Coringa ultrapassa US$ 900 milhões na bilheteria mundial

Filme bateu recordes desde a estreia em outubro e pode chegar ao US$ 1 bilhão
CAMILA SOUSA

Niko Tavernise/Warner Bros.
‘Joker’

Coringa, estrelado por Joaquin Phoenix, ultrapassou os US$ 900 milhões na bilheteria mundial. Segundo informações do Hollywood Reporter, a marca foi alcançada após as vendas deste sábado (2).

De acordo com o site, analistas projetam que o longa, que chegou aos cinemas em outubro, terminará sua passagem pelos cinemas em torno dos US$ 950 milhões e pode atingir a marca do US$ 1 bilhão, embora a possibilidade seja menor.

Mesmo se tal número não for alcançado, o filme já é considerado um grande sucesso da Warner/DC, já que custou apenas US$ 55 milhões para ser produzido. A produção também bateu recordes desde sua estreia e se tornou a maior bilheteria de um filme para maiores, ultrapassando Deadpool e Matrix Reloaded – confira a lista aqui.

Com tanto sucesso, a Warner já começou a campanha do filme ao Oscar 2020, pedindo que a Academia considere a produção em categorias como Melhor Filme, Diretor, Roteiro Adaptado, Ator (Joaquin Phoenix), Ator Coadjuvante (Robert De Niro), Atriz Coadjuvante (Zazie Beetz e Frances Conroy), entre outras.

Robert Pattinson treina com lutador brasileiro para ‘Batman’

Ator de 33 anos interpreta herói em filme que deve ser lançado em 2021

Robert Pattinson e Rigan Machado (Foto: Reprodução/Instagram)

Robert Pattinson, de 33 anos de idade, já começou a preparação para interpretar Batman nos cinemas. O ator foi fotografado treinando com o brasileiro Rigan Machado, mestre de jiu-jitsu. O lutador já teve outros alunos famosos como Charlie Hunnam, Vin Diesel e Ashton Kutcher.

“Batman está vindo”, escreveu Machado, que ensina jiu-jitsu em Beverly Hills, nos Estados Unidos. Quem comentou na publicação foi Duda Nagle, que deixou emojis batendo palma para a dupla, e Caio Castro deixou sua curtida.

O ator, conhecido por atuar na saga Crepúsculo e em Harry Potter, vai viver o herói em The Batman, dirigido por Matt Reeves com previsão de estreia para junho de 2021. Também estão confirmados no elenco Zoe Kravitzcomo Mulher-Gato, Jeffrey Wright como Comissário Gordon, e Paul Dano, como Charada.

Ator Brian Tarantina, de 60 anos, é encontrado morto

Ator foi encontrado sem vida neste sábado (2), de acordo com informações do ‘TMZ’

Brian Tarantina (Foto: Getty Images)

O ator norte-americano Brian Tarantina, de 60 anos, foi encontradoi morto na manhã deste sábado (2), em seu apartamento, que fica em Manhattan, nos EUA.

De acordo com informações do TMZ, a suspeita inicial, segundo primeiros relatos dos policiais que chegaram ao local, é que ele teve uma overdose de drogas. Quem descobriu o corpo do ator foi sua sobrinha, que chegou ao apartamento dele por volta das 12h30 e descobriu que, no sofá, o tio não respondia. Ela disse que a última vez que conversou com o ator foi na noite da última terça-feira (29).

Quando os socorristas chegaram, encontraram um pó branco ao lado do corpo. Apesar da suspeita de narcóticos, exames serão feitos, assim como uma autópsia para determinar a causa da morte. 

Famoso por atuar em filmes como Verão de Sam, Encontro Explosivo e Quem Vê Cara Não Vê Coração, um de seus últimos trabalhos foi na série de TV The Marvelous Mrs. Maisel, um sucesso do humor, na qual ele viveu o personagem Jackie.

