HP cortará até 9 mil vagas em reestruturação

Meta é de economizar US$ 1 bilhão até 2022, divulgou a empresa
Por Agências – Reuters

A HP está investindo em supercomputadores 

A fabricante norte-americana de computadores pessoais HP disse na quinta-feira, 3, que cortará até 16% de sua força de trabalho para reduzir custos. A empresa cortará entre 7 mil e 9 mil empregos por meio de uma combinação de demissões e aposentadorias antecipadas voluntárias, informou em comunicado.

A HP estima que o plano resultará em uma economia bruta anual de cerca de US$ 1 bilhão até o final do ano fiscal de 2022, acrescentou.

A empresa tinha cerca de 55 mil funcionários em todo o mundo em 31 de outubro, de acordo com um documento enviado à Securities and Exchange Commission. Isso significa até 16% do quadro de pessoal sendo cortado, segundo cálculo da Reuters.

Em conexão com a reestruturação, a HP disse que espera incorrer em um custo total de cerca de US$ 1 bilhão, dos quais US$ 100 milhões serão realizados quando divulgar seus resultados de quarto trimestre.

Plano do SoftBank para novo fundo é afetado por fracasso do WeWork

Redução do valor de mercado da empresa de escritórios compartilhados provoca desconfiança de potenciais parceiros dos japoneses no Vision Fund 2
Por Agências – Reuters

A We Company, dona da WeWork, esteve avaliada em US$ 47 bilhões em janeiro

O fundador e presidente executivo do SoftBankMasayoshi Son, está tendo dificuldades para captar dinheiro para um segundo fundo de investimento em tecnologia após a fracassada oferta pública da empresa do WeWork e da queda no valor de outros grandes investimentos, de acordo com duas pessoas familiarizadas com a situação.

Son ainda está determinado a avançar com o Vision Fund 2, apesar de alguns terem pedido um adiamento, disseram à Reuters as duas pessoas com conhecimento das discussões internas do SoftBank. É provável que o fundo seja muito menor, pelo menos no início, do que os US$ 108 bilhões que o SoftBank disse que tinha alinhado quando anunciou o fundo em julho, disseram as fontes.

Grandes investidores ainda não embarcaram no projeto, deixando um compromisso de US$ 38 bilhões do próprio SoftBank como o único grande investimento, de acordo com as fontes. E o tamanho desse investimento pode estar sendo questionado, dado alguns dos recentes contratempos que o Softbank sofreu e a falta de dinheiro disponível em seu balanço patrimonial, de acordo com uma análise da Reuters.

O Vision Fund e o SoftBank Group se recusaram a comentar a situação do Vision Fund 2.

A implosão no valor do WeWork e os questionamentos sobre seu modelo de negócio prejudicaram a reputação de Son como um investidor experiente e apontam para uma grande redução de valor do primeiro Vision Fund. O SoftBank e o Vision Fund juntos investiram mais de US$ 10 bilhões na empresa, investindo parte disso em um cenário no qual a empresa do WeWork foi avaliada em US$ 47 bilhões em janeiro. Mas o WeWork abandonou recentemente os planos para uma oferta pública inicial que teria avaliado a empresa em apenas US$ 10 bilhões a US$ 12 bilhões. 

Se o segundo fundo ficar muito aquém do objetivo de Son ou for descartado, terá amplas implicações para os investidores do Vale do Silício e empreendedores de Wall Street.

O primeiro Vision Fund, que levantou US$ 97 bilhões, transformou o mundo dos investimentos em tecnologia com enormes apostas em empresas em rápido crescimento, mas não comprovadas. Foi maior do que o valor agregado arrecadado por toda a indústria de capital de risco dos EUA em 2018, dando à Son uma enorme influência sobre o mercado de empresas iniciantes.

Os céticos dizem que os problemas no WeWork e o fraco desempenho no mercado de empresas que perdem dinheiro, como a Uber e a Slack, provocarão uma grande queda no valor das numerosas empresas iniciantes chamadas de unicórnios, que valem mais de um bilhão de dólares.

Morre aos 84 anos a atriz e cantora Diahann Carroll

Indicada ao Oscar e vencedora do Tony Awards, Carroll foi a primeira mulher negra a não viver uma empregada na TV
AP

A atriz e cantora Diahann Carroll  Foto: Danny Moloshok/Reuters

A atriz e cantora Diahann Carroll, atriz e cantora indicada ao Oscar, morreu nesta sexta-feira, 4, vítima de câncer, anunciou sua filha Susan Kay à agência Associated Press. Carroll é reconhecida como a primeira mulher negra a interpretar uma personagem que não era empregada.

