Atriz e diretora Sonja Sohn é detida por posse de drogas, diz site ‘TMZ’

Segundo ‘TMZ’, atriz e diretora de 55 anos pagou fiança e deve responder processo em liberdade

Sonja Sohn em ‘The wire’ (Foto: Divulgação)

A atriz e diretora norte-americana Sonja Sohn, de 55 anos foi detida na madrugada de domingo (21), acusada de posse de drogas. De acordo com o TMZ, Sonja foi levada na Carolina do Norte depois de ser pega com cocaína e maconha.

Famosa por viver a detetive Shakima Greggs no drama da HBO The Wire e como a detetive Samantha Baker na série da ABC Body of Proof, Sonja recentemente também trabalhou na TV em Star Trek: Discovery e The Chi. 

Seis minutos depois de ser detida e fichada, Sonja pagou fiança de 1500 dólares (cerca de 5,6 mil reais) e foi liberada. Porém, será acusada formalmente por posse de drogas por conta da cocaína na terça-feira (23) e responderá o processo em liberdade.

Procurada pelo TMZ, a assessoria de Sonja não falou sobre o assunto. [Léo Gregório]

Glitter e gloss: aposte na tendência glamorosa em versão tropical e extracolorida

Altas doses de glitter & gloss animam a temporada. Aqui, a tendência glamorosa que nasceu nas passarelas internacionais ganha versão tropical e extracolorida
RENATA KALIL, BARBARA OBËRG E SOFIA FERREIRA

Top Frou Frou Vintage. Brincos Julia Gastin e colar Minha Avó Tinha (Foto: MAR+VIN)

Glitter & gloss: tem combinação mais exuberante no make? A tendência glamourosa que nasceu nas passarelas internacionais ganha versão tropical e extracolorida – como mostra este ensaio exclusivo que estampou as páginas da nossa edição de junho.

Confira as produções com proposta que mescla a efervescência tropical à energia das discotecas e inspire-se!

Top Talie NK. Brinco Marina Vicintin e colar Victor Hugo Mattos. (Foto: MAR+VIN)
Vestido Isabel Marant na Nk Store. Brinco Marina Vicintin e colar Minha Avó Tinha (Foto: MAR+VIN)
Top Gansho. Brinco Marina Vicintin, broche floral Le Briju, broche flying pig Gucci (Foto: MAR+VIN)
Da esquerda para direita: 1 Paleta de iluminadores Dior Backstage, Dior (R$ 259); 2 Batom líquido Melted Matte Metalic cor Magic Metal Transformer, Too Faced (R$ 109); 3 Sombra Moondust cor Space Cowboy, Urban Decay (R$ 199); 4 Glitter cor 3D Lavender, MAC (R$ 125); 5 Mini-iluminador Alchemist Holographic, Kat Von D (R$ 95); 6 Iluminador multifuncional Aura Dew cor Lunar, Shiseido (R$ 199) (Foto: MAR+VIN)

Beleza: Daniel Hernandez
Styling: Gio Grassi
Assistente de foto: Franklin Almeida
Assistente de beleza: Felipe Cavalcante
Produção de moda: Vitor Moreira
Produção de objetos: L. Set
Modelo: Catarina Guedes (Mapmodel)
Agradecimentos: Cabana Burger, Mesa III, Kyss NY, Quintanda Tomio e Milplantas

‘Vingadores: Ultimato’ bate ‘Avatar’ e se torna a maior bilheteria de todos os tempos, diz Marvel

Na segunda-feira (15), filme dos heróis havia arrecadado US$ 2,780 bilhões.
Por Agência EFE

Vingadores: Ultimato – Avengers: Endgame. EUA, 2019. Direção: Anthony Russo e Joe Russo

“Vingadores: Ultimato” superou “Avatar” e se tornou o filme com maior sucesso de bilheteira da história sem levar em conta a inflação, anunciou neste sábado (20) a Marvel Studios na Comic-Con, nos Estados Unidos.

O presidente da Marvel Studios, Kevin Feige, informou sobre o recorde histórico durante a apresentação da companhia na Comic-Con que está acontecendo nestes dias em San Diego. Ele, no entanto, ainda não informou quanto o filme arrecadou.

“Avatar” (2009) ostentava até agora o recorde de filme com maior sucesso de bilheteira da história, sem levar em conta a variação de preços, com uma marca de US$ 2,788 bilhões de arrecadação, segundo os registros do portal especializado Box Office Mojo.

Na segunda-feira (15) passada, “Vingadores: Ultimato”, dirigido pelos irmãos Russo, tinha arrecadado US$ 2,780 bilhões.

Cena de ‘Avatar’ — Foto: Divulgação

O filme teve uma reestreia há poucas semanas com algumas cenas inéditas para ganhar novo impulso comercial que lhe permitisse ultrapassar “Avatar”.

“Vingadores: Ultimato”, que encerra um ciclo de 22 filmes do universo cinematográfico Marvel (MCU) que por uma década juntou super-heróis como Homem de Ferro, Capitão América, Thor, Viúva Negra, Hulk e Gavião Arqueiro, voltou a ser exibido com cenas extras em cerca de 1.400 salas dos EUA, após estrear em 26 de abril.

Robert Downey Jr., Scarlett Johansson, Chris Hemsworth, Brie Larson, Chris Evans, Chadwick Boseman, Chris Pratt e Zoe Saldaña são algumas das estrelas de Hollywood que fazem parte do elenco do filme.

“Vingadores: Ultimato” já tinha batido o recorde da maior estreia da história graças ao US$ 1,224 bilhão que conseguiu no seu lançamento (inclui o fim de semana e os dias anteriores de pré-estreias e ingressos adiantados).

Mulheres agredidas criticam serviço da polícia e buscam justiça fora da Rússia

Relatório da Human Rights Watch aponta que o problema é ‘generalizado’ na país, mas raramente tratado devido ao estigma social e à má vontade de levá-lo a sério
Andrew Higgins, The New York Times

Krestina Khachaturyan, uma das três irmãs vítimas de serem abusadas pelo pai, no tribunal em Moscou, no mês passado. Foto: Yuri Kadobnov/Agence France-Presse

MOSCOU – Ele a espancou, a sequestrou, ameaçou matá-la. Todas as vezes que Valeriya Volodina procurou a polícia pedindo proteção contra o seu ex-namorado, não conseguia ser ouvida. “Nem uma vez a polícia moveu uma ação criminal contra ele – não admitia que se tratava de um crime”, lamentou.

Por isso, Valeriya recorreu a outra autoridade fora do seu país, e este mês, o Tribunal Europeu dos Direitos Humanos de Estrasburgo emitiu uma sentença em seu favor. Rejeitando os argumentos da Rússia de que a mulher na realidade não sofrera danos, e que ela apresentara uma denúncia incorreta, o tribunal lhe concedeu uma indenização de US$ 22.500.

Foi a primeira sentença do tribunal europeu a respeito de um caso de violência doméstica na Rússia. Mais dez mulheres russas aguardam uma decisão em casos semelhantes. A advogada de Valeriya, Vanessa Kogan, diretora da Astreya, organização russa de direitos humanos, aplaudiu a decisão em Estrasburgo “como um passo determinante na condenação da praga da violência doméstica na Rússia”.

O importante, ela disse, é que o tribunal europeu reconheceu que “o fato de a Rússia não tratar desta questão é sistêmico e que as autoridades russas, ao permanecerem passivas, não dando proteção e não dispondo da legislação necessária, estão violando a igualdade de direitos das vítimas perante a lei”.

Um relatório divulgado no ano passado pela organização Human Rights Watch afirmou que o problema é “generalizado” na Rússia, mas raramente tratado por causa de empecilhos legais, do estigma social e de uma má vontade geral de levá-lo a sério. No mês passado, promotores russos decidiram levar a tribunal as acusações de assassinato premeditado contra três irmãs que mataram o pai alegando que haviam sofrido anos de espancamentos e abusos sexuais.

No ano passado, as irmãs, hoje com 18, 19 e 20 anos, atacaram o pai, Mikhail Khachaturyan, com uma faca e um martelo enquanto dormia em sua poltrona, depois que ele jogara spray de pimenta nelas como punição por não serem suficientemente asseadas. Os partidários das irmãs – Maria, Angelina e Krestina Khachaturyan – afirmam que elas foram levadas à tal gesto de violência por causa de anos de abusos e que não deveriam ser processadas por assassinato.

Um abaixo-assinado que exigia o encerramento do caso recebeu 260 mil assinaturas. Várias celebridades, como um entrevistador do YouTube famoso entre os jovens russos, Yury Dud, as defenderam. Não existem estatísticas oficiais sobre violência doméstica na Rússia, mas uma pesquisa realizada entre 2014 e 2015 pela Academia de Ciências russa constatou que mais da metade dos entrevistados havia sido vítima de violência doméstica ou conhecia alguém que a sofrera.

Mas as autoridades muitas vezes se recusam a agir, ou agem tarde demais. No dia 11 de julho, a agência de notícias russa, Tass, informou que foi movida uma ação criminal por ataque sexual contra Khachaturyan, o pai morto pelas três irmãs que hoje enfrentam a acusação de assassinato. A lei do país permite a condenação de pessoas mortas.

Na Rússia, um debate sobre a violência doméstica revelou uma profunda divisão no governo do presidente Vladimir V. Putin, que estreitou a aliança com a Igreja ortodoxa. Embora não particularmente conservador em suas posições pessoais, Putin – que é divorciado e afirma ter amigos gays – deu ampla liberdade a membros mais reacionários do clero.

Depois que, em 2012, os legisladores russos tentaram aprovar uma lei contra a violência doméstica, a igreja fez objeções ao emprego do termo “violência na família”, alegando que não passava de um produto de “ideias do feminismo radical” com o objetivo de vitimizar os homens.

De um lado do racha das opiniões estão os russos, muitos deles jovens, que concordam que o Estado deve agir contra o abuso doméstico, a violência sexual, e o assédio e a discriminação com base na orientação sexual. Do outro lado, estão os russos mais conservadores que odeiam o que definem como ideias importadas do Ocidente e a destruição das normas tradicionais. Em uma ação levada ao Tribunal Europeu, em maio, uma mulher, Margarita Gracheva, acusou um policial de Moscou de má conduta por não ter agido depois que o marido a ameaçou colocando uma faca na sua garganta. “Uma manifestação de amor”, a definiu o policial.

Poucos dias mais tarde, em dezembro de 2017, o marido de Margarita cortou as mãos da esposa com um machado. Foi condenado a 14 anos de prisão – mas ela foi criticada por tentar conseguir a punição dos policiais do seu país por negligência. A condenação de um cônjuge violento ficou ainda mais difícil desde fevereiro de 2017, quando o Parlamento Russo descriminalizou violências graves entre membros da família. “Na Rússia, as pessoas levam uma surra grátis ao ano”, disse Kogan. / TRADUÇÃO DE ANNA CAPOVILLA

Natalie Portman será ‘Deusa do Trovão’ em novo filme de Thor

‘Thor: love and thunder’, quarta parte da saga, estreará em 5 de novembro de 2021; atriz será versão feminina do herói.
Por Agência EFE

Natalie Portman e Tessa Thompson estarão juntos na quarta parte da saga sobre Thor, que terá o título ‘Thor: love and thunder’ — Foto: Kevin Winter / Getty Images / AFP Photo

Natalie Portman voltará ao universo cinematográfico da Marvel Studios na quarta parte da saga sobre Thor, que terá o título “Thor: love and thunder”.

Portman tinha aparecido nos dois primeiros filmes sobre o super-herói com o papel de Jane Foster, mas neste caso a atriz será uma versão feminina de Thor, anunciou Marvel no seu evento durante a Comic-Con, que está sendo realizada nestes dias em San Diego (EUA).

A vencedora do Oscar de melhor atriz por “Cisne Negro” (2010) apareceu neste sábado (20) no palco e recebeu o martelo de Thor entre os aplausos do público do Hall H, o maior salão do Centro de Convenções da cidade californiana.

Chris Hemsworth, ator que deu vida a Thor nos três filmes anteriores de Marvel, e Tessa Thompson acompanharão Portman no elenco deste filme que será dirigido por Taika Waititi, que já tinha dirigido a terceira parte desta saga: “Thor: Ragnarok (2017)”.

Waititi afirmou ao apresentar Portman que “só uma pessoa” como ela poderia interpretar o personagem de Thor com forma de mulher e transformada na deusa do trovão.

“Thor: love and thunder” estreará em 5 de novembro de 2021.

Esta nova produção de Thor fez parte do espetacular ato da Comic-Con no qual a Marvel revelou seus planos para o futuro e no qual a companhia também afirmou que “Vingadores: Ultimato” (2019) se transformou oficialmente no filme de maior sucesso de bilheteira da história do cinema (sem levar em conta a inflação) ao superar “Avatar” (2009).

Além do quarto filme de Thor, a Marvel revelou alguns detalhes de futuros filmes como “Viúva Negra”, com Scarlett Johansson à frente; “Os Eternos”, com um notável elenco no qual figuram Angelina Jolie e Salma Hayek; “Doctor Strange in the Multiverse of Madness”, com Benedict Cumberbatch como protagonista; e o novo “Blade”, que terá Mahershala Ali como estrela.