Steven Chee for Grazia with Esther Lomb

Photographer: Steven Chee. Fashion Direction: Charlotte Stokes. Hair & Makeup: Ashlea Penfold. Model: Esther Lomb.

Daniela Rettore for Marie Claire Hong Kong with Livka Syroczynska

Photography: Daniela Rettore. Stylist: Bendetta Ceppi. Hair & Makeup: Rossano Fasano. Retoucher: Elena Misjuk. Model: Litvka Syroczyriska.

Duo Linn for Marie Claire Hong Kong with Angela Rado

Photographer: Duo Linn. Stylist: Miki Ueno. Hair Stylist: Tomoaki Sato. Makeup Artist: Seiya Iibuchi. Production: Everor Studio New York. Model: Angela Rado at The Industry.

Livro Alinhavos – O futuro do planeta está no seu guarda-roupa fala sobre moda sustentável para crianças

POR BRUNA RIBEIRO

Da autora Alessandra Ponce Rocha, com ilustrações de Camila Sampaio, o livro Alinhavos – O futuro do planeta está no seu guarda-roupa (Panda Books) fala sobre moda sustentável para crianças.

Também estilista e consultora de moda, Alessandra mostra como o consumo de roupas deve ser equilibrado e responsável em nossas vidas. A obra traz informações curiosas, como que a produção de uma camiseta básica gasta 2.700 litros de água. Se for uma calça jeans, o número salta para 11 mil litros.

Ainda segundo o livro, a produção da indústria da moda quadruplicou em 20 anos. Atualmente produz 80 bilhões de peças por ano. O Brasil é o quarto maior produtor de confecção do mundo.

Por que falar no assunto?

Segundo Alessandra, moda e sustentabilidade parecem dois conceitos que não combinam, já que a moda nos dá a ideia de algo passageiro e descartável. “Mas nós só precisamos ser seletivos na hora da escolha. Não podemos nos esquecer que os recursos naturais são esgotáveis e precisamos fazer bom uso deles para que as futuras gerações não sofram.”

Para isso o livro sugere atividades, como convidar os amigos da escola para participar de iniciativas sustentáveis, como troca de roupas ou uma grande festa em que os colegas usem roupas emprestadas.

Criança, a alma do negócio

O livro me lembrou um documentário muito interessante, chamado Criança, a alma do negócio, da produtora Maria Farinha Filmes. Você pode assistir neste link.

A película mostra como as crianças são alvo de publicidade e as consequências devastadoras do incentivo ao consumismo exacerbado, como conflito familiar, sexualização precoce e até obesidade.

Trabalho infantil e escravo

Outro tema importante de citarmos quando falamos da indústria da moda é a exploração do trabalho infantil e do trabalho escravo na cadeia produtiva – comum em microempresas familiares marcadas pela informalidade. Em São Paulo, os mais atingidos são imigrantes.

Se quiser saber mais sobre o tema, leia a matéria Trabalho infantil na indústria têxtil de São Paulo atinge principalmente migrantes, publicada no projeto Rede Peteca – Chega de Trabalho Infantil.

Em família: Catherine Zeta-Jones e a filha, Carys Douglas clicam primeira campanha juntas

Mãe e filha posaram em Roma em fashion film e campanha da bola Peekaboo, da Fendi
MARIE CLAIRE

Catherine Zeta-Jones e Carys Douglas na campanha #MeandMyPeekaboo da Fendi (Foto: Divulgação)

Depois de duplas como Kris Jenner e Kim Kardashian, Cindy Crawford e Kaia Gerber, agora é a vez de Catherine Zeta-Jones e a filha, Carys Douglas, estrelar uma campanha de moda juntas. A atriz vencedora do Oscar e sua filha de 16 anos – a mais nova de seus dois filhos com o marido Michael Douglas – foram as protagonistas do mais recente episódio da série #MeAndMyPeekaboo da Fendi, comemorando a bolsa clássica da grife italiana. 

Catherine Zeta-Jones e Carys Douglas na campanha #MeandMyPeekaboo da Fendi (Foto: Divulgação)

Filmada em Roma, a campanha leva a dupla pelas ruas da cidade eterna, passando pelos cartões postais romanos como Pallazo Altemps e Pallazzo della Civilità Italiana, onde fica o headquarters da Fendi. Em entrevista sobre a parceria das duas na campanha, Catherine falou sobre o vínculo com a caçula. “Nós somos muito próximas, falamos sobre tudo”, contou. “Tenho muito orgulho dela. A melhor parte de tudo isso é ser mãe da Carys”.

Carys também não deixou de elogiar a mãe. “Tenho sorte de ter um relacionamento tão maravilhoso com minha mãe. É realmente especial. Nosso senso de humor é bem parecido, por isso estamos sempre rindo quando estamos juntos. Ela é honestamente a pessoa mais engraçada que eu conheço”, finalizou. 

Catherine Zeta-Jones e Carys Douglas na campanha #MeandMyPeekaboo da Fendi (Foto: Divulgação)

Por trás da beleza, uma luta pela sobrevivência no norte do Canadá

Cape Dorset tem artistas de sobra, mas poucos se tornam astros
Catherine Porter, The New York Times

Ooloosie Saila - NYTIW
Ooloosie Saila e o filho em vernissage recente em Toronto. ‘Nunca imaginei que poderia vender meus desenhos’, disse ela. Foto: Sergey Ponomarev para The New York Times

CAPE DORSET, NUNAVUT – Horas antes de pegar o avião para seu espetáculo de estreia em Toronto, Ooloosie Saila, uma estrela em ascensão no panorama da arte canadense, estava escondida no quarto da avó no limiar congelado do Oceano Atlântico, morta de medo.

Entre ela e o futuro havia um parente abusivo que estava bêbado e agressivo – mais uma vez. Ela fez as malas às pressas, tirou os dois filhos pequenos da cama e fugiu noite adentro.

Quatro dias mais tarde e 2.300 quilômetros depois, Ooloosie, 28 anos, chegou à galeria Feheley Fine Arts, em Toronto, onde o público elogiava sua “ousadia no uso” da cor e do espaço negativo. Muitos enxergam em Ooloosie uma artista experiente celebrada por seus retratos da paisagem Inuit – uma jovem indígena que encontrou o sucesso. Mas o mundo ao qual ela retornou após a inauguração é repleto de pobreza, alcoolismo e abuso doméstico.

Para os canadenses, a comunidade de Cape Dorset – cerca de 1.400 habitantes em uma baía envolta por montanhas baixas – é sinônimo de arte. Artistas locais produzem obras que decoram as paredes de escritórios corporativos e dos lares dos mais ricos. Imagens de Cape Dorset estampam os selos e cédulas do dinheiro canadense.

Se há uma cidade que poderia se libertar dos grilhões da pobreza que definiram a vida dos indígenas no Canadá, esta deveria ser Cape Dorset. Mas quase 90% dos moradores vivem em projetos públicos de habitação, superlotados e dilapidados. Suicídios são frequentes. 

Os Inuit de Cape Dorset já fizeram parte de uma cultura de caçadores na qual todos tinham uma função a desempenhar. Sobreviviam inteiramente a partir dos recursos da terra. Então, o governo os atraiu para a cidade com a promessa de moradia permanente e ensino. As autoridades repararam nas habilidades artísticas dos Inuit, imaginando que eles poderiam ganhar algum dinheiro com isso.

Em 1959, artistas criaram uma cooperativa com um conselho chefiado pelos Inuit. No centro da cidade há um símbolo do sucesso da cooperativa: um novo centro cultural moderno de US$ 9,8 milhões, com estúdios de arte e a primeira galeria do vilarejo.

Cape Dorset - NYTIW
Cape Dorset, no Canadá, é conhecida pela arte, mas a comunidade é afetada pelo abuso doméstico, pobreza e alcoolismo. Foto: Sergey Ponomarev para The new York Times

Um grande número de artistas procura o centro cultural trazendo suas obras, com a expectativa de ganhar algum dinheiro. A cooperativa os recompensa pelas obras, independentemente de conseguir vendê-las. 

De acordo com uma estimativa do governo, a maioria dos artistas no território ganha apenas cerca de US$ 2.080 por ano. Uma vez descobertos, os astros ganham mais. Um punhado de artistas conseguia ultrapassar a marca de US$ 75.000 ao ano. Mas trata-se de raras exceções.

“Se trabalhar duro, é isso que pode acontecer”, disse a gerente assistente, Joemee Takpaungai, a um artista, Johnny Pootoogook, que trabalhava no desenho de cinco homens juntos tocando tambor. Era uma lembrança do período recente que passou na prisão.