Durante sua extensa carreira, ela ganhou um Tony Awards pelo musical No Strings e foi indicada ao Oscar por Claudine. Mas seu trabalho mais conhecido foi na série Julia. Carroll deu vida a Julia Baker, uma enfermeira cujo marido morreu na Guerra do Vietnã, na inovadora série de comédia que foi ao ar de 1968 a 1971.

Embora ela não tenha sido a primeira mulher negra a estrelar seu próprio programa de TV (Ethel Waters interpretou uma criada em meados dos anos 50 em Beulah), ela foi a primeira a interpretar outro tipo de papel.

Os executivos da NBC temiam transmitir Julia durante a turbulência racial dos anos 60, mas a série foi um sucesso imediato.

Ela também teve críticos, incluindo alguns que disseram que o personagem de Carroll, que tem um filho pequeno, não era uma representação realista de uma mulher negra americana na década de 1960.

“Eles disseram que era uma fantasia “, lembrou Carroll em 1998. “Muito disso não era verdade. Muito da personagem de Julia era baseado na minha própria vida, na minha família”.

Sem medo de enfrentar barreiras raciais, Carroll ganhou seu Tony Awards ao interpretar uma modelo de alta costura americana que tem um caso com um escritor branco em Paris, no musical de Richard Rodgers, de 1959, No Strings.

Ela apareceu em muitos trabalhos que foram considerados exclusivos para atrizes brancas: Same Time, Next YearAgnes of GodSunset Boulevard.

“Gosto de pensar que abri portas para outras mulheres, embora essa não fosse minha intenção original”, disse ela em 2002. Sua carreira no cinema foi mais esporádica, com créditos em  Carmen JonesPorgy and BessGoodbye AgainRush Sundown, Paris Blues e The Split.

No filme de 1974, Claudine, ela ofereceu seu desempenho mais memorável como mãe solteira de seis filhos que encontra amor no Harlem, em um coletor de lixo interpretado por James Earl Jones.

Nos anos 1980, Carroll ingressou na novela americana Dynasty como Dominique Deveraux, a glamourosa meia-irmã de Blake Carrington. Ela também apareceu na série A Different World e, mais recentemente, como convidada em Grey’s Anatomy e White Collar. Além da filha, ela deixa dois netos, August e Sydney.

‘Não nos oprimam nem nos controlem’, diz Angelina Jolie sobre o aniversário de 2 anos do movimento #MeToo

Estrelas de Hollywood como Elle Fanning, Nicole Kidman e Melissa McCarthy deram depoimentos sobre as consequências da campanha pelo fim do assédio na indústria do cinema
Celina

A atriz Angelina Jolie Foto: Divulgação

LOS ANGELES — Angelina Jolie, Nicole Kidman, Elisabeth Moss, Kristen Stewart …o que pensam as estrelas de Hollywood sobre o movimento #MeToo? Será que ele realmente mudou alguma coisa na indústria do cinema ou as coisas permanecem iguais, apesar das denúncias? Esta semana fazem dois anos desde que o jornal “New York Times” e a revista “New Yorker” publicaram relatos de diversas mulheres que acusavam o produtor de cinema Harvey Weinstein de assédio sexual , dando força ao movimento #MeToo contra o assédio sexual na indústria do cinema e motivação para empoderar mulheres que trabalham atrás e na frente das câmeras. Weinstein irá a julgamento em janeiro acusado de estupro e ataques predatórios contra duas mulheres. Ele nega que o sexo não tenha sido consensual.

A agência de notícias Reuters questionou estrelas do cinema sobre o quanto Hollywood mudou desde outubro de 2017. Veja abaixo o que dizem nomes como Nicole Kidman, Julianne Moore e Melissa McCarthy:

JULIA LOUIS-DREYFUS

“Eu gostaria de dizer que sinto que os homens talvez estejam tentando se comportar melhor, e realmente digo talvez. Não estou dizendo que seja definitivo, mas há um novo modo de comunicar, ou uma nova consciência, uma mudança de consciência que aconteceu. Está em processo. O trabalho ainda não está completo. Nunca estará. Mas acho que a comunicação melhorou.”

