Carolyn Murphy by Vito Fernicola for Exhibition Magazine Fall-Winter 2019

CAROLYN MURPHY BY VITO FERNICOLA FOR EXHIBITION MAGAZINE FALL-WINTER 2019

EXHIBITION MAGAZINE FALL-WINTER 2019 / INSTAGRAM
MODEL: CAROLYN MURPHY / PHOTOGRAPHER: VITO FERNICOLA
STYLIST: JAMES VALERI / HAIR STYLIST: SERGE NORMANT
MAKEUP ARTIST: DICK PAGE / MANICURIST: KAYO HIGUCHI
SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO / RETOUCHER: VALERIA FARINELLA

MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
MODEL: CAROLYN MURPHY. STYLIST: JAMES VALERI. HAIR STYLIST: SERGE NORMANT. MAKEUP ARTIST: DICK PAGE. MANICURIST: KAYO HIGUCHI. SET DESIGNER: DAVID DE QUEVEDO. RETOUCHER: VALERIA FARINELLA
Carolyn Murphy Covers Exhibition Magazine Fall-Winter 2019
CAROLYN MURPHY COVERS EXHIBITION MAGAZINE FALL-WINTER 2019

Dolittle | Robert Downey Jr. está cercado de animais em 1º cartaz

Ator sairá em uma aventura mística na companhia de diversos animais
JULIA SABBAGA

O filme de Doutor Dolittle com Robert Downey Jr. teve o seu título alterado para Dolittle, e teve seu primeiro cartaz revelado. Confira: A sinopse do longa foi revelada pelo jornalista Steve Weintraub, da Collider.

“Robert Downey Jr. eletrifica um dos personagens mais duradouros da literatura nesta vivida reimaginação do clássico conto de um homem que pode conversar com animais: Dolittle.

Depois de perder sua mulher sete anos atrás, o excêntrico Dr. John Dolittle (Downey), famoso veterinário da Inglaterra da Rainha Victória, se isola nas paredes da mansão Dolittle, com apenas sua coleção de animais como companhia. Mas quando a jovem rainha (Jessie Buckley, Chernobyl) adoece gravemente, um relutante Dolittle é forçado a embarcar em uma aventura para uma ilha mística à procura de uma cura, reconquistando sua esperteza e coragem, encontrando velhos adversários e descobrindo incríveis criaturas.

Na jornada, o Doutor é acompanhado por um aprendiz auto-intitulado (Harry Collett, de Dunkirk) e um grupo barulhento de animais amigos, incluindo um ansioso gorila (Rami Malek), um pato entusiasmado (Octavia Spencer) e uma dupla competitiva formada por um avestruz (Kumail Nanjiani) e um urso polar (John Cena), além de um papagaio (Emma Thompson), que serve como a companheira mais confiável e conselheira de Dolittle.

O filme também traz no elenco Antonio BanderasMichael Sheen e Jim Broadbent e dublagens de Marion Cotillard, Frances de la Tour, Carmen Ejogo, Ralph Fiennes, Selena Gomez, Tom Holland, e Craig Robinson.”

O filme teve direção de Stephen Gaghan, com refilmagens supervisionadas por Jonathan Liebesman, diretor do filme das Tartarugas Ninja. Conhecido por dramas como Traffic Syriana, essa foi a primeira experiência de Gaghan com efeitos especiais e, também, na comédia. 

O longa está programado para 17 de janeiro de 2020. 

Above & Beyond: Group Therapy 350 Deep Warm Up Set, Prague (Full 4K Live Set)

A Above & Beyond Present Group Therapy 350 ao vivo de Praga.
Gravado na quinta-feira, 10 de outubro de 2019 com o Anjuna HQ and the #ABGT350.
Com agradecimentos a Nomobo e toda a equipe da United Music Events.

Tracklist:

[00:00] 1. Above & Beyond ‘Group Therapy Intro’

[00:48] 2. Andrew Bayer feat. Alison May ‘Immortal Lover’ [Qrion Remix] [05:46] 3. Above & Beyond ‘Homecoming’ [Enamour Remix]

[10:38] 4. Eli & Fur ‘Into The Night’

[16:16] 5. Above & Beyond and Seven Lions feat. Opposite The Other ‘See The End’ [Avoure Remix]

[20:28] 6. Marsh ‘Eu Phoria’

[24:39] 7. Nox Vahn ‘Brainwasher’

[29:22] 8. Ben Böhmer & Monolink ‘Black Hole’

[34:31] 9. Joseph Ray ‘Room 1.5’

[41:12] 10. The Midnight ‘Kids’ [PROFF Remix]

[45:45] 11. The Dualz ‘Your Eyes’

[50:53] 12. Yotto ‘Hyperlude’ [Dosem Remix]

[54:45] 13. Tinlicker ‘The Walk’

Above & Beyond: ABGT300 Deep Warm Up, Hong Kong – https://youtu.be/O9F_drLehU0

Above & Beyond: ABGT250 Deep Warm Up, The Gorge – https://youtu.be/rkqnuI1SxBs

Live Dates: http://po.st/ablive

Website: http://po.st/wbab

Facebook: http://po.st/fbab

Twitter: http://po.st/twab

Soundcloud: http://po.st/absc

Instagram: http://po.st/abins

Theatro Municipal exibirá filmes nacionais gratuitamente durante a 43ª Mostra

A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, abrirá a programação
JULIA SABBAGA

A Vida Invisível, de Karim Aïnouz

Theatro Municipal anunciou uma programação gratuita de filmes brasileiros, que serão exibidos durante a 43ª Mostra Internacional de Cinema de São Paulo. A programação terá seis sessões, que acontecem em 18, 19 e 20 de outubro. 

A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, vencedor do prêmio Um Certo Olhar no Festival de Cannes, abrirá a programação às 20h30 da sexta-feira, dia 18. No sábado, às 21h, é a vez de Três Verões, de Sandra Kogut, filme protagonizado por Regina Casé que tem como pano de fundo a Operação Lava Jato vista pelos empregados de uma família rica. 

Nas sessões vespertinas, que acontecem às 16h no sábado e domingo, serão exibidos Abe, de Fernando Grostein Andrade, protagonizado por Noah Schnapp (Stranger Things) e Turma da Mônica: Laços, de Daniel Rezende, respectivamente. 

Babenco — Alguém Tem que Ouvir o Coração e Dizer: Parou encerra o evento no domingo, dia 20, às 20h30. Premiado no último Festival de Veneza, o documentário que marca a estreia de Bárbara Paz na direção de longas é uma imersão na vida do cineasta Hector Babenco, morto em 2016.

Os ingressos para as sessões no Municipal poderão ser retirados na Central da Mostra na véspera das exibições ou na bilheteria do Theatro uma hora antes de cada sessão.

A 43ª Mostra acontece em São Paulo entre 17 e 30 de outubro.

Os Orfãos | Babá é assombrada em terror com Finn Wolfhard

Filme mostra babá contratada para cuidar de órfãos em casa assombrada
JULIA SABBAGA

Os Orfãos, adaptação de A Volta do Parafuso, livro de Henry JamesThe Turning teve seu primeiro trailer e cartaz divulgados. Na prévia acima, Kate (Mackenzie Davis) é uma baba contratada para cuidar dos irmãos Miles (Finn Wolfhard) e Flora (Brooklyn Prince), mas acaba se deparando com os vários terrores da casa em que as crianças moram. O cartaz pode ser conferido abaixo:

Os Orfãos/Universal Pictures/Divulgação

Os Orfãos tem direção de Floria Sigismondi (DemolidorThe Handmaid’s Tale) e produção-executiva de Steven Spielberg.

O longa estreia tem estreia marcada para 5 de março. 

Como o mundo da arte está reagindo ao Brexit

Eventos e exposições em Londres mostram que o mercado de arte tenta passar incólume pela saída da União Europeia
Scott Reyburn, O Estado de S.Paulo

Da esquerda para a direita: ‘Untitled’ (1986), ‘Treppenhaus Rund’ (1982) e ‘Als Hätte Man Mir die Muschel’ (1982), de Albert Oehlen, na Galerie Max Hetzler Foto: Albert Oehlen/Galerie Max Hetzler

LONDRES — A Grã-Bretanha está em convulsão por causa do Brexit, mas o mundo da arte contemporânea e 0,1% da população que o faz se movimentar continuam a vida normal. Pelo menos parece.

Esta semana milhares de colecionadores internacionais, marchands e curadores se reúnem para as feiras de arte Frieze London e  Frieze Masters em Regent’s Park, além da muitas mostras de comerciantes de arte, leilões e outros eventos paralelos.

“Em termos geopolíticos parece que o mundo está caminhando na direção errada, mas o mercado de arte segue em frente”, disse Wendy Cromwell, conselheira de arte sediada em Nova York, que, estava em Londres para participar dos eventos.

“As vendas primárias estão ativas e vão bem, como também o mercado secundário de obras raras, de alta qualidade e sob demanda, referindo-se ao mercado de novas obras de galerias comerciais, no mercado primário, e os negócios no “secundário” no caso de peças revendidas, como aos leilões.

“O material dos leilões está mais fraco este ano com as preocupações em torno do Brexit, disse Wendy Cromwell, que não sabia que um Bansky fora leiloado pela Sotheby’s na quinta-feira por US$ 12 milhões. “Mas a libra teve uma queda recorde, de modo que essas vendas favorecem os ousados”.

Os leilões menos espetaculares (Bansky à parte) foram equilibrados por uma série formidável de mostras realizadas por marchands de obras de arte. Dentro um espaço de pouco mais de dois quilômetros quadrados no centro da cidade havia novos trabalhos assinados por Mark Bradford à venda na Hauser & Wirth, de Damien Hirst na White Cube e de Peter Doig na galeria de Michael Werner.

Uma exposição de pinturas novas e antigas do admirado artista alemão Albert Oehlen na Serpentine Gallery animou as ofertas no discreto mercado secundário de obras mais antigas de Oehlen nas galerias Max Hetzler e Lévy Gorvy. E até uma mostra de novas pinturas e esculturas do popular artista de rua americano KAWS na galeria Skarstedt.

Impulsionado pelos recentes resultados excepcionais nos leilões, KAWS se tornou um fenômeno de mercado. A galeria Skarstedt ofereceu 10 novas pinturas abstratas em acrílico do artista, como também duas esculturas enormes em resina, e todas foram vendidas.  Os preços das pinturas variavam de US$ 450.000 a US$ 575.000, ao passo que as esculturas, cada uma disponível uma edição total de sete, eram oferecidas a US$ 850.000 cada uma.

“O problema é que se é uma boa mostra, 200 pessoas querem comprar”, disse Candace Worth, outro conselheiro de arte de Nova York. “Há uma enorme clientela para um número relativamente pequeno de artistas. É uma panela de pressão”.

Um exemplo foi a exposição na Stephen Friedman Gallery de 20 novos pinturas e trabalhos em papel da artista sul-africana Lisa Brice, que realizou uma exposição individual na Tate Britain em 2018.

“Confrontar e reinterpretar as representações tradicionais do nu feminino a partir da perspectiva de uma artista mulher”, segundo comentário da galeria, essas imagens politicamente carregadas estavam perfeitamente em sintonia com a missão de muitos curadores de museus e colecionadores privados de ampliar o cânone histórico. As obras dela foram vendidas por valores variando de US$ 11.000 pelas gravuras a US$ 213.000 pelos biombos pintados, disse Mira Dimitrova, porta-voz da galeria.

Os trabalhos de artistas mulheres afro-americanas são imensamente populares no mercado atual. Na quarta-feira, no vernissage da Frieze London, novas pinturas de Jack Whitten que foram apresentadas na exposição da Tate de 2017 intitulada “Soul of a Nation: Art in the Age of Black Power”, e de Kerry James Marshall foram rapidamente vendidas.

A obra de Marshall , muito irônica, intitulada Car Girl 2, mostrando uma mulher se inclinando num carro do qual um cachorro aparece na janela foi vendida pelo marchand de Nova York, David Zwirner, por US$ 3,8 milhões, ao passo que a Lisson Gallery, de Londres, vendeu quatro novos abstratos geométricos coloridos de Whitten por preços entre US$ 350.000 e US$ 450.000 para compradores do Oriente Médio, Noruega e Estados Unidos.  

