Startup de venda de ingressos Ingresse levanta R$ 90 milhões

Com recursos, startup pretende fazer empréstimos a produtores, fazer aquisições e criar funções como venda de bebidas antes mesmo do evento começar; empresa cuida de 900 eventos por mês
Por Bruno Capelas – O Estado de S. Paulo

Marcelo Bissuh e Gabriel Benarrós, da Ingresse: 5 milhões de ingressos por ano

startup de venda de ingressos para eventos Ingresse anunciou que está levantando cerca de R$ 90 milhões em recursos. Segundo o presidente executivo Gabriel Benarrós, em entrevista concedida ao Estado, a maior parte do dinheiro virá de cotas de direitos creditórios (FIDC), enquanto um pedaço será de uma rodada de aportes realizada na empresa virá de nomes como a startup americana Rival, o Grupo Globo, do fundo eBricks e da gestora de capital Endurance, que já apostou em nomes como Loggi Rappi

Segundo Benarrós, que também é cofundador da Ingresse, os recursos levantados serão utilizados em três frentes. A maior parte deles, que será destinado a um FIDC, deve ser utilizado para a criação de uma linha de crédito para os clientes da startup. “Queremos financiar os parceiros e produtores para que eles possam fazer eventos maiores e melhores”, explica o executivo. A empresa também seguirá seu movimento de expansão por meio de aquisições – nos últimos meses, adquiriu companhias dedicadas a nichos como shows de rock e eventos universitários. 

A terceira meta será o desenvolvimento de novas funções para o aplicativo da empresa. Uma das metas, por exemplo, é criar um serviço de venda antecipada de bebidas, a serem consumidas durante espetáculos e eventos. “Hoje, o usuário só usa nosso app quando busca um evento ou compra o ingresso. Queremos aumentar o engajamento para que ele esteja em contato com a Ingresse de várias formas”, explica Benarrós. Um serviço de seguro ingresso – que pode ressarcir o consumidor em caso de algum problema – também está nos planos da startup. 

Startup depois que empreendedor quase teve prejuízo de US$ 5 mil

Fundada em 2012, a startup nasceu depois que o manauara Benarrós correu o risco de ter um prejuízo de US$ 5 mil em um evento que organizou quando estudava na Universidade Stanford, um dos epicentros do Vale do Silício. Ao colocar os ingressos para venda na internet, porém, ele se livrou do problema e ainda teve uma ideia para começar o negócio. Ao ser incentivado por um professor, largou os estudos pela metade e voltou ao Brasil. 

Questionado pelo Estado sobre planos específicos de expansão, o executivo disse que não tem metas específicas de contratação – hoje, a empresa tem 120 pessoas, divididas em escritórios em São Paulo e no Rio de Janeiro. Outras 180 trabalham como parceiros para a companhia, validando ingressos e atuando em bilheterias e pontos de venda físicos. “É como se fosse um motorista do Uber ou entregador da Rappi”, explica Benarrós. 

Ao todo, a companhia hoje cuida de cerca de 900 eventos por mês e vende em torno de 5 milhões de ingressos por ano, cobrando comissão variável por eles – para vendas online, a taxa é de 10%; em ingressos comercializados fisicamente, esse porcentual varia de 1% a 3%. “Queremos migrar cada vez mais usuários para o mundo online.” Em 2019, a empresa deve encerrar o ano movimentando o equivalente a R$ 1 bilhão; para o ano que vem, a meta é dobrar o desempenho. 

Vestido usado por Diana em dança com John Travolta não é vendido em leilão

Peça tinha valor estimado em mais de um milhão de reais; outros dois vestidos usados pela princesa foram comprados por valores maiores do que o estimado
MARISSA DAVISON E MARIE-LOUISE GUMUCHIAN – REUTERS

Princesa Diana e John Travolta dançando durante um jantar na Casa Branca, em 1985; vestido usado por Lady Di será leiloado. Foto: Cortesia de The Ronald Reagan Presidential Library/Reuters

vestido de veludo azul meia-noite que a princesa Diana usou ao dançar com John Travolta no jantar de Estado da Casa Branca em 1985 não foi vendido em um leilão nesta segunda-feira, apesar de dois de seus outros vestidos tenham sido leiloados acima de seus valores estimados.

