Sylwia Kiertowicz for Cosmopolitan Kazakhstan with Emilia Korona

Photographer: Sylwia Kiertowicz Stylist: Kasia Lewandowska. Makeup: Sandra Broniszewska. Model: Emilia Korona.

Jovens Bruxas | Michelle Monaghan estará no reboot

Atriz de Missão Impossível e True Detective se junta à nova produção da Blumhouse
NICOLAOS GARÓFALO

Michelle Monaghan 

Conhecida por suas atuações em Beijos e Tiros e Missão: ImpossívelMichelle Monaghan assinou com a Blumhouse para se juntar ao elenco da nova versão de Jovens Bruxas (via Deadline). O papel da atriz não foi divulgado.

A nova versão será comandada por Zoe Lister-Jones, conhecida pela direção de Band Aid, e Jason Blum está entre os produtores. O filme trará um novo quarteto de bruxas iniciantes: “Ao entrar em uma nova escola, Hannah se torna amiga de Tabby, Lourdes e Frankie, e rapidamente se torna a quarta integrante do grupo, mas ela percebe que, de alguma maneira, ela traz um poder maior ao quarteto”, diz a sinopse.

O original, dirigido por Andrew Fleming, conta a história de Sarah, uma nova estudante na cidade que se torna amiga de três garotas deslocadas que praticam bruxarias.

Não há previsão de estreia para a nova versão de Jovens Bruxas.

Apple volta a se focar em privacidade no mais novo comercial do iPhone

Privacidade. Se tem um tema que a Apple gosta de explorar [1234] e que, na teoria, está 100% alinhado com a sua estratégia comercial, é privacidade.

Por quê? Simples: empresas como Google, Facebook, Amazon e outras precisam de informações dos clientes para que seus serviços façam sentido. Já a Apple ganha boa parte dos seus dólares vendendo produtos e até mesmo serviços os quais, de uma forma superficial, não precisam saber absolutamente nada sobre a sua vida particular.

É claro que a história não é tão simples assim como eu contei acima. A Siri, por exemplo, precisa ter acesso a um certo nível de informações dos usuários para funcionar da maneira como imaginamos — não é à toa que a Maçã também se meteu em polêmicas envolvendo invasão de privacidade nesse sentido.

A grande diferença é que a Apple, nesses casos, costuma assumir o erro e agir rápido para remediar a situação — como isso faz parte de uma estratégia de marketing, tudo precisa necessariamente estar bem alinhado com o discurso, afinal.

Mantendo essa linha, a Apple divulgou hoje um novo comercial batendo nessa tecla. Intitulado “Privacidade no iPhone – Simples assim”, o vídeo explica que nos dias de hoje o nosso smartphone tem mais informações pessoais do que a nossa casa.

Detalhes financeiros, mensagens, a sua localização, o seu batimento cardíaco depois de uma corrida… tudo isso é informação sensível que deveria estar apenas no seu telefone, sem que ninguém mais tenha acesso. E é exatamente isso que a Apple promete com o iPhone. Ao usá-lo, tudo o que é sensível e importante fica apenas nele. [MacMagazine]

Dona da Louis Vuitton faz oferta para comprar joalheira Tiffany, diz agência Reuters

Joalheria tem valor de mercado de R$ 47,6 bilhões

Joalheria Tiffany & Co

NOVA YORK | REUTERS – A LVMH, proprietária da marca Louis Vuitton, abordou a Tiffany & Co com uma proposta de aquisição, disseram pessoas familiares com o assunto à agência Reuters, num momento em que a joalheria americana enfrenta dificuldades com as tarifas sobre suas exportações para a China.

Há anos em busca por maneiras de expandir sua posição no mercado dos Estados Unidos, a LVMH fez uma oferta preliminar e não vinculante pela Tiffany no início deste mês, disse uma das fontes, no sábado.

A Tiffany contratou consultorias para examinar a oferta da LVMH, mas ainda não deu uma resposta, e não está certo que estaria disposta a negociar, acrescentou uma das fontes.

Não foi possível saber o preço exato da oferta da LVMH para comprar a Tiffany, que tem um valor de mercado de US$ 11,9 bilhões (R$ 47,6 bilhões).

As fontes pediram para não serem identificadas porque o assunto tem natureza confidencial. A LVMH não quis comentar, enquanto a Tiffany não respondeu até a publicação os pedidos de comentário. A Bloomberg News noticiou mais cedo no sábado (26) que a LVMH está em negociação como a Tiffany.

Dona de marcas como Fendi, Christian Dior e Givenchy, bem como da marca de champanhe Veuve Cliquot, a LVMH tem se destacado há muitos anos como uma das mais bem-sucedidas do setor de consumo de alto padrão, no qual nem todas as empresas têm conseguido se beneficiar no mesmo patamar do crescente apetite dos chineses por produtos de marca.

A Tiffany, por outro lado, não tem sido tão resiliente. Além das tarifas que têm sido impostas na guerra comercial entre os EUA e a China, um imposto menor sobre o consumo interno chinês também contribuiu para uma queda de dois dígitos nas vendas para turistas chineses nos EUA e em outros destinos.

Desejo, masturbação e violência se misturam no terror ‘O Farol’

Segundo filme de Robert Eggers traz referências que vão de expressionismo alemão a Stanley Kubrick
Igor Gielow

Desejo, masturbação e violência se misturam no terror ‘O Farol’

Um fálico farol numa ilhota deserta, gaivotas saídas de “Os Pássaros”, o machado de “O Iluminado”, evocação de mitos gregos, uma sereia, dois sujeitos obscuros disputando um torneio insano de masculinidade tóxica.

Parece matéria-prima de um pesadelo simbolista, mas é o resumo da paleta de elementos reunidos pelo jovem cineasta americano Robert Eggers em seu segundo filme, “O Farol”, que será exibido na 43ª Mostra de Cinema de São Paulo nesta terça (29).

A ambiguidade entre sonho e realidade, que já marcara seu premiado longa de estreia —o horror vencedor do Festival de Sundance “A Bruxa” (2015)—, ganha contornos maníacos no relato que opõe Tom Wake (Willem Dafoe) e Ephraim Winslow (Robert Pattinson).1 4

“Ao final, eu não quero ficar explicando nada. Prefiro que tudo fique aberto ao espectador”, disse Eggers, 36, em uma conversa por telefone. Ele virá ao Brasil pela primeira vez para dar uma palestra após a exibição do longa, às 19h30, no auditório do Ibirapuera.

O registro onírico marca todo o filme, fotografado num preto e branco enevoado e, assim como “A Bruxa”, com produção de Rodrigo Teixeira (e de outros quatro produtores). Ele relata a convivência de dois dois zeladores de farol, Wake, o chefe, e Winslow, o subalterno, por quatro semanas numa ilhota na costa do Maine (EUA) na década de 1880.

A confrontação é pontuada por intervenções sobrenaturais crescentes, como o segredo da lâmpada do farol ou a presença altamente sexual de uma sereia voluptuosa. Ou será tudo delírio, dado que os homens apelam para uma mistura de querosene e mel para se embebedar?

Tal tática já havia funcionado em sua estreia, um conto sobre bruxaria na Nova Inglaterra do século 17 com tons abertamente feministas.

Como um ilusionista, Eggers apresenta um caminho que pode ou não pode ser o que as imagens sugerem. “É muito mais satisfatório assim”, diz, reconhecendo o risco: quantos longas não irritaram com revelações do tipo “era tudo um sonho” ao final?

Mas aqui não há truques vulgares, e sim uma claustrofóbica descida ao inferno. “É o que acontece quando você coloca dois caras dentro de um grande falo, não?”, afirmou, rindo.

De fato, uma forma de ver “O Farol” é como um estudo sobre masculinidade. Há de tudo: desejo reprimido, masturbação, homoeroticismo, segredos e muita violência.

Como o roteiro de Eggers e seu irmão Max transforma o relacionamento dos dois em disputa homicida, uma das leituras possíveis do filme é ver na crítica a esse mundo falocêntrico a continuidade do feminismo de “A Bruxa”.

Eggers concorda, rejeitando reducionismos. “É um estudo sobre o ciúme, entre outras coisas. Gosto de linguagem simbólica e mitos”, diz.

Isso fica claro no modo com que Winslow encarna Prometeu, o titã da mitologia grega que roubou o fogo dos deuses para dá-lo aos homens. Sua punição foi, acorrentado, ter o fígado comido por uma águia só para o órgão se regenerar, eternizando a tortura.

Wake, por sua vez, emula numa dada cena Proteu, filho de Poseidon que pontifica o cancioneiro marítimo clássico. Há ecos da “Balada do Velho Marinheiro” (1834), do britânico Samuel Taylor Coleridge, e de “Moby Dick” (1851), do americano Herman Melville.

E há as gaivotas. Assim como os bodes de “A Bruxa”, os penosos são ameaça e mensageiros de presságios —não se via algo assim desde “Os Pássaros” (Alfred Hitchcock, 1963).

Fã de “O Iluminado” (Stanley Kubrick, 1980), Eggers presta sua homenagem ao mestre em cenas pivotais envolvendo um machado.

Como tirar uma narrativa fresca de um caldeirão de referências como esse, a maioria delas distante do frequentador médio de cinemas? “Eu admito que talvez tenha colocado muita coisa [no roteiro]. No fim, ficou exagerado.”

“Minhas referências vêm da alta cultura. Acho que não teremos o mesmo público de um filme de herói da Marvel, mas acho também que um longa em preto e branco pode ser chamativo”, diz o diretor.
Em tempo, ele tende a apoiar Martin Scorsese e Francis Ford Coppola, que criaram polêmica ao dizer que os longas da Marvel não são cinema.

