aufnahme + wiedergabe Showcase – Chloé Lula / August 29 / 7pm-8pm

aufnahme + wiedergabe Showcase – Chloé Lula / August 29 / 7pm-8pm

Juankr for ELLE Serbia with Anna Mila

Photographer: Juankr. Stylist: Odile Iturraspe. Makeup: Raul Otero. Hair: Fernando Torrent. Manicurist: Kana Kishita. Model:Anna Mila at IMG.

Malévola: Dona do Mal | Cartazes inéditos detalham visual dos personagens

Novo filme da vilã interpretada por Angelina Jolie chega aos cinemas em outubro
GABRIEL AVILA

Disney divulgou novos cartazes de Malévola: Dona do Mal, novo filme da vilã da Bela Adormecida estrelado por Angelina Jolie. As imagens detalham o visual dos personagens, incluindo a Princesa Aurora vivida por Elle Fanning e Connal, personagem inédito interpretado por Chiwetel Ejiofor.

A sequência mostrará que Malévola (Jolie) e sua afilhada Aurora começam a questionar seus complexos laços familiares. Enquanto isso, elas precisam lidar também com um pedido de casamento e a presença cada vez mais ativa da rainha Ingrid (Michelle Pfeiffer) na vida de Aurora. Robert Lindsay é o rei John e Harris Dickinson interpreta o príncipe Phillip.

Malévola: Dona do Mal é dirigido por Joachim Rønning (Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar) e chega aos cinemas brasileiros em 17 de outubro.

Serena Williams quer mostrar que ser mãe não é obstáculo em comercial tocante da Chase

Produzido pela Droga5, “This mama keeps going” lança olhar intimista sobre a época de gravidez e recuperação da tenista em 2017
Por Pedro Strazza

Na noite desta terça-feira, 3 de setembro, Serena Williams disputa as quartas-de-final do U.S. Open contra a chinesa Wang Qiang na busca de seu 24° título do circuito do Grand Slam do tênis. Caso vença, o título marcaria o primeiro da tenista na “liga dos grandes” do esporte desde que teve sua filha Alexis em 2017, uma que carregava no útero quando levou o Australia Open daquele ano.

É esta trajetória de superação de Williams que leva a sua patrocinadora de longa data Chase a lançar um novo comercial sobre sua figura. Produzida pela Droga5e intitulado “This Mama Keeps Going”, a peça de um minuto da marca é altamente emocional ao relembrar com imagens de arquivo os caminhos recentes da tenista para ter sua filha – em especial, os problemas encarados por Williams na gravidez – pra mostrar como ela conseguiu provar ao mundo que a maternidade não encerra a carreira de nenhuma mulher e, mais importante, como é possível conciliar estes dois mundos. Confira acima.

Embalado pelo lema de orgulho da marca sobre ser patrocinadora do “U.S. Open, de Serena e de mães em todo o lugar”, “This Mama Keeps Going” na verdade continua a campanha iniciada pela Chase no ano passado e que se situa em cima desta jornada de superação pessoal de Williams para manter a carreira e ter uma filha. O diferencial, porém, é mesmo o olhar intimista, presente desde o início com as imagens do ultrassom de Alexis até o registro do longo processo de recuperação da tenista e seus primeiros meses de maternidade.

Tudo isso encerrado com o gesto singelo da peça em relembrar o discurso da vitória da atleta quando venceu seu primeiro Grand Slam em 1999: “Eu venho praticando por tanto tempo para este momento e ele está aqui”.

DJ Avicii será homenageado em festival de música em prol da saúde mental

Fundação que leva o nome do músico planeja evento para dezembro deste ano

O DJ Avicii Foto: Instagram / @Avicii

DJ Avicii, morto em abril de 2018, ganhará uma homenagem em um show beneficente para a prevenção do suicídio, na Friends Arena, em Estocolmo, na Suécia, onde o músico nasceu.

O evento, chamado Avicii Tribute Concert for Mental Health Awareness, ocorrerá em 5 de dezembro e está sendo organizado pela Fundação Tim Bergling, que leva o nome original do artista e aborda questões de saúde mental.

De acordo com informações da AP, os ingressos estarão à venda nesta quinta-feira, 5, e diversos músicos se apresentarão, como Adam Lambert, Rita Ora, David Guetta e Kygo.

O anúncio do festival neste mês segue a campanha de apoio psicológico que ocorre anualmente, chamada Setembro Amarelo.

Avicii alcançou bilhões de visualizações no YouTube com suas músicas, como Wake Me Up, Addicted To You, Waiting For Love e o póstumo SOS.

Ex-chefe da Siri entra para a Microsoft; executivo de marketing da Apple vai para a Huawei

Dois grandes nomes da Apple deixaram Cupertino recentemente para trilhar novos caminhos em outras grandes empresas — concorrentes da Maçã. Vamos ver quais serão os próximos desafios dos ex-executivos da Apple?

