Como a top model Jordan Daniels prepara a pista | Diário de uma Modelo | Vogue

Ano após ano, a luz no fim do túnel da New York Fashion Week é o desfile de Michael Kors na quarta-feira de manhã. Veja como a modelo Jordan Daniels se prepara para o show.

Carbon neutral: o que a indústria da moda está fazendo para neutralizar seus impactos no meio ambiente

A Gucci anunciou que irá compensar todas as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) anualmente de suas próprias operações e de toda a cadeia de suprimentos

A Gucci anunciou que agora é carbon neutral (Foto: ImaxTree)

A sustentabilidade nunca foi uma pauta tão urgente na moda. Em meio à crise climática que ocorre no mundo, a Gucci anunciou que está se tornando carbon neutral, compensando todas as emissões de Gases de Efeito Estufa (GEE) de suas próprias operações e de toda a cadeia de suprimentos.

A ação acontece com o apoio da grife a projetos de conservação florestal nos países em desenvolvimento por meio de uma iniciativa internacional chamada REDD+ (Reduzir as Emissões do Desmatamento e da Degradação florestal, desenvolvida pela UNFCCC – Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudança do Clima). Todas as emissões da marca a partir de 2018 foram medidas e compensadas, e atualmente a grife rastreia suas emissões de 2019, que serão totalizadas e compensadas no próximo ano. 

“É uma estratégia clara para garantir que nos responsabilizamos por nossas emissões de GEE, e agimos para evitá-las, reduzi-las e restaurá-las, e então compensar as inevitáveis”, disse Marco Bizzarri, presidente e CEO da Gucci.

Outra marca que recentemente deu um grande passo em relação à neutralidade foi a Gabriela Hearst, que apresentou o primeiro desfile carbon neutral durante a semana de moda de Nova York. Entre as iniciativas da estilista está a doação de todos os custos de energia associados com a produção da apresentação para o Projeto Hifadhi-Livelihoods, no Quênia. Eles trabalham para trocar os fogões de famílias de Embu e Tharaka Nithi, províncias do país, por opções modernas e eficientes, reduzindo o uso de madeira e os vapores nocivos proveniente de fogões antigos para cozinhar.

Nós, da Condé Nast, também estamos fazendo a nossa parte: Desde agosto passado, todas as revista da casa (Vogue, Glamour, GQ e Casa Vogue) passaram a ser carbon neutral. No projeto em parceria com o Laces and Hair, conseguimos neutralizar mensalmente nossa pegada de carbono (21 toneladas) ao replantarmos 35 árvores por mês.

Gabriela Hearst foi a primeira marca a fazer um desfile carbon neutral (Foto: ImaxTree)

Em 2011, a Puma foi a primeira marca a implementar o EP&L (The Environmental Profit & Lost/Lucros e Perdas Ambientais), que mede as emissões de carbono, o consumo de água, a poluição do ar e da água, o uso da terra e a produção de resíduos. Uma declaração de lucros e perdas ambientais resume o custo em relação a esses impactos. No mercado do luxo, a Gucci foi uma das pioneiras a ter o EP&L e a partir do parâmetro de 2015 criou metas de sustentabilidade para 2025, incluindo o objetivo de reduzir as emissões de GEE em 50%.

E as ações não param por aí: recentemente, a indústria da moda se uniu pela sustentabilidade com o Fashion Pact, um conjunto de objetivos que podem ser adotados a fim de reduzir seu impacto ambiental apresentados na cúpula do G7. A iniciativa foi liderada por François Henri Pinault, CEO da Kering, que recebeu a missão do presidente francês Emmanuel Macron de reunir os principais players do mercado para assinar o pacto, que foi aderido pela própria Gucci e a Puma a ainda outras gigantes como Chanel e Prada. 

Em palestra na FAAP, a empresária Lolita Hannud fala sobre processo de criação e posicionamento de marca

POR FAAP MODA

A empresária Lolita Hannud destacou a importância de fazer frente às cópias – Foto: Aline Canassa

A empresária Lolita Hannud esteve recentemente na FAAP para um talk com as turmas do curso de Pós-Graduação em Negócios e Varejo de Moda. Responsável pela marca Lolitta, com duas lojas próprias vendendo em torno de 30 multimarcas, a empresária explicou que a empresa nasceu no atacado para ganhar robustez financeira e conquistar o capital de giro necessário para operar no varejo.

