Madonna proíbe fãs de filmar e fotografar em sua nova turnê

‘Madame X’ começa em setembro e quem for visto com celular durante os shows será expulso do local

Madonna em cenas do clipe God Control (Foto: Reprodução)

Madonna surpreendeu os fãs ao disparar um e-mail proibindo o uso de celulares nos shows da turnê de seu décimo quarto álbum de estúdio, Madame X.

A turnê começa dia 17 deste mês, em Nova York, e a rainha do pop decidiu avisar aqueles que vão comparecer a seus shows sobre algumas restrições.

“Esse evento será uma experiência livre de celulares. O uso de celulares, smartwatches, acessórios smart, câmeras ou dispositivos de filmagem não serão permitidos na área de performance”, diz o e-mail.

Como todos os ingressos serão enviados como mobile tickets, o e-mail informa que você deve memorizar seu assento, pois depois que o ingresso for verificado todos os celulares e dispositivos serão guardados em sacos especiais.

Todas as pessoas ficarão com seus celulares, no entanto eles ficarão selados até o fim do show. Terão áreas específicas onde será permitido o uso do aparelho, mas dentro do teatro não existe a possibilidade de acessar o dispositivo.

Comunicado oficial de Madonna sobre a turnê de ‘Madame X’ (Foto: Reprodução)

“Qualquer pessoa vista usando um celular durante a performance será acompanhada para fora do local. Nós apreciamos sua cooperação para criar uma experiência sem celulares”, finaliza o e-mail.

A turnê tinha início previsto para dia 12 de setembro, mas foi adiada para dia 17 devido a “elementos de uma produção altamente especializada terem atrasado”, conforme consta em um comunicado emitido no site oficial da artista.

O site também publicou um comunicado oficial de Madonna, com as próprias palavras, dizendo que a personagem criada por ela para a turnê é “perfeccionista”.

Madame X é perfeccionista e quer oferecer a experiência mais única, mágica e musical. Ela subestimou a quantidade de tempo que levaria para trazer esse tipo de experiência teatral intimista e quer que ela seja perfeita! Obrigado pela compreensão de vocês”, explicou.

Julio Barcena for Numero Russia with Gwen Van Meir

Photographer: Julio Barcena. Stylist: Monica Zafra. Makeup: Jorge Balzaretti. Hair: Emiliano Riccardi. Model: Gwen Van Meir.

Novo trailer de Doutor Sono revisita o Hotel Overlook, de O Iluminado

Filme de Mike Flannagan continuará a obra de Stanley Kubrick
ARTHUR ELOI

Doutor Sono, adaptação da obra de Stephen King que continua O Iluminado, teve um novo trailer divulgado que mostra Danny Torrance – agora vivido por Ewan McGregor, de Star Wars – retornando ao Hotel Overlook, cenário do clássico de 1968 dirigido por Stanley Kubrick. Veja acima.

Anteriormente, o diretor Mike Flanagan, de A Maldição da Residência Hillafirmou que a produção será uma continuação tanto do livro de King, quanto do filme de 1980, que tem uma história um pouco diferente.

Doutor Sono acompanha Danny Torrance já adulto, que continua traumatizado pelos acontecimentos no Overlook Hotel. Ewan McGregor vive a versão adulta do protagonista, filho do assassino Jack Torrance (Jack Nicholson) que no clássico de Stanley Kubrick foi interpretado pelo garoto Danny LloydRebecca Ferguson é Rose, a Cartola; Carl Lumbly, das séries Alias Supergirl, é Dick Halloran e Alex Essoe é Wendy Torrance.

O lançamento de Doutor Sono no Brasil está marcado para 7 de novembro.

Jennifer Lopez é surpreendida por protestos em tapete vermelho

A atriz foi alvo de ativistas pelos direitos dos animais por conta de seu uso contínuo de casacos de pele

Jennifer Lopez é alvo de protestos no tapete vermelho do Festival Internacional de Cinema de Toronto (Foto: Reprodução/Instagram/TMZ)

Jennifer Lopez foi pega de surpresa por ativistas no Festival Internacional de Cinema de Toronto. A atriz esteve lá para promover seu novo filme As Golpistas, mas foi recebida com vaias e gritos de protesto ao chegar no tapete vermelho.

J-Lo é conhecida por usar casacos de pele espalhafatosos por anos, e os ativistas de direitos dos animais resolveram fazer uma aparição no festival. Segurando placas com frases como “J-Lo odeia animais” e “Pare de usar peles de verdade”, os protestantes gritaram durante toda a passagem da artista no tapete vermelho.

“Pare de usar peles, você tem sangue nas suas mãos. Vergonha”, gritou uma das ativistas, como é possível ver no vídeo publicado no TMZ neste link.

