O Escolhido | Elenco e equipe falam da série nacional da Netflix em vídeo

Seriado de terror chega ainda em junho
ARTHUR ELOI

Durante um evento para jornalistas em São Paulo, a Netflix divulgou um novo vídeo de O Escolhido, série de Raphael Draccon Carolina Munhóz, que traz a produção e elenco falando sobre o projeto.

Na trama de O Escolhido, três jovens médicos são enviados a um vilarejo remoto no Pantanal para vacinar seus moradores contra uma nova mutação do vírus Zika. Mas os esforços médicos são recusados e eles percebem que a comunidade é devota de um líder enigmático, que diz curar doenças sem usar medicina. Com essa temática, a ideia da série é criar um embate entre fé e ciência. Ao todo serão seis episódios.

Estão no elenco nomes como Paloma Bernardi, Gutto Szuster, Pedro Caetano, Alli Willow, Tuna Dwek, Mariano Mattos Martins, Lourinelson Vladmir e Renan Tenca. A estreia acontece em 28 de junho.

Tasha Tilberg – Porter Magazine #33 Summer Escape 2019 By Jean Pierrot

Escape Essential   —   Porter Magazine #33 Summer Escape 2019   —   www.net-a-porter.com
Photography: Jean Pierrot Model: Tasha Tilberg Styling: Helen Broadfoot Hair: Franco Gobbi Make-Up: Jenny Combs

‘Euphoria’: Conselho de pais dos EUA pede fim da transmissão da série

Pedido foi feito antes mesmo de a produção ir ao ar com a justificativa de que estaria comercializando conteúdo adulto para adolescentes

Hunter Schafer e Zendaya na série ‘Euphoria’. Foto: Eddy Chen/HBO

Um grupo de vigilância da mídia está pedindo que a empresa AT&T, que controla a HBO, pare de transmitir a série Euphoria, que estreou no último domingo, 16, no canal de televisão. O pedido foi feito antes mesmo de a produção ir ao ar.

Criada por Sam Levinson, a produção segue um grupo de estudantes do ensino médio “enquanto eles navegam em amor e amizades em um mundo de drogas, sexo, trauma e mídias sociais”, diz a descrição oficial.

Por conta disso, o presidente do Conselho Parental de Televisão dos Estados Unidos, Tim Winter, alertou em um comunicado à imprensa que a “HBO, com seu novo programa centrado no ensino médio Euphoria, parece estar publicamente, intencionalmente comercializando conteúdo adulto extremamente gráfico – sexo, violência, profanação e uso de drogas – aos adolescentes e pré-adolescentes”.

Em entrevista à Fox News, ele disse que, apesar de a HBO ter dito que o programa era para adultos, esse conceito “foi totalmente refutado porque [Levinson] disse que ‘os pais vão pirar com esse programa’. Essa é uma demonstração de quem ele está mirando com essa série. A HBO agora está comercializando internacionalmente esse conteúdo para crianças”.

A série tem sido duramente criticada por quem considera seu conteúdo muito explícito para o público adolescente. De fato, a produção pode ser perturbadora, tanto que a protagonista Zendaya publicou um comunicado em seu perfil no Instagram alertando os telespectadores interessados na série. O presidente de programação da HBO, Casey Bloys, havia dito que “Euphoria não é para todos”.

D.O.M. sai da lista dos 50 melhores do mundo e Oteque entra para o ranking em 100º lugar

Com a lista ampliada para 120 posições, em vez de apenas 100, 50 Best divulga a seleção dos restaurantes classificados entre o 51º e o 120º . Pela primeira vez em 18 anos de prêmio D.O.M fica fora da lista principal

O chef. Landgraf na cozinha do seu novo Oteque no Botafogo
O chef. Landgraf na cozinha do seu novo Oteque no Botafogo Foto: João Grinspum Ferraz

World’s 50 Best Restaurants, o ranking dos melhores restaurantes do mundo, acaba de divulgar a “segunda parte” de sua seleção. Pela primeira vez em 18 anos, a lista incluiu 120 posições, em vez das tradicionais 100, e a mudança foi feita este ano em homenagem aos 120 anos da S.Pellegrino, marca que patrocina o evento. 

Pela primeira vez, também, o brasileiro D.O.M., de Alex Atala, ficou fora da lista dos 50 melhores do mundo, caindo de 30º em 2018 para 54º desta vez.  O D.O.Mjá esteve no topo da lista: em 2012, a casa paulistana ocupou o 4º lugar. Desde então vem perdendo posições no ranking internacional.

A notícia boa é que tem brasileiro novo na lista: o carioca Oteque, do chef Alberto Landgraf, entrou para a seleção no 100° lugar. 

O paulistano Maní, da chef Helena Rizzo, e o carioca Lasai, de Rafael Costa e Silva, que já figuravam no rol dos 100 melhores desde o ano passado, subiram de posição para a 73ª e a 74ª colocação, respectivamente. Em 2018, o Maní estava em 87º e o Lasai em 100º.

