Naomi Campbell é a estrela da edição de dezembro da Vogue Brasil

Fechando a década em grande estilo, com a icônica Naomi Campbell, que se reinventou ao longo do tempo e se transformou numa potente voz em prol da diversidade racial
PAULA MERLO

Naomi Campbell, fotografada por Luigi & Iango (2b Management), usa vestido, bandana, choker, pulseiras e anéis, tudo Dior. Edição de moda: Pedro Sales. Cabelo: Luigi Murenu (2b Management). Maquiagem: Renee Garnes (Next) / Produção executiva: Thuy Tran (2b Management). Tratamento de imagem: Victor Gautier (D.Factory)

Fechando a década em grande estilo, com a icônica Naomi Campbell, que se reinventou ao longo do tempo e se transformou numa potente voz em prol da diversidade racial. Nesta capa, fotografada por Luigi & Iango e com edição de moda de Pedro Sales, a supermodelo usa peças do cruise da Dior, desfiladas em abril passado, em Marrakech. Mais que só roupas, Maria Grazia Chiuri fez de sua apresentação um grande diálogo cultural com a inclusão de tradições africanas, como as estampas feitas à mão do Uniwax, ateliê da Costa do Marfim, e com a colaboração de artistas africanos para que as criações fossem bem além do seu ponto de vista.

Naomi Campbell usa look total Dior (Foto: Luigi & Iango; Edição de moda: Pedro Sales; Cabelo: Luigi Murenu (2b Management);  Maquiagem: Renee Garnes (Next) / Produção executiva: Thuy Tran (2b Management). Tratamento de imagem: Victor Gautier (D.Factory))

Trailer da 2ª temporada de The Boys cheio de sangue é exibido na CCXP

“Na segunda temporada temos muito mais sangue vindo, então se preparem”, disse a atriz Karen Fukuhara durante o painel de The Boys hoje na CCXP. E realmente, o trailer exibido na convenção mostra que a segunda temporada será tão violenta, se não mais que a primeira.

O teaser começa com uma imagem de Capitão Pátria (Antony Starr) descendo do céu cheio de sujeira no rosto, olhando para o chão com um olhar de lamentação, sem que o público veja quem ou o quê ele está olhando.

E segue com uma série de sequências curtas, com momentos de ação intercalados por poses dramáticas dos personagens. Em uma sequência, são exibidas várias cenas de violência, com pessoas sendo chutadas, poças e sangue espirrando na parede e até mesmo um policial com a cabeça completamente aberta.

Quando questionado sobre o que fãs poderiam esperar da nova temporada, o ator Antony Starr insistiu: “Sangue. Muito, muito sangue”, complementando que sua jornada agora será interna e uma das “coisas mais loucas” que já viveu.

A atriz Erin Moriarty, que vive a heroína Luz-Estrela (Annie January), também deu um gostinho do que será de sua personagem. “A Annie meio que atravessa para o lado sombrio, eu meio que tive que abraçar esse lado dela. O objetivo dela é o mesmo mas os métodos dela para atingir isso mudam”, afirmou.

A segunda temporada de The Boys ainda está em produção e deve ser lançada em 2020, na Amazon Prime Video.

Guilherme Machado
Do UOL, em São Paulo

Margot Robbie exibe cena de Aves de Rapina na CCXP: Feminismo não é só para mulheres

Elenco e diretora estão no Brasil para divulgar novo longa da DC, com estreia marcada para 6 de fevereiro.
Por Thaís Matos, G1

Margot Robbie no painel de ‘Aves de Rapina’ na CCXP 2019 — Foto: Divulgação/I Hate Flash

Margot Robbie, a diretora Cathy Yan e o elenco de “Aves de Rapina: Arlequina e sua Emancipação Fantabulosa” apresentaram a primeira cena do filme nesta quinta-feira (5) durante a Comic Con Experience 2019.

O filme mostra Arlequina independente do Coringa e como ela reúne as anti-heroínas do time.

“Não me sentia pronta para me despedir da personagem depois de ‘Esquadrão Suicida’, então pensei que seria legal se o mundo visse a história da perspectiva dela”, contou a atriz.