O pai de Pootoogook, Kananginak, que ajudou a fundar a cooperativa, se tornou um artista de tanto sucesso que sua obra foi uma das principais atrações da Bienal de Veneza. Mas Johnny, 48 anos, se tornou vítima do abuso, da depressão e do álcool. Tentou se enforcar 20 anos atrás.

A arte é a grande constante em sua vida, mas ele segue esperando a oportunidade de expor suas obras. “Quero contar como é a vida dos Inuit do extremo norte”, disse ele. “Nem tudo são rosas.”

Na verdade, alguns responsabilizam a arte pelos problemas da cidade. “Às vezes, quando ganham mais dinheiro, eles usam os recursos para comprar álcool e drogas”, disse Timoon Toonoo, prefeito do vilarejo.

Certo dia, quatro anos atrás, Ooloosie chegou ao estúdio da cooperativa e pediu um pouco de papel. Com o tempo, Bill Ritchie, gerente do estúdio na época, a incentivou a experimentar com paisagens. O resultado foram obras de cinco metros feitas com lápis colorido, tão densas que, de acordo com Ritchie, “quase podemos lê-las como se fossem braille”.

Cerca de um ano mais tarde, um especialista em arte Inuit, Pat Feheley, descobriu a obra dela. Ooloosie apresentou alguns de seus desenhos em uma feira de arte internacional, e a resposta foi tão positiva que ela planejou uma exposição individual em Toronto.

“Nunca imaginei que poderia vender meus desenhos”, disse Ooloosie. Suas três maiores obras – e também mais caras, custando mais de US$ 3.700 cada – foram todas vendidas.

“Nosso maior desafio está no grande preconceito que ainda existe” no Canadá, disse Ian Harvey, colecionador que se apresentou a Ooloosie na vernissage dela. “Agora as coisas estão mudando. Ela é jovem, é mulher, é Inuit, é do norte. Como é bom finalmente poder ouvir vozes assim.”

Certa noite em junho, Ooloosie  estava sentada à mesa da cozinha, colorindo sua mais nova paisagem. Os filhos tinham finalmente dormido, deixando que ela trabalhasse. Três meses tinham se passado desde a inauguração da exposição dela. O que mudou na vida da artista? “Nada.” / TRADUÇÃO DE AUGUSTO CALIL

HBO Max: conheça o novo serviço de streaming e quando ele chega ao Brasil

Prevista para chegar ao mercado americano em maio de 2020, plataforma terá assinatura mensal de US$ 15, mais cara que Netflix e Disney+; catálogo inclui séries como Friends, Doctor Who e South Park
Por Ana Luiza de Carvalho – O Estado de S. Paulo

HBO Max: novo serviço só deve chegar ao Brasil em 2021

A operadora americana AT&T anunciou na última terça-feira, 29, uma nova versão para o serviço de streaming da HBO. Chamado de HBO Max, o serviço estreará nos Estados Unidos em maio de 2020. O anúncio foi feito durante um evento para investidores da WarnerMedia, onde a empresa também revelou que a HBO encomendou uma nova série de Game of Thrones, chamda House of the Dragon.

A diferença entre o HBO Max e o atual serviço da empresa, o HBO Go, é que a nova plataforma vai incorporar as produções da Warner, comprada pela operadora americana AT&T no ano passado – o que inclui séries como Friends e South Park. A expectativa da empresa é que o HBO Max tenha de 75 a 90 milhões de assinantes até 2025, convertendo pelo menos 30 milhões de assinantes para a HBO apenas nos Estados Unidos. Já a concorrente Disney+, por exemplo, espera entre 60 a 90 milhões de assinantes até 2024. 

Saiba mais sobre o HBO Max e quando o serviço chega ao Brasil:

Quando o HBO Max chega ao Brasil

Ainda não há data certa para a estreia do HBO Max no Brasil, mas, de acordo com a empresa, o serviço deve chegar a América Latina a partir de 2021.

Quanto custa a assinatura do HBO Max

Embora ainda não se saiba o preço do serviço no Brasil, a HBO Max no exterior terá um preço um pouco mais salgado que de concorrentes. A assinatura mensal do serviço será de US$ 15.

É a mais cara do mercado americano: a Apple TV+, por exemplo, que estreia neste próximo dia 1º de novembro, custará US$ 5 ao mês. Enquanto isso, a Disney+, que começa a funcionar no próximo dia 12, terá planos a partir de US$ 7.  Já o pacote mais popular da veterana Netflix está em US$ 13. Haverá possibilidade de migração de plano para assinantes do HBO Now, serviço de conteúdo disponibilizado para assinantes do canal HBO.

O que vai ter no HBO Max

Além do conteúdo HBO e das marcas irmãs Warner Bros., TBS e Cartoon Network., a HBO Max terá cerca de 30 produções originais, como Run e  Lovecraft Country. O streaming também dará acesso a podcasts, como os que a HBO produziu inspirados na série de TV Chernobyl.

Também estão no catálogo clássicos séries como Friends, Doctor WhoSouth Park e Rick and Morty, bem como filmes da DC Comics – a expectativa é de que o sucesso de bilheteria Coringa, estrelado por Joaquin Phoenix, esterá no serviço. 

Assim como concorrentes, a plataforma deve funcionar sem anúncios – pelo menos até 2021, data em que a possibilidade é admitida pela empresa.

O serviço terá possibilidade de múltiplos perfis, incluindo restritos para crianças, com recomendação de conteúdos. Com a possibilidade de perfis compartilhados, as recomendações não ficam restritas a um ou outro usuário da conta familiar.

Onde acessar o HBO Max

O HBO Max poderá ser acessado por aplicativos para celulares Android e iOS, bem como no computador e em Smart TVs. O serviço também permitirá que os usuários baixem seus programas e filmes favoritos para assistir quando não tiverem conexão de internet. 

CINEMA I Estreias: O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio, A Família Addams, Amor em Jogo, A Cidade dos Piratas, Intruso​, Segredos Oficiais

Novo ‘Exterminador do Futuro’ e três filmes da 43ª Mostra estão entre as estreias da semana

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
Terminator: Dark Fate. China/EUA. 2019. Direção: Tim Miller. Com: Arnold Schwarzenegger, Mackenzie Davis e Linda Hamilton. 128 min. 14 anos.

Amor em Jogo
Kicking out Shoshana. Israel, 2014. Direção: Shay Kanot. Com: Oshri Cohen, Gal Gadot e Yossi Marshek. 100 min. 14 anos.
Um jogador de futebol israelense é forçado por um líder da máfia local a fingir que é gay como punição por ter flertado com a namorada de um criminoso. Banido do esporte por atletas e torcedores, ele se torna um líder da comunidade LGBT.

A Cidade dos Piratas
Brasil, 2018. Direção: Otto Guerra. Com: Laerte, Otto Guerra e Matheus Nachtergaele. 83 min. 16 anos.
Inspirado no quadrinho “Piratas do Tietê”, da cartunista Laerte, a animação acompanha um cineasta que passa a negar as personagens de seu filme após ser diagnosticado com câncer. O filme mescla ficção e realidade, fazendo referências às carreiras de seus criadores e ao cenário político do país.

O Exterminador do Futuro: Destino Sombrio
Terminator: Dark Fate. China/EUA. 2019. Direção: Tim Miller. Com: Arnold Schwarzenegger, Mackenzie Davis e Linda Hamilton. 128 min. 14 anos.
Décadas após ter mudado o destino da humanidade, Sarah Connor ajuda uma jovem mexicana e uma guerreira biônica do futuro a evitar a aniquilação da vida na Terra. Atacadas por um novo modelo de Exterminador, elas recorrem a um velho conhecido de Sarah: o ciborgue T-800.

A Família Addams
The Addams Family. China/Reino Unido/EUA. Direção: Greg Tiernan e Conrad Vernon. 96 min. Livre.
Uma excêntrica e sombria família passa a ser perseguida pelos moradores de sua cidade, que prezam por ortodoxia e bons costumes. A tensão aumenta quando sua filha vai estudar em um colégio tradicional e começa a interagir com outros jovens.

Intruso
Brasil, 2009. Direção: Paulo Fontenele. Com: Eriberto Leão, Danton Mello e Juliana Knust. 80 minutos. 12 anos.

Neste suspense, uma família é obrigada a receber um visitante desconhecido. Todos precisam se ajustar a suas regras sob pena de punição e ninguém pode deixar a casa durante sua estadia.