O vestido tomara que caia justo de Victor Edelstein, que se expande no joelho, é um dos mais conhecidos entre aqueles usados por Diana, que morreu em 1997. O vestido, oferecido como parte do leilão “Passion for Fashion” da Kerry Taylor Auctions em Londres, tinha um preço estimado de 250 mil a 300 mil libras, cerca de 1,3 milhão a 1,6 milhão de reais.

No entanto, ele não atingiu esses valores durante a leilão de viva-voz. “Foi a primeira vez que Diana e Charles visitaram a América como casal, foi uma ocasião memorável na Casa Branca”, disse o leiloeiro Kerry Taylor à Reuters. Taylor disse que o vestido havia sido comprado em 2013 por 200 mil libras (cerca de R$ 1 milhão) “por um cavalheiro romântico que basicamente queria alegrar a esposa”.

“Mas desde então ele passou a maior parte do tempo trancado em um guarda-roupa, e agora o casal sente que quer que isso esteja em domínio público”, acrescentou. Em uma entrevista concedida ao Yahoo Entertainment na semana passada, Travolta disse que estava nervoso quando ele e Diana foram dançar.

“Tenho que voltar aos meus dias de aula de dança de salão e mostrar que consigo conduzi-la”, contou o astro de Grease – No Tempo da Brilhantina e Os Embalos de Sábado à Noite.

Os dois vestidos de Diana que foram leiloados são um vestido de veludo azul de Katherine Cusack, vendido a 48 mil libras (cerca de R$ 260 mil) – acima da estimativa de 20 mil a 30 mil libras – e uma roupa de Catherine Walker, com meta de preço 4 mil a 6 mil libras e que foi vendido a 28 mil libras (cerca de R$ 150 mil).

The New York Times Style Magazine

Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)

O que é a vida senão uma sucessão interminável de performances? Todo relacionamento é carregado com a expectativa de uma determinada pessoa. O desvio do script pode ser catastrófico ou pior, ininteligível. Para os modelos, essa proposição é algo completamente diferente. Para Karolin Wolter, a adoção de um novo papel para cada look é apenas mais um dia no escritório ou, como se vê, a matéria de capa da próxima edição da revista T: The New York Times Style, do fotógrafo Collier Schorr e da estilista Marie Chaix. Esta história celebra o traje quadrado da estação, juntamente com as peças de couro inspiradas nos anos 80. Para todos os olhares, Karolin usa um estilo de cabelo diferente, cujo efeito transforma imediatamente essa história em uma aula magistral de faixa dinâmica. Karolin é tocadora de muitas notas e sua oferta é uma verdadeira sinfonia. Para responder à pergunta no título da história, “Quem é essa garota?”, Karolin é, ela é todas essas garotas.

Visit nytimes.com to see this story in full.

Credits include: Publication, T: The New York Times Style Magazine 8 December 2019; Title, “Who’s That Girl?”; Photography, Collier Schorr; Styling, Marie Chaix; Hair, James Pecis at Bryant Artists using Oribe; Makeup, Dick Page at Statement Artists; Manicure, Maki Sakamoto at the Wall Group using Dior; Set design, Jesse Kaufmann at Frank Reps; Production, Hen’s Tooth Productions. Casting, Julia Lange at Artistry London

Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)
Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)
Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)
Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)
Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)
Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)
Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)
Karolin Wolter | T Magazine 8 December 2019 (Photography: Collier Schorr)

Woody Allen, Polanski e outros acusados de assédio tentam voltar a Hollywood

Carreiras dos diretores de cinema dependem de audiência e de seus trabalhos, entre outros fatores
Cara Buckley

O diretor Woody Allen foi acusado pela filha, Dylan Farrow, de assédio sexual e abuso quando ela tinha sete anos Eric Gaillard/Reuters/Eric Gaillard/Reuters

THE NEW YORK TIMES – A França transmitiu mensagens contraditórias sobre Roman Polanski e a cultura do cancelamento, na semana passada.

novo filme do diretor, “J’Accuse” —conhecido em inglês como “An Officer and a Spy”— foi lançado dias depois que uma fotógrafa acusou o cineasta de estuprá-la violentamente em 1975, o que ele nega.