Rosie Perez, Ella Jay Basco, Jurnee Smollett-Bell, Margot Robbie, Mary Elizabeth Winstead, Cathy Yan e a mediadora do painel, Mari Moon, na apresentação de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 — Foto: Divulgação/I Hate Flash
Rosie Perez, Ella Jay Basco, Jurnee Smollett-Bell, Margot Robbie, Mary Elizabeth Winstead, Cathy Yan e a mediadora do painel, Mari Moon, na apresentação de ‘Aves de Rapina’ na CCXP 2019 — Foto: Divulgação/I Hate Flash

Na cena exibida, Arlequina chora porque terminou com o Coringa (Jared Leto), e decide queimar o lugar com produtos químicos no qual foi derrubada pelo vilão em “Esquadrão Suicida” (2016) ao ouvir das amigas que não o superou.

Ao ir embora, ela anuncia que esta será a história de uma nova e independente Arlequina.

Robbie diz que o filme é feminista, mas que não é limitado a isso. “Feminismo não é só para mulheres. Homens também podem ser feministas”, afirmou.

Margot Robbie participa de painel sobre ‘Aves de Rapina’ na CCXP 2019 — Foto: Divulgação/I Hate Flash

Para a atriz, o filme não seria tão libertador sem o toque da diretora Cathy Yan. “No segundo que a Cathy chegou com uma perspectiva feminina sobre o filme, sentimos que estávamos no caminho certo”, disse Margot.

Foi justamente a força das heroínas que chamou a atenção de Cathy para o projeto. Este é seu segundo filme como diretora, que estreou com “Dead Pigs” (2018).

“É uma história inspiradora, de mulheres aprendendo a trabalhar juntas. E essa é a Gotham da Arlequina e não do Batman”, disse a cineasta antes de apresentar um pouquinho da cidade famosa dos quadrinhos.

Público vibra no painel de 'Aves de Rapina' na CCXP 2019 — Foto: Divulgação/I Hate Flash
Público vibra no painel de ‘Aves de Rapina’ na CCXP 2019 — Foto: Divulgação/I Hate Flash

‘Estado constante de dor’

O filme é cheio de sequências de ação. Para encararem as gravações, as atrizes treinaram boxe e kickboxing por cinco meses.

Jurnee Smollet-Bell (“True blood”), a Canário Negro, revelou que, durante o treinamento, viveu em “estado constante de dor”. “Doía para ir ao banheiro”, brincou.

Mas o foco nas lutas foi muito importante para entrar no filme. “Como mulher, nosso corpo é sempre objetificado. E aprender a lutar foi empoderador porque comecei a ver meu corpo como uma máquina, ver a minha força.”

As atrizes Mary Elizabeth Winstead (“Fargo”), que interpreta Caçadora; Rosie Perez (“Segurando as pontas”), que dá vida a Renee Montoya; e a jovem Ella Jay Basco, que interpreta Cassandra Cain em seu primeiro filme, também participaram da apresentação.

Anna Ewers – Once Upon A Time – Vogue Paris Dec/Jan 2019.20 By Charlotte Wales

Once Upon A Time   —   Vogue Paris Dec/Jan 2019.20   —   www.vogue.fr
Photography: Charlotte Wales Model: Anna Ewers
Styling: Anastasia Barbieri Jewellery Styling: Marie Pasquier Hair: Syd Hayes Make-Up: Hiromi Ueda Manicure: Aurelie Le Bihan 
Set Design: Alexander Roch

Camila Coutinho estreia programa de entrevistas no IGTV

Atração vai ao ar sempre às quintas-feiras, às 21h; primeira temporada tem cinco episódios e abre com a cantora Preta Gil

Camila Coutinho criou o blog Garotas Estúpidas em 2006, quando ainda era estudante de design de moda no Recife

Camila Coutinho estreia nesta quinta-feira, 5, às 21h, um programa de entrevistas produzido para o IGTV, funcionalidade do Instagram que permite vídeos mais longos. Intitulado Stupid Talks, a atração semanal já tem cinco episódios para a primeira temporada e vai abrir com a participação da cantora Preta Gil.

A influenciadora digital é uma das pioneiras dos blogs de moda no Brasil. No novo projeto, ela vai conversar com mulheres sobre as contribuições para o universo feminino, empoderamento e moda.

Interação com o público faz parte do programa, que conta com perguntas feitas pela audiência e plateia formada por seguidores do blog Garotas Estúpidas. Neste caso, é preciso se inscrever pelas redes sociais.

Na estreia de hoje, Camila recebe Preta Gil, que fala abertamente sobre família, beleza, autoestima, depressão e compulsão. A cantora relata a transformação social que observou ao passar de uma infância livre, a favor da aceitação, para a vida adulta cerca por críticas e preconceitos. “Ao defender a minha existência, percebi que estava defendendo milhares de mulheres”, diz Preta.

A artista fala ainda sobre o termo ‘plus size’ que, para ela, não deveria ser padronizado pelo setor de moda. “O ideal é entrarmos em uma mesma loja e ter roupa para todos os tamanhos”, afirma.

Nos próximos episódios, o Stupid Talks vai receber Ellen Milgrau, Kéfera Buchmann, Alice Wegmann e Patricia Bonaldi.

Iza brilha na sua primeira capa para a Glamour: “Estou vivendo um momento íntimo de libertação”

Veja um sneak peek da nossa edição de dezembro e janeiro, que chega às bancas de todo o Brasil no dia 06.12!
LUANDA VIEIRA

Iza na Glamour de dezembro/janeiro (Foto: Gui Paganini)

A palavra “decolar”, no sentido figurado, significa “ser lançado; ganhar destaque; ascender”. A definição do dicionário ajuda a descrever as três etapas da trajetória de Iza, 29 anos.

Há quatro anos, a carioca do bairro de Olaria, Zona Norte do Rio, largou a vida de publicitária para cantar e, pasmem, recusou dois convites para competir no The Voice, da Rede Globo. Hoje sabemos no que isso deu: é uma das técnicas mais ovacionadas do programa (assumiu o posto em julho de 2019); fez parcerias com mestres da música do calibre de Caetano Veloso, Alcione e Djavan, só para citar alguns; tem mais de nove milhões de seguidores no Instagram; e coleciona outras milhões de visualizações em seu canal do YouTube (em cinco dias, por exemplo, o clipe do single “Evapora”, parceria com a neodiva americana Ciara e o grupo eletrônico Major Lazer, teve 4,6 milhões). Mas, antes de tudo isso acontecer, dizer esse “não” era um sinal de insegurança.  “Não tinha coragem de me apresentar e, na verdade, achava que participar do reality show não era para mim”, conta.

Iza decidiu se entregar à música relativamente tarde, aos 24 anos, impulsionada por uma palestra no coworking onde ela trabalhava na área de marketing, no Rio de Janeiro. “Perguntaram o que faria de graça para o resto da vida. Lembro que a minha primeira resposta foi: ‘cantar’. Tentei evitar isso na minha cabeça, mas o que me estimulou foi o medo da dúvida e o privilégio de não precisar pagar as contas naquela época [o pai, militar naval de carreira, e a mãe, professora de música e artes, podiam ajudá-la]. Percebi que não queria ser uma pessoa frustrada, que só havia me formado em publicidade porque não conseguia me apresentar em público, a não ser que fosse na igreja, onde comecei a cantar quando ainda criança.”

Iza na Glamour de dezembro/janeiro (Foto: Gui Paganini)

Do pontapé inicial, feito de maneira totalmente independente em vídeos no YouTube interpretando músicas de Beyoncé e Rihanna e singles próprios, até o contrato com a gravadora Warner e o lançamento de seu primeiro álbum, Dona de Mim (em 2018), foram três anos, apenas! Brilhou, se destacou, ascendeu a estrela do pop em 2019 – duvido que você já não tenha fervido ao som de “Pesadão” e “Brisa”. Abraçou o que ela define como seu “chamado” e ganhou proteção contra manifestações de racismo como as sofridas na adolescência, quando era a única negra nas escolas particulares de classe média alta que frequentou. “Minha mãe me ensinou a não ficar calada. Por isso nunca me paralisei diante do preconceito, mas sei que hoje a visibilidade me poupa de muitos insultos. As pessoas sabem que tenho uma voz potente e pensam muito antes de fazer qualquer coisa”, afirma.

Iza na Glamour de dezembro/janeiro (Foto: Gui Paganini)

Inevitavelmente, a fama também vem acompanhada de polêmicas. Há pouco tempo, algumas mulheres questionaram no Twitter se o fato de Iza compartilhar fotos de biquíni não estaria reforçando o estereótipo da mulher negra hipersexualizada – o mesmo que o movimento negro luta para acabar. Sobre o assunto, Iza mostra ter entendido o que é sororidade na prática. “A preocupação de continuar propagando um estereótipo incômodo como esse é completamente coerente, e eu entendo que venha de um lugar de defesa. Ao mesmo tempo, estou vivendo um momento íntimo de libertação. Até que ponto essa cobrança não é censura? Já passamos da hora de pararmos de dizer o que a mulher negra deve fazer ou não.”

Iza na Glamour de dezembro/janeiro (Foto: Gui Paganini)

Fotografada por Gui Paganini, Iza usa camisa Intimissimi e brincos Bonica (capa acima) e vestido Gucci e brincos Gansho (capa que abre a matéria). Edição de moda: Fabiana Leite.
Direção de arte: Leticia Haag. Beleza: Henrique Martins. Produção executiva: The Box.Ag

O romantismo do Vale acabou

A partir de agora, das cinco grandes, só duas são tocadas por seus fundadores — Amazon e Facebook. Google, Apple e Microsoft são grandes corporações com gestão profissional.
Por Pedro Doria – O Estado de S. Paulo

Sundar Pichai, presidente executivo do Google e, agora, também da holding Alphabet

Há coisa de três semanas, Sundar Pichai, CEO do Google, enviou um e-mail para todos os funcionários. Informava que, a partir daquele ponto, suspenderia as “TGIF”. Poucas mudanças foram tão sentidas dentro da companhia. Fora da empresa, a sigla “TGIF” pode não querer dizer nada. Dentro, era uma tradição, um elemento marcante do ethos: a cada duas semanas, Pichai se punha no centro de um dos muitos restaurantes no campus Googleplex, ouvia perguntas dos funcionários e as respondia com franqueza. Qualquer pergunta valia. As respostas vinham. Na quarta-feira, Larry Page e Sergey Brin, fundadores do Google, deixaram suas funções executivas e Pichai agora está no comando da holding Alphabet, que inclui o Google e todos os outros negócios. Pois a morte das TGIF é mais representativa do fim de uma era do que a mudança executiva.

Vale do Silício está em meio a um processo doloroso. Manda no mundo. Está no centro da maior briga geopolítica — aquela entre os EUA e a China — desde o colapso da União Soviética. Sua influência no processo democrático é frontalmente questionada. A tecnologia que desenvolve desmonta um sem número de indústrias tradicionais, gera desemprego, chacoalha o mundo. Os produtos do Vale do Silício estão nas mãos de todos nós e não conseguimos viver sem eles. A pressão não é pequena.

Há cinquenta anos, o Vale era uma grande plantação de laranjas cheia de hippies. Há quarenta vivia um boom criativo no qual jovens, jovens mesmo, de vinte e poucos anos, viravam milionários em suas garagens, produzindo os primeiros computadores. Há apenas trinta anos, nas escolas públicas do Vale ainda predominava a classe média. Elas nada tinham de muito distinto de quaisquer outras escolas californianas, com crianças brancas, negras e hispânicas convivendo. Foi só nos últimos vinte anos que a demografia começou realmente a mudar, junto com o dinheiro da internet que expulsou a classe média da região. A área ficou cara demais e os milionários viraram bilionários. Saem negros e hispânicos, entram indianos, japoneses e chineses. Os Fords somem, substituídos por Teslas.

O Vale do Silício não produz mais startups. Nenhuma startup consegue pagar o salário de um engenheiro por lá. Não há mais garagens.

Em sua mensagem para os funcionários, Pichai explicou que não dava mais para fazer as sessões de perguntas e respostas francas porque tudo vazava para a imprensa. O aconchego da empresa multicolorida, com restaurantes gratuitos e cujo mote um dia foi ‘não faça o mal’ ainda está lá. Só, talvez, sem a sensação de aconchego. É uma grande corporação, com inúmeras tensões, questionamento de práticas de recursos humanos, e não poucas críticas internas sobre a atuação da companhia no mundo.

O Google continua revolucionário e, provavelmente, é uma das maiores concentrações de talento, inteligência e criatividade por metro quadrado no planeta. Mas, neste 2019, ano em que completa 21 anos, deixa os últimos traços da startup que um dia foi. A cultura de abertura se tornou inviável. É uma grande corporação com interesses próprios e que se prepara para, talvez, enfrentar um processo antitruste.

Uma das coisas que o Vale ainda tinha era uma certa mística que remete aos tempos de Thomas Edison e Alexander Graham Bell — o criador no comando da empresa que fez nascer. Quase a personificação dela, uma logomarca ambulante. Esta era está chegando ao fim. A partir de agora, das cinco grandes, só duas são tocadas por seus fundadores — Amazon e Facebook. Google, Apple e Microsoft são grandes corporações com gestão profissional. Impessoais.

O romantismo acabou.

Jordan Brand x Dior

Durante o Fall/Winter 2020 Dior Men’s collection, Maison Dior and Dior men Artistic Director Kim Jones revelou a primeira silhueta para o próximo Jordan Brand x Dior collection: Air Jordan I High OG Dior.

“Adoro misturar mundos diferentes, idéias diferentes – e Jordan Brand e Maison Dior são emblemáticas de excelência absoluta em seus campos”, diz Kim Jones. “Reuni-los nessa colaboração especial é propor algo emocionante e verdadeiramente novo.”

Coincidindo com o 35º aniversário da Air Jordan e comemorando a estréia da primeira coleção masculina da Dior nos Estados Unidos, o Air Jordan 1 High OG colaborativo e de edição limitada destaca o apelo atemporal do tênis e o estilo emblemático da Maison Dior – nascido sempre em l’air du temps, o espírito do momento.

Com essa parceria, as diferentes culturas da América e da França e da alta costura e roupas esportivas de alto desempenho são reunidas, unificadas e depois combinadas para criar um novo visual híbrido. A herança de ambas as marcas é valorizada, respeitada e cada uma recebe uma gravidade igual. A pegada de inovação e excelência em produtos da Jordan Brand ecoou no élan dos ateliers parisienses dos homens da Dior.

“Toda colaboração que fazemos começa com uma conexão genuína e desejo de expandir as dimensões de cada marca através da criatividade e inovação no design”, diz Martin Lotti, vice-presidente de design da Jordan Brand. “Nossa parceria com a Maison Dior oferecerá um novo visual ao estilo do basquete e mesclará streetwear sofisticado com moda de luxo. Prestaremos homenagem à rica iconografia de ambas as marcas e nos inspiraremos em nossa herança. “

A edição limitada do tênis Air Jordan I High OG Dior estará disponível globalmente em abril de 2020 em lojas selecionadas da Dior.

Disney divulga novo trailer e pôster da versão live-action de ‘Mulan’

Filme chega no Brasil em 26 de março de 2020; história apresenta diferenças consideráveis se comparada com a versão de 1998

Pôster promocional do filme ‘Mulan’ Foto: Disney/ Reprodução

Disney lançou nesta quinta-feira, 5, o novo trailer da versão live-action do clássico Mulan, de 1998. O vídeo, que tem pouco mais de dois minutos, apresenta cenas repletas de ação e que prometem conquistar até mesmo os fãs mais nostálgicos. A previsão de estreia no Brasil é para 26 de março de 2020.

Na pele da corajosa Hua Mulan está Liu Yifei, atriz chinesa de 32 anos que impressiona pela semelhança com a soldado chinesa. No entanto, um detalhe que pode desapontar algumas pessoas é o fato de que o atrapalhado Mushu, dragão e amigo da jovem que a acompanha em toda a sua jornada no desenho, não vai aparecer no live-action. Quem vai assumir o seu papel é a figura de uma fênix. 

Outra grande diferença – e novidade – é a presença de Xian Lang, uma bruxa perigosa interpretada por Gong Li. Ela será a vilã desta versão do filme assumindo uma função que era de Shan Yu, líder do exército Uno que Mulan precisa derrotar no longa de 1998. Em entrevistas anteriores, a atriz já revelou ao público que sua personagem terá mais tempo de tela e será muito mais malvada que o vilão do primeiro filme.

Apesar das diferenças, a premissa se mantém a mesma: o filme conta a história de Mulan, jovem chinesa que decide se passar por homem para entrar no exército e honrar a sua família. Ela toma a corajosa decisão após seu pai, um homem de idade avançada e sem filhos homens, ser obrigado pelo Imperador (Jet Li) e seus comandantes a lutar na guerra que ameaça o país asiático.

A direção é de Niki Caro e o roteiro de Rick Jaffa. Fazem parte do elenco Donnie YenJason Scott Lee e Yoson An. Vale lembrar que a história é baseada no poema A Balada de Mulan, lenda extremamente popular na China.

Veja o novo trailer logo abaixo: