Ren Pidgeon Exclusively for Fashion Editorials with Krini Alejandra

Model: Kirini Alejandra at Chadwick Models

Photographer: Ren Pidgeon. Stylist: Meggy Smith. Hair & Makeup Artist: Janice Wu. Model: Kirini Alejandra at Chadwick Models.

Top Brigitte Herskind Pants Diida Shoes Stuart Weiztman Earrings Mounser
Dress Samantha Lentini Tights Voodoo
Jumpsuit Misha Coat Brigitte Herskind Earrings Ferragamo
Bodysuit Oglia-Loro Couture Tights Voodoo Boots Barbara Bui Earrings Peter Lang
Dress Second Female Tights Voodoo Boots Stuart Weitzman Earrings Mounser
Dress Oglia-Loro Couture Tights Voodoo Heels Stuart Weitzman

Lorena Maraschi on the cover of L’Officiel Brasil | June 2019

Lorena Maraschi on the cover of L’Officiel Brasil | June 2019. SHot by Eduardo Rezende.

Jessica Biel faz campanha contra vacinas

A atriz deu seu apoio ao ativista Robert F. Kennedy Jr, que tem opiniões contrárias à vacina
MARIE CLAIRE

Jessica Biel (Foto: Reprodução/Instagram)

Jessica Biel deu seu apoio à campanha contra vacinas nos Estados Unidos, na terça (11), nos Estados Unidos.

A atriz apareceu na Assembleia Estadual da Califórnia para dar apoio ao ativista ambiental Robert F. Kennedy Jr., que alega que as vacinas são inseguras. De acordo com a publicação Daily Beast, que deu a história com exclusividade, Jessica acredita que as vacinas podem causar complicações às crianças. 

Ela, que é casada com o cantor Justin Timberlake e mãe de Silas, de quatro anos, não pretende vacinar o filho. 

Jessica Biel e Robert F. Kennedy Jr. (Foto: Reprodução/Instagram)

Rival do YouTube, Facebook Watch dobrou número de usuários mensais

A rede social também anunciou mais parcerias com emissoras internacionais e produtoras
Por Agências – Reuters

O Facebook lançou o Facebook Watch no ano passado

O Facebook informou nesta quarta-feira, 12, que o número de usuários mensais de seu serviço de vídeo, o Watch, dobrou desde dezembro. A empresa também anunciou mais parcerias com emissoras internacionais e produtoras – mais um tentativa da rede social de competir com o YouTube.

Cerca de 720 milhões de pessoas por mês e 140 milhões de pessoas por dia gastam pelo menos um minuto diariamente no Facebook Watch, informou a empresa. Em dezembro do ano passado, esse número era bem menor: cerca de 75 milhões de pessoas acompanhavam o serviço. A empresa lançou o Watch globalmente no ano passado, um ano depois de ter sido lançado nos Estados Unidos. 

O Facebook anunciou parcerias com produtoras globais para trazer à plataforma Watch programas populares como o The Voice da Alemanha, bem como os destaques de jogos esportivos. A empresa também está investindo em seu próprio conteúdo original para o serviço.

Criador de ‘Chernobyl’ pede que visitantes respeitem local de tragédia

Craig Mazin citou fotos publicadas em redes sociais

Visitantes tiram fotos na vila abandonada de Kopachi, perto da Usina Nuclear de Chernobyl. Foto: Valentyn Ogirenko/Reuters

A série Chernobyl, da HBO, fez tanto sucesso que provocou um boom de turismo para a cidade fantasma onde a tragédia nuclear aconteceu. Uma agência de turismo local relatou um aumento de 40% nas reservas desde que a produção estreou em maio.

Nesta terça-feira, 11, Craig Mazin, criador da série, enviou um recado para os visitantes – que parecem não estar levando a catástrofe a sério.

“É maravilhoso que Chernobylinspirou uma onda de turismo até a Zona de Exlusão. Mas sim, eu vi as fotos por aí. Se você visitar [Chernobyl], por favor, lembre-se que uma terrível tragédia aconteceu ali. Comportem-se com respeito por todos que sofreram e se sacrificaram”, disse Mazin no Twitter.

Na mesma rede social, um internauta compilou algumas fotos consideradas desrespeitosas de pessoas em visita ao local do desastre.

Craig Mazin visitou Chernobyl antes de escrever o programa e disse a respeito da experiência: “Não sou um homem religioso, mas aquilo foi a coisa mais religiosa que jamais sentirei”.

Em ‘Madame X’, Madonna volta multifacetada e experimental

A cantora Madonna, que lança o álbum ‘Madame X’

No jogo do pop, Madonna nunca ficou no mesmo lugar. As regras mudaram: quando a jovem cantora de Like a Virgin emplacou seu primeiro número 1 nas paradas, em 1984, ela tinha tempo suficiente para trabalhar uma música por vez, uma apresentação por semana, uma polêmica por disco. Hoje, 35 anos depois, as novidades surgem e somem das listas de streaming com a mesma velocidade. O time de Madonna parece ter entendido o recado.

Em menos de três meses, cinco singles de Madame X foram lançados: já conhecemos o reggaeton de Medellín, a politização de I Rise, o R&B de Crave, a questionadora Future e a densa Dark Ballet. A cantora, que mora em Portugal desde 2017, mergulhou em um verdadeiro caldeirão de influências para criar seu 14.º álbum de estúdio.

O motivo da mudança, segundo ela, foi a paixão de seu filho David Banda pelo futebol. Aos 13 anos, o jovem já tem um contrato com o Benfica, um dos principais times do futebol europeu. “Fiz o meu melhor para encontrar as melhores escolas com os melhores treinadores, mas a América é atrasada neste campo em comparação com o resto do mundo”, justificou Madonna em entrevista à Vogue italiana.

Uma vez em terras lusitanas, ela teve encontros com produtores e músicos locais e começou o processo de gravação de seu novo álbum. Desde então, dividiu-se entre gravações na capital Lisboa, Londres, Los Angeles e Nova York. O resultado disso é um disco que se mostra como um dos menos coesos e mais experimentais de sua vasta discografia. Esqueça o pop eletrônico de MDNA (2012) e o hermético Rebel Heart (2015).

Sob sua nova persona (“Madame X é uma agente secreta, uma instrutora de chá chá chá, uma professora, uma mãe, uma chefe de Estado, uma cantora de cabaré, uma santa, uma prostituta”), Madonna foi do pop latino com Maluma no carro-chefe Medellín ao inusitado funk Faz Gostoso com Anitta – que, ao contrário do que parece, não é – funk carioca mas sim português, lançado originalmente pela cantora luso-brasileira Blaya em 2018.

Para atacar o mercado norte-americano, em maio ela lançou Crave, em parceria com o rapper Swae Lee. Sem perder tempo, no último dia 7 a escolha para single foi Dark Ballet, um pop orquestrado com muitos efeitos de Auto-Tune à la Daft Punk, sob medida para os mercados europeus.

Em alguns momentos, a impressão que fica é de que a cantora está atirando para todos os lados. Ninguém pode negar, porém, que a multifacetada Madame X ainda tem muito a dizer. O lançamento mundial está marcado para a próxima sexta-feira, 14. Os próximos meses dirão se sua ousada estratégia deu certo. (Gabriel Pinheiro)

Facebook teme que e-mails revelem que Zuckerberg sabia de problemas de privacidade, diz Wall Street Journal

Segundo apuração do ‘Wall Street Journal’, equipe da rede social encontrou emails em que executivo levanta dúvidas sobre compartilhamento de dados com terceiros – o que pode afetar a companhia em futura investigação

Mark Zuckerberg ocupa hoje o cargo de presidente executivo e presidente do conselho do Facebook

Há um novo temor rondando o Facebook: que venham à tona e-mails que mostrem que seu presidente executivo e fundador,Mark Zuckerberg, tinha ciência de práticas problemáticas que a empresa praticava quanto à privacidade de seus usuários. Segundo reportagem publicada nesta quarta-feira, 12, pelo jornal americano Wall Street Journal, a equipe da gigante de tecnologia encontrou e-mails em que o executivo levanta dúvidas sobre algumas práticas de compartilhamento de dados dos usuários com empresas terceiras. 

A equipe do jornal não teve acesso direto ao conteúdo das mensagens, mas sim a descrições do que elas continham – conforme a publicação, há a sugestão de que Zuckerberg sabia de problemas potenciais da plataforma. É algo que pode complicar a situação da empresa, atualmente sob investigação da Comissão Federal do Comércio americana (FTC, na sigla em inglês)

Se os emails forem incluídos no processo, ainda em andamento, o Facebook pode enfrentar multas e punições maiores que o previsto – nos resultados financeiros deste ano, a empresa estimou que terá de pagar entre US$ 3 bilhões e US$ 5 bilhões à autoridade regulatória americana. O inquérito tenta entender se, com o caso Cambridge Analytica, o Facebook violou um acordo feito com a FTC em 2012 – no pacto, a empresa se comprometeu a cuidar da privacidade dos dados de seus usuários. 

Nos últimos dois anos, vale lembrar, o Facebook está imerso em escândalo quanto ao uso de dados, seja no caso Cambridge Analytica ou no fornecimento de informações a parceiros como fabricantes de celular e outras empresas. Com a publicação da notícia, as ações da empresa estavam em queda de 1,87%, às 13h42 (horário de Brasília). 

Em resposta à reportagem do Wall Street Journal, o Facebook enviou um comunicado à imprensa americana, dizendo que “colabora completamente com a investigação da FTC, fornecendo dezenas de milhares de emails, documentos e arquivos”. Um porta-voz da empresa acrescentou: “O Facebook e seus executivos, incluindo Mark Zuckerberg, sempre cumpriram com as regras vigentes. Em nenhum momento Mark ou outro funcionário do Facebook violaram as obrigações da empresa com a FTC.” 

Café vegano em Jerusalém se rebela contra ultraortodoxos

População ultrarreligiosa cresce em tamanho e influência e afeta vida cotidiana dos israelenses
Loveday Morris e Miriam Berger / THE WASHINGTON POST, O Estado de S.Paulo

Alex Dvorkin no café Bastet: luta pelo secularismo Foto: Loveday Morris / WashingtonPost

O Bastet, um café vegano e aberto aos LGBTs, com suas mesas espalhadas na calçada no centro de Jerusalém, é um oásis secular para os moradores que gostam de tomar uma bebida para relaxar numa cidade que praticamente fica imobilizada no sábado em razão do shabat. Mas, a cada semana, um grupo de ultraortodoxos desfila em frente ao café, mostrando seu desagrado com o desacato ao dia de descanso.

Num sábado recente, as funcionárias do café decidiram reagir, levantando suas camisetas e mostrando o sutiã, numa tentativa de afastar os manifestantes. O confronto é o reflexo de uma tensão observada em Israel hoje a respeito da real natureza do Estado, fundado por sionistas seculares, mas com uma população ultrarreligiosa que cresce em tamanho e influência.

Essa tensão ficou bem à mostra no mês passado, ao frustrar os esforços do premiê Binyamin Netanyahu para formar um novo governo e levar uma nação atônita às urnas pela segunda vez este ano. Netanyahu necessitava de duas facções concorrentes, secular e religiosa, para formar uma maioria no Parlamento e elas ficaram num impasse diante da legislação que propõe a obrigação do serviço militar pelos ultraortodoxos, como os demais judeus.

Os partidos ultrarreligiosos se opõem à medida. No entanto, Avigdor Lieberman, ex-ministro da Defesa, ultranacionalista, resiste à influência dos ultraortodoxos. As pessoas que o cercam dizem que a questão do alistamento militar se insere na sua preocupação mais abrangente com uma comunidade minoritária que recebe benefícios sociais e isenções fiscais do Estado e contribui menos do que os outros judeus que pagam impostos. Influências externas, como filmes, internet  ou conviver com israelenses seculares são desencorajadas, quando não proibidas.

Os ultraortodoxos formam uma comunidade religiosa que abrange uma série de seitas que decidiram se segregar da sociedade israelense para levar uma vida em que a observância religiosa é primordial. Na fragmentada democracia parlamentar israelense, os partidos políticos que representam os ultraortodoxos se tornaram poderosos e influentes nos últimos anos.

Para israelenses como Klil Lifshitz, jovem lésbica de 28 anos que abriu o café Bastet, há dois anos e meio, o espaço que vem diminuindo para o secularismo é preocupante.

“Eles têm cada vez mais poder”, disse ela, referindo-se aos ultraortodoxos. “Enquanto continuarem a ter poder na formação de coalizões e governos, basicamente vão ter o que desejam.”

Foi durante uma costumeira manifestação no mês passado, convocada pelos ultraortodoxos para protestar contra o que qualificam como um desacato ao sabath, quando o país hospedou o concurso Eurovisão da canção, que as garçonetes do café decidiram assumir uma posição. E disseram que seu objetivo foi proteger suas mesas e mostrar seu ponto de vista ideológico.

Desde então, eles fizeram uma pausa nos seus protestos. “É uma vitória”, disse Mira Ibrahim, uma das garçonetes que decidiu tirar a camiseta, embora a sensação de triunfo tenha sido ofuscada pela reação dura da polícia contra os manifestantes que deixou o pessoal do café incomodado. Mas, embora a equipe do café Bastet tenha vencido uma pequena luta, a batalha maior só deve se intensificar. Os ultraortodoxos, conhecidos como haredim, formam 12% da população, mas constituem o segmento de israelenses que mais cresce com as mulheres dando à luz uma média de 6,9 filhos.

Nos primeiros dias do Estado de Israel, muitos ultraortodoxos se opunham ao movimento sionista secular que criou a nação, temendo que ele eliminasse sua forma de judaísmo. Hoje seu poder é cada vez maior no Parlamento de 120 membros e recentemente conquistaram 16 assentos, para promover seus interesses.

E não são apenas eles que insistem que Israel seja governado segundo as leis religiosas. Na segunda-feira Netanyahu rejeitou apelos do seu aliado político Bezalel Smotrich, um judeu religioso – não ultraortodoxo – para o sistema judiciário de Israel ser fundamentado na lei judaica.

“Israel não será um Estado  ‘halacha’” “, disse Netanyahu no Twitter, usando o termo para a lei judaica baseada no Talmude.

Um Estado religioso é o  desejo de  Avraham Menkes, rabino ultraortodoxo, que considera o recrutamento militar uma ameaça à sua comunidade. Segundo ele, o serviço nacional tem por fim tirar os imigrantes judeus de um cadinho de culturas de todo o mundo e dar a elas uma identidade uniforme.

Menkes dirige o Comitê para salvar o Mundo do Torá, grupo que realiza protestos contra as iniciativas de alistamento dos membros da sua comunidade. Por seu ativismo foi preso dez vezes. Na parede do seu apartamento em Jerusalém está a foto de um protesto realizado há dois anos. Um grupo de manifestantes se reúne nas ruas e fica sentado de costas sendo molhados pelos canhões d’água da polícia.

“Estou nessa foto”, disse ele, explicando que se ocultava sob o casaco preto, parte do traje tradicional ultraortodoxo. A questão do alistamento militar veio à tona em 2017 quando a Suprema Corte decidiu que isentar os radicais religiosos do serviço militar era ilegal e pediu ao Parlamento para elaborar uma nova lei, mais equitativa.  (Em Israel os homens devem prestar o serviço militar por quase três anos, e as mulheres dois anos).

