Julianne Moore – Acting & Activism Innovator — WSJ. Magazine November 2019 — Lachlan Bailey

Acting & Activism Innovator   —   WSJ. Magazine November 2019   —   www.wsj.com
Photography: Lachlan Bailey Model: Julianne Moore Styling: Alex White Hair: Mark Carrasquillo Make-Up: Serge Normant Manicure: Alicia Torello

Amanda Wellsh I Vogue Greece December 2019

Amanda Wellsh I Vogue Greece December 2019 I Photographer: D. Andrianopoulos

Escolha de Elizabeth Bishop como homenageada da Flip é recebida com revolta

Escritora americana manifestou apoio ao golpe militar de 1964 enquanto morava no Brasil, e escritores e leitores criticaram a decisão da Festa de Paraty
Guilherme Sobota, O Estado de S. Paulo

Poesia. Elizabeth Bishop venceu o Pulitzer e o National Book Award  Foto: dannarhitect.wordpress.com

escolha de Elizabeth Bishop como autora homenageada da 18.ª Festa Literária Internacional de Paraty gerou revolta nas redes sociais, com escritores, leitores e críticos definindo a decisão como “insultuosa”, “politicamente melancólica” e “lamentável”. Houve também manifestações a favor do nome da escritora americana.

O principal motivo das críticas foi o apoio, mesmo que lateral, de Bishop ao golpe militar de 1964, em abril daquele ano. Em cartas ao colega Robert Lowell, Bishop — que vivia no Brasil há cerca de 10 anos na ocasião — disse que o evento “foi uma revolução rápida e bonita” e que “a suspensão dos direitos, a cassação de boa parte do Congresso etc., isso tinha de ser feito por mais sinistro que pareça”

Embora a política tenha pouco peso na produção estética de Bishop, que poderia ser o tema principal das discussões na Flip, as críticas nas redes sociais questionam o momento em que a organização da Festa escolheu para homenagear uma autora alinhada ao golpe militar no Brasil.

No Facebook, a escritora e acadêmica Luciana Hidalgo classificou a escolha de Bishop como “provinciana”. “Dizem por aí que não se deve misturar a obra de um autor com a sua vida – et pour cause. Escritores têm mesmo todo direito de expressar livremente o que pensam. No entanto, por que um festival literário da importância da Flip no Brasil prestaria tributo a uma autora estrangeira capaz de dizer tantas bobagens elitistas, reacionárias e preconceituosas sobre nós, deixando assim de homenagear autores brasileiros de enorme relevância?”, escreveu, em um longo texto onde dá exemplos retirados das cartas da poeta americana.

O olhar de Bishop sobre o Brasil, ressaltado pela organização da Flip como um dos motivos para a decisão, também foi criticado por quem não gostou da escolha.

O escritor Joca Reiners Terron sugeriu que a Festa poderia ter homenageado tanto Bishop quanto seu tradutor no Brasil, o poeta e professor Paulo Henriques Britto. “Quanto ao timing da escolha da direitosa, borracha e sapatona poeta, concordo com a grita: não poderia ser pior. Só que a esquerda também precisa se ligar que nem todo culturette pende pro mesmo lado: também tem artista de direita, assim como curador, diretor de festival etc”, disse Terron no Twitter.

A jornalista portuguesa Alexandra Lucas Coelho também criticou a Flip. “Não ponho em questão Bishop como poeta, nem ela pode deixar de ser lida por isso, era o que faltava — que isso fique muito claro. Mas escolhê-la como figura da maior festa literária do país justamente quando o Brasil mais precisa de afirmar a potência, a beleza, a liberdade dos seus criadores, logo quando os nostálgicos da ditadura, agora no poder, ameaçam a criação diariamente, parece-me o maior tiro no pé. Insultuoso mesmo”, disse no Facebook.

Por outro lado, como vozes dissonantes no debate das redes sociais, apareceram a poeta Angélica Freitas e o cronista Antonio Prata.

“Amo a Bishop em toda a sua complexidade”, escreveu Angélica Freitas. “Uma mulher desenraizada, lésbica, alcoólatra. Teve uma vida trágica. Apaixonou-se por uma brasileira e morou aqui (numa bolha de gente rica, que hoje apoiaria borsalino). Uma das maiores poetas do século XX. Uma das minhas poetas favoritas.”

Prata contemporizou e disse que é preciso aceitar outras visões políticas. “Sim, E. Bishop elogiou o golpe de 64.   E Nelson Rodrigues tb. E Jorge Amado elogiava a União Soviética (como boa parte de nossos intelectuais). E Vinicius tem uma letra pedófila. Exijam alinhamento político e ideológico e pureza moral de artista e a arte acaba”, escreveu no Twitter.

Estado enviou perguntas para a curadoria da Flip via assessoria de imprensa sobre a reação que o anúncio gerou, mas até o momento não recebeu as respostas.

Bishop tem uma forte conexão com o Brasil. Em 1951 – ainda antes de ganhar o Prêmio Pulitzer em 1956 – ela aportou em Santos com a intenção de permanecer duas semanas, mas acabou se apaixonando pelo País e pela arquiteta Lota de Macedo Soares (1910-1967), e viveu aqui por 15 anos, entre o Rio e Petrópolis. O Brasil está presente em muitas de suas cartas, e também em uma parte da sua poesia.

Chrissy Teigen e John Legend – Vanity Fair Dezembro 2019 By Mark Seliger

Vanity Fair Dezembro 2019
Modelos: Chrissy Teigen e John Legend
Foto: Mark Seliger

Victoria Beckham responde a “perguntas ardentes” de Ellen

Ellen colocou Victoria Beckham no lugar quente para responder suas “Perguntas Ardentes” Extra Picantes! Descubra a coisa mais estranha que ela tem medo, a tendência da moda que ela não entende e sua primeira paixão por celebridades.

Saint Laurent – Self 05 – A Night in Shanghai

Saint Laurent SELF 05, “A night in Shanghai”, curated by Chinese artist Wong Kar Wai and directed by Wing Shya, marks the fifth chapter of the project, following Daido Moriyama, Vanessa Beecroft, Bret Easton Ellis and Gaspar Noé.

SELF 05 – A NIGHT IN SHANGHAI
CURATED BY WONG KAR WAI
PRESENTED BY ANTHONY VACCARELLO
DIRECTED BY WING SHYA

“Uma noite em Xangai” é uma história sobre a pesquisa introspectiva de nós mesmos, que começa a partir do equilíbrio. Ju Xiaowen está andando na corda bamba, tentando encontrar o equilíbrio na vida real comparando o passado e o presente, contrastando fortemente. Procurando quem ela é e comovida pelo desejo de se expressar.

Tomas De La Fuente for Telva Magazine with Eline Bocxtaele

Photography: Tomas De La Fuente. Styling: Gabriela Bilbao. Hair & Makeup: Carmen de Juan. Model: Eline Bocxtaele.

Os 10 melhores filmes de 2019 segundo a revista ‘Time’

Revista americana elege os melhores filmes do ano; veja a lista e os trailers dos escolhidos
EFE

Antonio Banderas
Antonio Banderas como Salvador, em ‘Dor e Glória’ Foto: Universal Pictures

Dor e Glória, dirigido por Pedro Almodóvar, foi escolhido como o melhor filme de 2019 pela revista Time, que publicou nesta segunda-feira, 25, uma lista de dez longas-metragens – sem nenhum representante brasileiro – elaborada pelos editores.

Dor e Glória pode ser o filme mais resplandecente e comovente de Almódovar, um panorama de cores vibrantes e emoções ainda mais intensas”, afirma o artigo.

A publicação ainda classifica o trabalho de Antonio Banderas, o ator protagonista, como “a atuação de sua vida”, e descreve Penélope Cruz, que interpreta a mãe do personagem principal, como “radiante”.

O segundo colocado na lista é O Irlandês, de Martin Scorsese, seguido por Era Uma Vez em… Hollywood, de Quentin Tarantino, que completa o pódio na terceira posição.

Na quarta posição aparece História de um Casamento, dirigido por Noah Baumbach e protagonizado por Scarlett Johansson e Adam Driver. O quinto lugar ficou com Adoráveis Mulheres, adaptação dirigida por Greta Gerwig do livro homônimo de Louisa May Alcott.

O sul-coreano Parasita, de Bong Joon-ho, um dos favoritos ao Oscar de melhor filme estrangeiro, ocupa o sexto lugar, à frente de Entre Facas e Segredos, de Rian Johnson.

Meu Nome é Dolemite, dirigido por Craig Brewer e protagonizado por Eddie Murphy, é o oitavo colocado da lista. Com Tom Hanks, Um Lindo Dia na Vizinhança, de Marielle Heller, aparece em nono, enquanto As Golpistas, de Lorene Scafaria, fecha a lista.

Os 10 melhores filmes de 2019 segundo a ‘Time’

  1. Dor e Glória


2. O Irlandês


3. Era Uma Vez em… Hollywood


4. História de um Casamento


5. Adoráveis Mulheres


6. Parasita


7. Entre Facas e Segredos


8. Meu Nome é Dolemite


9. Um Lindo Dia na Vizinhaça


10. As Golpistas

77% dos brasileiros usam o smartphone para realizar operações bancárias

Categoria está entre as mais populares de uso do celular, segundo pesquisa do Google
Por Bruno Romani – O Estado de S. Paulo

Android completa 10 anos de Brasil 

O Google está comemorando 10 anos da presença de Android no Brasil – o sistema operacional comemorou sua primeira década de existência em 2018. Como parte da celebração, a empresa divulgou nesta terça, 26, uma pesquisa sobre os hábitos do brasileiro com o smartphone. Entre eles, destaca-se o uso do celular para realizar operações bancárias. 

Segundo a pesquisa, 77% dos brasileiros usam o smartphone para atividades bancárias, como pagamentos e transferências. A categoria aparece acima de outras muito presentes no cotidiano, como usar apps de mobilidade, como Google Maps e Waze, ou ler notícias. Apps de mobilidade são usados por 65% dos usuários e acesso a notícias corresponde a 70%. 

Serviços bancários só perdem para pesquisas na internet (83%), além de ouvir música, acessar redes sociais e ouvir música. A pesquisa revelou que 44% dos usuários utilizam o smartphone para acessar serviços públicos, como FGTS, INSS e carteira de motorista digital. A carteira de estudante digital, lançada nesta segunda, 25, pelo MEC, teve 10 mil downloads nas últimas 24 horas, segundo o Google.

Porta de entrada

Entre os entrevistados pelo Google, 85% disseram que o Android era o sistema operacional do seu primeiro smartphone. Atualmente, existem 1.300 marcas parceiras com 24 mil produtos diferentes. No mundo, existem 2,5 bilhões de dispositivos Android ativos no mundo. 

Segundo os dados da própria companhia, o Android ajudou a reduzir o preço médio dos smartphone em 36% entre 2012 e 2017.