Mathame @ Reforma 180 heliport for Cercle

The duo Mathame playing an exclusive set in Mexico City at Reforma 180 heliport for Cercle.

Vídeo mostra interior do Apple Park

Vídeos do Apple Park existem aos borbotões na internet: seja em captura de drones ou filmagens das áreas abertas do campus, como o seu Centro de Visitantes, conteúdo audiovisual da sede da Maçã é o que não falta na grande rede de computadores.

As áreas internas do campus, entretanto, são outra história: elas são fechadas para visitantes e, tirando uma fotografia ou outra publicada nos últimos meses (além das descrições feitas pelos próprios executivos da Apple ou por outras pessoas envolvidas no projeto), não temos muitas filmagens desses espaços disponíveis na internet. Bom, agora temos uma!

Um usuário do YouTube publicou, há alguns meses, um tour em vídeo de várias partes internas do Apple Park — o vídeo tinha passado despercebido até agora, quando foi avistado pelo editor do The Loop, Dave Mark. Ninguém sabe exatamente como ele conseguiu permissão para filmar os espaços, e é bem provável que, agora que esteja popular, o vídeo seja derrubado a qualquer momento pela Maçã.

No vídeo, podemos ver a entrada para carros do Apple Park e o seu gigantesco estacionamento, além de uma visão interna do Steve Jobs Theater. Nele, uma placa explica que o visitante está na maior estrutura totalmente apoiada por vidro no mundo, e que as colinas que cercam o teatro foram projetadas para evocar a paisagem da Bay Area californiana.

Temos também várias filmagens das áreas abertas do campus, com abundante vegetação local e trilhas definidas para caminhada, e por um dos átrios da “espaçonave”, onde localiza-se um dos restaurantes para os funcionários. O cinegrafista misterioso também caminhou por alguns dos mezaninos e corredores do prédio, exibindo alguns detalhes da meticulosa construção. [MacMagazine]

É oficial! Victoria’s Secret anuncia o cancelamento do seu desfile em 2019

Depois de muita especulação sobre qual seria o destino do principal evento da marca, os executivos da Victoria’s Secret anunciaram que o desfile da label deste ano foi oficialmente cancelado
VÍVIAN SOTOCÓRNO

Victoria Secret Fashion Show de 2018 (Foto: Reprodução/ Instagram)

Após muita especulação, os executivos da Victoria’s Secret anunciaram nesta quinta-feira (21.11)  que o desfile da label deste ano foi oficialmente cancelado.

Em um momento em que marcas repensam sua imagem e entendem que seus shows precisam ser mais inclusivos, a estratégia da grife de lingerie de encher a passarela com Angels – modelos magras e que não representam a maior parcela das mulheres – ficou antiquada e passou a ser fortemente criticada nas mídias e redes sociais. “Achamos que é importante evoluir o marketing da Victoria’s Secret”, disse Stuart B. Burgdoerfer, vice-presidente da L Brands, dona da marca de lingeries. “[O show] foi uma parte muito importante da construção desse negócio, foi um aspecto importante da Victoria’s Secret e uma conquista notável de marketing. E com isso dito, estamos descobrindo como avançar no posicionamento da marca e melhor comunicá-la aos clientes”, acrescentou.

O show acabar representa o fim de uma era: o evento acontecia anualmente desde 1995 e ao, longo do tempo, se transformou no maior acontecimento do business, com apresentações apoteóticas de celebridades como Rihanna Justin BieberSer eleita uma Angel era o ápice da carreira de uma modelo.

A marca, no entanto, já vinha sendo amplamente criticada pela falta de diversidade na passarela. Enquanto novas grifes de lingerie como a Savage X Fenty, comandada por Rihanna, celebram todos os tipos de mulheres e corpos, a VS seguia presa ao seu próprio padrão de beleza, completamente ultrapassado. Após muita reclamação (a top plus size Ashley Graham está entre as que se pronunciaram no Instagram), as seletivas de 2018 aparentaram ser mais inclusivas – a brasileira Valentina Sampaio e a americana Sofia Jamoro (modelos, respectivamente, trans e curvy) participaram –, mas isso não se refletiu na passarela. Diante disso, Edward Razek, diretor de marketing da L Brands (grupo formado pela marca, pela PINK e pela Bath & Body Works), rebateu: “Não, não, acho que não devemos [ter modelos plus size e transsexuais]. Bem, porque não? Porque o show é uma fantasia. É um especial de entretenimento de 42 minutos.”