Bill Stasior

No começo deste ano, informamos que Bill Stasior, um dos executivos que estava no comando da equipe de desenvolvimento da Siri desde 2012, havia deixado a companhia como parte de uma reestruturação do time da assistente virtual e de aprendizado de máquina da Maçã, comandado por John Giannandrea.

Cerca de sete meses depois de sair pela porta da frente da Apple, Stasior agora lidera um grupo de inteligência artificial na Microsoft — comandado pelo diretor de tecnologia da gigante de Redmond, Kevin Scott. A notícia é do The Information.

Ainda não se sabe se esse grupo de inteligência artificial da Microsoft trabalha diretamente com a tecnologia de assistente virtual da empresa, a Cortana — mas o fato é que Stasior, de uma forma ou de outra, está desenvolvendo tecnologias que batem de frente com aquelas oferecidas pela sua ex-casa.

Após deixar a Apple, o executivo deu uma entrevista na qual criticou o avanço das tecnologias de assistentes virtuais, dizendo que elas “não cumprem a promessa de entender as pessoas da maneira mais natural possível” — o que rechaçou até mesmo na Siri.

Paul Jowett

Na Apple desde 2011, Paul Jowett desempenhou o papel de gerente de marketing; mas, antes de trabalhar com a Maçã, ele ocupava um cargo semelhante em outra gigante da tecnologia, a Samsung.

Agora, Jowett fará valer sua experiência em marketing em outra grande concorrente da Apple, a Huawei, que contratou o executivo como diretor de marketing na Austrália, segundo divulgado pelo site australiano Mumbrella.

A Huawei está constantemente expandindo os limites do que é possível por meio da tecnologia e definindo o ponto de referência para a inovação de smartphones. Estou animado em me juntar à equipe australiana e ansioso para criar campanhas emocionantes para os negócios [da Huawei].

Segundo o diretor do grupo de negócios de consumo da Huawei na Austrália, Larking Huang, a experiência de Jowett na área “será vital para impulsionar o crescimento dos negócios da companhia” em meio a um período positivo para a Huawei, que vendeu mais de 100 milhões de dispositivos em todo o mundo neste ano.

VIA 9TO5MACADNEWS

Uzumaki | Clássico do horror japonês terá série animada em 2020; veja o teaser

Mangá de Junji Ito ganhará minissérie no Adult Swim, com trilha pelo compositor de Hereditário
ARTHUR ELOI

Uzumaki, mangá clássico do mestre do terror Junji Ito, ganhará uma série animada no Adult Swim. Assista ao primeiro teaser acima.

Originalmente publicada no Japão entre 1998 e 1999, Uzumaki acompanha uma cidade sendo tomada por insanidade e violência após uma invasão de forças sobrenaturais em forma de espiral. Desde então o mangá, escrito e ilustrado por Ito, se tornou um clássico cult do horror japonês, tendo sido adaptado para jogos e filmes live-action em seu país de origem. No Brasil, Uzumaki foi publicada pela Devir em 2018.

Já a nova animação será uma minissérie de quatro episódios, com direção por Hiroshi Nagahama (As Flores do Mal), e terá trilha sonora de Colin Stetson, compositor de Hereditário. A série de Uzumaki será exibida no Toonami, bloco do Adult Swim nos EUA, em algum ponto de 2020.

Andrew Nuding for Vogue Australia with Adut Akech

Photography: Andrew Nuding. Styling: Jillian Davison. Hair: Pete Lennon. Makeup: Gillian Campbell. Model: Adut Akech.

Discos revelam Taylor Swift e Lana Del Rey olhando para o umbigo

Cantoras largam os vícios do pop e se reencontram em discos intimistas costurados pelo mesmo produtor, Jack Antonoff
Lucas Brêda

Jack Antonoff tem muitos motivos para celebrar. O produtor é o principal nome por trás dos dois discos mais falados dos últimos dias —“Lover”, de Taylor Swift, e “Norman Fucking Rockwell!”, de Lana Del Rey.

Mesmo que nem tenham o desempenho esperado nas paradas, esses trabalhos representam um triunfo improvável no pop contemporâneo. Cada uma à sua maneira, as duas cantoras chegaram a obras sólidas abandonando a ideia de estarem na linha de frente do pop para entrar em empreitadas mais pessoais.

Tanto Swift quanto Del Rey lançaram há dois anos seus últimos discos antes dos álbuns de agora. No caso de Swift, seu “Reputation” parecia uma resposta a seus barracos. Em 2016, ela e Kanye West voltaram a brigar em público, sete anos depois do episódio em que o rapper invadiu o palco de uma premiação e interrompeu o discurso da cantora para defender a amiga Beyoncé.

No entanto, enquanto para Kanye e sua mulher, Kim Kardashian, a briga se resumiu a um verso —e subsequente aparição de uma “boneca” de Swift no clipe de “Famous”—, para a cantora, a briga foi muito mais.

Em “Reputation”, Swift evocou uma estética em preto e branco para se apresentar como alguém que não aceita desaforo. A principal figura do disco foi uma cobra, o emoji usado para desqualificar a cantora depois que Kardashian a desmentiu publicamente.

Swift vestiu a pele da cobra, e tentou fazer dela sua investida em direção ao hip-hop e também contra a imagem de cantora mais comportada do pop.

Para os padrões de Taylor Swift, “Reputation” teve uma recepção tímida. De certa forma, foi como se ela tivesse tentado fazer, sem sucesso, o que Ariana Grande conseguiu em “Thank U, Next”, disco debochado e festeiro que dominou o pop no primeiro semestre.

Em “ME!”, o primeiro clipe desta nova era, uma cobra se desfaz logo antes de uma profusão de cenas coloridas em que Swift ressurge —muito menos amarga. Foi o anúncio exagerado de seu retorno ao pop otimista de “Shake It Off”, que fez a cantora deixar de ser vista só como uma estrela de pop-country adolescente para ser alguém com algo a dizer.

Essa mudança aconteceu em “1989”, disco de 2014 que não só foi seu mais pessoal e aclamado, como marcou sua aproximação com Jack Antonoff.

O produtor —ex-namorado da criadora e estrela da série “Girls”, Lena Dunham—, ficou famoso à frente da extinta banda Fun, do hit “We Are Young”, de 2011, que foi um dos hinos do indie pop. Hoje, ele é o cara mais importante do pop feminino, trabalhando com gente como Lorde e St. Vincent.

Pelas cantoras, Antonoff é exaltado não como um gênio na confecção de arranjos, mas alguém capaz de deixar as artistas confortáveis e extrair delas o melhor. Tirando Swift, ele é a maior presença sentida no disco “Lover”, tanto em produção quanto em composição.

Não em vão, o disco resgata os temas pessoais de “1989”,  revelando uma Taylor Swift muito menos preocupada em se mostrar durona.

A sujeira eletrônica também dá lugar ao violão e aos sintetizadores suaves. Há não só um resgate do country, mas uma profusão de refrões leves e grudentos, além de baladas prontas para a trilha de qualquer comédia romântica —o que ela faz de melhor.

A participação do rapper Future, em “Reputation”, agora dá lugar às gigantes do country Dixie Chics e ao pop rock açucarado do Panic! At the Disco.

Uma das influências de Swift, inclusive, é Lana Del Rey. Além de compartilharem o produtor, as duas vêm se elogiando em entrevistas e não será surpresa se lançarem músicas juntas.

Mas, diferente de Swift, que se transformou ao longo dos anos, Del Rey continua a cantora triste e letárgica que despontou em 2012 com “Video Games”. Seu sucesso seguinte veio de maneira improvável, e ela se tornou uma diva pop sem soar de fato como tal.

Seu último disco, “Lust for Life”, foi uma empreitada mais ambiciosa. Del Rey reuniu um time de peso, que incluiu o renomado produtor Rick Nowels e alguns nomes do trap, como Metro Boomin. Além dos coprodutores e compositores, ela divide os microfones com os rappers A$AP Rocky e Playboi Carti.

Com maior habilidade do que Swift, Del Rey se aproximou das estéticas eletrônicas que estão em alta, ainda que sua presença —lírica, vocal e conceitual— seja tão única que fica difícil pensar que ela esteja deslocada ali.

Agora, em “Norman Fucking Rockwell!”, Del Rey aparece sozinha com seu piano —e Antonoff. Em entrevista ao jornal The New York Times, disse que gostava de trabalhar com o produtor porque ele trazia com agilidade soluções melódicas que a contemplavam.

Da capa ao nome do álbum —que cita o ilustrador famoso por plasmar a imagem definitiva da classe média americana no século passado—, ela vai ainda mais fundo nas referências a ícones da cultura pop. O disco lembra roqueiros, dos Beach Boys a David Bowie.

A Califórnia, paisagem constante no imaginário da cantora, retorna ainda mais forte, dando título a uma balada retrô. Se, em “Lust For Life”, Del Rey buscava a modernidade, agora, ela abraça a nostalgia e a atmosfera anos 1960 e 1970.

Ela também soa muito mais espontânea com as palavras —mesmo quando retrata a tristeza. Em “Hope Is a Dangerous Thing for a Woman like Me to Have – But I Have It”, ela se compara à escritora suicida Sylvia Plath e opõe a ideia de esperança ao sentimento de felicidade plena.

Se a influência de Jack Antonoff não é tão palpável em termos sonoros, ele tem importância central nos esforços de Swift e Del Rey. Com ele, Swift recupera e desenvolve seu pop otimista, além de flertar com o pop punk e o country. Já Del Rey aparece nos holofotes como nunca, exaltando a voz e o piano.

Depois de correr atrás da música negra —em que as inovações do pop de fato estão acontecendo—, as duas parecem à vontade ao se voltar para dentro em busca de uma estética independente. 

Ao deixar de perseguir a sonoridade mais popular entre os jovens americanos, elas —Swift aos 29 anos e Del Rey aos 34— também abrem espaço para desenvolver uma maturidade pop pouco vista entre as mais tocadas.