Enquanto a Frieze London no seu vernissage estava lotada, a atmosfera era bem mais contida no evento irmão, Frieze Masters, que apresenta uma mistura “cruzada” de obras abrangendo 6.000 anos. Os velhos mestres foram vendidos agressivamente neste elegante evento, como também os mestres do século 20. Marchands influentes do mercado secundário no campo da arte moderna, como Lévy Gorvy e Luxembourg & Dayab, ambos com sedes em Nova York e Londres, e a Galería Elvira González, de Madrid, foram os grandes ausentes desta última edição.

Mas na quarta-feira o marchand nova-iorquino Van de Weghe vendeu uma pintura de Jean-Michel Basquiat, de 1986, por US$ 2,2 milhões, e a galeria londrina Moretti Fine Ar encontrou um comprador para uma pintura florentina de 1.400, Christ at the Column, avaliada em US$ 200.000.

Com o aceno do Brexit e grandes galerias como David Zwirner, White Cube e Pace abrindo espaço alternativos em Paris, conseguirá Londres manter sua posição antiga de capital internacional do mercado de arte europeu?

Max Edouard Hetzler, marchand de arte contemporânea com galerias em Berlim, Paris e Londres, acha que a capital britânica não vai ceder esse status em breve. A galeria de Hetzler no elegante distrito de Mayfair está com uma mostra de sete Spiegelbilder, de Albert Oehlen, pertencentes a coleções privadas. Algumas obras foram colocadas à venda, com preços que variam de US$ 2 milhões a US$ 4 milhões.

“Há muitos museus, escolas de arte e coleções em Londres. E não sairão daqui”, disse Hetzler.

Tradução de Terezinha Martino

Robert Forster, ator de ‘Breaking Bad’, morre aos 78 anos

Forster foi indicado ao Oscar de melhor ator coadjuvante em 1998, por seu trabalho em ‘Jackie Brown’

Robert Forster em durante o Festival Internacional de Cinema de Toronto, no Canadá, em setembro de 2018. Foto: Mario Anzuoni / Reuters

O ator Robert Forster, conhecido por seu trabalho na série Breaking Bad e por uma indicação ao Oscar em 1998, teve sua morte anunciada neste sábado, 12, aos 78 anos de idade.

Segundo a jornalista Kathie Berlin, Rober Forster morreu em decorrência de um câncer de cérebro seguido de uma breve doença. No momento da morte, estava em sua casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos, cercado por sua família.

Entre seus principais papéis, estiveram o de Max Cherry em Jackie Brown, que lhe rendeu uma indicação ao Oscar de melhor ator coadjuvante em 1998. Atuou em mais de 100 longas entre as décadas de 1970 e 1980, em sua maioria, “Filmes B” dos Estados Unidos. 

O ator Robert Forster ao lado de Denise Grayson em janeiro de 2019. Foto: Phil McCarten / Invision / AP

Sobre a grande quantidade de trabalhos em sua carreira, afirmou ao Chicago Tribune, em 2018: “Eu tinha quatro filhos, aceitava qualquer trabalho que conseguia. Toda vez que chegava a um nível menor do que eu achava que podia tolerar, caía mais, e então mais.”

“Próximo ao fim [da carreira], eu não tinha agente, empresário, advogado, nada. Eu estava pegando tudo que caísse entre as rachaduras”, continuou.

Foi justamente o filme Jackie Brown, de Quentin Tarantino, que o colocou de volta nos holofotes. 

Ao receber o roteiro de Tarandino, Robert Forster teria dito: “Tenho certeza de que eles não vão te deixar me contratar”. O diretor respondeu: “Contrato qualquer um que quiser.”

Robert Forster também atuou em filmes como Eu, Eu Mesmo e IreneOs Descendentes e séries como Breaking Bad e Twin Peaks.

Robert Forster deixa quatro filhos, quatro netos e Denise Grayson, atriz que foi sua companheira nos últimos 16 anos.

O ator também teve sua morte lamentada por Samuel L. Jackson: “Descanse em paz, Robert Forster! Um verdadeiro ator de classe”.