“Acho que dizer isso é usualmente verdade, mas não sempre. Há ótimos diretores na área”, diz, citando Tim Burton (“Batman” de 1989), Sam Raimi (a primeira trilogia do “Homem-Aranha”) e Christopher Nolan (a trilogia mais recente sobre Batman).

Os filmes de Eggers usam relatos reais como diálogo, em inglês correspondente, e tiveram casas e roupas feitas com materiais originais —o farol atual foi erguido do nada. Não seria contraditório que tal apego ao realismo sirva a tramas alegóricas? “É intencional. Faço uma pesquisa obsessiva e isso garante uma atmosfera rica, onde você não precisa inventar nada além do rumo da história”, diz.

Em “O Farol”, há um estranho senso de humor escatológico. A flatulência de Wake serve de alívio cômico deslocado, mas no geral o espectador é chocado com um cenário em que fezes, urina, sêmen e sangue são todos elementos contagiantes, imundos.

Eggers prepara seu terceiro filme de época, “The Northman”, sobre um príncipe nórdico que vinga a morte do pai no século 10. “Meu playground imaginário é o passado. Seria arqueólogo se pudesse, acho que é explorando o passado que explico o presente.”

Assim, ele descarta fazer filmes com roteiros contemporâneos. Sobre o próximo, ele diz que “estamos fazendo um trabalho de pesquisa enorme sobre história viking”, mas que “não gosta de tanta liberdade” por ter pouca informação verificável sobre a vida há mais de mil anos.

Eggers soa desassombrado ao dizer que foi natural trabalhar com o consagrado Dafoe e Pattinson, que deixou no passado o vampirozinho emo de “Crepúsculo”. “Fizemos tudo juntos.” Está funcionando. Seus dois filmes são sucesso de crítica.

O FAROL

  • Quando Terça (29), às 19h30 (auditório Ibirapuera), às 21h30 (Espaço Itaú Augusta)
  • Onde Auditório Ibirapuera (Av. Pedro Álvares Cabral, Vila Mariana) e Espaço Itaú Augusta (R. Augusta, 1475, Cerqueira César)
  • Classificação 16 anos
  • Elenco Willem Dafoe e Robert Pattinson
  • Direção Robert Eggers

Quarteto Fantástico e X-Men brigarão por Franklin Richards em nova HQ

Filho de Reed e Sue é considerado um dos mutantes mais poderosos do universo
NICOLAOS GARÓFALO

Marvel Comics/Divulgação

Com o fim do evento Powers/House of X, que relançou de vez os X-Men no universo da Marvel Comics, a casa das ideias lançará uma nova minissérie em quatro edições que mostrará a Nação Mutante tentando trazer Franklin Richards/Powerhouse, filho da Mulher-Invisível e do Senhor Fantástico, para viver em Krakoa. Membro oficial do Quarteto Fantástico, o garoto é um mutante nível ômega capaz de criar universos inteiros com o pensamento, o que o tornaria extremamente valioso para os novos planos de Xavier Magneto.

Roteirista da nova revista, chamada X-Men + Fantastic FourChip Zdarsky afirmou que existe um grande conflito entre os dois grupos, mas que ambos querem o melhor para Franklin, que acaba dividido entre sua família e sua espécie (via newserama). Além disso, o autor disse que a HQ deve partir do ponto de vista de Powerhouse, mostrando o conflito interno do poderoso mutante 

Com roteiro de Zdarsky e artes de Terry e Rachel DodsonX-Men + Fantastic Four começará a ser publicada em 2020 nos EUA e deve impactar os próximos anos das revistas de ambos os grupos.

Bilheteria EUA: Coringa, Malévola: Dona do Mal, A Família Addams, Zumbilândia: Atire Duas Vezes, Countdown

Arrecadando US$ $18,9 milhões, longa da Warner Bros. supera Malévola: Dona do Mal

Coringa voltou a ocupar o topo da bilheteria norte-americana neste final de semana. Na sua quarta semana em cartaz, o longa protagonizado por Joaquin Phoenix obteve uma leve vantagem sobre o segundo do ranking, Malévola: Dona do Mal, arrecadando US$ 18,9 milhões. A sequência da icônica vilã da Disney, por sua vez, fez US$ 18,5 milhões.

A nova versão de A Família Addams também encontrou seu espaço entre os filmes mais bem colocados da semana. A animação conseguiu mais US$ 11,7 milhões na sua bilheteria, somando até agora US$ 72,8 milhões só no mercado norte-americano.

Com estes resultados, a comédia Zumbilândia: Atire Duas Vezes ficou apenas em quarto lugar. A sequência, que conta com o retorno do elenco original 10 anos depois do primeiro filme, somou US$ 11,6 milhões neste final de semana. Por fim, o estreante Countdown fez US$ 9,0 milhões.

Balmain | Spring Summer 2020 | Full Show

Balmain | Spring Summer 2020 by Olivier Rousteing | Full Fashion Show in High Definition. (Widescreen – Exclusive Video/1080p – PFW/Paris Fashion Week) Chris Egan – Pitch And Roll Barrie Gledden – Always Be There/Foot To The Floor