Na contramão da Victoria´s Secret, marcas como a Savage X Fenty by Rihanna (foto) vem celebrando a diversidade  (Foto: Divulgação)

A polêmica declaração de Razek é o perfeito retrato de que a Victoria´s Secret não tem olhado para o mundo ao seu redor, presa a seu antigo case de sucesso, que ficou ultrapassado. O desfile fazia sentido em uma época que a moda valorizava um único padrão de beleza. Mas – finalmente! – a indústria mudou. Estamos vivendo um novo momento, que celebra a diversidade, a personalidade, homens e mulheres reais. O consumidor passou a ter voz ativíssima, nada mais é imposto.

O próprio conceito de sensualidade também mudou: enquanto a Victoria´s Secret segue presa ao que considera um corpo “perfeito”, hoje ser sexy vem muito mais da confiança em se sentir confortável e bem na própria pele.

“Aquelas mulheres deslumbrantes que eram vistas na passarela nada mais eram que a ‘mulher-objeto’ apresentada da melhor forma possível”, reflete Costanza Pascolato. “A internet mudou nossa maneira de enxergar questões sociais que são políticas também. Discussões sobre feminismo e diversidade (incluindo a de corpos) são fundamentais nos dias de hoje e a Victoria’s Secret não acompanhou essa passagem do tempo.” 

A própria audiência do desfile já havia sofrido um enorme impacto: ao longo dos últimos anos, os expectadores caíram de 9,7 milhões de pessoas (2013) para 3,3 milhões (2018). Não à toa, o anúncio de que a apresentação deste ano não seria transmitida veio acompanhado da explicação de que a marca estava “dando uma nova olhada em cada aspecto do negócio” e que deveria “evoluir e mudar para crescer”. Na época, foi dito também que a empresa desenvolverá “um novo tipo de evento em diferentes plataformas no futuro”.

QUEDA NAS VENDAS

O descontentamento com a marca já podia ser sentido também nas vendas: em 2018, as ações da L Brands caíram 41% devido à desaceleração das vendas na Victoria´s Secret. No mesmo ano, foram fechadas 30 lojas da marca – para 2019, a previsão é que outros 53 endereços encerrem as atividades. “O problema vai muito além do desfile em si”, pondera Ju Ferraz, colunista do Vogue Gente. “O pior para mim é como, nos dias de hoje, ainda é possível entrar na loja de uma grife deste porte, que possui mais de mil endereços, e não encontrar uma lingerie que me sirva. Como a Victoria’s Secret pode ainda não enxergar a mulher de hoje? As mulheres têm orgulho de seus corpos, amam seus corpos. De que adianta colocar lindas mulheres magras na passarela se a mulher que estiver assistindo não servir nem no tamanho GG deles? Que conexão isso gerou?”

MARCANDO ÉPOCA

Fundada nos anos 70, a Victoria´s Secret nasceu em meio a uma revolução sexual (a pílula anticoncepcional havia chegado ao mercado na década anterior) e foi um importante marco para a época, uma das primeiras marcas a vender lingerie tão abertamente, em lojas dedicadas exclusivamente à roupa íntima – era empoderador (e sexy) ter controle sobre o próprio corpo.

“Já nos anos 90, as supermodels agregavam à marca de underwear um status que nenhuma outra teve no mundo”, relembra Pedro Sales, diretor de moda da Vogue. “Ganhando fortunas, GiseleStephanie Seymour e Naomi riscavam a passarela, ovacionadas como grandes artistas do showbiz. No Brasil, fazer parte do casting foi o sonho de muitas meninas, que viam em modelos como Adriana LimaAlessandra Ambrosio e Lais Ribeiro uma carreira cheia de fama e altos cachês.”

“Com as redes sociais, as famosas Angels viraram celebridades no mundo digital com milhões e milhões de seguidores”, continua Pedro, “e as revistas e marcas de luxo como PradaVuitton e Miu Miu, que até então nãos resistiam ao manequim 36, se renderam ao biotipo curvilíneo em seus desfiles e campanhas. Mas o mundo mudou e a Victoria´s Secret se afundou no próprio case que criou, hoje antiquado.”

*Colaboraram Alice Coy e Paula Mello

Carlos Teixeira for ELLE Portugal with Amy Gambini and Lena Bistrova

Photographer: Carlos Teixeira. Styling: Sara Soares. Hair: Edgar Venancio. Makeup: Xana Lopes. Models: Amy Gambini & Lena Bistrova.

