Elisa Carnicer for Mango AW 2019 Campaign with Malgosia Bela

Photography: Elisa Carnicer. Styling: Miriam Mira. Art Director: Laia Bonastre. Hair: Paolo Soffiatti. Makeup: Karin Westerlund. Model: Malgosia Bela.

Revista Tatler causa polêmica e elege Meghan Markle “a maior alpinista social” do Reino Unido

Editor chefe da publicação britânica, Richard Dennen, é amigo de faculdade de Kate Middleton

A foto compartilhada pelos assessores do Príncipe Harry e da atriz e duquesa Meghan Markle para celebrar o aniversário de 38 anos da ex-estrela da série Suits (Foto: Instagram)

Meghan Markle foi coroada a maior alpinista social da Grã-Bretanha pela revista Tatler. Segundo a publicação, a duquesa de Sussex, 38 anos, alcançou “o auge do poste escorregadio” ao entrar para a família real. Descrevendo que “a história de Meghan não é exatamente uma história de ‘pobre que vira rico'”, a revista destaca como a duquesa estudou em escola particular e que seu pai Thomas Markle “ganhou um Emmy de direção de iluminação”.

Rainha Elizabeth e Meghan Markle (Foto: Getty Images)

Segundo o Daily Mail, Tatler afirma que a ex-atriz encontrou o maior papel da sua vida como o “farol da mudança” necessário para “arrastar a Família Real para o século XXI”. No início deste ano, a duquesa ficou de fora do “Social Power Index” da revista, que classificou Kate Middleton e Prince William como o casal mais poderoso do Reino Unido.

A Fabulous Digital revelou que Meghan fora desprezada da lista mais “poderosa” da Tatler por causa de sua suposta briga com Kate Middleton, já que a Duquesa de Cambridge é amiga íntima do editor da revista Richard Dennen. Richard frequentou a Universidade St Andrews e estudou História da Arte junto com Kate, enquanto William cursou Geografia.

Além disso, a revista high society relatou em março deste ano que a duquesa foi apelidada de “ME-GAIN” pela equipe do Kensington Palace depois de bombardear seus assessores com e-mails desde às 5h da manhã. Durante uma entrevista no ‘Today Show’ da Austrália no início deste ano, um dos maiores críticos de Meghan, Piers Morgan, classificou a Duquesa de “falsa alpinista social”.

A meia-irmã da duquesa, Samantha Grant, também deu várias entrevistas sobre como a “ambição” de Meghan era se tornar uma princesa. Em entrevista ao tablóide The Sun em 2017, Samantha afirmou: “Hollywood a mudou. Acho que sua ambição era se tornar uma princesa. Era algo que ela sonhava quando menina, quando assistíamos à realeza na TV. Ela sempre preferia Harry – ela tem um fraco por ruivos”.

Príncipe William, Príncipe Harry, Meghan Markle, Kate Middleton (Foto: Getty Images)
Príncipe Harry e Meghan Markle (Foto: Instagram (@sussexroyal Verificado))

Érika Januza posa poderosa de lingerie

Atriz surgiu só de sutiã em clique no Instagram

Érika Januza (Foto: Reprodução/Instagram)

Érika Januza encantou a web com clique de sutiã. A atriz surgiu exibindo seu novo visual só de lingerie nesta segunda-feira (9) em seu perfil no Instagram.

“Seu estilo é você quem faz! Qual o seu?”, escreveu na legenda da imagem.

Recentemente, a atriz se despediu dos cabelos longos e adotou um novo visual para sua próxima personagem na televisão. Ela participará de Amor de Mãe, próxima novela das 9.

“Cabelo curto é lindo. Você pode e deve ser bonita do seu jeito. Se o seu cabelo é curto, assuma a sua beleza. Não é o tamanho do fio que define quem você é.  Às vezes, você pode estar a fim de fazer transição capilar, cortar curto o fio e achar que vai ficar feio. Não mesmo!”, disse ela em papo com a QUEM.

Sequência do livro ‘The Handmaid’s Tale’ começará a ser vendida nesta terça-feira, 10

The Testaments’, de Margaret Atwood, retoma universo criado em 1985
Reuters

Cena da série ‘The Handmaid’s Tale’, baseada no livro de Margaret AtwoodFoto: Hulu

LONDRES – Centenas de fãs britânicos e norte-americanos de Margaret Atwood devem fazer fila a partir da meia-noite para serem os primeiros a comprar a sequência de seu romance best-seller distópico The Handmaid’s Tale (O Conto da Aia) —um dos eventos culturais mais ansiosamente aguardados do ano.

The Testaments já entrou na lista final de um dos prêmios literários mais prestigiosos do mundo mesmo antes de seu lançamento, na terça-feira, em Londres, que deve ser transmitido em 100 cinemas de todo o mundo.

Nele, Margaret retoma a história de 1985 sobre um futuro totalitário no qual mulheres férteis são sujeitadas à servidão sexual para repovoar um mundo às voltas com um desastre ambiental, e que se tornou uma série de televisão popular.

“Publicações deste nível são poucas e espaçadas”, disse Bea Carvalho, compradora de títulos de ficção da rede de livrarias britânica Waterstones, que dará uma festa de lançamento à meia-noite na capital inglesa durante a qual a autora lerá trechos de sua nova obra.

“Este é, de longe, o maior lançamento do ano e um de seus maiores momentos culturais”, disse ela à agência Thomson Reuters Foundation.

Várias outras livrarias do Reino Unido e dos Estados Unidos também abrirão tarde para aqueles que esperam ter um primeiro vislumbre do romance.

A escritora canadense provocou empolgação e especulação ao anunciar, em novembro do ano passado, que estava trabalhando em The Testaments, que se passa 15 anos após o final ambíguo de O Conto da Aia no Estado totalitário fictício de Gilead.

“Tudo que vocês sempre me perguntaram sobre Gilead e seus mecanismos internos é a inspiração deste livro”, explicou.

“A outra inspiração é o mundo em que estamos vivendo.”

A editora montou um esquema de segurança rígido —críticos receberam cópias do livro com título e capa falsos—, mas o sigilo a respeito da trama do livro foi violado quando a Amazon despachou algumas cópias em pré-venda por acidente.

Na semana passada, foi anunciado que ele já é um dos finalistas do Booker Prize. O presidente do júri, Peter Florence, o elogiou por ser “uma novela selvagem e linda que nos fala hoje com convicção e poder.”

Miley Cyrus e a nova namorada Kaitlynn se mudam para a mesma casa em Hollywood

Novo casal agora mora no mesmo condomínio da família Kardashian em Hidden Hills, diz site

Miley Cyrus e Kaitlynn Carter com amigos na Itália (Foto: Instagram)

Miley e Kaitlynn parecem estar levando as coisas para o próximo nível, apenas algumas semanas depois de serem vistas pela primeira vez se beijando na Itália. Miley Cyrus, 26 anos, e Kaitlynn Carter, 30 anos, estão juntas desde o retorno a Los Angeles, há algumas semanas – mas parece que o relacionamento delas é muito mais do que uma aventura de verão

“Miley e Kaitlynn estão gastando o que parece ser cada momento uma com a outra, tanto que se mudaram para a área de Hidden Hills na semana passada”, diz uma fonte ao HollywoodLife. As duas estão inseparáveis ​​desde que voltaram da Itália. “Você nunca vê uma sem a outra. O casal foi visto se mudando para uma casa na semana passada no mesmo condomínio fechado que as Kardashians, The Weekend e Drake”, continuou a fonte.

A cantora Miley Cyrus com a modelo Kaitlynn Carter (Foto: Instagram)

Kaitlynn também acompanhou Miley aos VMA da MTV em Nova York no final de agosto, em que Miley fez uma paerformance de “Slide Away” – sua nova música sobre sua recente separação de Liam Hemsworth, 29 anos.

Miley e Kaitlynn eram amigas antes do relacionamento: Miley e Liam costumavam sair com Katlynn e seu ex, Brody Jenner. “Eu tive muitas conversas com Kaitlynn durante a temporada e ela, Miley, Liam e Brody sempre saiam juntos”, revelou Ashley Wahler, do reality ‘The Hills’, em uma entrevista. “Então, eu sei que todos elas são amigas há muito tempo”. Miley e Kaitlynn ainda não confirmaram que estão namorando, mas foram vistas de mãos dadas e trocando carícias.

