Jordyn Woods espera voltar a falar com Kylie Jenner mesmo depois de caso com seu cunhado: “Ela é minha melhor amiga”

Escândalo causou separação de Khlóe Kardashian e Tristan Thompson

Jordyn Woods e Kylie Jenner (Foto: Reprodução/Instagram)

Woods ainda tem esperança de se reconciliar com a antiga amiga Kylie Jenner. Depois do escândalo no qual ela se envolveu com Tristan Thompson, então namorado de Khloé Kardashian, irmã de Kylie, as duas pararam de se falar.

“Eu a amo. É a minha melhor amiga”, disse Jordyn, em entrevista à revista Cosmopolitan do Reino Unido.

“Espero que tudo se ajeite e que possamos crescer e construir nossos relacionamentos com nossa família e com Deus. Espero que possamos voltar a nos falar um dia e ser mais fortes e mais felizes do que antes”, deseja Jordyn. 

Jennifer Aniston gasta R$ 1 milhão com sua beleza por ano, diz jornal britânico Daily Mail

Detalhes do consumo e da vida pessoal serão expostos em livro

A atriz Jennifer Aniston – AFP

A atriz Jennifer Aniston, 50, gasta anualmente só para manter a beleza o equivalente a R$ 1 milhão. A informação estará no livro que conta a vida dela e foi confirmada pelo autor, Ian Halperin, ao jornal britânico Daily Mail.

No livro Friends With Benefits, segundo ele, fica exposto que a atriz se preocupa muito com a parte estética. Após a separação com o ator americano Justin Theroux, 47, ela preferiu investir na saúde, em sessões de terapia e em tratamentos cosméticos com laser para a pele.

O livro também vai abordar o romance com Brad Pitt e a reação dela ao saber que o então namorado estava conhecendo melhor Angelina Jolie. A imprensa, à época, começou a comparar as duas atrizes e isso a deixou chateada.

O autor disse ao jornal britânico que só quando Aniston posou quase sem roupa para a edição de 2009 da revista GQ é que havia superado a traição. Porém, Pitt e Aniston são amigos hoje em dia e até já foram colocados como possíveis novos namorados. Pitt marcou presença no aniversário da amiga de 50 anos e deu a ela uma mansão.

Apple vende menos iPhones, mas serviços têm receita recorde de US$ 11,5 bi

Com produtos como Apple Music e iCloud, setor é visto como responsável pelo futuro da empresa e levou-a a bater US$ 1 tri em valor de mercado novamente; para os próximos meses, empresa lançará cartão de crédito e rival para Netflix
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Empresa arregimentou ‘caminhão de estrelas’ de Hollywood para seu serviço de streaming de vídeo

Em 2019, a Apple vive um momento de transição: enquanto vê as vendas do iPhone, seu principal produto na última década, desacelerarem, a companhia de Cupertino busca criar novos serviços para continuar agradando aos consumidores. Os resultados financeiros da empresa para o segundo trimestre do ano (e seu terceiro trimestre fiscal), revelados nesta terça-feira, 30, são reflexo disso. De um lado, a receita da empresa com seu principal produto caiu 13%. Do outro, o setor de serviços teve faturamento recorde, para a casa de US$ 11,5 bilhões. 

Para o mercado, a segunda notícia teve maior impacto que a primeira: após a revelação dos números, as ações da Apple eram negociadas com alta de cerca de 4,6% depois do fechamento do pregão da Nasdaq. Com a valorização, a empresa voltou a ultrapassar a marca de US$ 1 trilhão em valor de mercado – marca que havia alcançado em julho do ano passado. 

Ao todo, a receita da Apple ficou estável, com alta de 1%, para a casa de US$ 53,8 bilhões, na comparação com o mesmo período do ano passado; já o lucro no 2º trimestre ficou em US$ 10,05 bilhões, em queda de 12,8%. Os resultados negativos importam menos que o faturamento de serviços porque mostram que a aposta de Tim Cook na diversificação tem, ao menos até aqui, dado certo. 

Além disso, a empresa alcançou uma base instalada de 1,4 bilhão de dispositivos – que podem justamente usufruir de serviços como o streaming de música Apple Music e o armazenamento na nuvem iCloud. “Para nós, a coisa mais importante foi que a base instalada do iPhone segue crescendo”, disse Cook, à agência de notícias Reuters

Há ainda muito espaço para crescimento do setor de serviços: em março, a Apple anunciou uma série de novas ofertas para seus clientes, incluindo um cartão de crédito em parceria com o banco Goldman Sachs, um serviço de assinatura de games e um rival para a Netflix, o Apple TV+. Os três estão previstos para chegar ao mercado até o final do ano e podem render dólares significativos à companhia – em especial, a plataforma de streaming de vídeo, que terá produções de nomes como Steven Spielberg e Oprah Winfrey. 

Além disso, é necessário ressaltar que a divisão de iPhones foi a única que teve quedas expressivas na receita neste segundo trimestre. Macs, iPads e vestíveis tiveram altas na receita – foi ainda a primeira vez que a divisão liderada pelo Apple Watch faturou mais que a do tablet da empresa, em um claro sinal dos tempos. 

Outro fator que trouxe bom humor dos investidores foi o desempenho no mercado chinês: a Apple teve queda de 4% nas receitas na região; já o setor de celulares teve desaceleração média de 6% no período, devido ao impacto da guerra comercial entre EUA e China. 

Príncipe Harry diz que ‘preconceito inconsciente’ alimenta racismo

Opinião foi dada à revista Vogue britânica

Meghan Markle e príncipe Harry durante visita a intituição filantrópica One25 – Reprodução Twitter/RoyalFamily

O viés inconsciente pode levar a um comportamento racista mesmo em pessoas que não se consideram racistas. Essa é a opinião do príncipe Harry em uma reportagem que será publicada na revista Vogue britânica.

O Duque de Sussex afirmou que esse viés é algo que “muitas pessoas não entendem” e que o preconceito é algo “aprendido com gerações mais velhas, ou através da publicidade, do ambiente em que você vive.”

“A não ser que percebamos que somos parte deste ciclo, teremos que lutar contra isso para sempre”, afirmou.

O membro da família real britânica fez os comentários durante uma entrevista com a conservacionista Jane Goodall, que será publicada na edição de setembro da revista Vogue – o volume tem como editora convidada Meghan Markle, mulher de Harry.

O assunto do preconceito inconsciente surgiu durante uma conversa sobre crianças – e se elas podem nascer com raiva ou apenas aprender a odiar.

Segundo ela, os humanos têm instintos naturais, e mesmo tendências agressivas, mas nosso cérebro é capaz de controlá-los.
 
Harry respondeu que é a mesma coisa que o viés inconsciente, “algo que tantas pessoas não entendem, o porquê de se sentirem de certa forma”.
 
“Se você vai para alguém e diz ‘o que você disse, ou a maneira como você se comportou, é racista’, eles vão responder ‘eu não sou racista’.”
 
“Mas eu não estou dizendo que você é racista”, continuou Harry “apenas dizendo que seu preconceito inconsciente está provando que (por causa da forma ou do ambiente em que você foi criado) você tem um ponto de vista – inconsciente – que o faz olhar para alguém de uma forma diferente.”
 
Harry disse ainda que esse é o momento em que as pessoas começam a entender a si mesmas.
 
Para Goodall, sua maior conquista foi conseguir empoderar jovens para que eles pudessem entender que podem fazer a diferença em meio a uma atmosfera combativa ante adversidades e desigualdades. “A última razão para ter esperança é o indômito espírito humano.”

O que é viés inconsciente?

Viés inconsciente é qualquer preconceito detectável em nossa atitude ou comportamento que funciona sem que nós mesmos sejamos capazes de perceber. Pode estar relacionado ao racismo, ao machismo, à homofobia etc.
 
Pode ser algo como pedir a um homem, e não a uma mulher, para apresentar um projeto, porque, no subconsciente, você presume que ele será mais confiante e assertivo. Ou, sem perceber, contratar apenas funcionários brancos, mesmo tendo negros qualificados concorrendo para a vaga. Ou tratar homossexuais de maneira diferente sem se dar conta.
 
“O impacto disso é muito real, independentemente da atitude ser consciente ou não”, diz Doyin Atewologun, diretora do centro de Liderança e Inclusão de Gênero na Escola Cranfield de Administração, no Reino Unido.

BBC NEWS BRASIL

Fotógrafas mulheres dominam festival francês com novo olhar sobre sexo

Festival de Arles, mais tradicional mostra de fotografia, completou 50 anos
Cristianne Rodrigues

Fotografia da artista chinesa Pixy Liao Reprodução

ARLES (FRANÇA) Em sua 50ª edição, o festival de fotografia Rencontres d’Arles, um dos mais tradicionais do mundo realizado todo ano na cidade francesa, destaca a força do olhar feminino.

Nele, imagens se apresentam como ferramenta de reflexão sobre as relações pessoais, um espelho refletindo a condição da mulher, da sublimação do cotidiano à exploração da intimidade como reduto da liberdade.

O trabalho de Pixy Liao é o mais inovador da seleção deste ano. Associada a uma estética pop, a artista chinesa radicada em Nova York vem se questionando sobre as relações de poder, a dinâmica dos gêneros, as pressões socioculturais e o impacto das convenções nas relações amorosas da China do século 21. 

Na série fotográfica “Uma Relação Experimental”, Liao apresenta um audacioso ensaio de autorrepresentação, criando uma mise en scène bem-humorada sobre o conflito de submissão do masculino à dominação feminina. 

“Enquanto mulher educada na China, eu acreditava que só podia me relacionar com um homem mais velho e mais maduro do que eu. Até que encontrei Moro, que é mais jovem, e me tornei a pessoa que tinha a autoridade e o poder na dinâmica do casal. Meu namorado é japonês e esse projeto descreve uma relação de amor e ódio”, conta a artista.

Fotografia da artista chinesa Pixy Liao Reprodução

O festival traz também uma mostra histórica sobre a condição feminina nos Estados Unidos dos anos 1970, quando o feminismo toma grande impulso naquele país. [ x ]

É nesse momento, depois da legalização do aborto, que Eve Arnold, Abigail Heyman e Susan Meiselas publicam livros de gênero até então inédito associando imagens e testemunhos para questionar os estereótipos presentes nos papéis desempenhados pelas mulheres na vida amorosa, familiar e profissional. 

Enquanto Arnold aborda o caráter obsessivo e aprisionante dos cuidados com a aparência, Heyman  registra as tarefas domésticas invisíveis que enchem sua vida tais como as compras no supermercado ou a limpeza da casa. 

Banais e entediantes, essas atividades, que até então jamais tinham sido objeto de um ensaio fotográfico, se tornam espelho para as mulheres americanas ao mostrar a crueza da condição feminina. 

É nesse momento também que Susan Meiselas flagra em imagens os corpos das profissionais do strip-tease no nordeste dos Estados Unidos. Captadas nos momentos de pausa entre um espetáculo e outro, as imagens mostram mulheres fora do contexto de contemplação masculina, em que, libertas da necessidade de seduzir, revelam seus sonhos e suas ambições.

Pouco mais tarde, numa Espanha recém-liberta do jugo franquista, Ouka Leele se torna protagonista de uma contracultura por meio da fotografia.

Ela mostra até que ponto esse movimento representou um grito de liberdade para a juventude de Madri, onde todos os excessos eram possíveis —e passíveis de serem fotografados. Sexo, drogas e rock n’ roll, personagens underground e artistas emergentes num ambiente festivo do qual Pedro Almodóvar é hoje seu mais célebre representante surgem nessas imagens.

Leele apresenta uma série de obras que partem da imaginação e se concretizam na fotografia, com o auxílio do teatro e da pintura. Segundo a artista, suas obras não têm por função fazer uma crítica social, elas são na verdade uma sublimação do cotidiano, uma “mística doméstica”.

Construída nesse período marcado por grandes agitações políticas mas também por uma forte resistência, a obra da tcheca Libuše Jarcovjáková apresenta a vida noturna de Praga sob o regime comunista nos anos 1970 e 1980, num contexto sombrio de privação da liberdade.

Foi na companhia dos personagens homossexuais e transsexuais por ela retratados que Jarcovjáková conquistou a liberdade que marcaria sua linguagem fotográfica, por muito tempo rejeitada pela academia local.

Outro ponto culminante do festival é a obra da cineasta e fotógrafa grega Evangelia Kranioti, com seus impactantes afrescos audiovisuais das sociedades contemporâneas. Em entrevista recente, ela definiu seus projetos como declarações de amor às mulheres e aos homens marcados pela solidão.

“São seres sem referências, habitados por questionamentos e dúvidas, que vivem entre um profundo desejo de serem esquecidos e a imperiosa vontade de se reinventar, formando uma errância íntima e iniciática.” 

Numa das séries, a artista acompanha a tripulação de um navio em travessia pelo Mediterrâneo, onde a cada porto os marinheiros alimentam amores negociados e passageiros. Ela confronta ainda o drama de seres vivos que migram para as necrópoles do Cairo como uma derradeira solução de moradia. 

Noutro trabalho, Kranioti explora as múltiplas facetas da cidade do Rio de Janeiro no momento em que convergem o carnaval e as agitações políticas do ano passado, “partindo da ideia de se travestir no seu sentido mais amplo para abordar a transformação do corpo íntimo e do corpo social”.

É na construção dessa obra de estética misteriosa que Evangelia Kranioti trava contato com Luana Muniz, a rainha da Lapa, ícone queer desaparecido há dois anos,  uma figura que se tornou uma alegoria pungente do Brasil contemporâneo.

Nintendo chega a 36,9 milhões de Switch vendidos, mas lucro cai 10%

Empresa espera melhora em estatísticas com a chegada ao mercado do Switch Lite, modelo mais barato de seu console atual
Por Agências – Reuters

Nintendo apresenta o Switch Lite 

A companhia japonesa Nintendo divulgou nesta terça-feira, 30, que chegou à marca de 36,9 milhões de unidades vendidas do Nintendo Switch, seu atual console. No último trimestre, apenas 2,1 milhões de videogames foram comercializados. Por conta disso, os lucros da empresa caíram cerca de 10% no período entre abril e junho de 2018, para a casa de US$ 252,3 milhões, na comparação com o mesmo período do ano passado. 

No entanto, a empresa manteve a meta de vender 18 milhões de Switch ao longo de seu atual ano fiscal, que vai de abril de 2019 a março de 2020. Uma das razões para o otimismo é o lançamento no mercado do Switch Lite, versão simplificada e apenas portátil do videogame atual – lançado em 2017, o Switch é um misto de console de mesa e portátil. 

O novo console será vendido a US$ 200 nos Estados Unidos, enquanto a versão disponível nas lojas neste momento sai por US$ 300. A empresa pretende contar as duas versões como um produto só nas vendas. Nesta terça-feira, ao divulgar seus resultados financeiros para o 2º trimestre, a companhia não forneceu uma previsão específica de vendas para o novo produto. 

Para os próximos meses, a companhia também terá alguns lançamentos importantes. É o caso de dois novos jogos da franquia Pokémon, para o Switch, e de Mario Kart Tour, jogo para dispositivos móveis feito em parceria com a japonesa DeNA. A missão do game é repetir o sucesso de Pokémon Go e Super Mario Run, lançados ao longo de 2016. Outro fator que pode ajudar a japonesa em breve é sua chegada ao mercado chinês, por meio de uma parceria com a gigante local Tencent. 

Gucci anuncia Renée Tirado como sua primeira chefe de diversidade

A marca reafirma seu compromisso com uma moda mais inclusiva e diversa.

Gucci (Foto: Divulgação)

Cinco meses após anunciar a criação do cargo, a Gucci apresentou hoje sua chefe de diversidadeRenée Tirado, que já teve a mesma ocupação na Liga Americana de Baseball (MLB), estará baseada em Nova York e responderá diretamente a Marco Bizzarri, CEO da casa italiana.

Caberá à advogada desenvolver e implementar estratégias globais para criar um local de trabalho que prime pela igualdade e inclusão nos bastidores da marca, aumentando a diversidade na equipe. Renée, aliás, tem como um de seus objetivos montar uma equipe exclusivamente dedicada a promover os mesmos valores na Gucci – que deve impactar imediatamente as novas contratações da label.

Renée Tirado (Foto: Divulgação)

Segundo Marco Bizzarri contou ao WWD, Tirado foi indicada por um amigo em comum após o incidente da balaclava (que remetia ao blackface e causou uma enorme polêmica). O CEO revelou que, durante todo o episódio, Renée manteve a calma e pensou a longo prazo: “Ela não estava simplesmente olhando para aquele problema específico.”

Ainda em entrevista ao WWD, Bizzarri reforçou que ele e Alessandro Michele, diretor criativo da Gucci, vêm trabalhando juntos, desde 2015, para colocar cultura, auto-expressão e inclusão no centro de tudo o que fazem: “Acredito de verdade que a diversidade empodera a criatividade. Tudo o que conquistamos foi incentivado por estes valores”, disse o CEO. “Essa posição é um tijolo fundamental para aprofundar nosso compromisso e apoiar as iniciativas que já estão em vigor. Como uma organização que está sempre aprendendo, nos desafiamos a, nos últimos meses, acelerar nossa visão de desenvolver uma organização mais forte. Estou confiante que Renée vai nos ajudar a criar a mudança tão importante que queremos ver não apenas em nossa empresa, mas na indústria da moda.”

Kerby Jean-Raymond, da Pyer Moss, é o novo diretor artístico da Reebok

O anúncio é inédito na história da marca esportiva.

Kerby Jean-Raymond, da Pyer Moss (Foto: Divulgação)

A parceria da Reebok com a Pyer Moss, lançada em 2017, acaba de se desdobrar em um relacionamento sério: em um anúncio inédito na história da marca esportiva, Kerby Jean-Raymond, fundador e diretor criativo da label norte-americana vencedora do CFDA/ Fashion Fund ano passado, foi confirmado como diretor artístico da Reebok Studies__, uma nova divisão da Reebok que vai funcionar como uma espécie de laboratório de novos talentos e ideias.

A Reebok Studies__, aliás, foi uma ideia do próprio Jean-Raymond em 2018, como forma de expandir o conceito de sua collab com a marca esportiva. “Eu sentia que havia muito foco no produto e não em temas ou componentes de moda que a gente sabe que são cool. Entendi que pedir a uma companhia que já tinha engatilhado tantos projetos que ela sentasse e focada em novos estilistas era demais, então me voluntariei e disse, ‘Deixe eu começar a te mandar novas ideias”, disse o estilista ao site HYPEBEAST, sobre o nascimento da Reebok Studies__.

O nome sinaliza uma série de novos projetos ao invés de uma linha fixa, divulgando novos estilistas e atletas, focando mais em parcerias com novos nomes da moda do que em lançamentos de produtos. “Quero assinar todos os novos estilistas cool. Quero dar espaço para que todos venham e criem boas colaborações, construam parcerias com a empresa”, disse Kerby.

O blazer estilo anos 70 é a peça-chave da temporada – saiba usar!

Em versão quadrada e alongada, o blazer é must-have para incorporar a estética “bon chic, bon genre”, tendência da estação

Blazer Iorane (R$ 1.589) (Foto: Carlos Bessa)

Nos desfiles de inverno 2019, a estética “bon chic, bon genre”, que remete à burguesia parisiense dos anos 70, surgiu como tendência absoluta, substituindo o street nas passarelas e na vida real. CelineBurberryMax Mara e Fendi foram algumas grifes que apresentaram a proposta. 

Blazer Framed no Gallerist (R$ 998) (Foto: Carlos Bessa)

Entre as peças-chave para incorporar o estilo está o blazer quadrado e alongado, seja com abotoamento duplo ou arrematado por um cinto, em versão lisa ou com estampa xadrez. 

Blazer 2Essential no Shop2gether (R$ 689) (Foto: Carlos Bessa)

Para completar o clima “careta” e sofisticado à francesa, combine o blazer com camisa e saia de pregas. O lenço amarrado no pescoço dá o toque final à produção, que é uma boa sugestão para o trabalho. 

Blazer Anne Fernandes (R$ 878). (Foto: Carlos Bessa)