A Vida Invisível: “filme tem uma missão social e ética de dar luz a essas mulheres silenciadas”

As atrizes Julia Stockler e Carol Duarte fazem suas estreias no cinema em A Vida Invisível, de Karim Aïnouz, que busca uma vaga no Oscar 2020; Confira uma entrevista exclusiva com as protagonistas e com o diretor
CHANTAL SORDI

Julia usa vestido Atelier Le Lis. Carol, blazer Argalji + Discreta Estúdio (Foto: Marina Benzaquem)

As atrizes Carol Duarte e Julia Stockler não se conheciam antes de serem aprovadas para os papéis das irmãs Guida e Eurídice Gusmão no novo filme do diretor Karim Aïnouz, A Vida Invisível, que desde sua apresentação em Cannes, em maio, venceu a mostra Um Certo Olhar (sendo o primeiro brasileiro a levar o prêmio maior da competição paralela à oficial do festival francês) e já contabiliza mais de 14 vitórias em diferentes festivais, além de ter sido selecionado para representar o Brasil na disputa por uma vaga no Oscar na categoria de melhor filme estrangeiro.

Ambientado no Rio de Janeiro dos anos 50, A Vida Invisível (baseado no romance homônimo de Martha Batalha) estreia dia 21 no Brasil e retrata a vida das duas irmãs em meio a uma sociedade machista. Sempre unidas, elas compartilham sonhos e planos até que uma gravidez aos 18 anos faz comque Guida seja rejeitada pela família. Separadas, elas passam a vida tentando se reencontrar.

No elenco também estão Gregorio Duvivier, Bárbara Santos, Flavia Gusmão e Fernanda Montenegro. “Nós tivemos um mês para ficar loucas uma pela outra e fazer com que a ausência fosse muito presente”, conta Carol, em entrevista à Vogue. “A Nina (Kopko, diretora-assistente do longa) foi muito certeira na preparação, chegando até a entrevistar mulheres que viveram naquela época”, completa a atriz paulista, atualmente em cartaz em São Paulo com a peça As Siamesas – Talvez Eu Desmaie no Front. “Houve uma pesquisa grande sobre o período, mas era importante não imitar os jeitos das pessoas, e sim entender como estavam a situação política e o ambiente do Rio para o sexo feminino naquele momento”, recorda Carol, que faz um excelente trabalho ao representar uma mulher silenciada no ambiente privado, enquanto Julia, igualmente talentosa na pele de Guida, representa a opressão no âmbito público. “A Eurídice é sobre o não falar, sobre engolir e buscar formas de se expressar neste cenário do casamento, em que a violência é muito sutil e no filme isso se transparece de diversas formas”, explica.

Além das oito horas diárias de ensaios, realizados de segunda a sábado, Julia e Carol aprenderam a bordar, tiveram aulas de etiqueta, de grego e de piano. “O bordado foi pela época, mas também por ser uma técnica de concentração”, conta Julia. “Foi muito intenso, especialmente porque não sabia nada sobre a Carol e tivemos que construir essa relação de muito carinho e amor.” Para isso, as duas fizeram desde exercícios sensoriais até improvisações no set, onde ninguém podia usar celular e nem falar com elas, exceto os diretores. Lá, eram Eurídice e Guida. “Muitas vezes recebíamos a cena na noite anterior à filmagem, pois Karim não queria que cristalizássemos as palavras”, diz a atriz carioca, que agora vive Justina na novela Éramos Seis, na Rede Globo. “Também mantínhamos diários das personagens para criar as memórias e a falta”, completa Carol.

Carol Duarte (à esq.) usa top Andrea Bogosian para Ka Store e calça MSGM na NK Store. Julia veste camisa MSGM na NK Store (Foto: Marina Benzaquem)

“Fui me encantando com as duas”, revela Karim Aïnouz, que buscou no teatro o time de atores deste projeto. “O filme está sempre no limite do excesso da interpretação. Ele não tem um estilo naturalista clássico, então procurei mulheres jovens, mas que tivessem um repertório de interpretação teatral mais sólido e conhecessem bem o processo”, diz. Para a seleção, o diretor cearense realizou dois testes: um em que os atores descascavam batatas, “para entender seus limites de carisma”, depois, com os nomes pré-aprovados, outro com leituras de textos selecionados por ele. Julia se destacou logo de cara. “Acho que ela estava tão aflita de fazer aquilo (descascar batatas) que uma hora acendeu um cigarro, mas de um jeito tão verdadeiro, que pensei: quem é essa maluca desobedecendo o que pedi e fumando no meio do teste?”, recorda Aïnouz, aos risos. “Foi muito bonito, pois tinha muita genuinidade naquela ação”, elogia.

Enquanto Carol impressionou por seu tempo dramático e jeito misterioso – “você não sabe quem está ali ou o que ela está pensando, acho isso muito fascinante em uma atriz” –, com Julia a voltagem era mais alta. “Foi intenso. Ela fez várias versões do mesmo texto e tinha a questão do corpo, que era importante, então incluímos danças.”

Sempre se perguntando sobre o seu lugar de fala num projeto essencialmente feminino, Karim também cuidou para que as chefes de departamentos, como som e fotografia, fossem mulheres, originando uma equipe 90% feminina. “Desde que o Rodrigo Teixeira (produtor) me mostrou o livro, eu me questionava se tinha direito de contar essa história e, se pudesse, como faria isso, pois não queria, por exemplo, um homem pegando na coxa da Julia para colocar o microfone.” Além das questões práticas, era fundamental criar um campo magnético no ambiente de filmagem que não expusesse as atrizes e onde o diretor tivesse acesso a essa sensibilidade. “Queria outro clima, que não fosse o dos homens brincando com máquinas, como funciona geralmente nesses departamentos do cinema. Foi bonito gerar algo mais horizontal.”

O resultado geral é uma obra poética e cheia de afeto, rica em detalhes e na qual toda mulher (não importa idade, origem ou classe social) irá se identificar de alguma maneira. “Acredito que o filme tem uma missão social e ética de dar luz a essas mulheres silenciadas”, pondera Julia. “Falamos dos anos 50, mas isso ainda acontece.” Carol concorda: “Talvez eu nunca tivesse me aprofundado tanto em me perguntar o que elas poderiam ter sido, se tivessem tido outra escolha”, reflete. “Penso também no quanto elas abriram caminho para nós e como foram fortes em aguentar tudo isso.”

Para Karim, o pensamento é similar tanto pela temática feminista do longa-metragem, que em tempos de #metoo nunca foi tão importante ser discutida, mas também pela possibilidade de concorrer ao Oscar neste período conturbado pelo qual o cinema nacional está passando. “Quando soube que iríamos representar o Brasil na disputa, pensei na enorme responsabilidade, mas ao mesmo tempo gostei do desafio. Acho que é um momento para a gente se afirmar”, diz. “Esse é um projeto que começou na retomada do cinema nacional, com a criação da Ancine (em 2001), e estamos colhendo os frutos – o Brasil teve mais de dez filmes no Festival de Berlim, vitórias históricas em Cannes tanto com A Vida Invisível quanto com Bacurau. Porém, o terreno está sendo queimado justamente agora, então estou empenhadíssimo nessa questão do Oscar, não por razões narcísicas, mas por posicionamento.”

Styling: Marina Brum
Cabelo e maquiagem: Bárbara Vitória Carvalho
Produção de moda: Aline Swoboda
Assistente de fotografia: João Rios
Agradecimentos: Nayde Pinto

Kristen Stewart troca saltos por tênis no tapete vermelho

A atriz posou para os fotógrafos de sandálias de salto alto, mas depois preferiu o conforto de um par de Nikes Cortez

Kristen Stewart no tapete vermelho da pré-estreia de Charlie's Angels em Londres (Foto: Getty Images)

Kristen Stewart é uma mulher de personalidade forte, e isso pode ser sentido não só em sua postura como em sua maquiagem, cabelo e looks. A atriz não abre mão de imprimir seu estilo pessoal no que quer se seja que venha a usar – seja dentro ou fora dos tapetes vermelhos -, e já deixou claro que a ditadura do salto alto no tapete vermelho não tem vez com ela.

Depois de protestar nas famosas escadarias de Cannes, ela mais uma vez mostrou que saltos podem até compor seus looks de red carpet, mas não por muito tempo: após posar para os fotógrafos ao lado do elenco e diretora de seu novo filme, o reboot da franquia Charlie’s Angels, Stewart correu para trocar as sandálias de saltos altos e finíssimos que finalizavam seu look Thom Browne por um par de tênis Nike Cortez.

Kristen Stewart, Ella Balinska, Naomi Scott e Elizabeth Banks no tapete vermelho da pré-estreia de Charlie's Angels em Londres (Foto: WireImage)

O vestido longo, claro, teve de ser segurado por Kristen para não arrastar no chão, mas não tenha dúvidas: o look com tênis também ficou incrível – e a cara da atriz, que é o que importa.

Kristen Stewart troca saltos por tênis no tapete vermelho da pré-estreia de Charlie's Angels em Londres (Foto: WireImage)
Kristen Stewart troca saltos por tênis no tapete vermelho da pré-estreia de Charlie's Angels em Londres (Foto: Getty Images)

CINEMA I Estreias: A Vida Invisível, A Grande Mentira, Fogo Contra Fogo, Medo Profundo – O Segundo Ataque, Midway – Batalha em Alto Mar

‘A Vida Invisível’ e ‘A Grande Mentira’ estão entre as estreias da semana

Helen Mirren e Ian McKellen em ‘A Grande Mentira’ Divulgação

Bixa Travesty
Brasil, 2018. Direção: Claudia Priscilla e Kiko Goifman. 76 min. 18 anos.
O Documentário acompanha a trajetória artística de Linn da Quebrada, cantora negra e transexual. Nascida na periferia de São Paulo, ela utiliza suas músicas para contestar estereótipos de gênero, raça e classe social.