A marca é muito conhecida pelo seu produto feito de tricot com forte base artesanal, produzido em indústria própria que utiliza máquinas retilíneas manuais. Uma peça pode demorar dias para ser tecida e ainda demandar outras atividades de preparação e costura antes de ser finalizada, em um processo que se aproxima da alta-costura.

Posicionar este produto no mercado também foi um desafio para a empresa, uma vez que o consumidor brasileiro não estava acostumado com produtos nacionais de altíssimo valor agregado. Neste processo, após alguns anos comercializando no atacado dentro de showrooms terceirizados, a marca abriu o seu próprio e, em seguida, lojas próprias.  Hoje, o varejo já representa uma parcela relevante do faturamento e a Lolitta se tornou uma referência no mercado de luxo brasileiro, participando de showrooms nos Estados Unidos e na Europa.

A empresária também destacou a importância de fazer frente às cópias, detalhando para uma plateia de alunos curiosos como foi o longo processo contra uma empresa que copiou produtos com pontos ZIG, icônicos da marca, em um caso que virou uma referência de sucesso na proteção do design autoral dentro do fashion law. Após anos de uma disputa jurídica, a Lolitta saiu vitoriosa e a marca que comercializava as cópias foi obrigada a parar imediatamente essas operações, sob pena de multa diária de R$ 5mil.

Marcus Ohlsson for Vogue Japan Beauty with Yuka Mannami and Julia Banas

Photographer: Marcus Ohlsson. Styling: Katelyn Gray. Hair: Shingo Shibata. Makeup: Yumi Lee. Manicure: Eri Handa. Models: Yuka Mannami and Julia Banas.

BFC e Adwoa Aboah lançam programa de mentoria para futuros profissionais da moda

A top foi confirmada como embaixadora do Conselho de Moda Britânico por mais um ano

Adwoa Aboah (Foto: Getty Images)

A semana de moda de Londres começou nesta sexta-feira com novidades do British Fashion Council: o Conselho de Moda Britânico e sua embaixadora, Adwoa Aboah, estão lançando um programa de mentoria dedicado a novos talentos da indústria que ainda não se formaram ou ainda estão contemplando uma carreira na moda.

Com o objetivo de expandir os olhares dos aspirtantes a profissionais da indústria bem além do que vemos nas passarelas, o BFC e Adwoa Aboah selecionaram cinco mentores, de áreas de atuação diferentes da indústria, que vão orientar por quatro meses, cada um, um candidato eleito pelo programa. Vale lembrar que, no ano passado, neste mesmo cargo, Adwoa Aboah dedicou-se a cuidar do bem-estar físico e mental das modelos da indústria.

Os mentores recrutados para participar do programa são: Camilla Lowther, fundadora da agência CLM (e mãe de Adwoa Aboah), Cambell Addy, fotógrafo e fundador da Nii Agency, Ibrahim Kamara, stylist e editor de moda da revista i-D, Natalie Kingham, diretora de compras do Matches Fashion e Olivia Singer, editora executiva de notícias de moda da Vogue britânica. As inscrições estão abertas no site do BFC.

“Há muitos componentes no meu trabalho, seja ser modelo ou o que faço fora das passarelas”, contou Aboah à Vogue britânica. “Há tantas mãos, mentes e cérebros necessários para fazer um desfile acontecer. Acho que há muito foco em ser modelo, ser estilista – o que é, claro, um sonho incrível de se ter, mas há muitas outras oportunidades e rotas que você pode seguir se é na moda que você quer trabalhar.”

Semana de Moda de Londres é alvo de protesto de ambientalistas

Grupo se vestiu de branco com manchas vermelhas para remeter a sangue e bloquearam a entrada principal do evento
MARIE-LOUISE GUMUCHIAN E JAYSON MANSARAY – REUTERS

Policiais fazem a segurança na entrada principal da Semana de Moda de Londres enquanto ativistas bloqueiam a passagem. Foto: Henry Nicholls/Reuters

Ativistas climáticos se colaram a uma porta e derramaram um tapete vermelho ‘sangrento’ na abertura da Semana de Moda de Londres, nesta sexta-feira, 13, tentando chamar atenção para o impacto da indústria de vestimenta sobre o meio ambiente.

Manifestantes do grupo Extinction Rebellion prometeram atrapalhar o evento de cinco dias, no qual marcas de luxo como Burberry, Victoria Beckham e Erdem apresentam suas coleções femininas para a primavera de 2020.

O grupo, que realizou diversos protestos nos últimos meses pedindo ação contra a mudança climática, pediu ao Conselho de Moda Britânico (BFC, na sigla em inglês) que cancele o evento.

Usando vestidos brancos com manchas semelhantes a sangue, cinco manifestantes se colaram a uma entrada do principal edifício da Semana de Moda de Londres. Outros manifestantes deitaram brevemente em uma piscina de líquido rosa, que disseram representar sangue.

Os ativistas assumiram suas posições antes do início do primeiro desfile e foram embora algumas horas depois. Convidados como editores, clientes e blogueiros entraram no edifício por outra porta localizada a alguns metros de distância.

Ativistas deitaram em poça de tinta que faz referência a sangue durante a Semana de Moda de Londres.
Ativistas deitaram em poça de tinta que faz referência a sangue durante a Semana de Moda de Londres. Foto: Henry Nicholls/Reuters

“[Os manifestantes] estão pedindo que a indústria da moda fale a verdade sobre sua contribuição à crise climática e ecológica”, disse o grupo em uma mensagem enviada a jornalistas.

Em protesto separado, nove membros do grupo Pessoas pelo Tratamento Ético dos Animais (PETA) derramaram baldes de uma gosma preta sobre eles mesmos para destacar o que chamam de “resíduos perigosos associados à indústria do couro”.

Em um momento de conscientização pública crescente sobre o meio ambiente, grifes de moda estão sendo cobradas para serem mais sustentáveis e diminuírem o desperdício.

Ativistas ambientais do grupo Extinction Rebellion fazem protesto na Semana de Moda de Londres.
Ativistas ambientais do grupo Extinction Rebellion fazem protesto na Semana de Moda de Londres. Foto: Henry Nicholls/Reuters

A executiva-chefe do BFC, Caroline Rush, disse que as exigências de cancelamento da Semana de Moda de Londres “não resolvem o problema da maneira como a indústria precisa abordar a emergência da mudança climática”. “Ter uma plataforma como a Semana de Moda é uma oportunidade para unir estilistas e a indústria e envolvê-los na conversa”, argumentou.

“Estamos ansiosos por cinco dias de criatividade incrível e exibiremos negócios fantásticos, muitos deles já trabalhando em termos de como podem abordar a emergência da mudança climática e o que estão fazendo para realizar uma mudança positiva”, completou Caroline.

A Semana de Moda de Londres é a segunda etapa de uma temporada de desfiles de um mês, que começou em Nova York e incluirá Milão e Paris.

Congressistas dos EUA querem documentos internos de gigantes da tecnologia

Comissão de Justiça da Câmara quer informações de Amazon, Apple, Facebook e Google em investigação antitruste

Congresso quer documentos internos de Amazon, Apple, Facebook e Google

Nesta sexta, 13, a comissão da câmara de deputados dos EUA que faz a investigação antitruste de gigantes da tecnologia pediu que AmazonAppleFacebook e Google entreguem e-mails internos com informações financeiras detalhadas e outros registros das companhias, incluindo a comunicação de seus principais executivos. A comissão quer receber até o dia 14 de outubro quer, entre outras informações, dados de aquisições de outras empresas feitas na última década pelas gigantes.  

O pedido, feito por deputados do partido democrata e do partido republicano membros da Comissão de Justiça, envolve informações sobre operações internas, incluindo dados financeiros sobre seus produtos e serviços, conversas sobre aquisições em potencial e registros relacionados a outras investigações de práticas anticompetitivas. 

A ideia é que os documentos comprovem se o domínio das empresas está atrelado a práticas anticompetitivas, como a compra ou a aniquilação de rivais – os papéis também poderiam provar seus os líderes das empresas tinham ciências de práticas ilegais. O pedido não é obrigatório, embora a comissão tenha poderes para fazer uma exigência judicial.  

As cartas foram enviadas dias após procuradores de 48 Estados dos Estados Unidos e de Porto Rico abriram uma investigação sobre práticas anticoncorrenciais de grandes empresas de tecnologia do país.

Uma vez elogiadas como motores de crescimento econômico dos EUA, as gigantes de mídias sociais, de buscas e de comércio eletrônico norte-americanas são acusadas de abuso de poder e falhas como violações a direitos de privacidade. O presidente norte-americano, Donald Trump, a candidata presidencial democrata dos EUA, Elizabeth Warren, consumidores e outras empresas criticam esse poder.

No nível federal, o Departamento de Justiça e a Comissão Federal de Comércio estão investigando Facebook, Google, Apple e Amazon, também por possíveis violações da lei antitruste. Outra investigação de procuradores-gerais dos EUA anunciada na sexta-feira se concentra sobre o Facebook.

Apple, Amazon e Facebook não se manifestaram sobre o assunto. Em post em seu blog, o Google diz que ‘cria escolhas para os consumidores’. 

MacBook Pro de 13″ (2019) é homologado pela Anatel

Em breve, na Apple e nas revendas autorizadas mais próxima de você

Demorou bem mais do que o normal, mas agora foi: o novo MacBook Pro de 13 polegadaslançado pela Apple no começo de junho, finalmente foi homologado pela Agência Nacional de Telecomunicações (também conhecida como Anatel).

Eis o Certificado de Homologação da máquina (modelo A2159):

Homologação do novo MacBook Pro de 13 polegadas

Abaixo, as fotos da unidade enviada pela Apple à agência:

Homologação do novo MacBook Pro de 13 polegadas

Os preços das variações do novo notebook já foram divulgados pela Apple e, como informamos, foram reajustados para cima.

O MacBook Pro de 13″ mais em conta (com processador de quatro núcleos e 1,4GHz; 128GB de SSD) sai agora por R$12.000 em vez de R$11.700 (aumento de 2,6%); já o modelo com o mesmo processador e 256GB está custando R$13.600 em vez de R$13.300 (aumento de 2,3%). Na prática, estamos falando de R$300 a mais em cada um deles, ao compararmos com os modelos de 2018.

Lembrando que, com a atualização, a Apple tirou de linha o MacBook Pro de 13″ sem Touch Bar — todos eles agora contam com a barra sensível ao toque dotada de Touch ID.

Agora, é questão de tempo até que eles sejam disponibilizados para compra na Apple Online Store. [MacMagazine]

Pré-venda dos iPhones 11 e 11 Pro começa sem surpresas

O cenário (prazo de entrega) ainda está bom para quem quer comprar um iPhone novo

Como anunciado pela Apple, a pré-venda dos iPhones 11 e 11 Pro começou hoje às 9h (pelo horário de Brasília). E as vendas estão transcorrendo normalmente, sem nenhuma grande surpresa.

Aquela corrida desenfreada à procura do novo modelo já não é mais a mesma, seja por conta dos valores atuais que passam de US$1.000 (a depender do modelo), da “falta de novidades relevantes” que despertam o interesse do público, de iPhones cada vez mais capazes e que duram mais dos que antes nas mãos de consumidores — as explicações são muitas.

Obviamente, o cenário varia de país para país — na verdade, até mesmo num mesmo local existem diferenças entre cores, modelos (conforme a escolha da operadora, no caso americano), etc.

Pegando o modelo SIM-Free nos Estados Unidos — que possivelmente será o mais procurado por brasileiros —, cerca de uma hora depois do início da pré-venda o cenário está bem bom, ainda.

No caso do iPhone 11, basicamente todas as cores/capacidades ainda estão com entrega para o dia 20 de setembro (primeiro dia de disponibilidade), com exceção da cor verde de 64GB (entrega de 27/9 a 1/10).

Para os iPhones 11 Pro e 11 Pro Max, a situação está assim:

  • iPhone 11 Pro cinza espacial de 512GB: de 27/9 a 1/10;
  • iPhone 11 Pro prateado de 64GB: de 1/10 a 4/10;
  • iPhone 11 Pro prateado de 256GB: de 27/9 a 1/10;
  • iPhone 11 Pro prateado de 512GB: de 27/9 a 1/10;
  • iPhone 11 Pro verde meia-noite de 256GB: de 27/9 a 1/10;
  • iPhone 11 Pro verde meia-noite de 512GB: de 1/10 a 4/10;
  • iPhone 11 Pro Max cinza espacial de 64GB: de 27/9 a 1/10;
  • iPhone 11 Pro Max prateado de 512GB: de 1/10 a 4/10;
  • iPhone 11 Pro Max verde meia-noite de 64GB: de 27/9 a 1/10;
  • iPhone 11 Pro Max verde meia-noite de 256GB: de 1/10 a 4/10;
  • iPhone 11 Pro Max verde meia-noite de 512GB: de 1/10 a 4/10.

Os modelos não-listados acima continuam, ao menos no momento em que publicamos esta matéria, com prazo de entrega para 20 de setembro. [MacMagazine]