O ator ainda trabalhou em muitas séries de sucesso, como Law & Order, Miami Vice, Spin City, Oz, NYPD Blue, Plantão Médico, The Sopranos, Gilmore Girls, Heroes, The Black Donnellys, The Blacklist, Madame Secretary e Blue Bloods. (Léo Gregório)

Mulheres sauditas aumentam participação no mercado de trabalho

Flexibilização de leis religiosas faz parte de plano para reduzir a dependência do petróleo
Raquel Landim

Mulheres vestindo abayas participam da Iniciativa de Investimento Futuro, em Riad – Fayez Nureldine – 31.out.2019/AFP

RIAD – “Eu esperei a minha vida inteira por isso.” A afirmação é de Hala Kudwah, sócia que lidera a área de serviços financeiros da consultoria PwC na Arábia Saudita, referindo-se ao turbilhão de transformações que estão ocorrendo em seu país, principalmente em relação às mulheres.

Nos últimos três anos, as mulheres sauditas conquistaram direitos básicos em outros lugares do mundo, como tirar passaporte, trabalhar no varejo, abrir um negócio, ser responsável legal de seus filhos ou mesmo dirigir —o que é fundamental num país de cidades cortadas por vias rápidas.

Kudwah é uma pioneira e ainda uma exceção. Com apoio do pai, estudou ciência da computação e matemática no Reino Unido. De volta a Riad, capital da Arábia Saudita, atuou por 29 anos no Samba Financial Group, um importante banco local.

Chegou ao posto de diretora geral e liderava uma equipe de dezenas de homens, mas era obrigada a ser extremamente discreta. Questionada sobre o que mudou na Arábia Saudita para as mulheres nos últimos anos, ela dá uma resposta forte: “nós nos tornamos visíveis”.

Com as mudanças recentes, principalmente o direito de dirigir, elas começaram a entrar mais fortemente no mercado de trabalho e podem ser vistas com suas abayas (longas túnicas negras) e seus hijabs (véus) em lojas, hospitais e setores administrativos das empresas.

A revolução que vem ocorrendo na Arábia Saudita começou em abril de 2016, quando o polêmico príncipe herdeiro Mohammad bin Salman, que comanda o país na prática por causa da idade avançada do rei, lançou um programa de desenvolvimento chamado Visão 2030.

Antes do início da nova política, que é uma mistura de mudanças na economia e nos costumes, apenas 8% das mulheres sauditas trabalhavam fora. Hoje esse percentual está em 22%, e o objetivo declarado do governo é chegar em 30%.

A principal meta do Visão 2030 é reduzir a dependência da Arábia Saudita do petróleo, que responde por mais de 50% do Produto Interno Bruto (PIB) e por 70% das exportações. Para isso, o governo quer incentivar a industrialização e promover o turismo.

No mês passado, o reino permitiu pela primeira vez a entrada de turistas. Antes disso só recebiam autorização para visitar a Arábia Saudita peregrinos religiosos a caminho das cidades sagradas do Islã Meca e Medina ou homens de negócio a convite de um empresário local.

Para desenvolver a indústria, o programa Visão 2030 elegeu dez setores prioritários (automotivo, defesa e construção civil, entre outros) e promete dar todo tipo de subsídio para atrair US$ 500 bilhões em investimentos privados. A meta é reduzir a participação do Estado na economia dos atuais 55% para 40%.

“Ao contrário de outras partes do Golfo, como Qatar ou a cidade de Dubai, temos um mercado interno grande, que pode alavancar nosso crescimento”, diz Khaled Mohammed Al-Aboodi, diretor gerente da Salic, estatal saudita que investe em empresas do setor agrícola no exterior. A empresa tem uma participação no frigorífico brasileiro Minerva.

O plano é financiar toda essa transformação com o dinheiro da abertura de capital da Saudi Aramco, estatal saudita do petróleo, cujos detalhes devem ser anunciados em breve. A expectativa é que a empresa atinja um valor de mercado de estonteantes US$ 2 trilhões —apenas 5% do capital será oferecido aos investidores.

Todavia, os planos do Visão 2030 esbarravam num problema: a falta de mão de obra. A Arábia Saudita já tem 9 milhões de trabalhadores estrangeiros —o equivalente a 30% da população, vindos de países pobres da Ásia como Índia, Bangladesh ou Filipinas— e não quer aumentar ainda mais esse contingente.

Foi aí que o governo se lembrou das mulheres e se deu conta de que metade da sua força de trabalho estava em casa submetida às rígidas leis da sharia, o código de conduta islâmico. Até pouco tempo atrás, a polícia religiosa saudita tinha o poder de punir e prender mulheres que não se comportassem adequadamente.

Portanto, além de uma abertura na economia, era preciso uma mudança profunda nos costumes. “Esse país está vivendo uma verdadeira revolução promovida pelo príncipe”, diz o embaixador do Brasil na Arábia Saudita, Marcelo Della Nina.

O viés econômico talvez ajude a explicar as contradições de MBS, como o príncipe é conhecido. Com apenas 34 anos, ele acumula os cargos de vice-primeiro-ministro e ministro da Defesa, além de chairman dos conselhos que comandam a economia e a política externa, e exerce o poder com mão de ferro.

Ao mesmo tempo em que promove uma abertura sem precedentes, favorecendo principalmente as mulheres, MBS é acusado de ordenar atrocidades na guerra contra o Iêmen e de ser o mandante do assassinato do jornalista saudita Jamal Khashoggi, colunista do Washington Post e crítico do regime.

Khashoggi foi morto e esquartejado após entrar no consulado saudita em Istambul na Turquia em outubro do ano passado. O escândalo que se seguiu à sua morte abalou os planos para a transformação do país.

Desde então a Arábia Saudita está em busca de reconhecimento internacional. Uma das principais apostas é a reunião do G20, em novembro de 2020. Para sediar o evento, os sauditas estão construindo uma enorme torre envidraçada no centro de Riad. Certamente poucas mulheres sauditas estarão no centro das discussões do G20, mas, pelo menos, elas já podem ambicionar alguma participação.

DIREITOS DAS MULHERES SAUDITAS

O que é o sistema de guardiões masculinos? Todas as mulheres sauditas têm guardiões legais, que podem tomar importantes decisões sobre as suas vidas sem consultá-las. 

Inicialmente, é o pai que desempenha esse papel; quando ela se casa, o marido assume a prerrogativa. Tios, irmãos, filhos ou outro familiar masculino também podem ocupar a posição. 

Uma mulher precisa da autorização de seu guardião para se casar, ficar em um abrigo para vítimas de abuso e sair da prisão, por exemplo. 

MUDANÇAS DOS ÚLTIMOS ANOS 

Ago.2019: viajar ao exterior sem um acompanhante masculino Sauditas com mais de 21 anos podem tirar passaporte e viajar sem pedir autorização a um guardião

Fazer registros em cartórios Elas passaram a poder tirar certidões de nascimento, casamento e divórcio

Jan.2019: ser notificada em caso de divórcio De acordo com as leis sauditas, os homens podiam formalmente se divorciar de suas esposas sem que elas fossem avisadas, o que dificultava que elas reivindicassem pensões e outros direitos

Jun.2018: dirigir Mulheres podem fazer aulas de autoescola e tirar carteira de motorista independentemente de autorização. Também não há restrições a locais aos quais elas podem ir de carro

Jan.2018: frequentar estádios de futebol Elas podem assistir às partidas em uma área separada, chamada de seção familiar. Os estádios foram adaptados para ter áreas exclusivas femininas, como banheiros, templos e estacionamentos

Set.2017: fazer de aulas de educação física Meninas não podiam praticar esportes em escolas públicas. Desde 2013, o governo autorizou a prática para essas escolas

8%
era a parcela das mulheres que trabalhavam fora de casa antes das reformas 

22%
é o índice atual

Apple pede isenção de tarifas para AirPods, Apple Watches, componentes de iPhones e mais

A odisseia da Maçã com o governo americano já tem mais um capítulo
MacMagazine

Apple pede à administração Trump alívio sobre tarifas em peças para iPhone, AirPods e Apple Watch após a última negação

Desde que o governo Trump anunciou uma série de novas tarifas de importação para empresas americanas que fabricam seus produtos na China, tivemos várias rodadas de negociação da Apple com a Casa Branca para aliviar a carga de impostos sobre os produtos da Maçã (que são, em sua maioria, montados no País da Muralha).

O imbróglio mais recente girou em torno do Mac Pro, que teve o pedido de isenção de tarifas negado, depois concedido, depois parcialmente negado de novo pelo governo. Vale lembrar, entretanto, que essa rodada de tarifas (de 15%) não afetou somente o novo computador profissional da Maçã, e sim boa parte dos seus produtos fabricados na China. Por isso, aqui está mais um pedido.

Como informou a Bloomberg, a Apple emitiu ainda ontem um pedido formal para que o governo americano exclua alguns produtos seus da lista de mercadorias tarifadas. A lista inclui o Apple Watch, o iMac, alguns componentes do iPhone, o HomePod, os AirPods, os fones sem fio da Beats e a Beats Pill+.

O pedido também pede isenção para alguns acessórios e peças, como as Smart Battery Cases dos iPhones, os estojos de recarga dos AirPods e dos Powerbeats Pro, alguns componentes de armazenamento do Mac Pro e algumas baterias para iPhones e MacBooks.

A Apple, claramente, não dorme em serviço — ontem foi o primeiro dia em que as empresas puderam solicitar formalmente a isenção das tarifas. Resta saber se os seus pedidos serão concedidos: como já informamos, o governo Trump afirmou que analisará caso a caso e só isentará produtos ou peças que só estejam disponíveis na China, que sejam “importantes estrategicamente” ou em ocasiões em que os impostos “causarão dano econômico severo” à empresa em questão e à economia americana.

No documento solicitando a isenção, a Apple afirmou que não conseguiu identificar fornecedores fora da China que consigam satisfazer a demanda do mercado americano por seus produtos ao longo do próximo ano. Resta saber, agora, se Donald Trump e sua turma aceitarão o argumento ou se a disputa continuará. Aguardemos.

VIA 9TO5MAC

Nova biografia de Janis Joplin mostra os preconceitos e os amores da superestrela do rock

Escrito por Holly George-Warren, obra mostra as aventuras e as dores da primeira mulher a conquistar um gênero até então dominado por homens
Dwight Garner, The New York Times

Janis Joplin
Cena do documentário ‘Janis: Little Girl Blue’, dirigido pela americana Amy J. Berg e lançado em 2016 Foto: Zeta Filmes/ Divulgação

Se não tivesse morrido aos 27 anos de overdose de heroína, Janis Joplin teria hoje 76 anos – dois anos menos que Paul Simon e quatro menos que Mavis Staples. Cantores e cantoras de vozes cáusticas costumam envelhecer muito bem – já ouviu o último álbum da Marianne Faithfull? A gente fica imaginando os discos que Joplin teria gravado.

Janis, a nova biografia assinada pela crítica musical Holly George-Warren, presta o grande serviço de acabar com muitos dos ruídos que cercam Joplin – hilária e obscena, ela foi a primeira estrela feminina do rock dos Estados Unidos, a gatinha autodestrutiva de Haight-Ashbury – e conta sua história de maneira clara e simples, com algo do tom e do sabor de um bom romance.

É, fundamentalmente, a história de uma desajustada da era Eisenhower – e existem muitas outras. Mas a história de Joplin tem uma carga especial de dor. Antes de abraçá-la, o Texas a transformou em uma pária. Ela cresceu em Port Arthur, uma cidade petrolífera e conservadora na Costa do Golfo, onde seu pai trabalhava na Texaco. Uma menina-moleque que desde cedo sabia que era diferente das outras.

Tinha sua sexualidade complicada (ela viria a se relacionar com mulheres e com homens) e havia também sua aparência, que ela odiava. “Achava que seu nariz era grande demais, que sua boca era grande demais”, comentou uma amiga. “E era cheia de sardas”. Joplin dizia que tinha “olhinhos de porco” e se queixava de seus cabelos rebeldes.

No Texas, porém, toda essa vibração de Joplin afastava as pessoas. Ela leu On the Road e começou a dizer que era beatnik. Passou a se vestir de maneira desleixada. E não recebeu nenhum convite para seu baile de formatura. Até mesmo os amigos mais próximos escreveram coisas cruéis em seu anuário.

Viajava com os garotos para ver as bandas de Louisiana, do outro lado da fronteira, e ganhou o rótulo de prostituta. Um jogador de futebol americano a apelidou de ‘Beat Weeds’, uma referência aos pelos pubianos. “Quando Janis andava pelo corredor”, escreve George-Warren, “os atletas da escola jogavam moedas de um centavo nela e a chamavam de ‘puta’ e ‘vagabunda’”.