Um Dia de Chuva em Nova York
A Rainy Day in New York. EUA, 2019. Direção: Woody Allen. Com: Timothée Chalamet, Elle Fanning, Selena Gomez, Diego Luna e Jude Law. 94 min. 14 anos.
Um jovem apaixonado por Nova York decide acompanhar sua namorada que viaja à cidade para entrevistar um diretor de cinema. Os planos do rapaz de apresentar a ela o melhor da cidade, porém, são cancelados à medida que a companheira mergulha nas confusas vidas das celebridades que conhece. Do mesmo diretor de “Café Society” (2016).

Fogo Contra Fogo
Kalushi – The Story of Solomon Mahlangu. África do Sul, 2016. Direção: Mandla Dube. Com: Thabo Rametsi, Thabo Malema e Pearl Thusi. 107 min. 16 anos.
Inspirado em fatos reais, o drama conta a história de um jovem vendedor que foi atraído para o movimento contra o apartheid (regime de segregação racial na África do Sul). Injustamente acusado de homicídio pela polícia, ele precisa provar sua inocência e lutar por sua vida.

A Grande Mentira
The Good Liar. EUA, 2019. Direção: Bill Condon. Com: Helen Mirren, Ian McKellen e Russell Tovey. 109 min. 16 anos.
Um golpista se aproxima de uma rica viúva que conheceu por meio um aplicativo de relacionamentos. Ele planejava apenas enganá-la para tomar seus bens, mas acaba desenvolvendo uma real conexão com ela. Adaptação de livro do escritor Nicholas Searle.

UMA – Luz do Himalaia
Brasil/Índia, 2018. Direção: Ananda Jyothi. 73 min. Livre.
O documentário acompanha fiéis de todo o mundo que vão à Índia para visitar o rio Ganges. Considerado sagrado no hinduísmo, ele é símbolo de purificação e de conhecimento para quem se sente perdido.

Mais que Vencedores
Overcomer. EUA, 2019. Direção: Alex Kendrick. Com: Alex Kendrick, Holly A. Morris e Ben Davies. 124 min. 12 anos.
O técnico de um time escolar de basquete é realocado e passa a treinar cross-country (corrida em terreno aberto). O desânimo com a mudança aumenta quando a única atleta inscrita para a modalidade é uma garota com asma.

Medo Profundo – O Segundo Ataque
47 Meters Down – The Next Chapter. EUA/Reino Unido, 2019. Direção: Johannes Roberts. Com: John Corbett, Nia Long e Sophie Nélisse. 91 min. 12 anos.
Um grupo de amigas faz uma viagem e decide mergulhar para explorar as ruínas de uma cidade submersa. Durante o passeio, elas descobrem que o local é habitado por tubarões assassinos.

Midway – Batalha em Alto Mar
Midway. China/EUA, 2019. Direção: Roland Emmerich. Com: Luke Evans, Patrick Wilson, Dennis Quaid, Nick Jonas e Woody Harrelson. 140 min. 14 anos.
Em 1942, meses após o ataque a Pearl Harbor, aviões e embarcações do Japão e dos Estados Unidos deflagraram o que ficou conhecido como a Batalha de Midway, no oceano Pacífico. Do mesmo diretor de “Independence Day” (1996).

O Reino Gelado: A Terra dos Espelhos
Snezhnaya Koroleva. Zazerkale. Rússia, 2018. Direção: Aleksey Tsitsilin e Robert Lence. 86 min. Livre.
Nesta animação, um rei encontra uma forma de banir a magia do mundo após quase perder sua família para os ataques da Rainha da Neve. Quando seu irmão é capturado pelo monarca, uma jovem tenta resgatá-lo.

A Vida Invisível
Brasil, 2019. Direção: Karim Aïnouz. Com: Carol Duarte, Júlia Stockler, Gregorio Duvivier e Fernanda Montenegro. 139 min. 16 anos.
No Rio de Janeiro dos anos 1950, duas irmãs acreditam, equivocadamente, que a outra leva a vida dos sonhos. Vencedor do prêmio Um Certo Olhar em Cannes e representante do Brasil no Oscar 2020 de filme internacional.