A grande expectativa dos brasileiros para a lista principal, que será anunciada com festa em Cingapura no dia 25 de junho, é de que  Casa do Porco esteja entre os 50 melhores do mundo no ranking de 2019. O restaurante de Jefferson Rueda apareceu pela primera vez na lista no ano passado, na 79º posição. E não está na seleção de 51º a 120º, o que pode indicar sua subida; Veja a lista completa aqui

Prêmios já divulgados

A francesa Jessica Préalpato foi eleita a melhor confeiteira do mundo em 2019, título concedido dentro da premiação do 50 Best. Com apenas 33 anos, ela comanda, desde 2015, a confeitaria do restaurante do chef Alain Ducasse no Hotel Plaza Athénée, em Paris, detentor de três estrelas Michelin

Já a americana Daniela Soto-Innes foi eleita a melhor chef mulher do mundo. A texana de 28 anos é a mais jovem a receber o prêmio que, no ano passado, foi para a irlandesa Clare Smyth , do Core, em Londres. 

Lido 84,da Itália, foi classificado como o restaurante para ficar de olho e o chef espanhol José Andrés levou o título de ícone mundial, pelo seu trabalho humanitário. 

Mudanças em 2019

Em janeiro deste ano, a organização do prêmio anunciou grandes mudanças no tradicional ranking com o objetivo de modernizar e criar uma nova dinâmica para a lista.

A partir de agora, todos os restaurantes que já alcançaram o topo e os que vierem a alcançar não poderão mais participar nos anos seguintes. Eles entram para um novo grupo, batizado como “Best of the Best” (os melhores dos melhores), que vai reunir todas as casas que já ficaram em primeiro lugar. Nos 17 anos da premiação, apenas sete chegaram ao topo: El Bulli (Catalhunha; 2002, 2006 a 2009), The French Laundry (Califórnia; 2003 e 2004), The Fat Duck (Reino Unido; 2005), Noma (o primeiro endereço em Copenhague; 2010, 2011, 2012 e 2014), El Celler de Can Roca(Catalunha; 2013 e 2015), Osteria Francescana (Módena; 2016 e 2018) e Eleven Madison Park (Nova York (2017).

O “Best of the Best” será lançado oficialmente na próxima cerimônia dos 50 melhores restaurantes do mundo.

Também foram anunciadas novidades na banca avaliadora. Agora, o júri composto por 1.040 pessoas será 50% feminino e 50% masculino. A nova política de paridade de gênero adotada pela organização também incentiva os votantes a levar em consideração questões como representatividade e diversidade dos restaurantes na hora de votar.

Por fim, os organizadores prometem para o meio do ano o lançamento de uma plataforma digital e um guia completo de restaurantes e bares ao redor do mundo que já entraram nas listas ou foram indicados pelos jurados. 

Não foi dito se as mudanças também serão aplicadas aos rankings 50 Best regionais, da América Latina e da Ásia. 

Milan Fashion Week SS19 – Models off Duty

The models from Milan Fashion Week captured by Xinyi Zheng in the streets of Milan, in exclusive for Fucking Young!

Evento de empoderamento feminino tem “festival” de estereótipos

Clichês chamaram atenção em encontro da Atlas Schindler para celebrar assinatura dos “Princípios de Empoderamento das Mulheres”, documento da ONU
Por Marina Verenicz

Mulher: sobraram alguns clichês durante evento sobre empoderamento feminino (Westend61/Getty Images)

“Três mulheres trabalhando juntas é difícil de lidar”, disse Jóia Bergamo, à frente do escritório de arquitetura e design de interiores Jóia Bergamo.

A declaração foi dada durante um evento sobre empoderamento feminino nos setores imobiliário e de construção civil,  promovido pela Atlas Schindler, fabricante suíça de elevadores, escadas e esteiras rolantes, nesta terça-feira (18), em São Paulo.

O propósito do encontro era a assinatura por parte da multinacional da carta de adesão aos “Princípios de empoderamento das mulheres”, projeto da ONU Mulheres e do Pacto Global das Nações Unidas que visa promover a equidade de gênero em atividades sociais e econômicas.

Durante o debate, outros clichês chamaram atenção. “Não precisamos partir para o feminismo, para o exagero, para termos equidade de gêneros”; “A mulher completa o homem”; “Meus filhos encaram que é normal uma mãe trabalhar”; “Há quatro anos as mulheres saíram de casa e começaram a trabalhar”.  Diante das frases, pessoas da plateia se mostraram incomodadas. Houve quem deixasse o local.

No palco, além de Jóia, estavam Marici Santos, diretora de serviços e modernização da Atlas Schindler, Eduardo Zangari, engenheiro civil e diretor da Associação das Administradoras de Bens Imóveis e Condomínios de São Paulo (AABIC-SP), Gabriella Spinola, diretora do setor de compras da Accor, e Iná Quintas, sócia e diretora técnica da construtora e incorporadora Vértice.

Apesar de ser um evento para debater a promoção da diversidade, três dos debatedores disseram não ter políticas ativas que estimulem a representatividade de grupos minoritários em suas empresas. Para eles, é preciso contratar os melhores profissionais, independente do gênero, da cor ou orientação sexual.

Entre os convidados, estava Theo van der Loo, ex-CEO da Bayer. Conhecido por defender questões raciais e de gênero no mundo corporativo, o executivo pediu a palavra. Da plateia, ponderou que estavam sendo discutidas questões como cotas raciais, mas nenhum dos debatedores ali era negro. “A ausência dessas pessoas aqui não é porque não existem negros qualificados. Eu mesmo poderia indicar alguns para esse debate.”

Em resposta ao executivo, Márcia Pretti, gerente de contabilidade e coordenadora do Comitê de Diversidade & Inclusão da Atlas Schindler que mediava o debate, disse que erros fazem parte do processo de construção de políticas de igualdade.

Por telefone, van der Loo conversou com a VOCÊ S/A sobre o encontro. Ele lamenta o fato de, em geral, apenas homens brancos palestrarem. “Não é proposital. Pessoas privilegiadas acham que está tudo ótimo. Já os que sofrem têm outra visão.”

Sobre as declarações controversas, ele atenuou, dizendo que é preciso estar atento em como se posicionar sobre causas delicadas. “Devemos ter um comportamento adequado. Muitas vezes, as pessoas não se dão conta, falam no automático. Quando você se coloca no lugar do outro, você se dá conta da sua realidade”.

O debate estava previsto para acabar 11h30, mas terminou meia hora antes. Procurada, a assessoria da Atlas Schindler afirmou não ter, até a publicação dessa matéria, nenhum porta-voz disponível para falar sobre o assunto.

Em comunicado enviado à imprensa, Carlos Augusto Júnior, diretor de RH  e de pessoas da Atlas Schindler lembrou da importância de eventos para estimular o debate sobre diversidade. “Em um país como o Brasil, que deve levar mais de nove décadas para que mulheres se igualem aos homens, segundo dados do Fórum Econômico Mundial, estimular debates como este e se comprometer com o empoderamento feminino no ambiente corporativo é fundamental para que possamos melhorar este cenário e atuarmos como agentes ativos de um futuro mais igualitário, que possa ser desfrutado por homens e mulheres”, afirmou o executivo, em nota.

Ex-atriz pornô, a Shae de GoT ajuda a resgatar meninas que foram forçadas a casar

Sibel Kekilli em cena de Game of Thrones Imagem: Divulgação

“Sibel Kekilli é uma verdadeira heroína”, escreveu George R.R. Martin, autor dos livros As Crônicas de Gelo e Fogo, que deram origem a Game of Thrones. Em seu blog oficial, o escritor fez um post para falar sobre a atriz que viveu Shae na série da HBO, que já fazia parte da ONG Terre Des Femmes, que auxilia mulheres vítimas de violência, e agora também está em um novo projeto chamado PAPATYA, que resgata meninas que são sequestradas e forçadas a se casar.

“Sibel tem usado verba do seu próprio bolso para comprar computadores para essas garotas, além de criar um site de aconselhamento online que oferece ajuda para quem precisa”, escreveu o autor.

O autor elogiou a iniciativa da alemã. “Ela é mais do que uma atriz talentosa. Ela é uma pessoa do tipo gentil e bondosa também. Eu tenho orgulho em dizer que a conheço por ser uma mulher corajosa. Nesta era altamente politizada onde os famosos poderiam simplesmente ficar em silêncio e sorrir, Sibel nunca hesitou em falar o que pensa”, escreveu.

“Toda vez que ela fala, imediatamente vira alvo de abusos, ameaças de morte, xingamentos…E ela persiste mesmo assim”, concluiu, Martin.

Uma das primeiras retaliações que Sibel vivenciou veio da sua própria família. No início de carreira, a atriz fez filmes pornográficos, o que fez com que seus pais rompessem relações com ela.

Por causa de seu ativismo em defesa das mulheres, a atriz recebeu uma onda de ataques e ameaças em seu Instagram em 2017. A atriz fechou sua conta tornando-a privada e definiu seus agressores como “intolerantes e cheios de ódio”.

Décor do dia: tijolinhos aparentes e muitas plantas no hall de entrada

Mix de madeira e piso geométrico deixam decoração descontraída
POR PAULA JACOB | FOTO DIVULGAÇÃO

Muitas vezes o hall de entrada da casa ou do apartamento não possui muito espaço, por isso fica difícil imaginar uma decoração funcional e ao mesmo tempo inspiradora para o lugar. Este ambiente, do hotel Sister City, em Nova York, possui ideias ótimas para você aplicar. Começando pelo mix de revestimentos: o piso colorido com azulejo geométrico faz contraponto cromático com a parede de tijolinhos brancos, e as ripas de madeira à esquerda aquecem a decoração. Da mesma tonalidade da parede, surge uma estante de ferro, que recebe inúmeros vasos de plantaslivros para compor os nichos. Por ali, cadeiras de formatos, cores e tamanhos diferentes formam um círculo em torno da mesinha de madeira. Funcional e descontraído!