A atriz não respondeu aos gritos e às provocações, tampouco demonstrou que estivesse ouvindo-os. Is ativistas se encontravam próximos a ela na entrada do festival e chegaram até mesmo a jogar cartazes no tapete vermelho para chamar sua atenção.

A fabricação e o uso de casacos de pele é um ponto central na luta pelos direitos dos animais devido à forma cruel com que os fabricantes conseguem e trabalham a pele. Durante todos os seus anos de carreira, J-Lo fez diversas aparições usando peças de pele, embora não se saiba se eram reais ou sintéticas.

No trailer de seu novo filme, onde contracena com as atrizes Constance Wu e Lili Reinhart e também com outras cantoras como Cardi B e Lizzo, J-Lo tem uma cena central onde aparece usando um grande casaco de pele.

Kristen Stewart fala que faria super-herói gay e elogia Pattinson por papel de Batman

Atriz disse estar muito feliz por ex-namorado: ‘Único cara que poderia fazer papel’

Kristen Stewart comparece à exibição especial de “Seberg” durante o Festival Internacional de Cinema de Toronto 2019 – Valerie Macon/AFP

Kristen Stewart, 29, disse, durante o Festival Internacional de Cinema de Toronto, que se tivesse que escolher um super-herói para interpretar seria um herói gay. 

A história começou quando a artista contou à Harper’s Bazaar que sempre foi incentivada a não andar de mãos dadas com sua namorada: “Disseram-me: ‘Se você quiser fazer um favor a si mesma, não saia segurando a mão de sua namorada em público, você pode conseguir um [papel num] filme da Marvel’. Essa conversa sempre existiu. Eu sempre a rejeitei radicalmente”.

Então, quando questionada sobre qual papel no universo dos super-heróis gostaria de interpretar, Stewart já sabia a resposta. A atriz, que namora a modelo Stella Maxwell, 29, completou: “Tenho certeza que eles [A Marvel] adorariam contratar os jovens gays para serem super-heróis”. 

Ainda no Festival, em entrevista para a Variety, Stewart comentou sobre o Batman, interpretado pelo ex-namorado e parceiro de interpretação na saga “Crepúsculo”, Robert Pattinson. 

“Acho que ele é o único cara que poderia fazer o papel. Estou muito feliz por ele. É uma loucura!”, disse a atriz, animada. 

Stewert compareceu ao Festival para promover “Seberg”, último filme que gravou, em que ela interpreta Jean Seberg. Famosa por atuar no aclamado “Acossado”, de Jean-Luc Godard, a personagem principal sofre com a perseguição dos paparazzi, o que é retratado no longa.

“Não precisei me esforçar para fingir. Eu sei muito bem como é esse sentimento”, declarou a atriz, que está nos holofotes desde que viveu Bella Swan no primeiro filme da saga “Crepúsculo”.

‘Precisamos de música de protesto’, diz Lana Del Rey

Cantora defende essa ideia diante do crescimento da violência e do cenário político atual; ela acaba de lançar seu 5º álbum
Joe Coscarelli THE NEW YORK TIMES, O Estado de S.Paulo

Lana em Nova York. Recém-lançado, disco ‘Norman F*cking Rockwell!’ está recheado de letras explosivas e profanas  Foto: ERICA YOON/THE NEW YORK TIMES – 30/10/2018

Ninguém achava que Lana Del Rey chegaria tão longe. Após uma desastrosa estreia musical no Saturday Nihgt Live, em 2012, e massacrada por uma mídia social sedenta de sangue, a cantora e compositora, nascida Elizabeth Grant, poderia nunca ter passado de uma nota de pé de página. Mas, em lugar de se autoimolar, Del Rey explodiu em um dos mais consistentes álbuns da década, pressagiando a virada da pop music – e do mundo – para os opiáceos e o apocalipse. 

Norman F*cking Rockwell!, seu quinto álbum, lançado em 30 de agosto, está recheado de letras explosivas e profanas que exploram versões iconográficas de masculinidade e feminilidade. O álbum começa com os versos “GoddammMan-Child”, na faixa-título que é quase um tributo ao folk e rock de Laurel Canyon. O álbum foi produzido com o it-man pop Jack Antonoff. Vale lembrar que Del Rey não teve um hit entre as Top 40 nos últimos cinco anos.

Para dar uma ideia de onde estava musicalmente com a cabeça nesses dias, Del Rey remete a John Lennon, Led Zeppelin, Beach Boys, David Bowie, Crosby, Stills & Nash, enquanto mantém flashes de Fiona Apple e Cat Power – uma, antiga referência espiritual, outra, uma colaboradora recente.

Na Califórnia, pelo telefone, Del Rey, de 34 anos fala com humor de temas que vão do processo de criação de Antonoff a Kayne West, Trump e ausência de músicas de protesto.

Você se tornou uma popstar sem interagir ou seguir muito seus contemporâneos, mas no último álbum trabalhou com ASAP Rocky, The Weeknd e Max Martin. Queria dar uma recuada?
Não, mas no estúdio Jack Antonoff é uma presença tão grande que ocupou muito do espaço que eu dei. E isso valeu muito. A única coisa que realmente queria era ter uma mulher dos anos 1960 só para acrescentar um pouco de magia.

O que trabalhar com Jack teve de diferente?
Encontrei com ele numa festa e não queria ir para o estúdio. Mas então ele escreveu uma canção em 40 minutos, Love Song. Adorei como ele capturou minha voz sem instrumentos. E pensei: “Vamos fazer um álbum”.

Por que tantas mulheres artistas querem trabalhar com ele?
Por causa de sua musicalidade. Conheço muitos produtores que não tocam nada. Ele toca cítara e faz mágica com uns poucos acordes.

Dá medo lançar um álbum ao mesmo tempo que Taylor Swift?
Uau! Isso me faz pensar sobre o que estou fazendo com minha vida.

Como assim?
Meus planos são não fazer planos. Mas às vezes as pessoas exigem mais, então mostro minhas canções. Não estava pensando no álbum de Taylor até perceber que o espaço de tempo entre um e outro era de uma semana.

Você entra esporadicamente no pop, mas não faz parte dele. Como decide que é hora de entrar, como ao fazer a canção Charlie’s Angels com Miley Cyrus e Ariana Grande?
Gosto muito de Ariana. Primeiro, ouvi Dangerous Woman, depois Thank U Next. E ficava perguntando: como ela escreveu isso? Assim, quando ela me pediu para participar de Charlie’s Angels, minha resposta foi: “Ok, se você realmente me quiser…”.

Como vê o domínio do pop no momento? Você acompanha no rádio, Spotify, Billboard?
Sou mais pelo Instagram. Ouço falar no clipe de uma canção e vou procurar no YouTube. Adoro Billie Eilish e sinto como se tivesse esperado por essa época da cultura da pop music.

Em The Greatest, você diz que sente falta do rock.
Estava pensando em quando tinha 19, 20, 21 anos e ouvia, com meu primeiro namorado, Milk, com Kings of Leon, ou White Stripes e The Strokes.

Você cantou no noivado de Kanye West e pediu no Twitter que ele não apoiasse o presidente Trump. Teve uma resposta?
Felizmente, não. Não queria uma resposta. Você não se sente melhor por escrever uma coisa como essa. Mas Kanye significava muito para nós. E estou feliz por viver num país em que cada um pode ter seu ponto de vista político. Não sou mais liberal do que sou republicana. Estou no meio.

Você acha que está faltando música de protesto hoje?
As pessoas perguntam se esse governo está estimulando a ideia de que não há problema em ser mais violento. E muita gente acha que está. Se a música de protesto alguma vez esteve em falta, esse tempo é agora. / TRADUÇÃO DE ROBERTO MUNIZ

Novo visual de Supergirl é destaque no pôster da 5ª temporada

Personagem ganhará uniforme inédito nos novos episódios
ARTHUR ELOI

Stronger than ever. #Supergirl premieres Sunday, October 6. Stream free next day only on The CW App!

A quinta temporada de Supergirl teve um novo pôster promocional que destaca o novo uniforme e visual da heroína Kara Zor-El, interpretada por Melissa Benoist. Veja abaixo:

O novo ano da série estreia em 6 de outubro, nos EUA. No Brasil, a série é transmitida pelo canal pago Warner Channel, e as três primeiras temporadas estão disponíveis no catálogo da Netflix.

Aos 50 anos, Jennifer Aniston admite: “Eu não quero ter o cabelo branco”

Pode passar o tempo que for, mas Rachel Green, de Friends, sempre vai ser uma referência para muitas mulheres no quesito estilo e, sobretudo, cabelo.

Imagem: Reprodução/Instagram/@instyle

Em entrevista à revista “InStyle”, Jennifer Aniston, que completou 50 anos, falou sobre ter-se tornado um “ícone” com seus fios e admitiu o apego a eles.

“Eu não vou mentir, não quero ter o cabelo branco. Pretendo frequentar meu colorista até o último dia da minha vida”, confessou.

Na conversa, a atriz relembrou ainda como foi lidar com as preocupações com a beleza enquanto virava adulta.

“Quando eu era mais jovem, era um inferno. Tentei todos os produtos conhecidos pelos seres humanos para cuidar do meu cabelo”, disse ela, que fazia ainda “bicos” como cabeleireira quando criança. “Eu cobrava 10 dólares por cabeça no ensino médio”. [Universa]

Julio Barcena for ELLE Bulgaria with Mariina Keskitalo

Photographer: Julio Barcena. Stylist: Gissell Garcia. Makeup: Jorge Balzaretti. Hair: Elisenda Amorós. Model: Mariina Keskitalo.