Fashionistas criarão suas próprias versões da icônica camisa branca de Karl Lagerfeld

Nomes como Kate Moss, Cara Delevingne, Amber Valletta e Lewis Hamilton são alguns nomes que participarão do projeto “A Tribute to Karl: The White Shirt Project”, que será exibida na semana de moda de Paris, em setembro

Karl Lagerfeld e Kate Moss (Foto: Getty Images)

A camisa branca era peça-chave dos looks de Karl Lagarfed. Por isso, o item foi escolhido para ser reinterpretado por fashionistas amigos do estilistas, que morreu em fevereiro deste ano, em sua homanagem. Cara Delevingne, Diane Kruger, Kate Moss, Amber Valletta, Lewis Hamilton, Tommy Hilfiger, Alessandro Michele, Takashi Murakami, Carine Roitfeld, entre outros nomes irão desenhar suas próprias versões da white shirt. 

“Se você me perguntar o que eu mais gostaria de ter inventado na moda, eu diria a camisa branca. Para mim, a camisa branca é a base de tudo ”, disse ele uma vez. 

Batizado de “A Tribute to Karl: The White Shirt Project”, o projeto será supervisionado por Roitfeld, consultora de estilo da marca que leva o nome do estilista, e beneficiará a instituição de caridade francesa Sauver la Vie, que financia a pesquisa médica na Universidade Paris Descartes.

Sketch orginal da camisa branca que será usada para o tributo (Foto: Divulgação)

Todas as camisetas serão exibidas durante a semana de moda de Paris, em setembro, na sede da marca própria do kaiser, na Rue Saint-Guillaume. 7 modelos serão replicados 77 vezes e vendidos por 777 euros cada, com todo o lucro doado para a Sauver la Vie, que Lagerfeld apoiou – silenciosamente – por muitos anos. (7 era o número favorito do estilista, seu distrito preferido de Paris e o endereço de sua livraria na Rue de Lille.)

“Os participantes deste tributo são pessoas que Karl conhecia, a quem ele se sentia conectado ou que o inspirou”, disse Pier Paolo Righi, CEO da Karl Lagerfeld. “Depois de sua morte, muitas pessoas queriam compartilhar sua admiração por ele e expressar suas emoções.” 

Apple poderá lançar iPhone com notch menor em 2020

Aposta é que o Touch ID voltará com tudo!

Em 2018, a Apple lançou os iPhones XS, XS Max e XR

Enquanto a concorrência luta para se livrar do notch (aquele recorte para abrigar câmeras e outros sensores que ficam na parte frontal do aparelho) já em 2019, tudo indica que neste ano os iPhones terão, assim como no ano passado, o mesmíssimo entalhe.

Ou seja, caso isso se confirme, serão três longos anos com essa coisa nos impedindo de termos uma tela com um aproveitamento realmente incrível em iPhones. Mas as coisas poderão mudar em 2020 — pelo menos foi o que o analista mais famoso do mundo Apple, Ming-Chi Kuo, disse hoje em uma nota para investidores compartilhada pelo site chinês MyDrivers [Google Tradutor].

Para ser bem especifico, o Kuo informou que ao menos um iPhone lançado em 2020 será equipado com uma lente de câmera frontal menor, a fim de ser acomodada em um recorde menor do que o atual.

Já o China Times — citando um analista da firma de investimentos Credit Suisse na Ásia — afirmou[Google Tradutor] que a Apple planeja lançar um novo modelo de iPhone sem Face ID (e, consequentemente, o notch como conhecemos hoje) em 2020. Ainda de acordo com o analista, tal iPhone teria uma câmera frontal sob tela e um Touch ID “acústico” — corroborando rumores já comentados aqui por nós.

Já em 2021, o analista acredita que todos os três modelos lançados serão completamente livres do recorte, completando assim a transição para aparelhos com câmeras frontais e Touch ID sob a tela.

Resumindo: em 2019, segundo esses analistas, os iPhones ainda terão o notch; em 2020, dois modelos terão notch menores enquanto um deles não terá mais o recorte (com câmera e Touch ID sob a tela); já em 2021, todos os aparelhos teriam câmera e sensor de impressões digitais debaixo do display.

Será que a Apple voltará mesmo a apostar no Touch ID? Não custa lembrar que, nesta semana, a empresa veiculou um novo comercial para o iPhone destacando justamente o Face ID, afirmando que tal método de desbloqueio é mais simples e mais seguro que o leitor de impressões digitais. [MacMagazine]

VIA MACRUMORS

DC anuncia duas novas HQs adultas por Jeff Lemire, de Black Hammer

Autor escreverá minissérie do Coringa e também do Questão
ARTHUR ELOI

Joker: Killer Smile

DC anunciou duas novidades ao DC Black Label, selo de HQs voltadas ao público adulto – ambas escritas por Jeff Lemire, autor conhecido por Sweet Tooth Black Hammer.

O primeiro projeto será Joker: Killer Smile, que acompanhará um psiquiatra do Asilo Arkham investigando a mente do Coringa – com consequências desastrosas para Gotham CIty. Andrea Sorrentino, de Gideon Falls Arqueiro Verde, se encarrega da arte. A história terá três volumes, publicados a partir de 30 de outubro nos Estados Unidos.

The Question: The Deaths of Vic Sage

Já o segundo é The Question: The Deaths of Vic Sage, e reunirá Lemire com os artistas Denys Cowan (Raio Negro) e Bill Sienkiewicz (Cavaleiro da Lua). Continuação da fase de Dennis O’Neil com Cowan, a nova HQ do Questão mostrará o herói lidando com caos ao longo da história – do Velho Oeste à década de 1930. The Question terá quatro volumes, que passam a ser publicados a partir de 20 de novembro nos Estados Unidos.

Nenhuma das HQs tem previsão de chegada ao Brasil até o momento. 

Cineasta põe abuso sofrido na infância em ‘Inocência Roubada’

Originalmente uma peça de teatro, longa mostra as consequências da violência na vida da vítima agora adulta
Luiz Carlos Merten, O Estado de S.Paulo

Traumas. Conspiração do silêncio sabota o grito acusador Foto: FRANCE 2 CINÉMA

No original, chama-se Les ChatouillesAs Cócegas. No Brasil, ficou sendo Inocência Roubada. O longa de Andréa Bescond e Eric Métayer estreia nesta quinta, depois de integrar o recente Festival Varilux do Cinema Francês.

Originalmente, trata-se de uma peça de Andréa, codirigida por Métayer. Como em Graças a Deus, de François Ozon, também no Festival Varilux – e em cartaz nos cinemas –, o tema é o abuso infantil. No caso de Ozon, o abuso é institucional, praticado por agentes (um padre) da Igreja Católica. No de Andréa e Métayer, no âmbito da família.

Nada mais inocente, em princípio, do que brincar de cócegas. Mas o que a pequena Andréa, agora adulta, e chamada Odette, após muita análise – o filme é autobiográfico –, descobre é que as cócegas praticadas pelo amigo da família eram invasivas, abusivas. Pela força do tema, Inocência Roubada tem dado o que falar desde que passou numa mostra paralela de Cannes, no ano passado.

É o tipo do filme que questiona a família, a organização social. A criança pode ser uma vítima inocente, mas nem o pai nem a mãe dela inspiram confiança, muito menos a mulher do ‘tio’. A própria Odette levanta dúvidas quanto a ser uma narradora confiável, porque é a primeira a questionar o próprio hedonismo. É usuária de drogas, promíscua, faz piada disso. É como se existisse uma conspiração do silêncio para evitar assunto tão desagradável.

A questão do abuso, como a do assédio, liga-se muito à coragem de falar. Andréa expressa-se por meio da dança. O filme passa essa sensação de que a dupla de diretores está armando o gran finale, quando Odette vai, enfim, falar sobre o que nós, o público, vimos nos flash-backs da infância. Mas justamente porque já vimos – olha o spoiler –, Andréa e Métayer cortam o som, suprimem a palavra acusadora. É o aspecto que, desde Cannes, tem sido mais polemizado na abordagem de Inocência Roubada.

O filme evoca os clássicos – Senhorita Júlia, de Alf Sjoberg, e Morangos Silvestres, de Ingmar Bergman –, ao fazer com que Andréa adulta interaja com a menina que foi, mas a questão é por que a sociedade, por hipocrisia ou desejo de respeitabilidade, e as próprias vítimas muitas vezes sabotam o grito acusador.

Mostra de Cinemas Africanos chega a sua quarta edição em São Paulo

Com curadoria de Ana Camila e Beatriz Leal, mostra invade o CineSesc entre os dias 10 e 17 de julho
POR PAULA JACOB | FOTOS DIVULGAÇÃO

“Rafiki” é um romance lésbico ambientado em um lugar onde tais histórias de amor, na vida real e na tela, são proibidas por lei. É o primeiro filme queniano a ser exibido em Cannes e, mais importante, o primeiro filme com uma mensagem positiva sobre a homossexualidade para tocar nos cinemas quenianos.

Entre os dias 10 e 17 de julho, São Paulo recebe pela quarta vez a Mostra de Cinemas Africanos, que este ano toma conta das salas do CineSesc. A curadoria de Ana Camila e Beatriz Leal trouxe filmes inéditos e aqueles que são bem difíceis de termos acesso no Brasil para aproximar o público brasileiro da produção cinematográfica tão rica do continente africano. Ao todo, são 23 longas de 14 países diferentes – e a maioria deles é dirigido por mulheres, abordando culturas, ambientes e realidades variadas, tudo para enriquecer o repertório. Os ingressos vão de R$ 3,50 a R$ 12, podendo ser comprados na bilheteria ou pelo site do CineSesc. Para complementar a programação, o curso Cinemas Africanos em Perspectiva, ministrado por Beatriz Leal Riesco, acontecerá nos dias 11 e 12/07, das 19h às 22h, com valores de R$ 9 a R$ 30 – inscrição feita presencialmente no CineSesc. Confira a programação completa!

Programação

11 de julho (quinta-feira)

15h – Nora (Reino Unido, Estados Unidos, 2018) + Bakosó – Afrobeats de Cuba (Cuba, 2019)
17h – A Dança das Máscaras (África do Sul, Portugal, 2018) + debate com Jusciele Oliveira
19h – Ame Quem Você Ama (África do Sul, 2014)
21h – Rafiki (Quênia, 2018)

12 de julho (sexta-feira)

14h30 – Vaya (África do Sul, 2016)
17h – A Luta de Silas (África do Sul, Quênia, Canadá, 2017)
19h – Olhe pra Mim (Tunísia, França, Catar, 2018)
21h – Kasala! (Nigéria, 2018)

13 de julho (sábado)

15h – Sessão de curtas “Narrativas Urbanas”: Koka, O Açougueiro (Egito, Alemanha, 2018); O Rei do Mercado (Quênia, EUA, 2014); Pela Ternura (França, 2016)
17h – Irmandade (Tunísia, 2018) + Lua Nova (Quênia, 2018)
19h – Nora (Reino Unido, Estados Unidos, 2018) + Bakosó – Afrobeats de Cuba (Cuba, 2019)
21h – Sofia (Marrocos, 2018) + debate com Alessandra Meleiro

14 de julho (domingo)

14h30 – As Espadas (Burkina Faso, 2011) + O Africano que Queria Voar (Gabão, 2016)
16h30 – Sessão de curtas “Afrofuturismo”: Pumzi (Quênia, África do Sul, 2009), Afronautas (Gana, EUA, 2014), Gagarine (França, 2015), As Espadas (Burkina Faso, 2011) + debate com Kênia Freitas
18h30 – Cinco Dedos por Marselha (África do Sul, 2017)
21h – Olhe pra Mim (Tunísia, França, Catar, 2018)

15 de julho (segunda-feira)

15h – Supa Modo (Quênia, 2018)
17h – Kasala! (Nigéria, 2018)
19h – Sofia (Marrocos, 2018)
21h – Touki Bouki (Senegal, 1973) + debate com Lúcia Monteiro

16 de julho (terça-feira)

15h – A Luta de Silas (África do Sul, Quênia, Canadá, 2017)
17h – A Dança das Máscaras (África do Sul, Portugal, 2018)
19h – Irmandade (Tunísia, 2018) + Lua Nova (Quênia, 2018)
19h30 – Cinema da Vela: “Desconstruindo estereótipos dos cinemas africanos”
21h – Cinco Dedos por Marselha (África do Sul, 2017)

17 de julho (quarta-feira)

14h30 – Vaya (África do Sul, 2016)
17h – Ame Quem Você Ama (África do Sul, 2014)
19h – As Espadas (Burkina Faso, 2011) + O Africano que Queria Voar (Gabão, 2016)
21h – Hienas (Senegal, 1992)


Mostra de Cinemas Africanos
Quando: de 10 a 17 de julho
Local: CineSesc
Endereço: R. Augusta, 2075
Telefone: (11) 3087-0500

Meghan Markle passará por tapete vermelho pela primeira vez como parte da realeza

Duquesa irá acompanhar o príncipe Harry na premiere de ‘O Rei Leão’

Meghan Markle, duquesa de Sussex

A duquesa de Sussex, Meghan Markle, passará pelo tapete vermelho pela primeira vez como membro da família real britânica no próximo domingo, 14. 

Acompanhada do marido, o príncipe Harry, a ex-atriz comparecerá à premiere do live-action de O Rei Leão. Além de exibir o filme, o evento também irá homenagear o trabalho do príncipe através da The Royal Foundation pela preservação do continente africano. 

Antes de se casar com o príncipe Harry, Meghan Markle trabalhava como atriz e comparecia frequentemente em eventos da indústria cinematográfica. Ela ficou mundialmente conhecida por sua personagem na série Suits

Barbie brasileira quebra padrões estéticos e faz sucesso em Hollywood: “sou eu mesma sem pedir desculpas”

JU FERRAZ (@JUFERRAZ)

Barbie Ferreira (Foto: Reprodução/Instagram)

Tem uma Barbie brasileira fazendo sucesso pelo mundo. Quem pensou na loirinha, magrinha com cara e jeito de boneca como nos velhos tempos, esqueça. Trata-se de Barbie Ferreira, filha de brasileira, radicada nos EUA, que, depois de virar a sensação no mundo da moda com participação em campanhas de marcas como American Eagle, H&M e outras, com seu corpo cheio de curvas, tem feito bonito na série nova da HBO, Euphoria, que narra as agruras dos jovens em tempos de nudes, drogas e bullying.

Barbie Ferreira (Foto: Reprodução/Instagram)

“O que me faz real é que eu sou eu mesma sem pedir desculpas, não importa a opinião de ninguém sobre mim”, disse Barbie em entrevista. A atriz nasceu em Nova York, mas foi criada pela mãe, a avó e uma tia, que se mudaram pra os EUA, vindas de Minas Gerais, onde foram tentar uma vida melhor. Barbie fala português, tem orgulho da trajetória da mãe imigrante e já fez até um vídeo para a Teen Vogue norte-americana em que prepara um bobó de camarão com sua mãe.

Barbie Ferreira (Foto: Reprodução/Instagram)
Barbie Ferreira (Foto: Reprodução/Instagram)

A Internet foi a loucura imaginando Meghan Markle e Beyoncé juntas em um certo tapete vermelho

Tudo indica que elas vão se encontrar na pré-estreia de O Rei Leão no Reino Unido!

Meghan Markle e Beyoncé (Foto: Reprodução/ Instagram)

Fashionista, prepare-se: tudo indica que Meghan Markle e Beyoncé vão riscar o mesmo tapete vermelho de O Rei Leão. Embora a presença de Bey, que faz a voz de Nala no filme, ainda não tenha sido confirmada, o Palácio de Buckingham anunciou que a duquesa de Sussex se unirá ao príncipe Harry na Leicester Square na noite de 14 de julho para a pré-estreia do filme, em Londres.

Além da exibição ino Reino Unido do remake live-action do filme de 1994, o evento homenageará o trabalho de conservação que o príncipe Harry realiza através da The Royal Foundation. Junto com a data de lançamento do The Lion King em 19 de julho, a Disney lançará uma campanha global chamada Protect the Pride, que visa proteger os leões na África.

“Desde que o Rei Leão foi lançado pela primeira vez nos cinemas 25 anos atrás, metade dos leões da África desapareceram”, disse o palácio em um comunicado. “Os leões enfrentam ameaças crescentes, como a caça furtiva, a perda de presas e a destruição de habitats. No entanto, pesquisas mostram que a população de leões pode se recuperar ”.

O evento em Londres marcará a terceira aparição pública de Meghan em duas semanas – ela aplaudiu o marido em uma partida beneficente em 10 de julho, batizou o filho e surgiu em Wimbledon para assistir sua amiga Serena Williams em 4 de julho.

O suposto encontro entre Meghan e Beyoncé “quebrou” a internet nesta quinta-feira (11.07) – que o frenesi continue no domingo!

Robert Downey Jr. ganhou R$ 282 milhões por “Vingadores: Ultimato”

Ator estrelou primeiro filme do herói em 2008

Robert Downey Jr. como o Homem de Ferro (Foto: Divulgação)

Robert Downey Jr., o Homem de Ferro, aumentou sua fortuna com Vingadores: Ultimato. Segundo a revista Forbes, o filme da Marvel rendeu nada menos do que US$ 75 milhões, cerca de R$ 282 milhões na cotação desta quinta-feira (11), para o ator.

O ator recebeu como salário 20 milhões de dólares e negociou para ganhar 8% dos lucros do filme nas bilheterias, o que, segundo a Forbes, completou o valor. Vingadores: Ultimato é o segundo filme mais visto no mundo, superando Titanic no dia 5 de maio. O filme está a caminho de bater Avatar, o atual líder do ranking.