PATRICIA ARQUETTE

“O movimento #MeToo — a minha irmã foi uma das primeiras a falar —  acho que teve um efeito vento movement – my sister was one of the first people to come out – teve efeito em todo o mundo, não apenas em Hollywood. Com sorte, há mais representatividade para as mulheres e para as mulheres negras do que havia antes, mas ainda não é igual. Ativistas têm tentado fazer esse trabalho há algum tempo, porém o quanto mais falarmos sobre isso, melhor. Temos filmes como “Mulher maravilha” e “Pantera Negra” liderança as bilheterias e, de repente, as pessoas dizem que eles podem ser uma sucesso. O business é o último a aprender.”

RUTH NEGGA

Ruth Negga com a fita azul da ACLU no tapete vermelho do Oscar 2017 Foto: Richard Shotwell / Richard Shotwell/Invision/AP
Ruth Negga com a fita azul da ACLU no tapete vermelho do Oscar 2017 Foto: Richard Shotwell / Richard Shotwell/Invision/AP

“A desigualdade não deveria mais existir. A questão é que não podemos deixar de falar sobre isso, temos que ser vigilantes até que haja igualdade e todas as vozes sejam ouvidas.”

MICHELLE WILLIAMS

“Tenho visto muitas mudanças na indústria, mas não só nela. Vejo na escola da minha filha. Vejo no trabalho dos meus amigos. Realmente vejo mudanças em diversos lugares e isso me dá fé de que o mundo em que as meninas vão crescer será diferente do que aquele em que eu cresci.”

ANGELINA JOLIE

“Acho que ainda temos um longo caminho. Acho que, mesmo em Hollywood, deveria ter havido uma investigação independente. Há muito foco no que eles dizem que as mulheres querem, e eu digo que não é o que queremos. É o que não queremos que seja feito conosco. Não nos restrinjam o acesso à educação, não nos machuquem seja nas guerras ou em nossas casas, não nos oprimam nem nos controlem, não limitem as nossas possibilidades enquanto seres humanos. Nos deixem ser.”

KRISTEN STEWART

Se algum dia já foi cafona, saiba que não é mais. Que o diga Kristen Stewart, embaixadora de beleza da Chanel, uma das entusiastas do delineador branco. Ela usou a make no último festival de Cannes, em maio Foto: Divulgação
Kristen Stewart – Festival de Cannes, em maio Foto: Divulgação

“Há esta solidariedade que, finalmente, está dando às mulheres a chance de contar as suas próprias histórias e não serem usadas como ferramentas. Há tantos recursos e meios para que nós tenhamos posse das nossas narrativas. Isso pode ser feito agora — e pela primeira vez. É um momento excitante para as mulheres no cinema.”

ELISABETH MOSS

Elisabeth Moss interpreta uma aia em um futuro distópico no qual mulheres são escravizadas e perdem direitos reprodutivos em uma sociedade teocrática e totalitária Foto: George Kraychyk / Divulgação/Hulu
Elisabeth Moss interpreta uma aia em um futuro distópico no qual mulheres são escravizadas e perdem direitos reprodutivos em uma sociedade teocrática e totalitária Foto: George Kraychyk / Divulgação/Hulu

“Fiz um filme em que havia uma diretora, trê sprotagonistas mulheres e uma diretora de fotografia. Isso está se tornando natural porque essas mulheres simplesmente são as melhores no que fazem, não apenas por serem mulheres. Está ficando normalizado, e acho que essa é a melhor parte.

NICOLE KIDMAN

“Charlize Theron, Margot Robbie e eu acabamos de fazer um filme sobre instigar mudanças sobre o assédio sexual. Esperamos que falar constantemente sobre isso traga mudanças para as próximas gerações.”

ELLE FANNING

“Para mim, ser uma mulher jovem na indústria do cinema e ouvir as atrizes contarem as suas histórias, sabendo que podemos falar as nossas verdades e nos levantarmos sobre o que é certo… uma comunidade se formou por causa disso. 

MICHELLE PFEIFFER

“Acredito que houve uma mudança de consciência sísmica em apenas um ano. Ainda temos muito a fazer, mas acho que muito já aconteceu. Todas as conversas que já tive com mulheres, conversas que não tínhamos antes.”

MELISSA MCCARTHY

Melissa McCarthy, de
Melissa McCarthy, de “Você poderia me perdoar?” Foto: Steve Granitz / WireImage

“Estamos no início de um movimento, e acho que temos que continuar pressionando. Ainda não chegamos lá. Mas chegaremos. Sou esperançosa, tenho duas filhas, preciso ter esperança por elas. Eu vou lutar. Vou lutar até não aguentar mais.”

