Scarlett Johansson defende Woody Allen e é criticada por Dylan Farrow

Filha adotiva do diretor acusa-o de ter abusado sexualmente dela aos 7 anos; Atriz afirmou que ‘acredita nele e trabalharia com ele em qualquer momento’

Scarlett Johansson Foto

A atriz Scarlett Johansson defendeu o diretor Woody Allen de suas acusações de abuso sexual em entrevista ao The Hollywood Reporter na última quarta-feira, 4.

“Eu acredito nele e trabalharia com ele em qualquer momento”, afirmou a atriz, com quem já trabalhou em filmes como Ponto Final e Vicky Cristina Barcelona.

“Vejo Woody sempre que posso e tenho tido muitas conversas com ele a respeito disso. Sou muito direta com ele, e ele tem sido muito direto comigo. Ele mantém sua inocência, e eu acredito nele”, continuou a atriz.

Scarlett Johansson vai na direção contrária à de colegas como Natalie Portman, Michael Caine, Timothee Chalamet, Greta Gerwig e Mira Sorvino, que já expressaram publicamente seu arrependimento por ter trabalhado com Woody Allen.

Woody Allen é acusado de ter abusado sua filha adotiva, Dylan Farrow. Segundo ela afirmou em diversas entrevistas ao longo de sua vida, o diretor teria abusado dela quando tinha apenas sete anos de idade, o que é negado por Allen.

Diante da repercussão dos comentários de Scarlett Johansson, Dylan Farrow publicou um tuíte criticando a atriz: “porque se aprendemos alguma coisa nos últimos dois anos é que você definitivamente deve acreditar em homens abusadores que ‘mantém sua inocência’ sem questioná-los”.

“Scarlett tem um longo caminho à frente na compreensão da questão em que ela clama ser campeã”, encerrou Dylan.

*Com informações da agência EFE.

Apple vê “potencial” em criptomoedas e quer Apple Pay mais hábil em gorjetas

apple pay

Apple Pay já é um serviço relativamente sólido e com um bom leque de recursos — especialmente nos Estados Unidos, talvez não tanto no resto do mundo. Ainda assim, a Maçã está empenhada em torná-lo ainda mais rico, como comprova essa entrevista da vice-presidente responsável pela plataforma, Jennifer Bailey.

Em um papo com a âncora da CNN Chistine Romans, realizado num evento em San Francisco sobre o futuro dos pagamentos, a executiva falou sobre a visão que a gigante de Cupertino tem sobre as criptomoedas e as áreas em que ela acredita que o Apple Pay pode evoluir, além de outros assuntos.

Sobre as criptomoedas, Bailey afirmou que a Apple está “atenta” à tecnologia, adicionando que a empresa a considera “interessante” e dotada de um bom potencial a longo prazo. A executiva não deu mais detalhes, entretanto, sobre possíveis planos da Maçã com as moedas eletrônicas — mas só de sinalizar um certo interesse, já podemos ver que, ao menos, a empresa sabe da potencial importância da tecnologia.

A executiva também classificou um ponto que, na opinião dela, o Apple Pay deveria fazer mais: gorjetas.

Nós recebemos feedback de muitos consumidores sobre o momento em que eles começam a usar os pagamentos móveis e o Apple Pay e, consequentemente, param de carregar dinheiro. E uma das áreas em que eles gostariam que nós fizéssemos mais é no ato de dar gorjetas. Você vê em alguns pontos de venda bons recursos de gorjeta se você pagar com tecnologias móveis, mas ainda assim, aquele toque pessoal ainda é uma área em que precisamos trabalhar mais.

Bailey foi questionada, ainda, sobre o item que é mais difícil de ser substituído por uma versão digital do app Wallet, e indicou que o maior desafio está nos documentos de identificação.

Documentos de identidade, para serem legais, têm que ser autenticados pelo governo. Nós vemos, pelo mundo, vários países começando a usar os dispositivos móveis para reproduzir passaportes. Você pode usar um passaporte móvel quando passa por aeroportos hoje, então as coisas estão andando e eu acho que vão continuar. Portanto, não é algo que está tão distante, só não vai ser tão rápido quanto outras atividades que temos.

Por fim, a VP falou também sobre uma impressão de uma parcela dos consumidores de que pagar com cartões físicos ainda é mais seguro do que pagar com o celular. Ela afirmou que essa ideia é completamente incorreta, mas que ainda é necessário educar os consumidores para que eles entendam a realidade. [MacMagazine]

VIA 9TO5MAC

Terno com biquíni? Emily Ratajkowski mostra como usar a inusitada combinação

Top é flagrada com look ousado pelas ruas de Nova York

Emily Ratajkowski (Foto: @JosiahWPhotos / BACKGRID)

Como você gosta de usar o seu terno? Emily Ratajkowski mostrou um jeito inusitado de inovar na clássica dobradinha de calça social e blazer: combine-a com um biquíni!

Sim, foi a bordo de um terninho preto mais top cortininha que a top e atriz foi flagrada nesta quinta-feira (05.09) pelas ruas de Nova York. Conhecida pelas curvas esculturais, Emily exibiu o abdômen chapado com a produção. A cereja do bolo? Ela amarrou as tiras da sandália na barra da calça, truque de styling queridinho do momento. Aprovada a ousaria?

A aparição acontece em meio às notícias de que Emily está sendo processada. Após dois anos do fraudulento Fyre Festival, artistas e influenciadores estão sendo processados por promoverem o agito que não aconteceu. Além da atriz, Kendall Jenner, Migos, Blink-182, Lily Yachty e Pusha T foram citados no processo aberto esta semana no Tribunal de Falências dos EUA, em Nova York, pelo administrador do evento, Gregory Messerque 

O objetivo do processo é recuperar o dinheiro que foi investido nos artistas e também em outras instituições para promover o Fyre Festival, que seria realizado em uma ilha particular nas Bahamas. Kendall Jenner, por exemplo,  recebeu US$ 275 mil (cerca de R$ 1,1 milhão) por uma única publicação no Instagram, sem revelar que era um post pago. Ela também ganhou mais US$ 25 mil (R$ 103 mil) após compartilhar a postagem, que já foi devidamente excluída.

Emily Ratajkowski (Foto: @JosiahWPhotos / BACKGRID)
Emily Ratajkowski (Foto: @JosiahWPhotos / BACKGRID)
Emily Ratajkowski (Foto: @JosiahWPhotos / BACKGRID)
Emily Ratajkowski (Foto: @JosiahWPhotos / BACKGRID)

Após onda do hambúrguer vegetal, startup New Wave Foods lança camarão com origem em plantas

Produto da New Wave Foods é composto por algas marinhas, proteína vegetal e outros dois ingredientes secretos

Camarão vegetal da New Wave Foods 

Depois da carne vegetal, do bacon vegetal e do frango vegetal, chegou a vez do camarão vegetal. A startup americana New Wave Foods planeja lançar em 2020 uma imitação com ingredientes vegetais do crustáceo. O camarão está sendo desenvolvido com algas marinhas, proteína vegetal e outros dois ingredientes secretos da companhia.

Um dos investidores da companhia é a gigante do ramo alimentício Tyson Foods, que também fez aportes na Beyond Meat, startup de carne vegetal que ajudou a impulsionar globalmente a tendência. Ao abrir o seu capital, a Beyond Meat viu suas ações valorizarem 163%.  

A empresa diz que as vantagens  do novo camarão são tamanho e consistência: a versão animal pode ter grandes variações no tamanho e na forma, além de apresentar variabilidade sazonal nos preços. O produto poderia ser consumido também por pessoas com alergia à proteína do animal. 

A ideia da New Wave é chegar a restaurantes dos EUA com distribuição da Tyson e, caso tenha, sucesso expandirá portfólio com versões vegetais para carne de caranguejo e de lagosta.   

Agora com WhatsApp, celular de flip é relançado pela Nokia

Aparelho traz tela de 2,8 polegadas, apps como Google Maps, Facebook e Youtube, além de integração com Google Assistant; dispositivo custará € 89 no mercado europeu

Alô, saudade, alô, paixão: Nokia 2720 chega este mês ao mercado europeu, por € 89

A marca finlandesa Nokia não deixa de revisitar o baú da nostalgia: nessa quinta-feira, 5, a empresa anunciou em coletiva de imprensa na feira de eletrônicos IFA 2019, em Berlim, que vai relançar mais um de seus antigos modelos no mercado europeu. A bola da vez é o Nokia 2720, um clássico “celular de flip“, com direito a teclado alfanumérico, que chegará ainda este mês às lojas por 89 euros. 

O aparelho faz parte de uma coleção da Nokia, chamada Nokia Originals, que também já recuperou aparelhos como o “celular do jogo da cobrinha”, o Nokia 3310, e o “celular banana” usado no filme Matrix, o Nokia 8110. 

Vale lembrar, porém, que os relançamentos fazem parte da estratégia da HMD, empresa criada por ex-funcionários da finlandesa e que arrematou, em 2016, os direitos para usar a propriedade intelectual (nome e designs) da antiga empresa, hoje dedicada apenas ao mercado de telecomunicações. 

Lembra? Nokia 8110 era o celular usado por Neo Anderson (Keanu Reeves) no clássico Matrix

Apesar do design retrô, o que há dentro do celular é bastante atualizado: o aparelho chegará ao mercado com aplicativos como Google, Google Maps, YouTube, WhatsApp, Facebook e integração com o assistente de voz Google Assistant. Tudo graças ao sistema KaiOS, da startup americana homônima, que busca trazer os usuários de celulares básicos para a modernidade. 

Do lado de dentro, o aparelho tem tela de 2,8 polegadas; já fora, uma tela de 1,3 polegadas será responsável por identificar quem está ligando para o usuário e mostrar outras notificações, que podem ser vistas ao simplesmente abrir o aparelho. 

Para quem não viveu os anos 2000, é preciso dizer: fechar o aparelho de flip encerra a ligação. E se você sofre com bateria, esse pode ser um bom aparelho: a HMD promete que uma carga no Nokia 2720 renovado será suficiente para alimentar o celular por 27 dias (!). Há duas cores disponíveis: preto e cinza. A HMD ainda precisa anunciar os países em que o celular estará disponível, mas é bastante difícil que o Brasil esteja nessa lista. 

KROSS 88 MB – The definitive “do-everything” synth workstation

A estação de trabalho definitiva de sintetizador “faça tudo”, com uma enorme variedade de sons e um novo acabamento em preto fosco. Teclas, bateria, sequências, amostragem e uma potência de desempenho. O modelo de 88 teclas do sintetizador multifuncional KROSS 2 está agora disponível em um acabamento emborrachado “preto super fosco”.

Lupita Nyong’o diz que Hollywood está mais sensível com machismo e abuso

Lupita posa para ensaio da “Vanity Fair”Imagem: reprodução/Vanity Fair/Instagram

A atriz Lupita Nyong’o afirmou, em entrevista para a revista “Vanity Fair”, que Hollywood desenvolveu uma “sensibilidade” maior em questões como machismo e abuso sexual.

“Definitivamente, há maior sensibilidade em relação a temas como machismo, chauvinismo e abuso”, afirmou Lupita.

A atriz, ganhadora do Oscar em 2014 por sua atuação em “12 Anos de Escravidão” (2013), compartilhou uma foto em que aparece na capa da “Vanity Fair” no Instagram e ganhou elogios de seus seguidores, incluindo amigos famosos, como a atriz Reese Witherspoon.

“Primeira capa da Vanity Fair”, escreveu Lupita. “Tão linda”, reagiu Reese. [Universa]

WeWork pode cortar valor de mercado pela metade para estrear na Bolsa

Deliberações da companhia ilustram o crescente ceticismo do investidor em relação à falta de um plano da empresa para lucrar
Por Agências – Reuters

WeWork pode reduzir o valor de mercado 

A We Company, dona do WeWork, está avaliando reduzir o preço que buscará em sua oferta inicial de ações (IPO) para pouco mais de US$ 20 bilhões de dólares, menos da metade dos US$ 47 bilhões alcançados em uma rodada de captação de recursos em janeiro, disseram pessoas familiarizadas com o assunto nesta quinta-feira, 5.

As deliberações da We Company ilustram como o crescente ceticismo do investidor em relação à falta de um plano da empresa para lucrar e o firme controle de seu cofundador Adam Neumann na governança, estão pesando no ânimo de investidores.

A queda dramática na avaliação da We Company também pode influenciar outros unicórnios do Vale do Silício. Outros IPOs de alto perfil neste ano, como os das empresas Uber e Lyft, se saíram mal em meio ao ceticismo dos investidores devido à falta de um plano concreto de lucratividade.

A We Company ainda não lançou o roadshow do IPO para conversar formalmente com investidores, mas pode começar na segunda-feira, 9, segundo uma pessoa familiarizada com o assunto.

As fontes alertaram que nenhuma decisão foi tomada e pediram para não serem identificadas porque as deliberações são confidenciais. A We Company se recusou a comentar. O Wall Street Journal publicou nesta quinta-feira que a We Company considerando uma avaliação de cerca de US$ 20 bilhões.

A We Company aluga escritórios para clientes sob contratos de curto prazo, mas paga aluguel por contratos de longo prazo.

A empresa com sede em Nova York teve prejuízo de mais de US$ 900 milhões no primeiro semestre de 2019, um aumento de 25% em relação ao ano anterior, mesmo com a receita dobrando para 1,54 bilhão de dólares, pois investiu em crescimento.

H&M suspende compra de couro do Brasil por crise na Amazônia

Grupo atribuiu decisão à preocupação ambiental com incêndios na floresta; 18 outras marcas tomaram decisão semelhante na semana passada

Marcas globais têm manifestado preocupação com a floresta 

ESTOCOLMO – A H&M, segunda maior varejista de moda do mundo, disse nesta quinta-feira, 5, que parou de comprar couro do Brasil temporariamente por causa das preocupações ambientais ligadas a incêndios na Amazônia. Na semana passada, VF Corporation, empresa responsável por 18 marcas como Timberland, Kipling e Vans, também informou ter interrompido o abastecimento de couro e curtume do Brasil para os negócios internacionais. 

O avanço das queimadas na região amazônica causou repercussão global nas últimas semanas e levou o presidente Jair Bolsonaro a enviar as Forças Armadas à floresta para combater as chamas. A postura do governo federal sobre o problema 

“Por causa dos graves incêndios na parte brasileira da Floresta Amazônica e às conexões com a produção de gado, decidimos suspender temporariamente o couro do Brasil”, afirmou a H&M em comunicado por e-mail. “A proibição permanecerá ativa até que existam sistemas de garantia críveis para verificar se o couro não contribui para danos ambientais na Amazônia”, afirmou o documento.

Conforme a H&M, a maioria do couro do grupo é originária da Europa e que uma parte muito pequena é do Brasil.

Em alerta. A gigante de alimentos Nestlé também afirmou na semana passada que a política de negócios da empresa será “revisada” para garantir alinhamento com o padrão de fornecimento ambientalmente responsável. /REUTERS