Depois de protestos, algumas sessões do filme foram canceladas, a promoção da obra foi reduzida, o sindicato dos cineastas franceses parece ter se inclinado a expulsá-lo, e o ministro da Cultura do país disse que os potenciais delitos de um artista não eram compensados pelo mérito de sua arte.

Os críticos ficaram na minoria. O filme, que relata a histórica injustiça do caso Dreyfus, ficou no topo das bilheterias do país e, de acordo com, seu distribuidor, será exibido em toda a Europa, na Rússia e a na China. Mas continua a não ter distribuidor nos grandes mercados cinematográficos dos Estados Unidos e do Reino Unido.

Dois anos depois das acusações de agressão sexual contra Harvey Weinstein, e do início da era #MeToo que elas causaram, diretores acusados de delitos de conduta sexual continuam a experimentar consequências adversas, mas o grau das consequências depende do prestígio de que desfrutavam inicialmente. (Weinstein, que está enfrentando julgamento criminal por acusações de agressão e crime, negou que tenha feito sexo não consensual em qualquer momento de sua vida, e se declarou inocente de todas as acusações.)

Polanski e Woody Allen, que acaba de encerrar por acordo um processo por violação de contrato contra a Amazon depois de esta ter cancelado um acordo com ele para quatro filmes, continuam a contar com forte apoio na Europa continental, mas se tornaram veneno nas bilheterias dos Estados Unidos, onde diversos distribuidores se recusaram a conceder entrevistas para este artigo, por não quererem ter seus nomes associados a qualquer dos dois homens de qualquer maneira que fosse.

Polanski fugiu dos Estados Unidos em 1978 depois de se admitir culpado por sexo com um menor de idade. Allen foi acusado por sua filha de tê-la molestado quando criança. Ele nega qualquer impropriedade. Os dois voltaram a enfrentar recriminações intensas quando o movimento #MeToo ganhou ímpeto.

Mas graças às suas audiências na Europa, Allen e Polanski têm perspectivas mais róseas do que dois cineastas mais jovens.

O comediante Louis C.K., que admitiu em 2017 ter se masturbado diante de diversas mulheres, voltou a se apresentar no circuito de humor stand-up. Mas não há sinais de que “I Love You, Daddy”, um filme dirigido por ele que estava a ponto de estrear quando as acusações surgiram, possa um dia ser lançado.

“The Birth of a Nation”, o filme de estreia de Nate Parker, em 2016, foi torpedeado quando acusações de estupro feitas contra o cineasta anos antes ressurgiram. Ele foi absolvido por um júri, no caso de 1999. Agora, Parker está tentando um retorno com um novo filme, “American Skin”.

O filme, sobre um homem morto por policiais, recebeu críticas positivas e estreou no Festival de Cinema de Veneza, em setembro. Matt Burg, um dos produtores do trabalho, defendeu Parker vigorosamente em uma entrevista, dizendo que ele era um dos cineastas mais talentosos com quem já trabalhou. “Se um homem foi acusado e considerado inocente, por que alguém trataria essa pessoa como culpada?”, disse Burg.

Ele ficou zangado ao saber que Parker seria incluído neste artigo. “Estou desapontado, mas é isso que todo mundo vem fazendo”, ele disse, acrescentando que o público tinha “zero problema” com Parker e que foi apenas a mídia que trouxe o velho caso de volta à superfície.

Burg disse que havia diversas ofertas de distribuição para o filme, e que estava em negociação com um estúdio e esperava fechar um acordo esta semana.

Polanski e Allen se reorientaram às audiências europeias, nos últimos anos, para aproveitar a atitude mais relaxada que existe no continente com relação ao #MeToo.