Durante o breve período em que Joplin frequentou a Universidade do Texas, em Austin, uma fraternidade promoveu o concurso “O homem mais feio do câmpus”. Alguém deu um jeito de Joplin entrar e todos ergueram os cartazes, declarando voto nela.

Desde cedo, Joplin buscou refúgio na música. Era o tipo de fã que, depois de ouvir Elvis Presley cantar Hound Dog no rádio, procurava a gravação original de Willie Mae “Big Mama” Thornton – anos depois, Joplin faria sucesso com uma versão de Ball and Chain, de Thornton.

Sua personalidade forte tinha um lado sombrio: depressão, ansiedade, variações de humor. Tinha talento para os excessos e sempre trazia consigo um halo de inesgotável hedonismo. Fumava, bebia mais que todo mundo e entrou nas drogas lenta, mas entusiasticamente. Aos 22 anos, já estava viciada em metanfetamina. O resto da história de Joplin é mais conhecido. 

Ela se juntou à Big Brother and the Holding Company e se tornou uma estrela internacional depois da apresentação da banda no festival de Monterey, em 1967. Alguns achavam que os membros da Big Brother não estavam no mesmo nível musical da cantora; pouco depois, ela foi para carreira solo. 

Amores

George-Warren deve ter montado um banco de dados especial para listar os amores de Joplin. “Baby, faça enquanto pode”, ela cantava. E seguiu seu próprio conselho. Era uma onívora sexual. Joplin trocou de homens e mulheres como as pessoas trocam de roupa. Foi para a cama com marinheiros, músicos, fãs e membros do Hells Angels. Fez das suas quando precisou de dinheiro. Cruzou a fronteira do México por causa de um aborto. Ela teve relacionamentos com Ron “Pigpen” McKernan, do Grateful Dead, e com Country Joe McDonaldLeonard Cohen compôs Chelsea Hotel No. 2 para ela. Teve namoricos com Peter Coyote e Kris Kristofferson, de quem gravou uma versão de Me and Bobby McGee. Dormiu com Joe Namath e, provavelmente, como sugere George-Warren, com Joe NamathJimi Hendrix e Dick Cavett

Nem todo mundo gostava da sua música. “Quando quero ouvir negros cantando, ouço cantores negros”, disse Mick Jagger. As apresentações de Joplin eram tão intensas que faziam as pessoas temerem por sua segurança e sanidade. Escrevendo para a New Yorker, Willis descreveu um show de Joplin: “O mais emocionante e desgastante que já tive o privilégio de ver, ouvir e sentir”. Joplin se entregara tanto que Willis ficou preocupada, com razão. “Depois de dois bis, decidi: a partir de agora, paro de bater palmas”, escreveu.

(TRADUÇÃO DE RENATO PRELORENTZOU)

Leonardo DiCaprio se encontra com Greta Thunberg: ‘foi uma honra’

Ator publicou texto elogiando a ativista sueca, a quem definiu como ‘líder do nosso tempo’, em seu Instagram

Leonardo DiCaprio e Greta Thunberg Foto: Instagram / @leonardodicaprio

O ator Leonardo DiCaprio usou seu Instagram para registrar um encontro que teve com a ativista sueca Greta Thunberg, e também para publicar um texto elogiando as atitudes da jovem.

“Existem poucas vezes na história da humanidade em que vozes foram aplificadas em momentos tão essenciais e de formas tão transformadoras – mas Greta Thunberg se tornou uma líder do nosso tempo”, afirmou.

Na sequência, Leonardo DiCaprio prosseguiu: “A história nos julgará pelo que estamos fazendo hoje para ajudar a garantir que as futuras gerações aproveitem o mesmo planeta que nós temos. Espero que a mensagem de Greta seja um chamado para acordar líderes do mundo”.

“É por causa de Greta e de ativistas jovens em todos os lugares, que eu estou otimista sobre o que o futuro nos guarda. Foi uma honra passar um tempo com Greta”, concluiu.

Confira abaixo a postagem feita por Leonardo DiCaprio sobre Greta Thunberg: