Cinco itens que vão ser hit neste verão europeu

Dos óculos de sol da Loewe com a Paula’s Ibiza à mini bolsa de palha de Jacquemus, abaixo uma seleção de peças para você fazer bonito nas praias europeias

Loewe X Paula’s Ibiza (Foto: Reprodução/Instagram)

Se você vai passar as férias em algumas das praias europeias badaladas, como Ibiza, Positano, Capri, St.Tropez e Mykonos, provavelmente já está pensando no que levar na mala. Para ajudar nesta tarefa, selecionamos cinco itens para você fazer bonito no verão europeu. 

Os óculos de sol da coleção Loewe X Paula’s Ibiza
Pela terceira vez, Loewe criou uma coleção com a boutique Paula’s Ibiza com itens super desejáveis para o calor. Entre os destaques, os óculos de sol cool e modernos que estão disponíveis em diferentes cores: do rosa pastel ao tons vibrantes azul, amarelo e vermelho. O acessório já foi aderido por nomes como o estilista Marc Jacobs e, com certeza, será muito usado nesta temporada europeia. 

Loewe X Paula’s Ibiza (Foto: Reprodução/Instagram)
A influencer Camila Guper usa biquíni da coleção de Adriana Degreas com a Cult Gaia (Foto: Reprodução/Instagram)
Biquíni da coleção de Adriana Degreas com a Cult Gaia (Foto: Reprodução/Instagram)

O biquíni com ilusão de ótica de Adriana Degreas
São muitos os biquínis de Adriana Degreas que caíram no gosto das fashionistas (entre eles o Tulle Stripe Triangle e o top em forma de concha usado por famosas como Bruna Marquezine e Marina Morena no verão brasileiro). Para a temporada de calor européia, Vogue aposta numa das peças da parceria com a hypada Cult Gaia: o top em tule transparente com uma faixa preta que cria efeito de ilusão de ótica. 

Brinco da coleção Escape da Aquazzura (Foto: Divulgação)

O brinco da coleção da Aquazurra com Rebecca de Ravenel
Edgardo Osorio se uniu à estilista americana Rebecca de Ravenel para desenhar brincos como parte da coleção Escape da Aquazurra, que já desembarcou no Brasil na loja do Shopping Cidade Jardim. O modelo em forma de coral vai dar um up imediato na sua produção. A linha conta ainda com bolsas e chapéus de palha criados em parceria com a italiana Le Niné Store

A nova bolsa de palha da Jacquemus (Foto: Imaxtree)
Kylie Jenner e a bolsa de palha de Jacquemus (Foto: Reprodução/Instagram)

A bolsa de palha em tamanho mini de Jacquemus
Depois do agigantado chapéu La Bomba conquistar as fashionistas e famosas no último verão, o francês Jacquemus emplacou mais um hit nesta temporada: a mini bolsa de palha. O acessório já foi visto nas mãoes de Kylie JennerSabrina SatoDua Lipa e Bruna Marquezine,que usou a bolsa no desfile de verão 2020 da grife, nos campos de lavanda de Valensole. Além de fazer bonito nas areias, a bolsinha transita facilmente para a cidade. Vale o investimento! 

Arizona Love (Foto: Reprodução/Instagram)
Sandália Trekky com estampa da bandana da Arizona Love (Foto: Divulgação)

As sandálias da Arizona Love
Procurando uma flat confortável e estilosa para curtir as férias? Nossa sugestão são as sandálias Trekky com estampa de bandana da Arizona Love, que são feitas à mão na França. O print dá um toque western ao modelo esportivo.  

Felipe Oliveira Baptista assume a direção criativa da Kenzo

Português substitui Carol Lim e Humberto Leon na grife

Felipe Oliveira Baptista 

Guardando mistério sobre seus próximos passos desde que deixou a Lacoste em maio de 2018, Felipe Oliveira Baptista finalmente revelou sua próxima empreitada: o português assume a partir de segunda-feira (01.07) a direção criativa da Kenzo, previamente sob o comando de Carol Lim e Humberto Leon, que se despediram com o desfile masculino no dia 23.06.

“O que nos levou a escolher Felipe entre os candidators é o fato de que ele tem uma abordagem artística global”, disse Sylvie Colin, CEO da Kenzo, ao WWD, “ele tem uma visão criativa em 360º e supervisionará a direção artística em todo o globo, lidando tanto com coleções quanto com comunicação.” Ainda sobre a escolha, a executiva comentou: “O estilo de Felipe é muito compatível com nosso DNA. É sobre uma certa sofisticação do cotidiano, silhuetas que são ao mesmo tempo chiques e esportivas, o que é basicamente a essência da Kenzo. Seu talento criativo é inovador, mas ao mesmo tempo suas roupas são enraizadas na vida real.”

Com début marcado para a temporada masculina de inverno 2020/2021, que acontece em fevereiro, Felipe contará também com a já consolidada parceria de sua mulher, Séverine Oliveira Baptista, com quem fundou a marca que leva seu próprio nome em 2003 (a etiqueta está em hiato desde 2014). 

Felipe Oliveira Baptista Collier Schorr

Ao WWD, Baptista disse que planeja conversar com o fundador da marca, Kenzo Takada, para definir seus próximos passos e visão. “Tudo que o senhor Takada fazia era envolto em alegria, elegância e um jovem e marcante senso de humor. Sua constante celebração da natureza e da diversidade cultural sempre foram e ainda permanecem como o coração da marca. Esses dois tópicos nunca foram tão relevantes e instigantes e serão fundamentais no futuro da Kenzo.”

Chloe Mallett for L’Officiel Kazakhstan with Johanna Jonsson

Photography: Chloe Mallett at One Represents. Styling: Miranda Almond at One Represents. Hair: Christos Kallaniotis. Makeup: Anita Keeling at One Represents. Model: Johanna Jonsson.

Meghan descobre que jogador do Red Sox é seu primo

Mookie Betts e Meghan Markle são parentes distantes

Mookie Betts e Meghan Markle se abraçaram antes do início do jogo Red Sox-Yankees de sábado, em Londres (Foto: MAJOR LEAGUE BASEBALL)

Duquesa de Sussex conheceu um membro da família distante, enquanto fazia uma visita surpresa ao Estádio de Londres para assistir ao primeiro jogo de beisebol da primeira divisão da Europa.

Meghan compareceu ao evento ao lado do Duque de Sussex, que estava lá cumprindo seu papel como o fundador dos Jogos Invictus.

Meghan e Mookie Betts se abraçaram e ele explicou: “Somos família de alguma forma”. Tudo aconteceu por causa de uma história publicada pelo Boston Globe que revelou que Betts e Markle são parentes distantes.

Jim McNiff, um genealogista de Burlington, Massachusetts, descobriu a ligação entre Betts e a atriz Meghan Markle, que estava noiva do príncipe Harry na época da publicação. A pesquisa voltou aos ancestrais da família há 150 anos no Alabama. Eles também tiveram uma conexão através de um casamento em 1920 entre o tio-avô de Betts e a tia-avó de Markle.

Betts achou a história divertida na época e perguntou se ele poderia conhecer Markle quando o Sox jogasse em Londres. E isso realmente aconteceu. O casal real visitou as duas equipes em seus clubes antes dos Yankees derrotarem o Red Sox, por 17 a 13.

“Eu não sabia que ela estava vindo. Eu sabia que ele [o Príncipe Harry] estava chegando ”, disse Betts. “Eu contei a ela sobre a história e ela riu e me deu um abraço. Ela não sabia disso. Eles provavelmente não acreditaram”, disse o jogador. 

Mas McNiff tem a prova, rastreando suas árvores genealógicas por gerações. “É muito legal que aconteceu”, disse Betts. “Eu não achei queiria conhecê-la, mas eu fiz.”

Ambas as equipas presentearam a realeza com um mimo para o seu primeiro filho, Archie, de 7 semanas de idade. Ele agora tem um macação do Red Sox e um macacão Yankees.

Polônia ameaça boicote à Ikea em debate sobre direitos LGBT

Varejista de móveis sueca demitiu um funcionário por causa de suas ações durante um evento corporativo de orgulho gay no país
Por Marek Strzelecki, da Bloomberg

Fachada da loja IKEA na Polônia

A Polônia ordenou procuradores para investigar a Ikea depois que sua unidade local demitiu um homem por causa de suas ações durante um evento corporativo de orgulho gay, enquanto as autoridades do partido governante ponderaram um boicote ao maior varejista de móveis do mundo.

O incidente vem depois que o político mais poderoso da Polônia, o chefe do partido governante Jaroslaw Kaczynski disse no período que antecedeu as eleições europeias do mês passado que o avanço dos direitos dos homossexuais é um “perigo grave” para as famílias da Polônia e o futuro da União Europeia.

Se confirmado pela investigação, o episódio mostra como as empresas estrangeiras na Polônia promovem atos de discriminação contra aqueles que não compartilham seus valores, disse o ministro da Justiça, Zbigniew Ziobro, à televisão pública TVP Info. “Isso é inaceitável”, disse Ziobro na sexta-feira. “É absolutamente escandaloso.”Veja também

O ex-funcionário da Ikea, identificado pela TVP Info como Tomasz K., disse à rede que foi demitido depois de se recusar a retirar um comentário crítico que postou na intranet da empresa durante um evento em solidariedade à comunidade LGBT. Ele disse que seu post incluía citações da Bíblia. “Eu estava abalado, fui contratado para vender móveis, mas sou católico e esses não são meus valores”, disse ele.

A cultura corporativa da Ikea é baseada na “liberdade de ideias, tolerância e respeito com cada funcionário, mas a empresa tem que reagir quando vê risco de quebra de dignidade de outros funcionários”, disse Katarzyna Broniarek, chefe de comunicações corporativas da Ikea Retail.

Patryk Jaki, integrante do partido governista e ex-vice de Ziobro, ofereceu ajuda legal a Tomasz K. e pediu um boicote à Ikea se as investigações concluírem que a varejista estava discriminando católicos.

A Ikea abriu sua primeira loja polonesa em 1991. Tem mais de uma dúzia de fábricas no país e quase a mesma quantidade de lojas de varejo. As fábricas polonesas produzem cerca de 4.000 produtos vendidos nas lojas da Ikea em todo o mundo.

Startups levam inovação para o mercado funerário

Empresas buscam criar processos alternativos para enterro e cremação, considerados pouco sustentáveis; no Brasil, ainda há poucas iniciativas nesse sentido
Por Giovanna Wolf – O Estado de S. Paulo

Katrina Spade, presidente executiva da startup americana Recompose

Há quem diga que a disrupção digital vai chegar a todos os lugares. Se setores como finançasadvocacia ou publicidade já têm soluções tecnológicas avançadas, outros, mesmo que inusitados, ainda engatinham na inovação – mas trazem grandes oportunidades. É o caso, por exemplo, do mercado funerário: ocupado tradicionalmente por empresas pequenas ou familiares, ele é avaliado em US$ 20 bilhões só nos Estados Unidos. Mas já há startups de olho nele, em ideias que vão de testamento online e comparação de preços de funerárias até novos processos para substituir enterros e cremações, considerados pouco sustentáveis. 

É o caso da startup americana Recompose, que criou um sistema para acelerar a transformação de um cadáver em um pequeno pedaço de solo, a partir do processo da compostagem. Durante um mês, o corpo é posto em contato com uma mistura química em um reservatório, a cerca de 50ºC. No fim do processo, o material é devolvido à família para os parentes plantarem uma árvore ou colocarem a terra em um jardim. Essa ideia fez com que a Recompose levantasse mais de US$ 7 milhões em investimento, desde 2018. 

“As pessoas querem novas opções e estamos ajudando os humanos a retornarem para seu ciclo natural”, disse a arquiteta Katrina Spade, presidente executiva da empresa. Para ela, a compostagem pode ajudar a reduzir emissões de carbono das cremações e ajudar cidades a aproveitar melhor espaços hoje ocupados por cemitérios. 

Projeto da sede da Recompose, que receberá famílias 
Projeto da sede da Recompose, que receberá famílias 

Por enquanto, o trabalho da startup não está em prática – no mês passado, o Estado de Washington se tornou o primeiro estado americano a permitir a compostagem de corpos. O plano da empresa é começar a operar em dezembro do ano que vem, incluindo uma sede para receber as famílias, com direito a espaços iluminados e design moderno. “Não somos só um aplicativo que você aperta um botão e o corpo vira solo. Precisamos ter contato com as pessoas”, disse Katrina. 

Quem tem uma ideia parecida é a startup americana Coeio, fundada em 2015, que desenvolveu uma veste especial, com cogumelos e microorganismos, para facilitar a decomposição dos corpos – a roupa custa US$ 1,5 mil e tem casaco, calça e capuz especiais. 

No Brasil, mercado ainda é incipiente

Por aqui, as startups que estão no setor têm conceitos mais modestos. Para Gisela Adissi, presidente do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep), o País está atrás dos EUA, mas já há sinais de mudança no setor. “Todo mundo está confortável fazendo seu trabalho, mas já vejo a indústria abrindo seus olhos”, afirma. 

Gisela Adissi, presidente do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep)
Gisela Adissi, presidente do Sindicato dos Cemitérios e Crematórios Particulares do Brasil (Sincep)

Um dos casos mais interessantes é o da WebLuto, um marketplace do mercado funerário – empresas usam a plataforma para anunciar serviços como sepulturas, atendimentos e cremações. A partir do banco de dados, usuários podem comparar produtos e pedir orçamentos. “Somos uma mistura de Uber e Hotel Urbano, só que com destino à eternidade”, afirma Siderlei Gonçalves, fundador da empresa. 

Fundada em 2018, a WebLuto por enquanto tem apenas 50 funerárias ativas em sua plataforma. “Nossa meta, a longo prazo, é ter ao menos uma funerária e um cemitério online em cada município do Brasil”, diz Gonçalves. Para usarem a plataforma, funerárias pagam uma assinatura mensal de R$ 99; já os cemitérios, R$ 199. Com 20 anos de experiência no setor funerário, o executivo reconhece que o mercado é difícil de ser desbravado, por ser pouco popular e tradicional.