Depois que a Amazon cancelou seu contrato com Allen, seu mais recente filme, “A Rainy Day in New York”, estreou na Polônia, e de acordo com o site Box Office Mojo faturou US$ 12,5 milhões no mercado internacional. Como no caso do filme de Polanski, o trabalho de Allen não tem distribuição nos Estados Unidos ou no Reino Unido. A companhia espanhola de comunicações Mediapro está produzindo o novo trabalho de Allen, “Rifkin’s Festival”, mas a probabilidade de que ele chegue às telas dos Estados Unidos e do Reino Unido continua muito baixa.

A potencial recompensa financeira pela distribuição de um filme de Polanski ou Allen nos Estados Unidos pode não justificar o estrago que o distribuidor sofreria em termos de imagem. Excetuados sucessos ocasionais como “Blue Jasmine”, de 2013, as bilheterias dos filmes mais recentes de Allen foram modestas, ou pior. O mesmo vale para Polanski, cujo último grande sucesso de bilheteria foi “O Pianista”, de 2002.

No Reino Unido, as audiências também parecem relutantes em aceitar as obras recentes de Allen ou Polanski. Hamish Moseley, diretor executivo de uma distribuidora de cinema britânica, disse que o fato de que os filmes de ambos os diretores costumavam ser direcionados às salas de arte, nos últimos anos, os torna apostas ainda mais arriscadas. “Quanto menor for a produção, maior o impacto das relações públicas sobre seu destino comercial”, ele disse.

E embora algumas feministas e o público mais jovem da Europa continental tenham expressado oposição a Polanski e Allen— a produção de “Rifkin’s Festival” na cidade espanhola de San Sebastián atraiu protestos, meses atrás—, os espectadores mais velhos parecem aceitar melhor esses trabalhos.

Os casos de Louis C..K. e Parker são diferentes, da mesma forma que seu renome como diretores. De acordo com o site de Louis C.K., apresentações de humor que ele fará na Itália, Israel, Suíça, Eslováquia e Hungria tiveram todos os seus ingressos vendidos, assim como shows que fará em Detroit e Houston, nos Estados Unidos. Determinar se isso representa um retorno bem sucedido é outra coisa: um repórter do jornal Los Angeles Times recentemente adquiriu um ingresso para um dos shows supostamente lotados do humorista na Virgínia por US$ 4, o que indica que os cambistas podem ter avaliado erroneamente o interesse da audiência.1 5

Já Parker é quase desconhecido internacionalmente, com uma carreira como cineasta que parou praticamente antes de começar. “Ninguém o conhece fora da indústria do cinema, por exemplo na Suíça ou na Alemanha”, disse Christoph Daniel, diretor executivo da DCM, uma distribuidora de filmes independentes sediada em Berlim. E, ele disse, promover um filme americano depende pesadamente do desempenho deste em seu mercado de origem.

“Se não houve lançamento nos Estados Unidos, lançar o filme se torna difícil”, disse Daniel.

O veterano crítico e historiador de cinema americano Leonard Maltin disse que há poucos precedentes para um diretor ou astro de cinema que tenha tido sua carreira praticamente destruída por escândalos, entre eles o caso do ator Roscoe “Fatty” Arbuckle, da era do cinema mudo, que foi julgado por homicídio culposo e acusado de estupro pelos jornais. Ainda que Arbuckle tenha sido absolvido, sua carreira jamais se recuperou.

”Não estou questionando as fontes desses escândalos ou os delitos das pessoas que os causaram”, disse Maltin. “Mas me apanho perguntando para onde vamos, daqui.”

The New York Times, tradução de Paulo Migliacci

iPhones de 2020 poderão ter baterias ainda maiores

Um possível reajuste dos circuitos internos do iPhone contribuirá com essa (ótima) mudança

Por mais que as baterias dos novos iPhones (principalmente a do modelo 11 Pro Max) tenham recebido vários elogios, a possibilidade de elas serem ainda melhores nunca será demais para os usuários; afinal, quem aí reclamaria de não ter que recarregar o dispositivo, sei lá, a cada dois dias?

Para a nossa felicidade, um novo rumor sobre a próxima geração de iPhones contempla exatamente isso. De acordo com uma publicação do The Elec, os modelos de 2020 poderão ter um módulo de proteção de bateria quase 50% menor e mais fino do que o componente atualmente usado.

Mais precisamente, o módulo de proteção da bateria é usado para evitar o superaquecimento e o carregamento excessivo, contribuindo para que esse componente dure mais e seja mais seguro. No “iPhone 12”, a Apple supostamente usará um novo módulo, personalizado, o qual ocuparia menos espaço interno no dispositivo e seria igualmente (se não mais) eficiente que o atual.

Se verdadeira, a mudança poderá abrir caminho para um ligeiro aumento na capacidade da bateria dos próximos iPhones. De acordo com a notícia, a fabricante coreana ITM Semiconductor fornecerá os novos módulos para a Maçã a partir da combinação de dois materiais (MOSFET1 e o existente PCB2) que eliminariam a necessidade uma caixa de suporte — a qual, na realidade, é a parte “purgável”, por assim dizer.

Ainda segundo o The Elec, a ITM já forneceu os novos módulos à Samsung, os quais aparentemente já estão sendo implantados Galaxy S11, próspero lançamento da fabricante.

Como informamos, é esperado que a Apple lance quatro iPhones flagship em 2020, incluindo um modelo de 5,4″, dois de 6,1″ e um de 6,7″. Além disso, os rumores apontam que todos eles terão telas OLED, uma nova armação de metal semelhante à do iPhone 4, até 6GB de RAM, três câmeras traseiras com tecnologia ToF3 3D e, é claro, suporte ao 5G.

Somando tudo isso a uma bateria maior, quem aí duvida de que o “iPhone 12” será um sucesso?

VIA MACRUMORS

Globo de Ouro divulga lista completa de indicados para 2020

Longa de Karim Aïnouz ficou de fora da premiação; ‘O Irlandês’, ‘Coringa’ e ‘Dois Papas’ disputam o prêmio pela categoria de Melhor Filme de Drama

Robert De Niro e Al Pacino em cena de O Irlandês (2019) (Foto: Reprodução)

Globo de Ouro, importante premiação de Hollywood que reconhece os melhores do cinema e da televisão, divulgou nesta segunda, 09, a lista completa dos indicados ao prêmio. Na liderança está o filme História de Um Casamento, da Netflix, que concorre em seis categorias. A cerimônia está marcada para o dia 5 de janeiro e irá contar com a apresentação de Ricky Gervais.

Ao todo, serão apresentadas 25 categorias, 14 apenas para o cinema e outras 11 para a televisão. Entre os indicados se destacam O Irlandês, de Martin ScorseseCoringa, de Todd Phillips e Dois Papas, do brasileiro Fernando Meirelles. Todos concorrem na categoria de Melhor Filme de Drama. Já Era Uma Vez em Hollywood, de Quentin Tarantino e Meu Nome é Dolemite, com Eddie Murphy estão entre os melhores de comédia.

O longa de Karim AïnouzA Vida Invisível, grande aposta como representante do cinema brasileiro na categoria de Melhor Filme Estrangeiro, ficou de fora da lista. Nas duas categorias de Melhor Série (drama e comédia), estão The Crown e Fleabag.

Joaquin Phoenix vai disputar o prêmio de Melhor Ator de Drama com Christian Bale, enquanto que na categoria de Melhor Ator de Comédia estão Leonardo DiCaprio e Eddie MurphyScarlett Johansson e Charlize Theron disputam o prêmio de Melhor Atriz de Drama. Já em Melhor Atriz de Comédia estão Emma Thompson e Cate Blanchett.

A premiação vai ocorrer no Beverly Hilton, em Beverly Hills. Gervais, comediante britânico que criou a série The Office, vai apresentar o prêmio pela quarta, e última vez, conforme já disse anteriormente em entrevistas. 

Confira a lista completa dos indicados ao Globo de Ouro 2020 logo abaixo:

Cinema

Melhor filme de drama
1917
O irlandês
Coringa
História de um casamento
Dois papas

Melhor filme de comédia
Meu nome é Dolemite
Jojo Rabbit
Entre facas e segredos
Era uma vez em Hollywood
Rocketman

Melhor direção
Bong Joon Ho, Parasita
Sam Mendes, 1917
Quentin Tarantino, Era uma vez em Hollywood
Martin Scorsese, O Irlandês
Todd Phillips, Coringa

Melhor atriz de drama
Cynthio Erivo, Harriet
Scarlett Johansson, História de um casamento
Soarise Ronana, Adoráveis mulheres
Charlize Theron, O escândalo
Renee Zellweger, Judy

Melhor ator de drama
Christian Bale, Ford v. Ferrari
Antonio Banderas, Dor e glória
Adam Driver, História de um casamento
Joaquin Phoenix, Coringa
Jonathan Pryce, Dois papas

Melhor atriz de comédia
Awkwafina, The Farewell
Ana de Armas, Entre facas e segredos
Beanie Feldstein, Fora de série
Emma Thompson, Late Night
Cate Blanchett, Cadê Você, Bernadette?

Melhor ator de comédia
Daniel Craig, Entre facas e segredos
Roman Griffin Davis, Jojo Rabbit
Leonardo DiCaprio, Era uma vez em Hollywood…
Taron Egerton, Rocketman
Eddie Murphy, Meu nome é Dolemite

Melhor atriz coadjuvante
Annette Benning, O relatório
Margot Robbie, O escândalo
Jennifer Lopez, As golpistas
Kathy Bates, Richard Jewell
Laura Dern, História de um casamento

Melhor ator coadjuvante
Tom Hanks, Um lindo dia na vizinhança
Al Pacino, O Irlandês
Joe Pesci, O Irlandês
Brad Pitt, Era uma vez em Hollywood…
Anthony Hopkins, Dois Papas

Melhor trilha sonora
Brooklyn – Sem pai nem mãe
Adoráveis Mulheres
Coringa
1917
História de um casamento

Melhor canção
Beautiful Ghosts – CATS
I’m Gonna Love Me Again – Rocketman
Into the Unknown – Frozen 2
Spirit – Rei Leão
Stand Up – Harriet

Melhor roteiro
História de um casamento
Parasita
Dois Papas
Era uma vez em Hollywood
O Irlandês

Melhor filme estrangeiro
The Farewell
Les Misérables
Dor e Glória
Parasita
Retrato de uma jovem em chamas

Melhor animação
Frozen 2
Rei Leão
Link Perdido
Toy Story 4
Como treinar o seu dragão 3

Televisão
Melhor série – Drama
Big Little Lies
The Crown
Killing Eve
The Morning Show
Succession

Melhor série – Musical ou Comédia
Barry
Fleabag
The Kominsky Method
The Marvelous Mrs. Maisel
The Politician

Melhor série limitada ou filme para TV
Catch-22
Chernobyl
Fosse/Verdon
The Loudest Voice
Unbelievable

Melhor ator em série limitada ou filme para TV
Christopher Abbott, Catch-22
Sacha Baron Cohen, The Spy
Russell Crowe, The Loudest Voice
Jared Harris, Chernobyl
Sam Rockwell, Fosse/Verdon

Melhor atriz em série limitada ou filme para TV
Kaitlyn Dever, Unbelievable
Joey King, The Act
Helen Mirren, Catarina, A Grande
Merritt Wever, Unbelievable
Michelle Williams, Fosse/Verdon

Melhor ator coadjuvante em série, série limitada ou filme para TV
Alan Arkin, The Kominsky Method
Kieran Culkin, Succession
Andrew Scott, Fleabag
Stellan Skarsgård, Chernobyl
Henry Winkler, Barry

Melhor atriz coadjuvante em série, série limitada ou filme para TV
Patricia Arquette, The Act
Helena Bonham Carter, The Crown
Toni Collette, Unbelievable
Meryl Streep, Big Little Lies
Emily Watson, Chernobyl

Melhor ator em série de TV – Musical ou Comédia
Michael Douglas, The Kominsky Method
Bill Hader, Barry
Ben Platt, The Politician
Paul Rudd, Living with Yourself
Ramy Youssef, Ramy

Melhor atriz em série de TV – Musical ou Comédia
Christina Applegate, Dead to Me
Rachel Brosnahan, The Marvelous Mrs. Maisel
Kirsten Dunst, On Becoming a God in Central Florida
Natasha Lyonne, Russian Doll
Phoebe Waller-Bridge, Fleabag

Melhor atriz em série de TV – Drama
Jennifer Aniston, The Morning Show
Olivia Colman, The Crown
Jodie Comer, Killing Eve
Nicole Kidman, Big Little Lies
Reese Witherspoon, Big Little Lies

Melhor ator em série de TV – Drama
Brian Cox, Succession
Kit Harington, Game of Thrones
Rami Malek, Mr. Robot
Tobias Menzies, The Crown
Billy Porter, Pose

The Witcher | Conheça a personagem: Princesa Cirilla | Netflix

Você não pode fugir do destino só porque está com medo dele. Freya Allan é a Princesa Cirilla. The Witcher estreia em 20 de dezembro.

The Witcher | Conheça a personagem: Yennefer| Netflix

Você não pode fugir do destino só porque está com medo dele. Anya Chalotra é Yennefer. The Witcher estreia em 20 de dezembro.

A CCXP 2019 foi das minas

As mulheres foram protagonistas na sexta e maior edição do festival geek em São Paulo
BEATRIZ AMENDOLA, FELIPE PINHEIRO, GUILHERME MACHADO, RENATA NOGUEIRA E LEONARDO RODRIGUES DO UOL, EM SÃO PAULO

Daisy Ridley, Gal Gadot , Margot Robbie

A total entrega do público – 280 mil em 2019 – diante de Margot Robbie e suas colegas de elenco de Aves de Rapina, no primeiro dia desta CCXP 2019, deu o tom do que viria pelos três dias seguintes: um evento que foi dominado pelas mulheres do começo ao fim – com um encerramento apoteótico que trouxe a atriz Gal Gadot e a diretora Patty Jenkins para a estreia mundial do trailer de Mulher-Maravilha 1984.

Do chão da feira – onde circulavam muitas Arlequinas, Mulheres-Maravilha, Reys e Viúvas Negras em meio a atrações gigantescas dedicadas a seus filmes – aos painéis, que contaram também com as presenças Daisy Ridley (a Rey de Star Wars), Alba Flores e Esther Acebo (a Nairóbi e a Estocolmo de La Casa de Papel), as minas foram as grandes estrelas de um dos maiores eventos geek do mundo. Os dias de “clube do bolinha” ficaram mesmo para trás.

Girl Power do começo ao fim

Mensagens de força e empoderamento foram constantes durante os painéis da CCXP. Produtora e grande estrela de Aves de Rapina, Arlequina e Sua Emancipação Fantabulosa, Margot Robbie trouxe para a CCXP os minutos iniciais do longa, que mostram a anti-heroína lutando para estabelecer sua própria independência após terminar seu relacionamento nada saudável com o Coringa. E aproveitou para mandar um recado daqueles.

O feminismo não é só para as mulheres. O feminismo é para os caras também.

Esther Acebo comemorou o protagonismo dado às mulheres na terceira parte de La Casa de Papel, e adiantou que essa tendência vai se manter na quarta temporada, que estreia em 2020. “As mulheres no mundo e na vida estão fazendo suas coisas, e não apenas acompanhando os homens. É incrível poder ajudar nesta luta, mesmo que um pouquinho, com a Estocolmo, que é mulher, mãe e está trabalhando pelo assalto como qualquer outro no grupo”, disse a atriz espanhola.

Alba Flores, por sua vez, vestiu um xale onde se lia, em inglês, “meu corpo, minhas escolhas”. Darko Peric, o Helsinki, fez coro às colegas, lembrando uma frase famosa de Nairóbi: “O matriarcado está aqui”.