As isenções para a população haredim existem desde o nascimento de Israel. Em 1949 o fundador do país, David Ben-Gurion, concedeu a isenção para 400 estudantes religiosos porque muitos estudiosos judeus morreram no Holocausto. Desde então o seu número disparou. A questão do alistamento militar tem alimentado a ira de muita gente da população em geral. O emprego entre os homens ultraortodoxos é de apenas 50%, pois muitos preferem os estudos religiosos. O governo os apoia com isenções de impostos e pagamentos de polpudos benefícios.

“Os israelenses que servem o Exército e trabalham muito para sobreviver acham que eles são parasitas e vivem do dinheiro que recebem do governo que usa os impostos que pagamos para isso”, disse Carlo Strenger, professor de filosofia e psicologia da Universidade de Tel-Aviv, que tem alertado que Israel está se destruindo pelo medo e ressentimento. Para ele, uma estrutura federativa, que ofereça aos ultraortodoxos e cidadãos árabes em Israel uma maneira de viver sem se sentirem em perigo seria a resposta.

Liberman trata como prioridade a aprovação de uma nova lei que estabelece cotas de alistamento para os ultraortodoxos e multa as escolas religiosas que não cumprirem a ordem. Aryeh Vishnevetsky, porta-voz do partido Yisrael Beitenu, de Lieberman, afirmou que o tratamento igual é uma questão de princípio. E é por isso que o partido também exigiu que os tribunais formados por rabinos ultraortodoxos  retirem seu pedido para que alguns imigrantes russos realizem testes de DNA para provar sua herança judaica.

Essas preocupações são parte da resistência às demandas dos ultraortodoxos que prejudicam a vida secular, como a exigência de fechamento dos supermercados aos sábados, afirmam os partidários de Lieberman.

Mas eles dizem que não querem mudar a maneira como os religiosos vivem suas vidas. “Não queremos transformar ninguém numa pessoa secular”, disse Vishnevetsky, acrescentando que é mais fácil para os haredim encontrarem trabalho depois de prestarem o serviço militar. Mas, na opinião de Menkes, todos os jovens haredim que são alistados perdem sua religião. Recentemente foi seu sobrinho que tirou seu quipá depois de prestar o serviço militar. “Ele foi para o Exército como um haredi e agora diz que descobriu o mundo”, disse ele.

Na loja da esquina a alguns metros da rua no bairro de Shmuel Hanavi, em Jerusalém, Haim, de 26 anos, relatou como prestou o serviço militar contra a vontade da família. Embora ainda use o quipá preto e o traje branco e preto dos haredim,  disse que agora é ateu, mas já se considerava secular mesmo antes de ir para o Exército. Segundo ele, para muitos ultraortodoxos que buscam uma saída, o Exército oferece uma.

“É uma porta de saída da comunidade. Os rabinos aqui têm medo de que as pessoas se relacionem com gente de fora. O Exército é um desses lugares, em que elas se misturam com indivíduos seculares.”

Há um ano e meio ele concluiu o serviço militar e mudou de casa por “razões econômicas”. Encontrar um emprego é difícil para os que deixam a comunidade porque sua formação se concentra em estudos religiosos. Sua família permitiu que ele retornasse para casa sob algumas condições, incluindo a maneira de se vestir.

Haim disse que muitas pessoas no seu bairro estão furiosas com Liberman. Elas o acusam de provocar uma disputa religiosa em busca de poder ou de uma vendeta pessoal contra Netanyahu. Mas depois da posição de Liberman com relação ao alistamento, ele disse que pensa em votar nele.

Embora muitos fora de Israel considerem o conflito com os palestinos a luta decisiva de Israel, Haim disse que o confronto entre esses dois mundos – o religioso e o secular – é o mais catastrófico e certamente vai se intensificar no futuro, à medida que a população ultraortodoxa cresce.

Ele prevê que Israel chegará ao momento mais crítico quando o equilíbrio entre as comunidades judaicas não mais se sustentarem e os judeus seculares começarem a deixar Israel porque se tornou um país muito repressivo. “Num determinado ponto o país vai se romper”, alertou. / TRADUÇÃO DE TEREZINHA MARTINO