Liam Hemsworth e Miley Cyrus (Foto: Instagram)

Kim Kardashian chora após receber diagnóstico preocupante sobre lúpus

Notícia foi revelada durante episódio do reality show da família Kardashian

Kim Kardashian (Foto: Reprodução / Youtube)

Durante consulta ao médico, Kim Kardashian foi às lágrimas ao descobrir que seu teste deu postivo para o lúpus. O caso foi exibido em um novo episódio de Keeping Up With the Kardashians.

Após fazer um exame de sangue para determinar a causa de dores que vinha enfrentando há algum tempo, como o inchaço das articulações, dores de cabeça e cansaço excessivo, a empresária recebeu uma ligação do Dr. Daniel Wallace com seus resultados.

Kim Kardashian (Foto: Reprodução / Youtube)

“Seu anticorpos são positivos para o lúpus e artrite reumatoide”, explicou o especialista, antes de listar alguns dos efeitos colaterais correspondentes da doença, compatíveis com os que Kim sentia. Porém, esses resultados não confirmam necessariamente a presença real de nenhuma das doenças. “Às vezes você pode obter falsos positivos nessas exibições”, disse ele, que logo tratou de agendar uma consulta de acompanhamento na mesma semana.

Kim Kardashian totalmente sem maquiagem (Foto: Backgrid)

Depois de conversar com o médico, Kim começou a chorar e contou a notícia para Khloé KardashianKylie Jenner e Kris Jenner. “Estou apavorada”. Kris aconselhou as filhas a permanecerem positivas “até obtermos alguns resultados”, mas Kim ainda estava nervosa e por conta da incerteza.

“Sabe, isso realmente entra na sua cabeça e você pensa nas piores coisas possíveis que podem acontecer”, ela admitiu. “Então, pelos próximos dias, será realmente um inferno viver, imaginando o que tenho, o que está acontecendo e como consertar isso”.

Em Nova York, Meghan Markle fez aula de ioga pra amenizar diferença de fuso

Segundo a revista People, assim que chegou na Big Apple, a Duquesa de Sussex procurou fazer uma aula na Modo Yoga, que possui estúdio ecológico

Meghan Markle (Foto: Getty Images)

Meghan Markle está em Nova York e acompanhou, no último domingo (8), o jogo de sua melhor amiga, Serena Williams, no US Open. Segundo a revista People, para relaxar após a longa viagem e para vencer o jetlag, ela procurou fazer uma aula de ioga.

De acordo com o veículo, a Duquesa de Sussex e uma amiga foram para a Modo Yoga , que oferece aulas em um estúdio ecológico, no bairro de West Village, em Nova York. Na ocasião, ela praticou a atividade ao lado de ao menos sessenta pessoas.

Uma fonte que esteve no local revelou à People que “Havia muitos sorrisos doces” entre alguns dos clientes que fizeram a aula com ela.

Não é surpreendente que uma de suas primeiras paradas em Nova York tenha sido em uma aula de ioga. Meghan é defensora há anos da prática junto à sua mãe, Doria Ragland, que inclusive é instrutora em Los Angeles. “Ela frequenta o Modo Yoga há muitos anos e tenta fazê-lo sempre que está em Nova York”, acrescentou a fonte. “Foi o remédio perfeito para o jet lag”.

Meghan chegou em Nova York na tarde da última sexta-feira (6), depois de pegar um vôo comercial. O marido, Príncipe Harry,  e o filho de 4 meses,  Archie, ficaram em casa, em Windsor , marcando a primeira vez que Meghan viaja sem o bebê . Meghan retornará à Grã-Bretanha no fim da semana.

‘Estilo é resposta à discriminação’, diz Mahershala Ali

Vencedor de dois Oscars, ator fala sobre cinema, fé, racismo e de ter virado embaixador da marca italiana Zegna
Maria Rita Alonso / NOVA YORK, O Estado de S.Paulo

Estilo. O ator, vestido pela grife Zegna Foto: Ermenegildo Zegna

O hotel Greenwich, idealizado pelo ator Robert De Niro, em Nova York, é de uma elegância distinta, com sofás de couro, tapetes iranianos e prateleiras repletas de clássicos da contracultura. Foi ali que o ator Mahershala Ali recebeu o Estado, na semana passada, vestindo blazer de alfaiataria verde garrafa com uma camiseta da mesma cor em um tom mais claro, totalmente em harmonia com a sofisticação cool do ambiente.