JULIANNE MOORE

“Por causa do movimento Time’s Up, o governador de Nova York adotou uma agenda de segurança para as mulheres. Isso é muito significativo para nós. O estado de Nova York não é tão progressista quando a Califórnia, então quando tivemos que pensar bem no que faríamos aqui. E realmente temos conseguido mudar as coisas.”Apoie o jornalismo profissional

Os melhores perfumes masculinos para a primavera

Selecionamos seis fragrâncias para apostar na nova estação e renovar os aromas
POR GLAUCO JUNQUEIRA

Já dizia Carolina Herrera de Baez que o perfume é uma expressão invisível do eu. Assim como nós mudamos, seja de humor, de opinião, ou de expressão, o perfume também deve variar com a mudança das estações.

Para entrar no mood dessa primavera e renovar os seus aromas, aposte em fragrâncias cheias de personalidade, com aromas frescos, cítricos e frutados:

CH Kings, Carolina Herrera, R$ 489,00 (100 ml). (Foto: Divulgação)

CH Kings, Carolina Herrera, R$ 489,00 (100 ml)

Esse eau de parfum de edição limitada é inspirado no jogo do amor e da sedução. Tem notas de saída de pimenta preta e rosa, cardamomo e violeta. A verdadeira magia está no coração da fragrância, com a doçura do abacaxi e da sálvia, combinados com cacau e café; A base amadeirada de cumaru e almíscar completam o truque.

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Invictus Legend, Paco Rabanne, R$ 499,00 (100 ml). (Foto: Divulgação)

Invictus Legend, Paco Rabanne, R$ 499,00 (100 ml)

Imagine o calor escaldante do deserto e de repende, uma brisa refrescante chega… Assim é essa fragrância, com um aroma amadeirado e picante que conferem uma força intensa e refrescante. As notas de coração desse eau de parfum são o gerânio picante e folhas de louro, que simbolizam a vitória. A composição aromática completa-se com as notas de base amadeiradas, que combinam a madeira de guaiaco com o âmbar.

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H Acqua, Eudora, R$ 79,90 (100 ml). (Foto: Divulgação)

H Acqua, Eudora, R$79,90 (100 ml)

A sensação de frescor toma conta da nova fragrância Eudora H Acqua. A fragrância fougère aquosa é uma explosão de energia, através da combinação do Acorde Iced Citrus com notas especiadas e aromáticas; a intensidade das notas oceânicas e do sândalo australiano agrega sofisticação ao perfume.

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Jimmy Choo Man Ice, Jimmy Choo, R$ 459,00 (100 ml). (Foto: Divulgação)

Jimmy Choo Man Ice, Jimmy Choo, R$ 459,00 (100 ml)

Um toque de frescor e emoção, para um homem despojado, divertido, audacioso, que busca frescor em uma fragrância, trazendo uma energia radiante para o seu dia a dia. As notas de topo são tangerina, bergamota e cidra; no coração, uma mistura elegante e adocicada de vetivér, patchouli, cedro e maçã; na saída, notas de almíscar, musgo e ambroxan. A cara da primavera!

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Mr. Burberry Indigo, Burberry, R$ 459,00 (100 ml). (Foto: Divulgação)

Mr. Burberry Indigo, Burberry, R$ 459,00 (100 ml)

Criada pelo renomado perfumista Francis Kurkdjian, Mr. Burberry Indigo é uma fragrância refrescante, com notas cítricas que lembram o ar puro ao longo da costa britânica. Abre com a combinação refrescante do limão e do alecrim. Nas notas de coração, hortelã e folhas de violeta trazem energia ao perfume. No fundo, a junção das notas amadeiradas do musgo de carvalho branco e âmbar seco dão conforto e segurança para a fuga do final de semana pelo litoral.

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212 VIP Black Own the Party Extra, Carolina Herrera (100 ml). (Foto: Divulgação)

212 VIP Black Own the Party Extra, Carolina Herrera (100 ml)

Esse é o perfume para quem não quer passar despercebido na noite. Extravagante, traz notas de topo como o rum, a coca-cola e a toranja; no coração, lavanda, couro e musgo; como notas de saída, cacau e almíscar. Uma explosão oriental para um homem contemporâneo e estiloso.