredevil, Marvel’s Luke Cage e Marvel’s Iron Fist, que levaram à formação dos principais personagens de The Defenders, da Marvel. Das quatro séries, Jessica Jones, da Marvel, deu uma olhada de suspense na vida de Jessica Jones, interpretada por Krysten Ritter, que trabalha como investigadora particular enquanto lidava com demônios internos e externos. A primeira temporada de Jessica Jones, da Marvel, recebeu um prestigioso prêmio Peabody.

Na segunda temporada, Jones está começando a reconstruir sua vida depois de assassinar seu atormentador, Kilgrave (David Tennant). Agora conhecido em toda a cidade como um assassino super-alimentado, um novo caso a faz relutantemente confrontar quem ela realmente é enquanto se aprofunda em seu passado para explorar as razões.

Krysten Ritter é acompanhado por um elenco de retorno que inclui Rachael Taylor (Trish Walker), Carrie-Anne Moss (Jeri Hogarth), Eka Darville (Malcolm Ducasse) e novos membros do elenco Janet McTeer e J.R. Ramirez, entre outros.

Jessica Jones na Netflix tem como produtora executiva da série Melissa Rosenberg (Crepúsculo, Dexter), Raelle Tucker (True Blood), Jim Chory (Marvel’s Devil, Marvel’s Luke Cage, Marvel Iron Fist) e Jeph Loeb, que chefia a Marvel Television, departamento de TV da Marvel .

Você pode assistir a terceira temporada de Jessica Jones, da Marvel, a partir de 14 de junho, apenas no Netflix.

Refugiada afegã Fariba Amini refaz vida na Grécia transformando botes em bolsas

Fariba Amini, que deixou o Afeganistão por causa da guerra, usa pedaços de borracha para suas produções

Fariba Amini, refugiada afegã, trabalha em suas bolsas em Atenas Foto: REUTERS/Alkis Konstantinidis

A afegã fugiu para a Grécia em 2016 sem documentos e com poucas perspectivas. Hoje ela fabrica e vende bolsas e bijuterias com o símbolo mais contundente da crise de refugiados da Europa: os botes e coletes salva-vidas antes espalhados pelas praias gregas.

 “As bolsas me lembram de como cheguei aqui, e os braceletes me lembram dos meus dias no campo, aquele tempo difícil”, conta Fariba, de 31 anos, acima do ruído da máquina, com uma fita métrica ao redor do pescoço.

“Quando comecei a trabalhar nas minhas costuras, elas foram um bálsamo para a minha alma. Elas me trouxeram paz.”

O porão do estúdio despojado no centro de Atenas que ela divide com outras estilistas postulantes a asilo está repleto de restos pretos e cinza de botes infláveis, coletes salva-vidas vermelhos e pilhas de tiras.

Bolsas feitas por Fariba Amini com restos de botes de borracha Foto: REUTERS/Alkis Konstantinidis

A parede laranja do estúdio é decorada com muitas de suas criações, como mochilas pretas, pastas e bolsas. Braceletes feitos com filetes coloridos estão expostos em uma mesa.

“Considerando que eu mesma vim de bote, sinto-me muito bem”, disse Fariba. “Quero mostrar a outros que estão vindo como imigrantes que podem fazer uso até das coisas mais comuns.”

Fariba e sua família foram forçados a deixar o Afeganistão quando ela tinha 5 anos depois que seu irmão morreu na guerra civil. No Irã, onde moraram durante duas décadas, as autoridades os proibiram de estudar ou trabalhar, disse.

Em 2016, eles partiram em uma jornada marítima curta, mas perigosa, da Turquia para a Grécia e foram parar em um campo improvisado insalubre no antigo aeroporto de Atenas, onde milhares viviam em barracas no terminal de chegada, com pouca comida e violência frequente.

Para sobreviver, Fariba aprendeu sozinha a criar peças sofisticadas vendo vídeos no YouTube – e logo as estava vendendo em bazares e para amigos.

Seus pais e sua irmã se mudaram para a Alemanha, mas Fariba, que recebeu status de refugiada na Grécia, ficou na esperança de fazer seu negócio incipiente decolar. /REUTERS

Recém-criado Instituto Burle Marx quer preservar legado do paisagista morto há 25 anos

Organização sem fins lucrativos pretende atuar de forma mais proativa na divulgação da obra de Burle Marx

Burle Marx

Escritório de Paisagismo Burle Marx anunciou em seu perfil no Instagram a criação do Instituto Burle Marx, uma organização sem fins lucrativos com o objetivo de preservar e reverberar o legado do paisagista, morto há 25 anos.

Preservar o acervo de Burle Marx era uma das preocupações de Haruyoshi Ono, arquiteto que foi discípulo e depois sócio de Burle Marx a partir da década de 1960 até a morte do paisagista, em 4 de junho de 1994.

Com a morte de Haruyoshi, em janeiro de 2017, o Escritório ficou a cargo da terceira geração de arquitetos paisagistas – Isabela Ono (diretora executiva), Julio Ono e Gustavo Leivas (sócios do Escritório) –, que vem trabalhando nos últimos anos para a concretização do Instituto Burle Marx.

O objetivo inicial, segundo Isabela Ono, arquiteta paisagista filha de Haruyoshi Ono, é a captação de recursos para preservação e digitalização do acervo, com o intuito de tornar públicas e acessíveis as coleções para pesquisa e futuras iniciativas.

O Instituto acredita que o Legado Burle Marx (seus ideais e valores) tem relevância mundial como fonte de inspiração tanto para a atual quanto para as novas gerações. O Escritório de Paisagismo Burle Marx continua ativo e responsável pelo desenvolvimento de novos projetos.

Na sexta-feira, dia 07 de junho, Isabela apresentará o Instituto Burle Marx durante o simpósio “Roberto Burle Marx – A Total Work of Art”, que faz parte da exposição “Brazilian Modern: The Living Art of Roberto Burle Marx” no NYBG (New York Botanical Garden).

Loggi levanta US$ 150 milhões e vira novo unicórnio brasileiro

Startup de entregas recebeu recursos do SoftBank e da Microsoft; aporte será usado para desenvolver time de tecnologia e realizar entregas no dia seguinte para todo o País
Por Bruno Capelas e Mariana Lima – O Estado de S. Paulo

Após nova rodada de investimentos, Loggi, do fundador Fabien Mendez, atingiu valor de mercado superior a US$ 1 bilhão

O mercado brasileiro de startups tem mais uma empresa avaliada em pelo menos US$ 1 bilhão (unicórnio, no jargão do ramo): a startup de entregas Loggi. Na manhã desta quarta-feira, 5, a empresa confirmou ter recebido uma nova rodada de investimentos de US$ 150 milhões, liderada pela empresa japonesa SoftBank e pela Microsoft. Fundos estrangeiros, como GGV, Fifth Wall e Velt Partners, também participaram do aporte, que avaliou a empresa em exatamente US$ 1 bilhão. 

“É um marco financeiro que confirma que a Loggi está no caminho certo de reinventar a logística com uso de tecnologia”, disse o presidente executivo e cofundador da Loggi, o francês Fabien Mendez, por meio de nota. Os recursos, segundo a startup, serão utilizados pela empresa para desenvolver seu time de pesquisa e desenvolvimento. Em comunicado divulgado nesta quarta-feira, 5, a Loggi diz que pretende montar uma equipe com mais de mil funcionários na área de tecnologia – em especial, nas áreas de inteligência artificial e robótica. Ao todo, hoje a empresa tem cerca de 700 pessoas – a maior parte delas trabalha na matriz da empresa, em Barueri, na Grande São Paulo. No futuro, quer chegar a 1,5 mil. 

Outro objetivo da empresa é promover, para todo o território brasileiro, o que chama de “entrega no dia seguinte” – na qual o usuário faz uma compra pela internet em um dia e recebe o produto no próximo. Hoje, a empresa hoje faz 100 mil entregas diárias no País, único mercado onde atua – em 2017, realizava metade disso. Nos próximos 5 anos, a meta é de chegar a até 5 milhões de entregas diárias, conectando pelo menos 95% do território nacional. Atualmente, consegue enviar entregas a partir de 23 cidades ou macrorregiões brasileiras, com 25 mil entregadores espalhados pelo País. 

Não é a primeira rodada de investimentos feita pelo SoftBank na Loggi – em outubro do ano passado, o Vision Fund, liderado pelo grupo japonês, aportou US$ 100 milhões na startup brasileira. Foi o primeiro investimento da japonesa no País, antes de iniciar o Innovation Fund, que vai aportar US$ 5 bilhões em startups latinas nos próximos anos. Procurada pelo Estado, a SoftBank decidiu não comentar o investimento na brasileira. 

Ao todo, a Loggi já levantou seis rodadas de aportes, cuja soma chega a US$ 295 milhões. Entre os investidores da empresa, há ainda fundos como Monashees, Kaszek Ventures e Qualcomm Ventures. Entre os clientes da empresa, estão grupos como Samsung, Mercado Livre e Dafiti.

Para o empreendedor Felipe Matos, autor do livro 10 Mil Startups, o movimento não surpreende – estudos recentes, como este realizado pelo Distrito Fintech, já apontavam a empresa como potencial unicórnio. “É algo que demonstra a força do uso de tecnologia no setor de entregas no Brasil, que ainda tem muito o que crescer”, diz Matos. “É o terceiro unicórnio que surge do setor – iFood e Rappi, que é colombiano, mas tem forte presença aqui, também ocupam o espaço das entregas.” 

Na visão de Amure Pinho, presidente da Associação Brasileira de Startups (ABStartups), o investimento mostra que o setor de entregas “está longe de estar saturado” e que a “era dos unicórnios no Brasil só começou”. 

A empresa nasceu em 2013, depois que o francês Fabien Mendez decidiu se mudar para o Brasil. A inspiração foi a capa da revista The Economist destacando o bom momento do País, com o Cristo Redentor voando alto, feito um foguete. O tom do noticiário pode ter mudado desde então, mas ele não se arrepende. “Um bom empreendedor precisa ter visão a longo prazo e fazer investimentos contracíclicos”, disse ele ao Estado em outubro de 2017. “Se criamos uma empresa bacana em meio a uma crise, como será daqui a dez anos?”

YouTube vai remover vídeos supremacistas e com discurso de ódio

Novidade é uma resposta da plataforma de streaming de vídeo do Google às críticas sobre como o site promove assédio e discursos de ódio
Por Agências – Reuters

O YouTube divulgou novas regras de moderação de conteúdo na plataforma

YouTube disse nesta quarta-feira, 5, que removerá vídeos que negam o Holocausto e outros “eventos violentos bem documentados”. O anúncio é uma resposta da empresa às acusações de que fornece uma plataforma propícia ao assédio e discursos de ódio.

O serviço de streaming, de propriedade do Google, também disse que removerá vídeos que glorificam a ideologia nazista ou que promovem grupos que reivindicam superioridade para justificar várias formas de discriminação.

Além disso, os criadores de vídeos que recorrem repetidamente às políticas de discurso de ódio do YouTube, mesmo sem violá-los, terão suas contas encerradas, disse um porta-voz.

Em uma postagem no blog, o YouTube reconheceu que as novas regras podem prejudicar os pesquisadores que procuram esses vídeos “para entender o discurso de  ódio a fim de combatê-lo”. As políticas também podem frustrar os defensores da liberdade de expressão que dizem que o discurso de ódio não deve ser censurado.

Jonathan Greenblatt, executivo-chefe da Liga Anti-Difamação, que pesquisa o antissemitismo, disse que forneceu contribuições para o YouTube sobre a mudança na política.

“Embora este seja um importante passo em frente, este movimento por si só é insuficiente e deve ser seguido por muitas outras mudanças do YouTube e outras empresas de tecnologia para combater adequadamente o flagelo do ódio e extremismo on-line”, disse Greenblatt em um comunicado.

Novo pôster incrível de Mulher-Maravilha 1984

Filme estreia em 2020
MARIANA CANHISARES

Patty Jenkins
@PattyJenks Agora você já ouviu falar: o WB não vai para o Hall H deste ano. Estamos tão tristes por sentir sua falta lá! E esperando até dezembro para começar nossa campanha #WW84 oficial na íntegra – Mas a verdade é que… nós podemos apenas… mal… esperar… By now you’ve heard: WB isn’t going to Hall H this year. We’re so sad to miss you there! And waiting until Dec. to start our official #WW84 campaign in full–  But the truth is… we can just… barely… wait…

A diretora Patty Jenkins divulgou um pôster inédito de Mulher-Maravilha 1984, que traz a heroína com uma armadura toda dourada.

Na publicação, a cineasta ainda revelou que a Warner Bros. estará de fora do Hall H na San Diego Comic-Con.

Mulher-Maravilha 1984 chegaria aos cinemas em novembro de 2019, mas foi adiado e agora estreia em junho de 2020.

Netflix testa um feed parecido com o Instagram em seu app para celular

Na nova aba, chamada de “Extras”, os usuários poderão compartilhar trailers com amigos e ativar alertas para estreias de novos conteúdos ou temporadas

A nova aba do aplicativo da Netflix para celular tem design diferente do resto do app

Netflix está testando uma nova função para o seu aplicativo no celular, que deixará a plataforma parecida com o feed do Instagram. A ideia é que na nova aba, chamada de “Extras”, os usuários naveguem mais facilmente por recomendações de séries e filmes – eles também poderão compartilhar trailers com amigos e ativar alertas para estreias de novos conteúdos ou temporadas. 

A ferramenta está em testes com uma pequena parcela dos usuários, e ainda não se sabe quando (e se) ela vai chegar a todo o público do serviço. A empresa não informou em quais regiões o teste está acontecendo. O espaço que a aba “Extras” ocuparia é onde está hoje a seção “Em breve”. A aba tem design diferente do resto do app e foi inspirada em plataformas como o Instagram. 

O novo feed tem tanto trailers quanto imagens das produções. Ele permite que os usuários compartilhem um trailer ou uma página do app da Netflix em diversas plataformas, como Instagram, Twitter e WhatsApp. 

Mesmo com as novidades, alguns problemas do aplicativo ainda continuam: é o caso da reprodução automática dos trailers, que é muito criticada por usuários. Os vídeos são reproduzidos sem som, e o usuário pode habilitar o áudio se preferir.

The Handmaid’s Tale | 3ª temporada começa focando na relação entre mulheres

Trilha sonora e bons diálogos dão o tom dos primeiros episódios
CAMILA SOUSA

Elizabeth Moss em ‘Handmaid’s tale’ — Foto: Divulgação

É praticamente um consenso que a primeira temporada de The Handmaid’s Tale foi perfeita. Isso, apesar de muito bom, também criou um problema para a segunda: como superar algo tão bom? Com tanta expectativa, a continuação da série deixou a desejar na opinião de vários fãs, que criticaram o excesso de violência e cenas pesadas demais. Felizmente, a equipe parece ter ouvido os fãs, já que a terceira temporada começa focando principalmente na relação entre as mulheres.

Ao invés de estrear com um episódio, como a maioria dos seriados costuma fazer, The Handmaid’s Tale começou seu terceiro ano divulgando os três primeiros capítulos, com 50 minutos cada. Uma escolha ousada, já que a duração total ultrapassa até os filmes mais demorados, mas após assistir fica claro que o objetivo foi passar uma mensagem: no meio de tanto caos e tristeza, ainda há esperança para as mulheres de Gilead.

A interação e sororidade entre elas é o grande foco deste começo. Depois de tudo o que passaram juntas, June (Elisabeth Moss) e Serena Joy (Yvonne Strahovski) estabeleceram uma relação de respeito mútuo que ecoa em várias cenas. Uma, particularmente especial, tem a protagonista se dirigindo diretamente para Serena e ignorando a presença do Comandante Fred (Joseph Fiennes), que está na mesma sala, mas é ignorado pelas mulheres. Tal momento é catártico porque mostra como a presença masculina é irrelevante: ali apenas June pode entender a dor de Serena.

Esses momentos de sororidade se repetem entre June e outras aias; June e Marthas e até mesmo entre Serena e a Martha que atende sua casa, em um momento delicado e inédito nas três temporadas. Tais cenas funcionam por conta do bom roteiro, que dá falas poderosas para essas mulheres, e pela atuação do elenco. Elisabeth Moss expressa no rosto de June todas as dores pelas quais a personagem já passou e entrega um contraponto interessante: ela mostra força no meio da fraqueza e fraqueza em momentos de força. Nada disso é exagerado ou caricato: uma tremida nos lábios, um olhar baixo ou uma respiração mais profunda já são o suficiente para mostrar as camadas da protagonista.

O mesmo acontece com a Serena de Strahovski. Agora em uma posição muito mais frágil do que nas temporadas anteriores, Serena chora ao perceber seu papel naquela sociedade, fica angustiada ao perceber que não há o que fazer, mas, ainda assim, tira forças para mergulhar (literalmente) em algo novo e deixar o antigo para trás. Essa narrativa da personagem fica muito clara no primeiro episódio, quando há uma belíssima cena com fogo, e no terceiro, em uma sequência na água. Serena mudou após o desfecho do segundo ano e essa dualidade é o que torna a personagem tão interessante, se não mais, do que June.

Tecnicamente, The Handmaid’s Tale está em seu melhor. Como já citado, há uma cena com fogo que destaca tanto a bela fotografia, quanto a trilha sonora. O hábito de tocar músicas “modernas” como contraponto já não aparece tanto, mas quando isso acontece é catártico e vale a pena ir atrás das letras para entender porque tal canção foi colocada em tal momento. Aliás, essa é a grande sensação com este começo da terceira temporada: nada está em tela por acaso. Cada luz com uma cor diferente, cada ângulo de câmera, cada figurino comunica algo extremamente importante para o que está acontecendo e dá gosto passar o olho pela tela e reparar em todos os detalhes.

Ainda há violência em The Handmaid’s Tale, mas foco da terceira temporada, pelo menos por enquanto, é mais na violência psicológica do que física. June tem grandes embates com o Comandante Joseph Lawrence (Bradley Whitford), antes de reunir forças para contra atacá-lo. Cenas de punições físicas são escondidas e dão lugar à diálogos crus que fazem June chorar e se sentir sem forças. Porém, como citado anteriormente neste texto, o grande trunfo da personagem é encontrar forças no meio de suas fraquezas e por isso June ascende, ainda que machucada, para ajudar em uma rede de resistência formada por mulheres.

Aliás, é curioso perceber como isso reflete a própria jornada de The Handmaid’s Tale. A terceira temporada chega forte, mas sem precisar de cenas viscerais. A força está nos detalhes, no roteiro bem escrito, em duas personagens que se olham à distância e reconhecem as dores uma da outra. Se continuar assim, a temporada tem tudo para levar todos os prêmios possíveis.

Desenvolvedores processam Apple por práticas anticompetitivas

Eles acusam a empresa de monopolizar a venda e distribuição de aplicativos para iPhones

O processo questiona o fato de a Apple ficar com 30% de comissão nas vendas de aplicativos

Dois desenvolvedores processaram a Apple nesta terça-feira, 4, por práticas anticompetitivas. Eles acusam a empresa de monopolizar a venda e distribuição de aplicativos para iPhones – a Apple exige que todo software seja vendido ou comprado por meio da loja de aplicativos App Store. A notícia é do site The Verge

O processo questiona o fato de a Apple ficar com 30% de comissão nas vendas de aplicativos e também critica a taxa anual de US$ 99 que a empresa cobra de desenvolvedores. No documento, as cobranças são descritas como “exorbitantes”. Os desenvolvedores esperam que outros colegas se unam à causa, para iniciarem uma ação coletiva. 

No mês passado, a Suprema Corte dos Estados Unidos autorizou esse tipo de processo antitruste contra a Apple. A autoridade esclarece que ainda não há uma decisão sobre se a Apple realmente tem um monopólio ilegal em sua loja de aplicativos. Se a empresa for de fato condenada, isso poderia significar uma perda considerável para a companhia, já que a App Store corresponde a uma grande fatia de seu negócio. 

O momento é delicado para a Apple receber um processo antitruste: o Congresso americano, o Departamento de Justiça e a Comissão Federal do Comércio vão investigar ações anticompetitivas de empresas de tecnologia como Google, Apple, Amazon e Facebook. Nesta segunda-feira, 3, a ameaça de investigação fez com que as empresas perdessem US$ 131 bilhões em valor de mercado na bolsa de valores americana.