Vencedor do Oscar de melhor ator coadjuvante por Moonlight, em 2017, e Green Book, 2019, Ali vive o auge da carreira aos 45 anos, aclamado pela crítica e com grandes oportunidades ao seu dispor. Virou também um ícone de estilo, sempre nas listas dos mais bem-vestidos representando a Ermenegildo Zegna, a marca masculina mais chique da Itália. 

Com porte majestoso e o semblante doce, Ali encarna o cavalheiro de uma nova era, na qual a masculinidade tem a ver com sensibilidade, equilíbrio e fé. Criado pela mãe cabeleireira, em Oakland, na Califórnia, o ator era um dos poucos afro-americanos no colégio. Ótimo jogador de basquete, adorava as disciplinas de Humanas, escrevia poesia e acabou tomando gosto pelo teatro. Antes de estourar em Moonlight, precisou abrir mão do papel de sucesso em House of Cards para seguir seu coração. “Busco me sentir completo holisticamente.”

Mahershala Ali é um homem grande, musculoso, naturalmente elegante, que aprendeu a se vestir bem desde pequeno. “Isso faz parte da cultura negra”, diz ele, em entrevista ao Estado. “Sempre fui consciente de como ser negro é algo que fala por mim antes mesmo de eu abrir a boca.”

Como define os novos códigos de masculinidade? Que tipo de homem é você?
Estou preocupado com movimento, crescimento e expansão. Permanecer em um só lugar, nos torna estagnados, não nos ajuda a evoluir. Quero evoluir. Tenho orgulho de ser aberto, consciente e disposto a ouvir e aprender.

Depois de vencer o segundo Oscar, esse é um momento muito excitante para você. De que forma Moonlight e Green Book mudaram a sua vida?
Todos procuramos nos sentir mais completos. Estou buscando me sentir completo holisticamente, em todos os aspectos da minha vida, e a atuação é um deles. Esses trabalhos me abriram novas oportunidades e acessos, e não digo isso só em termos financeiros. Com eles, atingi um nível profundo de satisfação com relação ao que gostaria de dizer como artista.

Acredita que o cinema e a moda podem ajudar a formar sociedades menos desiguais?
Não há muito espaço na moda para pessoas como eu. Então, ver um homem afro-americano como embaixador de uma marca de moda italiana, por exemplo, gera um impacto positivo. Não acho que alguém racista vai mudar sua mentalidade do dia para noite por me ver numa campanha, mas o fato disso não ocorrer antigamente e agora virar uma realidade gera um momento de pausa para que as pessoas reflitam sobre questões raciais. No cinema, diferentes contribuições também devem aparecer e outras histórias precisam surgir. É necessário esforço cultural para possibilitar a comunicação em diferentes comunidades, nas quais a opressão atinge certas pessoas. Narrativas sobre gays, mulheres negras, transgêneros, ajudam a gerar um impacto saudável em nossas relações.

O que mudou nos últimos anos nos Estados Unidos em relação ao preconceito racial?
Não acho que as mudanças ocorreram exclusividade nos EUA. Esse movimento é global, estamos criando novas narrativas que podem ajudar a conscientizar as pessoas. Quando nos tornamos conscientes de algo não saudável, de um comportamento tóxico, podemos fazer mudanças e agir mais corretamente. Acho que as facilidades de conexão entre as pessoas hoje estão abrindo caminhos para o convívio entre diferentes raças e culturas. Mas é preciso continuar passando a mensagem. Estamos apenas no começo.

O que o seu estilo diz sobre você? Em quem se inspira?
Meu pai me impactou nesse sentido, o estilo dele era extraordinariamente cool e ele estava sempre me fazendo ter noção do que escolher para usar em Nova York ou na Califórnia. Minha mãe era cabeleireira e eu, que sempre fui introvertido, sentia que meu estilo podia falar por mim. Uma das primeiras coisas que aprendi foi combinar roupas, cores, texturas. Isso fez parte da minha educação e acho que faz parte da cultura negra também, já que a gente não tem chance de conseguir um trabalho ou algo assim se não estiver bem vestido. Não digo que isso é algo positivo. Mas ter estilo é uma reação, uma resposta à discriminação que vivemos como negros. Sempre fui consciente de como ser negro é algo que fala por mim antes mesmo de eu abrir a boca.

Como você se sente sempre na lista dos mais bem-vestidos e como embaixador da Zegna?
Eu me sinto humildemente inspirado. No fim do dia, todos nós vestimos uma expressão, um reflexo direto da nossa personalidade. E me sinto grato pelos relacionamentos que criei também com pessoas incríveis da moda, como as que trabalham na Zegna.

Hoje, a televisão e as plataformas de streaming dominam a cena. Os meios e plataformas importam para você?
Para mim, não importa qual seja a plataforma, desde que nós possamos aprender com histórias, estilos de vida e nos conectar com a condição humana. Se a história é produtiva, nós podemos tirar algo daquilo na tela, em qualquer que seja o formato. Busco apenas ter certeza de que minha contribuição importa e causa um impacto positivo nas pessoas.

O que leva em conta ao escolher seus papéis?
Costumo olhar para atores que admiro, como Daniel Day Lewis, e entender como conseguem se transformar a cada interpretação. Se você tem a ousadia de estar nesse meio, precisa aprender a se ver no lugar de outra pessoa e esquecer quem você é. Tenho isso em vista, quando escolho um papel.

Está animado em protagonizar Blade, o caçador de vampiros?
É meu primeiro trabalho com a Marvel, nunca havia tido a oportunidade de fazer um filme de ação. Na verdade, fiz alguns trabalhos do tipo, mas meus personagens sempre morriam antes da verdadeira ação começar (risos), então não quero morrer dessa vez!

Outros projetos em andamento?
Quero partir para a produção. Na verdade, já estou produzindo um trabalho para a HBO, e estou bem animado.

A que você diz não?
Ao que é improdutivo. Seja um trabalho ou uma conversa. Se não é produtivo, não faz sentido. / COLABOROU LAYS TAVARES

Atores de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ pedem animação do seriado após desenho de brasileiro

Terry Crews e Tequan Richmond compartilharam o trabalho de Rafael Gandine em suas redes sociais

Rafael Gandine elaborou projeto em que os personagens de ‘Todo Mundo Odeia o Chris’ são parte de uma animação. Foto: Instagram/@rafaelgandine

Todo Mundo Odeia o Chris foi — e talvez continue sendo — um seriado de sucesso no Brasil, principalmente devido ao período em que era exibido pela Record TV. Agora, dez anos após o fim da produção, alguns atores da trama estão pedindo uma série animada depois de descobrirem um trabalho feito por um ilustrador brasileiro.

No ano passado, Rafael Gandine publicou em seu perfil no Instagram o resultado de um projeto no qual usou os personagens de Todo Mundo Odeia o Chris para elaborar uma versão animada.

Embora as imagens tenham sido publicadas em 11 de outubro de 2018, foi só neste fim de semana que o trabalho repercutiu após o ator Terry Crews, que interpretou Julius no seriado, compartilhar a obra de Gandine na rede social.

“Que grande ideia! Por favor, façam o desenho animado de Todo Mundo Odeia o Chris“, escreveu Crews na legenda, na qual marcou o próprio Gandine, outros atores do núcleo principal do seriado e Chris Rock, criador da produção televisiva.

O ator Tequan Richmond, que fez o papel de Drew, também se empolgou com o desenho criado por Gandine. Na foto compartilhada por Crews, ele perguntou: “Podemos fazer isso acontecer?”. O intérprete de Julius respondeu: “Tenho certeza de que podemos fazer isso!”

Richmond também publicou a foto no seu perfil no Instagram e disse: “Sim, pessoal, vamos fazer isso! A série animada de Todo Mundo Odeia o Chris“. A atriz Imani Hakim, que atuava no papel de Tonya, replicou a publicação de Richmond em seus stories da rede social.

Ao saber que o elenco estava compartilhando sua arte e pedindo uma animação, Rafael Gandine ficou empolgado também. “Mano do céu! O negócio está ficando sério. Torçam aí. Imagina isso virando uma animação”, escreveu ele em sua rede social.