Maria do Caritó
Brasil, 2018. Direção: João Paulo Jabur. Com: Lília Cabral, Leopoldo Pacheco e Juliana Carneiro da Cunha. 94 min. 12 anos.
Uma mulher de 50 anos que foi prometida pelo pai para ser entregue virgem a um santo desconhecido sonha encontrar o verdadeiro amor. Adaptação da peça homônima escrita pelo pernambucano Newton Moreno.

A Odisseia dos Tontos
La Odisea de los Giles. Argentina/Espanha, 2019. Direção: Sebastián Borensztein. Com: Ricardo Darín, Luis Brandoni e Chino Darín. 116 min. 14 anos.
Arruinados pelo congelamento bancário no auge da crise financeira argentina de 2001, um grupo resolve pegar de volta o dinheiro confiscado –onde quer que ele esteja. Pré-indicado da Argentina ao Oscar de melhor filme internacional. Exibido na 43ª Mostra de Cinema.

Papicha
Idem. Argélia/Bélgica/França/Qatar, 2019. Direção: Mounia Meddour. Com: Lyna Khoudri, Shirine Boutella, Amira Hilda Douaouda. 106 min. 16 anos.
Uma estudante universitária resiste ao conservadorismo de uma Argélia sob guerra civil ao planejar um desfile de moda. Pré-selecionado argelino ao Oscar de melhor filme internacional. Exibido na 43ª Mostra de Cinema.

Rogéria, Senhor Astolfo Barroso Pinto
Brasil, 2018. Direção: Pedro Gui. 82 min. 14 anos.
O documentário relembra a vida e a trajetória artística da artista, que se autodenominava travesti da família brasileira e que morreu em 2017. Entre entrevistas e registro de época, aborda casos como o acidente que desfigurou seu rosto em 1981.

Segredos Oficiais
Official Secrets. Reino Unido/EUA, 2019. Direção: Gavin Hood. Com: Keira Knightley, Matt Smith e Ralph Fiennes. 112 min. 12 anos.
Baseado em fatos reais, narra a história da tradutora que vazou as informações que comprovaram que o governo dos Estados Unidos estava espionando diplomatas da ONU. O material seria potencialmente usado como chantagem em troca do apoio à invasão do Iraque, em 2003. Exibido na 43ª Mostra de Cinema.

Grávida? Meghan Markle pode estar esperando segundo filho

De acordo com imprensa e casas de apostas britânicas, a duquesa pode anunciar segunda gravidez ainda este ano

Meghan Markle e Harry com o filho Archie (Foto: Getty Images)

Mãe de Archie, que completa seis meses no próximo dia 6, Meghan Markle pode estar esperando seu segundo filho com Harry. De acordo com a imprensa internacional e casas de apostas do Reino Unido, os dois já estão dando pistas de que vem um segundo bebê por aí e que a novidade seria divulgada ainda este ano.

Alguns dos pontos que deram margem para os rumores são que Harry já deixou mais do que claro que gostaria de ter mais um filho. A questão da idade também teria pesado: Harry, de 35 anos, chegou a dizer que a gestação da duquesa de 38 anos foi uma “gravidez geriátrica”, já que engravidar acima dos 35 anos já aumenta potencialmente os riscos tanto para a mãe como para o bebê.

Além da pressa, outro sinal seria as escolhas dos looks de Meghan que, de acordo com tabloides ingleses, repetiu pelo menos três peças usadas quando esperava Archie: um vestido listrado com fenda lateral, um vestido roxo e um vestido camisa azul.

Isso sem contar o uso de looks mais largos, assim como no início de sua gestação. Rara exceção foi no último dia 25, quando Meghan usou um conjunto bordô, com direito a saia justinha de cintura alta.

Durante a viagem com o marido para a África do Sul, em setembro, ela escolheu uma blusa bem soltinha para um dos compromissos na Cidade do Cabo. Isso, claro, também levantou suspeitas tanto da imprensa como das casas de apostas, que são bem ativas com relação à vida da monarquia britânica.

William, irmão mais velho de Harry e que é casado com Kate Middleton, espera o quarto herdeiro da realeza. O casal já tem três filhos: George, de 6 anos de idade, Charlotte, 4, e Louis, 1. (Léo Gregório)

Meghan Markle e Harry (Foto: Getty Images)
Meghan Markle e Harry (Foto: Getty Images)
Meghan Markle em setembro, em visita ao continente africano (Foto: Reprodução/Instagram)
Meghan Markle, Príncipe Harry e o pequeno Archie Harrison (Foto: Getty Images)